| O Abutre | Crítica

Posted in Cinema, Críticas de 2014, Drama, Suspense with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 19 de dezembro de 2014 by Lucas Nascimento

4.5

nightcrawler
Jake Gyllenhaal é Lou Bloom

O jornalismo e suas complicações morais sempre renderam obras memoráveis no cinema. Rede de Intrigas, de Sydney Pollack, faz um dos estudos mais eficientes acerca do sensacionalismo, o clássico A Montanha dos 7 Abutres, de Billy Wilder, oferece uma representação genial do “circo da imprensa” e a própria série de TV The Newsroom, de Aaron Sorkin, lida muitíssimo bem com o cotidiano de uma emissora jornalística bem idealizada. Do estreante Dan Gilroy, O Abutre certamente entrará nesse pacote, trazendo seus próprios méritos.

A trama nos apresenta a Lou Bloom (Jake Gyllenhaal), um sujeito persistente e com ética trabalhista duvidosa, à procura de variados empregos em Los Angeles. A busca o leva até um emprego freelancer de câmera de um telejornal, onde sua especialidade é cobrir acidentes de carro, tiroteios e outros eventos que deem audiências.

Não demora para que a premissa do filme remeta não só às impecáveis obras mencionadas acima, mas também a alguns modelos jornalísticos que encontramos em todo o canto do mundo. Datenas e Marcelos Rezendes estão por aí, poluindo a grade televisiva nacional com reportagens invasivas e sensacionalistas, recebendo gritantes números de audiência como recompensa. Nos EUA, certamente encontramos casos similares, e é esse tipo de trabalho que o excelente roteiro de Dan Gilroy ataca, retratando personagens sedentos por ângulos de câmera apropriados em uma e chefes de redação mais preocupadas com as consequências legais (literalmente zombando das morais) ao exibir assassinatos na TV aberta.

Gilroy também é responsável por um dos personagens mais fascinantes da última década, que é vivido com perfeição por Jake Gyllenhaal. Assustadoramente magro, o ator encara Bloom quase como uma máquina, ou algo que não é humano; um sujeito calculista, frio e aparentemente incapaz de se importar com os benefícios de alguém se não o dele, e seus olhos esbugalhados revelam que sua jornada é obsessiva. A cena em que um jantar amigável com a personagem de Rene Russo transforma-se em uma predatória extorsão é impressionante.

Como diretor, Gilroy mostra que aprendeu com a turma da franquia Bourne (seu irmão, Tony, é o diretor de O Legado Bourne e roteirizou a trilogia estrelada por Matt Damon), sendo hábil ao comandar algumas perseguições de carro intensas em cenários urbanos noturnos, bem fotografadas pelo diretor de fotografia Robert Elswit. Gilroy também revela-se um mestre na construção de tensão (vide a antecipação para o grande clímax, montado com perfeição por John Gilroy) e em momentos puramente cinematográficos, como o sutil plano onde revela que Lou roubou uma bicicleta. Por fim, James Newton Howard entrega aqui um de seus trabalhos mais memoráveis dos últimos anos com uma trilha sonora que captura o tom de uma Los Angeles perigosa e, ao mesmo tempo, cheia de oportunidades.

O Abutre é um filme importantíssimo, e falo isso não só como imenso admirador da Sétima Arte, mas também como estudante de comunicação. A estreia de Dan Gilroy é tanto um intenso e fascinante estudo de personagem quanto uma crítica, enfatizando (com razão), que abutres como Lou Bloom só irão se multiplicar.

Obs: Geeking -> Não deixa de ser curioso como o título original do filme (Nightcrawler) é um personagem dos X-Men, e no Brasil, o de um vilão do Homem-Aranha. Só isso mesmo.

| Se Eu Ficar | Crítica

Posted in Críticas de 2014, Drama, DVD, Romance with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 18 de dezembro de 2014 by Lucas Nascimento

1.0

IfIStay
Chloe Grace Moretz corre pelo hospital. Muito.

O que reside além da vida é o mistério definitivo desta. Só de se pensar nas infinitas possibilidades e as questões éticas, morais, metafísicas e sobrenaturais já é empolgante. Como o assunto consegue ser tão entediante e sub como este Se Eu Ficar, é algo digno de reconhecimento.

A trama é baseada no livro homônimo de Gayle Forman, centrando-se na vida de Mia Hall (Chloe Grace Moretz), uma jovem aprendiz que sonha em ser uma grande violocentista. Quando um acidente de carro a coloca em um coma, seu espírito vagueia pelas lembranças de sua vida, relações amorosas e familiares – enquanto decide se seguirá em frente ou permanecerá no mundo mortal.

É uma premissa que já vimos inúmeras vezes, a diferença é que no filme de RJ. Cutter é muito mais sem graça e sem inspiração. Os eventos que a jovem protagonista enfrenta são todos clichês (“devo ir à faculdade ou ficar com o namorado? Ele gosta de rock, eu de música clássica…”), idealizados e com apego barato ao espectador, que é forçado a engolir uma história de amor patética e sonolenta. O roteiro de Shauna Cross até consegue ser pontualmente envolvente quando traz referências musicais interessantes, mas falha ao fornecer força à sua mensagem: nos enche de frases feitas e recorre à colagens de flashbacks da família de Mia, só para atingir uma catarse que falha em decorrência de sua abrupta cena final.

E Chloe Grace Moretz, outrora tão promissora em filmes como Kick-Ass: Quebrando Tudo e Deixe-me Entrar parece estar se acomodando ao ordinário. Sua performance como Mia é boa e tem seus momentos – e a jovem realmente parece ter aprendido a tocar violoncelo, o que é impressionante – mas nada realmente incrível, além de ficar correndo o tempo todo por corredores do hospital. Outra que também prometia muito, Liana Liberato sai de sua performance corajosa e memorável em Confiar para a “melhor amiga” mais desinteressante da História. Só se salva Mireille Enos (da série The Killing), atriz cada vez mais forte em personagens coadjuvantes (você deve tê-la visto como “a esposa” em Guerra Mundial ZCaça aos Gângsteres) e que precisa urgentemente ganhar um papel de protagonista no cinema.

Se Eu Ficar é um drama melancólico, sem graça e tão sem vida quanto sua protagonista desinteressante. Constantemente tenta provocar uma catarse no espectador, mas a única reflexão que me fez enquanto assistia ao filme é se eu iria aguentar ficar até o final.

Viola Davis estará em ESQUADRÃO SUICIDA

Posted in Notícias with tags , , , , , , on 17 de dezembro de 2014 by Lucas Nascimento

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Como se o longa de time vilões que David Ayer prepara para a DC já não tivesse um grande elenco, Esquadrão Suicida agora adiciona a ótima Viola Davis para o papel de Amanda Waller, personagem que será responsável por juntar os vilões.

Ela se junta a Jared Leto, Margot Robbie, Will Smith, Tom Hardy, Jai Courtney e Cara Delevingue.

Esquadrão Suicida estreia em 4 de Agosto de 2016.

| Caçada Mortal | Crítica

Posted in Cinema, Críticas de 2014, Suspense with tags , , , , , , , , , , , , on 17 de dezembro de 2014 by Lucas Nascimento

4.0

AWalkAmongTheTombstones
Liam Neeson é Matt Scudder

Que maravilhoso ver que ainda existem filmes como Caçada Mortal. Um thriller de detetve noir à moda antiga que entende as regras e não se julga esperto demais para tentar explodir sua cabeça com reviravoltas idiotas, preferindo seu foco em personagens e ambientação. Do jeito que se deve ser.

Adaptada da obra de Lawrence Block, a trama começa quando o detetive particular Matthew Scudder (Liam Neeson) é contratado para encontrar os sequestradores responsáveis pelo assassinato da esposa de um traficante de drogas (Dan Stevens), mesmo este tendo entregue o dinheiro do resgate. A busca (ou caçada… Mortal) o faz descobrir uma rede de crimes similares que o vai colocando cada vez mais próximo dos responsáveis.

É uma história objetiva e sem desvios. O diretor e roteirista Scott Frank deixa a ação de lado para se concentrar em uma narrativa densa e atmosférica, sempre com o personagem de Neeson em primeiro plano. Os flashbacks de seu passado traumático, assim como suas constantes visitas a um grupo de AA, funcionam para que Scudder seja multidimensional, mesmo que com motivações clichês. Felizmente, Liam neeson é sempre capaz de oferecer uma performance eficiente e que simpatize com o público, independente do filme; e aqui, ele consegue ir além do que um mero tira estereotipado.

Outro fator sobre a história que me deixa muito satisfeito é a ausência de uma grande reviravolta sem sentido, fator que geralmente estraga as produções recentes do gênero. Aqui, Frank se mantém ao básico: dois assassinos cruéis à solta, vamos atrás deles, arma-se o terceiro ato e é isso. Sem os elementos estapafúrdios que arruinaram outros bons filmes de Neeson, como Sem Escalas e Desconhecido. Mas admito que a conclusão se estendeu um pouco além do necessário, podendo ter facilmente se encerrado uns 10 minutos antes.

Como diretor, Frank é impecável. Desde o surpreendentes créditos de abertura em closes, até o tenso confronto em um cemitério, é de uma construção cinematográfica exemplar. O diretor de fotografia Mihai Malaimare Jr. traça uma Nova York escura e melancólica, dominada pelo cinza em cenas diurnas e coberta pelas sombras durante a noite; a presença da antecipação pelo Bug do Milênio (o filme é ambientado em 1999) também é interessante, quase como se a cidade estivesse sitiada pelo medo deste. Por fim, a discreta e pontual trilha sonora de Carlos Rafael Rivera fornece o tom apropriado à investigação.

Caçada Mortal é um eficiente thriller que me faz lembrar as histórias de detetives mais primordiais, atentando-se à uma fórmula sólida que funciona muitíssimo bem em sua cuidadosa execução.

| O Predestinado | Crítica

Posted in Críticas de 2014, DVD, Ficção Científica with tags , , , , , , , , , , , on 16 de dezembro de 2014 by Lucas Nascimento

4.5

Predestination
Ethan Hawke é um Agente Temporal

Você talvez nunca tenha ouvido falar deste filme, mas não cometa o sacrilégio de perdê-lo. O Predestinado cheira àquelas bombas que atores como Ethan Hawke fazem só para descolar uma grana extra para pagar o aluguel, devidamente lançadas diretamente no mercado home video. Mas aí você para para assistir a esse curioso filme australiano, e se depara com um dos melhores exemplares de 2014.

Adaptada do conto “All You Zombies” de Robert A. Heinlein, a trama é ambientada em um futuro em que uma agência governamental usa viagem no tempo para impedir que crimes aconteçam. Perto de sua aposentadoria, o agente vivido por Ethan Hawke persegue um misterioso terrorista conhecido como “Fizzle Bomber”, tentando impedir seu grande ataque a uma metrópole. Ele descobre uma pista importante ao conhecer o enigmático personagem de Sarah Snook.

Nenhum dos personagens principais do filme tem um nome revelado, e há um ótimo motivo para tal. O roteiro dos irmãos Michael e Peter Spierig – que também assinam a direção – é perfeito em sua estrutura e na maneira com que explora seus conceitos específicos. O loop temporal é o mais fascinante, e entrar em detalhes sua presença no filme seria entregar spoilers e algumas reviravoltas realmente inimagináveis. Quando o filme tem início, somos levados da trama principal para uma história aparentemente aleatória, mas fundamental, sobre mudança de sexo envolvendo a personagem de Sarah Snook – que entrega uma performance multifacetada excepcional, e que infelizmente será esquecida pelas premiações.

Ainda assim, quando o filme acaba, percebemos como é “simples” sua jogada. A montagem de Matt Villa ganha mais força e concluímos como o roteiro dos Spierig é perfeitamente amarrado e fechado, como “a cobra que persegue seu próprio rabo” e também como um poderoso estudo de personagem. Seu conceito de paradoxos lembra bastante o também ótimo Looper: Assassinos do Futuro, mas o longa dos Spierig se sobressai por manter o foco no drama de seus personagens, ao invés da ação.

O Predestinado é um filme absolutamente envolvente e intrigante, se o espectador se deixar levar por sua narrativa sintuosa e um protagonista não muito confiante. Certamente um dos exemplares de viagem no tempo mais eficientes dos últimos anos. Imperdível.

Obs: o filme foi lançado diretamente para DVD e Blu-ray no Brasil, pela Fox Film.

 

7 pré indicados ao OSCAR de Melhor Maquiagem

Posted in Prêmios with tags , , , , , , , , , , , , on 15 de dezembro de 2014 by Lucas Nascimento

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Assim como na categoria de Efeitos Visuais, a Academia costuma soltar uma lista de pré-selecionados para a de Maquiagem & Cabelo. Confira:

(minhas apostas em negrito)

O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro

Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo

Guardiões da Galáxia

O Grande Hotel Budapeste

Malévola

Noé

A Teoria de Tudo

Os indicados ao Oscar serão anunciados em 15 de Janeiro.

CRITICS CHOICE AWARDS 2015: Os indicados

Posted in Prêmios with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 15 de dezembro de 2014 by Lucas Nascimento

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Birdman: o campeão de indicações

Confira agora os indicados do Critics Choice Awards 2015!

MELHOR FILME

O Abutre

Birdman

Boyhood: Da Infância à Juventude

Garota Exemplar

O Grande Hotel Budapeste

Invencível

O Jogo da Imitação

Selma

A Teoria de Tudo

Whiplash: Em Busca da Perfeição

MELHOR ATOR

Benedict Cumberbatch | O Jogo da Imitação

Ralph Fiennes | O Grande Hotel Budapeste

Jake Gyllenhaal | O Abutre

Michael Keaton | Birdman

David Oyelowo | Selma

Eddie Redmayne | A Teoria de Tudo

MELHOR ATRIZ

Jennifer Aniston | Cake

Marion Cottilard | Dois Dias, Uma Noite

Felicity Jones | A Teoria de Tudo

Julianne Moore | Para Sempre Alice

Rosamund Pike | Garota Exemplar

Reese Witherspoon | Livre

MELHOR ATOR COADJUVANTE

Josh Brolin | Vício Inerente

Robert Duvall | O Juiz

Ethan Hawke | Boyhood: Da Infância à Juventude

Edward Norton | Birdman

Mark Ruffalo | Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo

J.K. Simmons | Whiplash: Em Busca da Perfeição

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

Patricia Arquette | Boyhood: Da Infância à Juventude

Jessica Chastain | A Most Violent Year

Keira Knightley | O Jogo da Imitação

Emma Stone | Birdman

Meryl Streep | Caminhos da Floresta

Tilda Swinton | Expresso do Amanhã

MELHOR ATOR/ATRIZ JOVEM

Ellar Coltrane | Boyhood: Da Infância à Juventude

Ansel Egort | A Culpa é das Estrelas

Mackenzie Foy | Interestelar

Jaeden Lieberher| St. Vincent

Tony Revolori | O Grande Hotel Budapeste

Quvenzhane Wallis | Annie

Noah Wiseman | The Babadook

MELHOR ELENCO

Birdman

Boyhood: Da Infância à Juventude

Caminhos da Floresta

O Grande Hotel Budapeste

O Jogo da Imitação

Selma

MELHOR DIRETOR

Wes Anderson | O Grande Hotel Budapeste

Ava DuVernay | Selma

David Fincher | Garota Exemplar

Alejandro G. Iñarritu | Birdman

Angelina Jolie | Invencível

Richard Linklater | Boyhood: Da Infância à Juventude

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL

O Abutre | Dan Gilroy

Birdman | Alejandro G. Iñarritu, Nicolas Giacobone, Alexander Dinelaris, Jr., Armando Bo

Boyhood: Da Infância à Juventude | Richard Linklater

O Grande Hotel Budapeste | Wes Anderson e Hugo Guiness

Whiplash: Em Busca da Perfeição | Damien Chazelle

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO

Garota Exemplar | Gillian Flynn

Invencível | Joel Coen & Ethan Coen, Richard LaGravenese, William Nicholson

O Jogo da Imitação | Graham Moore

Livre | Nick Hornby

A Teoria de Tudo | Anthony McCarten

Vício Inerente | Paul Thomas Anderson

MELHOR FOTOGRAFIA

Birdman | Emmanuel Lubezki

O Grande Hotel Budapeste | Robert Yeoman

Interestelar | Hoyte Van Hoytema

Invencível | Roger Deakins

Mr. Turner | Dick Pope

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE

Birdman

Caminhos da Floresta

Expresso do Amanhã

O Grande Hotel Budapeste

Interestelar

Vício Inerente

MELHOR MONTAGEM

Birdman

Boyhood: Da Infância à Juventude

Garota Exemplar

Interestelar

Whiplash: Em Busca da Perfeição

MELHOR FIGURINO

Caminhos da Floresta

O Grande Hotel Budapeste

Malévola

Mr. Turner

Vício Inerente

MELHOR MAQUIAGEM & CABELO

Caminhos da Floresta

Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo

Guardiões da Galáxia

O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos

Malévola

MELHORES EFEITOS VISUAIS

Guardiões da Galáxia

O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos

Interestelar

No Limite do Amanhã

Planeta dos Macacos: O Confronto

MELHOR ANIMAÇÃO

Uma Aventura LEGO

Os Boxtrolls

Como Treinar o seu Dragão 2

Festa no Céu

Operação Big Hero 6

MELHOR FILME DE AÇÃO

Capitão América 2 – O Soldado Invernal

Corações de Ferro

Guardiões da Galáxia

No Limite do Amanhã

Sniper Americano

MELHOR ATOR EM FILME DE AÇÃO

Bradley Cooper | Sniper Americano

Tom Cruise | No Limite do Amanhã

Chris Evans | Capitão América 2 – O Soldado Invernal

Brad Pitt | Corações de Ferro

Chris Pratt | Guardiões da Galáxia

MELHOR ATRIZ EM FILME DE AÇÃO

Emily Blunt | No Limite do Amanhã

Scarlett Johansson | Lucy

Jennifer Lawrence | Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1

Zoe Saldana | Guardiões da Galáxia

Shailene Woodley | Divergente

MELHOR COMÉDIA

Anjos da Lei 2

Birdman

O Grande Hotel Budapeste

St. Vincent

Top Five

MELHOR ATOR EM COMÉDIA

Jon Favreau | Chef

Ralph Fiennes | O Grande Hotel Budapeste

Michael Keaton | Birdman

Bill Murray | St. Vincent

Chris Rock | Top Five

Channing Tatum | Anjos da Lei 2

MELHOR ATRIZ EM COMÉDIA

Rose Byrne | Vizinhos

Rosario Dawson | Top Five

Melissa McCarthy | St. Vincent

Jenny Slate | Obvious Child

Kristen Wigg | The Skelleton Twins

MELHOR FILME DE FICÇÃO CIENTÍFICA/TERROR

The Babadook

Expresso do Amanhã

Interestelar

Planeta dos Macacos: O Confronto

Sob a Pele

MELHOR DOCUMENTÁRIO

Citizenfour

Glen Campbell: I’ll Be Me

Jodorowsky’s Dune

Last Days in Vietnam

Life Itself

The Overnighters

MELHOR FILME ESTRANGEIRO

Força Maior

Ida

Jodorowsky’s Dune

Last Days in Vietnam

Life Itself

The Overnighters

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL

“Big Eyes” – Lana Del Rey | Grandes Olhos

“Everything is Awesome” – Jo Li and the Lonely Island | Uma Aventura LEGO

“Glory” – Common/John Legend | Selma

“Lost Stars” – Keira Knightley | Mesmo Se Nada Der Certo

“Yellow Flicker Beat” – Lorde | Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1

MELHOR TRILHA SONORA

Birdman | Antonio Sanchez

Garota Exemplar | Trent Reznor & Atticus Ross

Interestelar | Hans Zimmer

O Jogo da Imitação | Alexandre Desplat

A Teoria de Tudo | Johann Johannsson

Os vencedores serão anunciados em 15 de Janeiro.

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