2013: Os Melhores dos Melhores

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Chegou aquela hora do ano novamente… Junte-se a mim enquanto escolho os melhores filmes de 2013, mas atenção aos critérios abaixo:

  • A lista contém apenas filmes lançados no Brasil COMERCIALMENTE (logo, filmes de 2011 que chegaram este ano nos cinemas ou home video marcam presença aqui) e alguns lançamentos estrangeiros ficaram de fora (como Trapaça, Inside Llewyn Davis, 12 Anos de Escravidão, entre muitos outros).
  • Se  não concordar com minha opinião (e isso certamente vai acontecer), fique à vontade para comentar e apresentar sua própria seleção, mas seja educado, porque comentários grosseiros serão reprovados.

TOP 10

10. O Mestre

4.0

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“Pontuado nos momentos certos pela abstrata trilha sonora de Jonny Greenwood, O Mestre é uma obra poderosa que consegue expandir sua premissa a níveis universais, sobre o Homem questionando o papel de um líder ou de uma organização; e como estes podem alterar seus instintos mais básicos.”

9. Azul é a Cor Mais Quente

4.0

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Azul é a Cor Mais Quente é uma bela experiência que conta com incríveis performances, responsáveis por fazer deste um dos mais sinceros e humanos trabalhos sobre o tema. Um filme que deve ser lembrado não por sua polêmica, mas simplesmente por sua abordagem sincera ao que realmente importa: o amor.”

8. Blue Jasmine

4.0

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“Ainda que seja um trabalho imperfeito (por melhor que esteja, Louis CK soa simplesmente como um intruso na trama), Blue Jasmine me revelou uma faceta que eu até então desconhecia de Woody Allen. Sua habilidade para analisar a destruição de um indivíduo, assim como as fúteis tentativas de remediá-lo, é tão eficáz quanto a de divertir platéias e proporcionar risadas. Claro, mas isso é apenas alguém que ainda não assistiu a todos os seus filmes.”

7. Django Livre

4.0

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“Movendo-se com um bom ritmo até uma conclusão um tanto exagerada, Django Livre é mais um ótimo trabalho de Quentin Tarantino, e ainda que não alcance a perfeição de Bastardos Inglórios ou Pulp Fiction, comprova a facilidade do diretor em navegar com seu estilo através de diferentes gêneros. Vejamos o que ele vai aprontar a seguir…”

6. Os Suspeitos

4.5

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Os Suspeitos não vai mudar a história do gênero, tampouco se destacará como um marco nele, mas segue as regras com competência e extrai o melhor de sua proposta, sendo capaz de mandar o espectador para casa ainda brincando com as peças do quebra-cabeças. E convenhamos, não é esse o tipo de thriller de investigação que vale o nosso dinheiro?”

5. Segredos de Sangue

4.5

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Segredos de Sangue é uma narrativa ousada e que se beneficia pela inteligência de sua equipe. Fica claro que é uma obra sobre amadurecimento, algo que certamente falta a seu roteirista; mas que é ao menos capaz de manter o espectador preso à poltrona.”

4. Antes da Meia-Noite

4.5

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Antes da Meia-Noite vem para contestar que mesmo as mais perfeitas relações amorosas se deparam com inevitáveis desgastes e divergências. Jesse e Celine já não têm mais aquela áurea de contos de fadas, e Richard Linklater os transporta para um mundo mais real e com o qual certamente muitos podem se identificar . E aí, será que em nove anos encontraremos essas figuras apaixonantes novamente?”

3. Capitão Phillips

4.5

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Capitão Phillips é intenso do início ao fim, você sabendo ou não o desfecho da história. Tecnicamente impecável e com atuações verossímeis a ponto de nos esquecermos de que isto são apenas imagens fictícias projetadas em tela, Paul Greengrass fez aqui um dos trabalhos mais memoráveis de 2013. Filmaço.”

2. Rush: No Limite da Emoção

4.5

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“Temperado pela bela trilha sonora do sempre genial Hans Zimmer, Rush: No Limite da Emoção é uma excelente adição ao gênero esportivo. Envolvente como longa de ação e emocionante ao retratar os conflitos entre seus personagens, o filme agrada também por oferecer um significado interessante ao conceito de rivalidade – e a importância desta.”

1. Gravidade

5.0

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“Uma das melhores experiências cinematográficas de 2013, Gravidade é uma trama muito intimista e simples narrada com alguns dos recursos mais grandiloquentes que o cinema já viu. Tenso e emocionante a ponto de dar nó na garganta, Gravidade pode ser visto como o 2001: Uma Odisseia no Espaço da nossa geração. Algo muito especial foi criado aqui.”

DIRETOR DO ANO

Alfonso Cuarón | Gravidade

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Assim como James Cameron fez em Avatar, Alfonso Cuarón desenvolveu novas tecnologias e câmeras para contar sua história em Gravidade. Mas atrevo-me a dizer que o resultado alcançado pelo diretor mexicano tenha sido ainda mais fascinante do que aquele visto em 2009: Cuarón aposta em longuíssimos planos sequência onde a câmera passeia pelo ambiente e seus personagens e garante uma imersão completa – fazendo belo uso do 3D – dentro da experiência.

Chan-wook Park | Segredos de Sangue

Ron Howard | Rush : No Limite da Emoção

Quentin Tarantino | Django Livre

James Wan | Invocação do Mal

ATOR DO ANO

Tom Hanks | Capitão Phillips

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Que prazer ver Tom Hanks atuando de verdade. Depois de participações esquecíveis em projetos que nem sempre faziam jus a seu talento, o ator volta para nos surpreender com uma incrível performance no intenso Capitão Phillips. O grande mérito do ator está em sua construção meticulosa para o personagem-título e é fascinante (e até perturbador) ver essa construção sendo lentamente despedaçada ao passo em que Phillips vai ficando cada vez mais à mercê dos piratas. Que Hanks continue nos presenteando com trabalhos assim.

Joaquin Phoenix | O Mestre

Daniel Day-Lewis | Lincoln

Hugh Jackman | Os Miseráveis

Ernst Umhauer | Dentro da Casa

ATRIZ DO ANO

Cate Blanchett | Blue Jasmine

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Cate Blanchett é uma das melhores atrizes em atividade no cinema e encontra na problemática e autodestrutiva personagem-título de Woody Allen em Blue Jasmine a oportunidade de oferecer a melhor performance de sua carreira – e não estou usando a hipérbole à toa. Jasmine é um fascinante objeto de estudo, uma sólida reivenção do arquétipo de “mulher rica perde tudo, mulher rica aprende lições de humildade” e é graças à performance explosiva de Blanchett que o resultado funciona tão bem em tela. A atriz balanceia com perfeição sua persona socialite com distúrbios e ataques de nervos assustadoramente reais. Que venha o segundo Oscar.

Adéle Exarchopoulos | Azul é a Cor Mais Quente

Jennifer Lawrence | O Lado Bom da Vida

Sandra Bullock | Gravidade

Julie Delpy | Antes da Meia-Noite

ATOR COADJUVANTE

Leonardo DiCaprio | Django Livre

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Não é fácil escolher o melhor intérprete de Django Livre sem uma segunda exibição. Jamie Foxx em ótima forma, Christoph Waltz sensacional e um Samuel L. Jackson hilário e diferente de tudo o que já havíamos visto em sua vasta carreira. Mas em sua primeira incursão no “lado negro” dos vilões do cinema, Leonardo DiCaprio impressiona com seu cruel, poser de francófilo e nojento Calvin J. Candie. O tipo de antagonista que choca pelo brutal contraste entre seus gestos cavalheiros e suas explosões de violência – algo que DiCaprio compreende muito bem, e nos faz odiar a Academia por ignorá-lo mais uma vez.

Christoph Waltz | Django Livre

Barkhad Abdi | Capitão Phillips

Thomas Haden Church | Killer Joe – Matador de Aluguel

Jake Gyllenhaal | Os Suspeitos

Menção Honrosa: A monstruosa composição vocal de Benedict Cumberbatch para Smaug em O Hobbit: A Desolação de Smaug.

ATRIZ COADJUVANTE

Léa Seydoux | Azul é a Cor Mais Quente

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Depois de Azul é a Cor Mais Quente, Léa Seydoux afirmou publicamente que jamais trabalharia novamente com o diretor Abdellatif Kechiche. A experiência para a atriz pode até ter sido um inferno, mas é inegável que a mesma tenha sido responsável por lhe garantir uma performance bem trabalhda e consistente. Exibindo uma química radiante com Adèle Exarchopoulos, Seydoux é natural e espontânea, e o roteiro acerta ao exigir que sua personagem de cabelos azuis amadureça ao longo da narrativa – algo que só faz com que a atriz possa explorar mais áreas de sua caracterização.

Anne Hathaway | Os Miseráveis

Nicole Kidman | Segredos de Sangue

Vera Farmiga | Invocação do Mal

Cameron Diaz | O Conselheiro do Crime

ROTEIRO ADAPTADO

Antes da Meia-Noite | Richard Linklater, Ethan Hawke e Julie Delpy

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Depois de 9 anos, podemos novamente ser hipnotizados pelos maravilhosos diálogos protagonizados pelo casal Jesse e Celine. Construídos a partir de muita improvisão de Ethan Hawke e Julie Delpy, Antes da Meia-Noite segue a tradição dos filmes anteriores ao apostar em longas conversas sobre relacionamentos, a vida e uma variedade de assuntos que surgem a partir destes. Pela primeira vez, temos destaque para personagens coadjuvantes, algo que fortalece ainda mais a experiência e serve como parábola para o tema central da produção, que destrói com sutileza a ideia de “felizes para sempre”.

ROTEIRO ORIGINAL

Django Livre | Quentin Tarantino

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Quentin Tarantino é imbatível quando o assunto é escrever diálogos. Em sua investida no faroeste spaghetti Django Livre, Tarantino elabora uma eficiente trama de vingança que surge bem amarrada e povoada por personagens excêntricos típicos de sua carreira única. É interessante também observar uma rara preocupação social, já que a trama aborda do início ao fim o racismo e a escravidão que dominaram os EUA no século XIX – mas sem nunca soar didático ou apelar para maniqueísmos. Tenho meus problemas com o desenrolar da história, mas quando os personagens sentam e conversam por minutos em tela, é puro espetáculo.

FOTOGRAFIA

Os Suspeitos | Roger Deakins

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É, eu sou tiete do Roger Deakins. Mas fazer o que, o cara é um mestre no ramo da fotografia… Sei que a cada ano a fotografia digital vem criando algumas das imagens mais belas já vistas em tela (As Aventuras de Pi ano passado, Gravidade este ano), mas o old school da área é mais do que suficiente para me satisfazer. Enfim, o que realmente agrada no trabalho de fotografia do suspense Os Suspeitos é a eficiente criação de uma atmosfera perigosa e sufocante – sempre demarcada por tons frios, chuva e um céu predominantemente nublado. Perfeito para um dia de inverno…

DESIGN DE PRODUÇÃO

O Hobbit: A Desolação de Smaug | Dan Hennah & Ra Vincent

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A saga de Terra Média comandada por Peter Jackson sempre impressionou com seus requintados valores de produção. O que vemos em O Hobbit: A Desolação de Smaug é um cuidado minucioso para apresentar as mais diferentes locações e conceitos visuais dentro da mesma narrativa: florestas obscuras, reinos élficos e um salão dominado por montanhas de moedas douradas. O design de produção se sobressai ao apresentar a Cidade do Lago, que compartilha de sutis semelhanças com Viena e traz acertadíssimas inspirações do período absolutista da França. Vale notar também a evidente mistura de cenários digitais com sets construídos.

MONTAGEM

Segredos de Sangue | Nicolas De Toth

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Em sua vinda para o cinema ianque, o sul-coreano Chan-Wook Park contou com uma narrativa intrincada e que diversas vezes utiliza de pequenos flashbacks. A montagem de Nicolas De Toth em Segredos de Sangue é um trabalho excepcional não só por manter o ritmo tenso da narrativa de India Stoker, mas por intercalar diversas cenas diferentes para aumentar o suspense em uma série de cortes rápidos; também com inteligência, repetindo cenas e frames para evidenciar o estado de espírito de sua protagonista. Sem falar nas belíssimas transições (o cabelo virando uma floresta… Uau). Pena que o filme vai passar batido na Academia…

FIGURINO

Jogos Vorazes: Em Chamas | Trish Summerville

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No primeiro Jogos Vorazes, as vestimentas de seus personagens já chamavam nossa atenção por sua bizarrice, e agradavam, mas Em Chamas se beneficia de ter a ótima Trish Summervile (que estreou em Hollywood com o figurino de Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres), que preserva a bizarrice; mas lhe garante uma personalidade mais diversificada. Basta observar os detalhes em cada personagem, os cada vez mais extravagantes vestidos de Elfie (e aquele enfeitado com borboletas?) e toda a mistura de cores.

EFEITOS VISUAIS

Gravidade

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Nunca viajei ao espaço e, ao menos que uma revolução tecnológica exploda nos próximos 60 anos, nunca o farei. Mas as diversas equipes de efeitos visuais comandadas pelo visionário diretor Alfonso Cuarón certamente entregaram a coisa mais próxima de uma experiência fora da Terra que encontraremos numa tela de cinema durante um bom tempo. Rodado quase que todo em greenscreen, Gravidade apresenta imagens perfeitas e sempre verossímeis com a trama, armando o palco perfeito para o desenrolar desta.

MAQUIAGEM

A Morte do Demônio

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Simples: como você transforma a dócil e adorável Jane Levy (aqui) num demônio sangrento,”babarrento” e sinistro? É o que a equipe de maquiagem do remake de A Morte do Demônio é capaz de fazer, e sem precisar abraçar a monstruosidade por completo – olhos amarelos, grandes olheiras e muito sangue são o bastante. Sem falar nos prostéticos especiais que substituíram diversos efeitos de computação gráfica, como aquela que retrata uma mutilação na mandíbula de uma das personagens (é isso aí, maquiagem… Veja aqui). Mão na massa (literalmente) é sempre mais divertido.

TRILHA SONORA

Rush: No Limite da Emoção | Hans Zimmer

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Hans Zimmer teve um excelente ano. Além de reiventar a música do Superman (tendo de se equiparar ao icônico trabalho de John Williams) com eficiência em O Homem de Aço e adentrar em território dramático com o oscarizável 12 Anos de Escravidão, o compositor alemão forneceu uma das mais energéticas trilhas sonoras de sua carreira com Rush: No Limite da Emoção. Dominada por percussões de guitarra e violoncelo graves, a música de Zimmer para a saga dos competidores de fórmula 1 funciona tanto nas excelentes cenas de corrida (trazendo sons que evocam o interior de motores e a mecânica dos veículos) quanto nas de tragédia; além de não ser uma má opção para se ouvir enquanto você pega a estrada. Ouço até hoje.

Faixa Preferida: Car Trouble

+ 10 Faixas Memoráveis do Ano

“Able-Bodied Seaman”  – Jonny Greenwood | O Mestre

“London Calling” – Michael Giacchino | Além da Escuridão – Star Trek

“Flight” – Hans Zimmer | O Homem de Aço

“Whales” – Marco Beltrami | Guerra Mundial Z

“Mind over Matter” – Marco Beltrami | Carrie, A Estranha

“She is of the Heavens” – Dario Marianelli | Anna Karenina

“Gravity” – Steven Price | Gravidade

“All Boundries are Conventions” – Tom Tykwer, | A Viagem

“The Heist” – | Em Transe

“Wire to the Head” – Daniel Pemberton | O Conselheiro do Crime

CANÇÃO DO ANO

I See Fire – Ed Sheeran | O Hobbit: A Desolação de Smaug

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Não foi fácil escolher a melhor canção de 2013. Tivemos a bela “Atlas” de Coldplay tocada em Jogos Vorazes: Em Chamas, a perfeitamente dark “Becomes the Color” em Segredos de Sangue e praticamente todo o álbum de O Grande Gatsby (destaque para “Over the Love” e “Young & Beautiful”), mas fui completamente fisgado pela linda canção final de O Hobbit: A Desolação de Smaug. Tocada durante os créditos finais, “I See Fire”, de Ed Sheeran, surge quase como uma catarse após o espetacular clímax envolvendo anões, batalhas, dragões e, claro, fogo. Apropriadíssima.

MELHOR SEQUÊNCIA DE CRÉDITOS (ABERTURA OU ENCERRAMENTO)

Homem de Ferro 3

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Não estou exagerando quando digo que a sequência de créditos finais foi meu momento preferido de Homem de Ferro 3. Composta por uma habilidosa montagem de clipes dos filmes anteriores, efeitos que remetem diretamente à estética de histórias em quadrinhos e uma música acertadamente histérica de Bryan Tyler, a sequência foi ótima para relembrar o primeiro filme de Tony Stark, me fazendo perceber o quão decepcionante fora o resultado desse novo filme.

SURPRESA DO ANO

Invocação do Mal

surpresa

Parecia só mais um filme de terror sem graça e esquecível quando vimos o primeiro trailer. E talvez realmente o tivesse sido, não fosse o requintado roteiro, o elenco carismático liderado por Vera Farmiga e Patrick Wilson e a excepcional direção do malasiano James Wan, que é eficaz ao evocar nossos principais medos em uma narrativa tensa, provocadora e capaz de deixar o espectador horas acordado antes de dormir. Um terror de classe e à moda antiga, uma belíssima surpresa.

DECEPÇÃO DO ANO

Carrie, A Estranha

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A maioria das pessoas geralmente é completamente contra remakes. Eu pessoalmente não vejo problema, e fiquei extremamente empolgado quando Chloë Grace Moretz foi escalada para estrelar a nova adaptação de Carrie, A Estranha; pode olhar no post do ano passado: estava no meu top 5 de mais esperados para 2013. E o resultado foi realmente broxante e esquecível, ocasionadas por falta de novidades e a artificialidade com que tratou a consagrada história de Stephen King. Pior ainda foi ver a talentosa Moretz passando vexame com sua péssima performance, certamente o grande demérito da produção.

MENÇÃO (DES) HONROSA: O “vilão” de Ben Kingsley em Homem de Ferro 3.

USO DE 3D

O Grande Gatsby

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Eu gosto de 3D, mas o 3D de verdade; não aquela porcaria convertida (que raramente traz bons resultados) que os estúdios vendem para dobrar sua arrecadação. E além disso, é prazeroso quando seu diretor compreende o uso narrativo dessa elegante ferramenta, algo que certamente se aplica a Baz Luhrmann em sua adaptação para o clássico de Fitzgerald. Filmado com câmeras de 3D estereoscópico (como deve ser), Luhrmann cria lindas imagens que valorizam a sobreposição do elenco, o que só melhora graças a, ironicamente, um defeito: a artificialidade dos cenários em greenscreen exacerba o efeito de profundidade, tornando a experiência um colírio para os olhos. O melhor 3D desde Avatar, fácil.

MELHORES TRAILERS

1. O Lobo de Wall Street | Trailer 1

2. Interstellar | Teaser Trailer

3. O Hobbit: A Desolação de Smaug | Trailer Final

5 BELOS PÔSTERES

Ninfomaníaca

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Segredos de Sangue

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Jogos Vorazes: Em Chamas

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Nebraska

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O Grande Gatsby

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OS FILMES MAIS AGUARDADOS PELO AUTOR PARA 2014

Anjos da Lei 2

12 Anos de Escravidão

Interstellar

O Lobo de Wall Street

X-Men: Dias de um Futuro Esquecido

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10 Respostas to “2013: Os Melhores dos Melhores”

  1. Segredos de Sangue, O Mestre… se ñ viu!

  2. Fico muito feliz em ler algo tão inteligente e magnífico como o que escreveu nesse post. Concordo com cada palavra digitada, com a forma de fácil leitura que teve de bolar os comentários, porém, com toda maestria de um bom escritor, tornando-se agradável a prática da mesma. Para cinéfilos de plantão, isso é o paraíso. Meus parabéns, virei seu fã.

  3. Carrie foi com certeza a maior decepção do ano! 😦
    Lamentável!

  4. Gostei do Homem de Ferro 3, a cena da casa e do “arrasa quarteirão” foram muito boas e as sequencias de troca de armaduras foram bem boladas,e a carrie a estranha foi como o outro remake, o ponto alto é a destruição da boate, não foi nem menos nem mais do que eu esperava.

  5. Renato Temponi Says:

    Esse ano fiquei tão por fora desse mundo que não vi nem metade dos filmes da lista… Só posso concordar com tudo o que você disse sobre Djano Livre (filme simplesmente espetacular), a fotografia monumental de Os Suspeitos e com o fato de que “I See Fire” também foi minha preferida do ano, por mais que eu seja fã de Coldplay… Ótimo post, como sempre, abraços!

  6. Renato Temponi Says:

    Django Livre**

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