Primeiro trailer de MISS JULIE

Posted in Trailers with tags , , , , , , , on 22 de julho de 2014 by Lucas Nascimento

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Com o line-up do Festival de Toronto anunciado (veja aqui), muitos trailers começarão a sair. Um deles é Miss Julie, adaptação da peça de August Strindberg com Jessica Chastain e Colin Farrell que Liv Ulmann dirige. Não fui tão atraído pela trama (me parece mais uma variação da velha história de amores entre classes opostas), mas a presença de Chastain e o cuidado visual já devem valer a visita.

Ah, e que belíssimo arranjo de “Piano Trio In E Flat, Op. 100“, uma das músicas usadas em Barry Lyndon.

Confira:

Miss Julie será exibido no Festival de Toronto em Setembro, sem data de estreia comercial definida.

Veja o trailer de TRASH – A ESPERANÇA VEM DO LIXO

Posted in Trailers with tags , , , , , , , , , , , , on 21 de julho de 2014 by Lucas Nascimento

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Talvez você se lembre que, no ano passado o diretor Stephen Daldry (Billy ElliotAs Horas e Tão Forte e Tão Perto) estava com Rooney Mara e Martin Sheen no Rio de Janeiro gravando um filme. Bem, é levantada a cortina e Trash – A Esperança vem do Lixo ganha seu primeiro trailer que, com as participações de Wagner Moura e Selton Mello, gira em torno de um mistério envolvendo uma carteira. Confira:

A produção do filme é britânica e brasileira, em uma junção da Working Titles com a O2 Filmes.

Trash – A Esperança vem do Lixo estreia em 9 de Outubro.

Jake Gyllenhaal está à procura de emprego

Posted in Trailers with tags , , , , , , , , , on 20 de julho de 2014 by Lucas Nascimento

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Sim, sim, o Jake Gyllenhaal está procurando um emprego. Mas é apenas parte do viral de Nightcrawler, filme de Dan Gilroy (O Legado Bourne) onde o ator intepreta um jornalista criminal freelance que se aventura pelo submundo de Los Angeles. É uma premissa suculenta, e vale apontar a notável perda de peso de Gyllenhaal, fator que pode lhe garantir certa atenção na temporada de prêmios. Confira o vídeo abaixo:

Nightcrawler estreia em 17 de Outubro nos EUA.

| Planeta dos Macacos: O Confronto | Crítica

Posted in Aventura, Cinema, Críticas de 2014, Drama, Ficção Científica with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 18 de julho de 2014 by Lucas Nascimento

4.0

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Malcom e Cesar

Se já é difícil fazer um reboot funcionar, imagina então a continuação de um reboot. Eu pessoalmente nem consigo acreditar que a Fox tenha acertado em cheio com Planeta dos Macacos: A Origem em 2011, sendo uma das grandes surpresas daquele ano e uma das mais eficientes retomadas de franquias até o momento. E se o trabalho de Rupert Wyatt já era competente o bastante, Matt Reeeves elegantemente eleva o nível da série com Planeta dos Macacos: O Confronto.

A trama se passa 10 anos após os eventos do anterior, com a humanidade praticamente devastada após a epidemia da Gripe Símia. Nos arredores do que um dia foi São Francisco, encontramos um grupo de humanos liderados por Dreyfus (Gary Oldman) lutando para sobreviver e obter novas fontes de energia. A solução é dada na forma de uma antiga represa hidrelétrica, que pode vir a reabastecer a eletricidade do grupo, mas no caminho está uma imensa colônia de macacos inteligentes liderada por Cesar (Andy Serkis). A fim de manter uma trégua, Malcom (Jason Clarke) e sua família são enviados para negociar.

Para um blockbuster de verão americano, Planeta dos Macacos: O Confronto é muito mais inteligente do que se poderia esperar. Compará-lo com uma obra como Transformers: A Era da Extinção, por exemplo, é um caso revelador: o filme de Michael Bay preocupa-se puramente em fazer rios de dinheiros com seu espetáculo de merchandising e emburrecer o espectador com sua ação retardada, enquanto o de Matt Reeves surpreende por oferecer um cuidado maior a seu roteiro e seus personagens. O texto de Mark Bomback, Rick Jaffa e Amanda Silver é simples em estrutura e temática, aprofundando-se sobre os frágeis laços que humanos e macacos tentam formar a fim de coexistir, mas a História nos ensina que é uma situação quase impossível de se manter de forma estável. O trio engenhosamente equilibra os pontos de vistas de humanos e símios, e até cria belos paralelos entre as posturas de César e Malcom (ambos evitam conflito, lidam com companheiros radicais que o provocam e são pais).

E o roteiro ganha ainda mais força graças à direção precisa de Matt Reeves. Já percebi que o cara era talentoso em Deixe-me Entrar (mas por ser remake, as pessoas tendem a esquecer), e aqui ele tem a chance de brilhar em um filme que provavelmente será visto por muitos. Com uma razão de aspecto maior (1:85:1) a fotografia de Michael Seresin é certeira ao criar um mundo pós-apocalíptico crível, sempre apostando em tons frios e azulados – e  também as luzes alaranjadas que Reeves adora – garantindo um clima incômodo à produção, que também se beneficia de uma belíssima direção de arte. E mesmo que Reeves seja capaz de criar alguns dos mais lindos momentos do ano (que incluem pequenos gestos e ações entre humanos e macacos), ele logo nos lembra do real status da situação: uma cena silenciosa e contemplativa do filho de Malcom (Kodi Smith-McPhee, como cresceu o moleque) lendo com um orangotango é brutalmente cortada por uma onde dois humanos praticam artilharia com metralhadoras, em um exemplo da tensão existente entre os dois lados.

É um trabalho tão consistente e profundo, que confesso ter ficado um tanto desinteressado quando a ação enfim chega. Digo, os efeitos visuais de motion capture são absolutamente perfeitos, conferindo expressão e emoções a seus personagens símios (e Reeves é corajoso ao apostar em diversos momentos em que estes comunicam-se apenas por sinais), além de oferecer mais uma chance de Andy Serkis mostrar seu incomparável carisma. O que reclamo, é que as batalhas não me comoveram tanto quanto os eventos que culminam nestas, ainda que Reeves consiga tornar a invasão símia à base humana uma cena tensa, bem montada e temperada com a ótima trilha sonora de Michael Giacchino – que aqui se inspira claramente no trabalho de Jerry Goldsmith, responsável pela música do filme de 1968.

Planeta dos Macacos: O Confronto é um dos melhores filmes da franquia, corajosamente apostando em momentos intimistas e em uma longa construção atmosférica. Os efeitos estão melhores do que nunca, e é revelador notar que estes chegam a empalidecer diante daquele que é o grande triunfo do longa: o coração.

Certamente é uma evolução do blockbuster americano.

Obs: O 3D convertido até que não é ruim, mas não acrescenta muita coisa.

A Franquia do PLANETA DOS MACACOS

Posted in Especiais with tags , , , , , , , , , , , , , , on 18 de julho de 2014 by Lucas Nascimento

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Com a estreia de Planeta dos Macacos: O Confronto na semana que vem (já estão sendo exibidas algumas pré-estreias), pela primeira vez parei para assistir a todos os filmes da franquia da Fox, que desde 1968 vem surpreendendo. Confira:

O Planeta dos Macacos (1968)

4.0

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Baseado na obra de Pierre Boulle, O Planeta dos Macacos transformou-se em um dos maiores clássicos da ficção científica pelas mãos do diretor Franklin J. Schaffner. Com a história sombria de um grupo de astronautas que se encontra em um misterioso planeta dominado por macacos, a trama se desenrola com eficiência para uma das maiores e mais icônicas reviravoltas da História do Cinema. Vale lembrar também dos incríveis bordões de Charlton Heston e do revolucionário trabalho de maquiagem de John Chambers.

De Volta ao Planeta dos Macacos (1970)

2.0

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Seguir a conclusão arrasadora do original não é tarefa fácil, e não é de se admirar que a primeira da série de continuações falhe miseravelmente. O filme de Ted Post tenta recriar visualmente diversos aspectos do anterior, desde o protagonista humano que vai aprendendo sobre a comunidade símia até os cenários americanos devastados. Merece créditos por oferecer um rumo completamente inesperado com a comunidade de seres radioativos que cultua um míssil (em uma metáfora interessante da tensão atômica da Guerra Fria), mas o resultado é bem esquecível.

Fuga do Planeta dos Macacos (1971)

4.0

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Mostrando ainda mais ousadia, a franquia agora inventa de brincar com viagem no tempo. E o resultado é surpreendentemente uma das melhores adições da série, já que agora pode mostrar como se deu o processo de dominância mundial dos macacos; e na tradição das melhores obras do gênero, que foi invariavelmente causado pela própria viagem no tempo. Tem um excelente roteiro permeado por questões sociais, e uma conclusão brutal e corajosa.

A Conquista do Planeta dos Macacos (1972)

3.0

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Ligeira fonte de inspiração para o reboot de 2011, o quarto filme revela quando de fato os macacos iniciam o processo de revolução. Tem ainda mais subtexto político do que o anterior, buscando agora um esperto paralelo com a escravidão dos negros, mas carece do impacto. É um bom filme, mas não traz a inteligência visual nem o senso de surpresa que os outros trazem, ficando apenas acima da média.

A Batalha do Planeta dos Macacos (1973)

2.5

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Último filme da franquia original, percebe-se como a fórmula estava fraca. A história, que mostra o grupo símio de César lidando com rebeliões militares e a ameaça de um grupo de mutantes humanos, não empolga. É provavelmente o roteiro mais fraco e sem grandes ambições da série (mesmo ruim, o segundo filme ao menos se arriscava), que só encontra nas medianas cenas de batalha um atrativo.

Planeta dos Macacos (2001)

2.5

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O infame remake de Tim Burton para o clássico de 1968. Pessoalmente, não achei o monstro tão feio como o a maioria, apesar de não faltarem alguns momentos ridículos e diversos elementos incongruentes. O filme acerta pelo visual, contando com o inacreditável trabalho de maquiagem do mestre Rick Baker, que cria macacos e gorilas expressivos. Dou créditos também à coragem de oferecer um final ainda mais enigmático do que o original, mas perde por não fazer tanto sentido.

Planeta dos Macacos: A Origem (2011)

4.0

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Uma das grandes surpresas de 2011 e inegavelmente um dos reboots mais bem-sucedidos de todos os tempos. O filme de Rupert Wyatt ignora a cronologia original, ainda que deixe as devidas homenagens visuais e dê pistas sobre o futuro, que certamente levará à dominação planetária dos símios. A tecnologia de captura de performance funciona e Andy Serkis dá mais um show como o macaco César, mas o que realmente surpreende é a humanidade com que é tratada a trama – graças à relação entre o protagonista e seu pai adotivo, vivido por James Franco.

Bem, já assisti ao novo filme e publicarei a crítica ainda hoje. Até lá!

Fiquem aí com uma menção honrosa genial:

Confira o primeiro trailer de ANNABELLE

Posted in Trailers with tags , , , , , , , , on 17 de julho de 2014 by Lucas Nascimento

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Um dos melhores filmes de terror dos últimos anos, Invocação do Mal foi um sucesso de público e crítica. Claro que isso coloca o filme de James Wan na necessidade gerar continuações, e um dos projetos relacionados é Annabelle, um derivado que se concentra na sinistra boneca que aparece brevemente no filme. Wan não voltou para dirigir, mas permanece como produtor, cedendo o cargo principal para o diretor de fotografia John R. Leonetti.

Confira o primeiro trailer:

Annabelle estreia em 3 de Outubro nos EUA. No Brasil, na semana seguinte, no dia 9.

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Universal vai criar um universo cinematográfico de Monstros

Posted in Notícias with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 17 de julho de 2014 by Lucas Nascimento

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A Marvel Studios começou em 2008 o seu próprio Universo Cinematográfico de super-heróis, começando com Homem de Ferro até chegar em Os Vingadores, e agora muitos outros. A DC Comics tentou com Lanterna Verde em 2011, mas fracassou, e depois conseguiu com O Homem de Aço uma forma de construir seu universo da Liga da Justiça. Até a Sony insiste em fazer um do Homem-Aranha, com o reboot Espetacular rendendo derivados de Venom e do Sexteto Sinistro.

Agora, é a vez da Universal. Mas se engana quem pensa que é a primeira vez, já que o estúdio fazia isso muito antes da Marvel engatinhar. Na década de 30, o estúdio prosperava com longas do Conde Drácula, Frakenstein, Lobisomem, Múmia, Homem-Invisível e até o Fantasma da Ópera, e muitas vezes ganhávamos crossovers entre eles (aliás, confira o sensacional box em blu-ray que o estúdio lançou).

Pois agora, com o sucesso da Marvel, o estúdio aposta em Chris Morgan (Velozes e Furiosos 3, 4, 5, 6 e 7) e Alex Kurtzman (Star Trek, O Espetacular Homem-Aranha 2) para dar vida nova aos icônicos monstros, começando com o reboot de A Múmia que acontecerá em 2016.

A questão é: como fazer funcionar? Qual a abordagem certa? Teríamos um tom dark e de terror ou uma reinvenção retardada como a vista em Frankenstein: Entre Anjos e Demônios? Eu torço para a primeira opção, não acho que a ação funciona com esse tipo de personagem.

Bom, se tudo der errado sempre teremos os filmes originais e mais temporadas de Penny Dreadful.

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