Sony desiste do filme sobre Steve Jobs

Posted in Notícias with tags , , , , , , , on 20 de novembro de 2014 by Lucas Nascimento

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Eita nós. Depois de problemas para encontrar o ator definitivo para o filme de Steve Jobs (Michael Fassbender seria a nova aposta) que Aaron Sorkin desenvolve com a Sony, o estúdio desistiu de vez do projeto. Agora, a Universal está de olho para adquirir os direitos da adaptação e tocar o projeto.

Bom, é definitivamente um sinal ruim. Ou talvez a Sony estivesse com pressa para o lançamento do filme. Sorkin permanecerá como roteirista, mas não é certo se Danny Boyle ainda será o diretor.

Vamos aguardar por mais capítulos da novela de Steve Jobs.

| Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1 | Crítica

Posted in Aventura, Cinema, Críticas de 2014 with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 19 de novembro de 2014 by Lucas Nascimento

4.0

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Jennifer Lawrence encarna Katniss Everdeen pela penúltima vez

Quando anunciaram que o último livro da trilogia Jogos Vorazes renderia uma dupla adaptação para os cinemas (como é de praxe agora em toda grande franquia hollywodiana), temia que o longa sofresse com os mesmos deméritos de produções do tipo: falta de história, estrutura incompleta e “enchimento de linguiça” (ver Amanhecer e O Hobbit). Aparecem esses problemas em A Esperança – Parte 1? Sim. Mas o filme de Francis Lawrence é tão eficiente e poderoso em sua temática, que acaba utilizando tais erros a seu favor. Explico.

A trama começa imediatamente após Em Chamas, com Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) agora refugiada em uma instação secreta do Distrito 13, liderado pela Presidente Coin (Julianne Moore), revolucionária que planeja com Plutarch Heavensbee (Phillip Seymour Hoffman, em um de seus últimos trabalhos) a queda do governo autoritário do Presidente Snow (Donald Sutherland). Com o amado Peeta Mellark (Josh Hutcherson) capturado e sendo usado como arma midiática da Capital, o grupo rebelde planeja a grande rebelião.

Não acontece muita coisa em A Esperança – Parte 1. Certamente uma consequência da divisão do livro de Suzanne Collins (não li, mas muitos amigos me afirmaram que tal divisão era desnecessária), mas é curioso como essa decisão puramente mercadológica acabou contribuindo artisticamente para o longa. O roteiro de Peter Craig (Atração Perigosa) e Danny Strong (O Mordomo da Casa Branca) se concentra bastante nos personagens, mergulhando fundo em seus pensamentos e a situação em que se encontram, servindo mais como um thriller psicológico do que um blockbuster infanto-juvenil. Assim como nos anteriores, as questões políticas são o ponto alto, e neste terceiro filme, são ainda mais interessantes por lidarem com a propaganda e a criação de um ícone mobilizante das massas, na forma do Tordo de Katniss.

Aliás, é fascinante observar as sutilezas nessa situação, já que Katniss é de certa forma usada pelos rebeldes da mesma forma como é Peeta pela Capital: quando a jovem contempla o horror de uma destruição provocada pelos inimigos, a personagem de Natalie Dormer rapidamente ordena para que filmem sua reação, a fim de obter uma propaganda convincente e que gere seguidores. Independente de seus ideais, a Capital e o Distrito 13 jogam o mesmo jogo, e a franquia Jogos Vorazes revela-se bastante adulta ao retratar a maioria de suas “batalhas” por televisores, ao invés de grandes cenas de ação.

Não que o filme não forneça sua devida dose de espetáculo. O diretor Francis Lawrence se revela ainda mais à vontade aqui, controlando com segurança cenas de tiroteios e perseguições que jamais surgem inchadas ou longas demais. Aliás, Lawrence quebra completamente as expectativas de uma estrutura de roteiro genérica e previsível, trazendo um clímax excepcional que aposta em uma fotografia escuríssima de Jo Willems – evocando o trabalho de Greig Fraser em A Hora Mais Escura, em uma sequência que carinhosamente apelido de “Zero Dark Peeta” – para uma cena que acaba nos ocultando da ação, preferindo concentrar-se na ansiedade da protagonista. E quando caminhava para uma conclusão clichê e que já ia arrancando suspiros apaixonados das fãs, A Esperança nos agarra pelo pescoço e nos arremessa no chão.

Contando também com uma sequência musical inebriante, Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1 é um longa eficiente e que mantém a qualidade que a saga vinha trazendo até então, apostando cada vez em temas adultos e políticos. Mesmo que a divisão da história afete sua estrutura e linha de acontecimentos, surpreende pela maneira inteligente que usa para escapar dos clichês.

Obs: Após os créditos há um breve aperitivo para o próximo filme. Não é muita coisa, mas certamente o suficiente para deixar os fãs radicais loucos.

| Debi & Lóide 2 | Crítica

Posted in Cinema, Comédia, Críticas de 2014 with tags , , , , , , , , , , , on 15 de novembro de 2014 by Lucas Nascimento

2.5

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Jim Carrey e Jeff Daniels

Confesso que não sou o maior admirador dos irmãos Bobby e Peter Farelly, cuja decaída cinematográfica é tão desastrosa quanto a de M. Night Shyamalan, e tampouco de Debi & Lóide – Dois Idiotas em Apuros, filme de 1994 que ajudou a alavancar suas carreiras e a do então pouco conhecido Jim Carrey. Duas décadas (e um prequel horroroso, horroroso) depois, e a equipe se reúne com Debi & Lóide 2, filme que mantém o humor escatológico e cartunesco do primeiro, mas agora fica claro que a piada envelheceu.

A trama mantém o intervalo de 20 anos de um filme a outro, com Harry (Jeff Daniels) se juntando à Loyd (Jim Carrey) em uma viagem para encontrar sua filha bastarda, única pessoa capaz de lhe doar um rim.

É muito, muito similar à do original, com a estrutura do road trip possibilitando uma série de situações absurdas e cômicas (ou não) para a dupla. Já comentei aqui que a comédia e o terror são gêneros que variam muito de um espectador a outro: você pode gargalhar com as piadas de Debi & Lóide 2 ou detestar cada segundo da experiência. Pessoalmente, não é esse o tipo de humor que me atinge (o de caretas, escatologias e barulhos irritantes), mas não considero a experiência como ruim.

É muito bom rever a química de Jim Carrey e, principalmente, Jeff Daniels, e reparar em como um ator dramático tão competente é capaz de se entregar ao ridículo com maestria – afinal, fazer rir é muito mais difícil do que fazer chorar, pergunte a qualquer ator. No entanto, grande parte das minhas risadas aqui foram provocadas por Rob Riggle, que entrega dois personagens completamente diferentes (irmãos gêmeos, um deles é golpista e outro, militar), mas diverte em ambas as encarnações; especialmente quando utiliza de seu assustadoramente eficaz método de camuflagem. E por último, a novata Rachel Melvin revela-se, além de lindíssima, uma comediante divertida, com muito talento para a comédia física que sua personagem exige.

Vai confusão aqui e trocadilho ali, Debi & Lóide 2 mantém ritmo por sua (até que) longa duração de 110 minutos, mas não me fez gargalhar. Um riso, um sorrisinho e nada mais, porém me fica a impressão de que esse tipo de humor envelheceu muito de 1994 para cá.

Obs: Os créditos finais são bem bacanas pelo senso nostálgico que desperta, e há uma cena adicional depois destes.

Obs II: Há uma participação especial genial no filme, mas vocês não saberão quem é o ator sem pesquisar na internet…

Christoph Waltz será o vilão de BOND 24

Posted in Notícias with tags , , , , , , , on 13 de novembro de 2014 by Lucas Nascimento

WALTZ

Depois de muitas especulações e nomes que foram de John Travolta a Chiwetel Ejifor, o 24º filme de 007 parece enfim ter encontrado seu vilão: Christoph Waltz, a sensacional nova figurinha de Quentin Tarantino. Não foi confirmado pelo estúdio ainda, mas uma fonte certeira afirma que Waltz será o principal antagonista da produção, que terá também Léa Seydoux (Azul é a Cor Mais Quente) como uma femme fatale e Dave Bautista (Guardiões da Galáxia) como um adversário aos moldes de Jaws.

Ótima escalação, uma boa escolha para seguir o genial Silva de Javier Bardem, em Operação Skyfall. Daniel Craig reprisa o papel de James Bond, enquanto Ralph Fiennes, Ben Whishaw e Naomie Harris retornam como as novas versões de M, Q e Moneypenny.

As filmagens do filme de Sam Mendes estão para começar na Áustria, com um lançamento previsto para Outubro de 2015.

Para entender INTERESTELAR [SPOILERS]

Posted in Notícias with tags , , , , , on 10 de novembro de 2014 by Lucas Nascimento

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Interestelar já está em cartaz nos cinemas, e provavelmente muitos de vocês já assistiram. Aposto que, assim como eu, alguns ficaram confusos com as diversas teorias e informações acerca de física quântica, buracos negros e realidades extra-dimensionais. Sem problemas, porque o designer Dogan Can Gundogdu criou uma bela arte que ajuda a mapear os eventos do filme, de forma similar com A Origem.

Confira: [Spoilers à frente, claro]

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[ATUALIZADO COM MAIS UM INFOGRÁFICO]

Interstellar-Infographic

Leia a crítica do filme.

 

Margot Robbie será Arlequina em ESQUADRÃO SUICIDA

Posted in Notícias on 10 de novembro de 2014 by Lucas Nascimento

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E os rumores de que a Warner busca um elenco estelar para Esquadrão Suicida parecem se confirmar. A atriz Margot Robbie (O Lobo de Wall Street) foi oficializada como a intérprete da Arlequina, a insana namorada do Coringa.

Os rumores ainda trazem Will Smith e Tom Hardy para possíveis papéis no filme de David Ayer, além de Jared Leto como Coringa.

Esquadrão Suicida estreia em Agosto de 2016.

Jared Leto pode ser o novo Coringa

Posted in Notícias with tags , , , , , , , , on 7 de novembro de 2014 by Lucas Nascimento

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É, uau. A Warner Bros segue construindo seu universo da DC nos cinemas, e a última notícia é de que o estúdio pensa em Jared Leto para assumir o papel do Coringa em Esquadrão Suicida, que será dirigido por David Ayer. O papel fora oferecido a Ryan Gosling, que recusou.

E aí, será que Leto tem os culhões para assumir o personagem após o trabalho icônico de Heath Ledger?

Fico curioso, mas minha escolha ainda seria Christoph Waltz.

Esquadrão Suicida estreia em Agosto de 2016.

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