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| Missão: Impossível – Nação Secreta | Crítica

Posted in Ação, Aventura, Cinema, Críticas de 2015 with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 12 de agosto de 2015 by Lucas Nascimento

4.0

MI5RogueNation
O Burj Khalifa não tava alto o bastante? Então vai um avião.

É interessante observar que, enquanto a maioria das franquias vai se desgastando com o tempo e suas intermináveis sequências, Missão: Impossível só vai ficando melhor a cada exemplar. Provavelmente pela política de Tom Cruise de exigir um diretor diferente por filme, o que acaba lhes fornecendo diferentes estilos e, mais importante, identidade (caracaterística fundamental perdida com frequência nas produções gigantes da Marvel Studios), quase como se a saga de Ethan Hunt se renovasse cada vez mais. Em Nação Secreta, não é diferente, e talvez seja o melhor exemplar da série até agora.

A trama começa com Ethan Hunt (Tom Cruise) em uma longa caçada por uma organização secreta conhecida como o Sindicato, liderada pelo misterioso Solomon Lane (Sean Harris). Ao mesmo tempo em que a IMF sofre pressão política do chefe da CIA (Alec Baldwin), Hunt age clandestinamente com sua equipe para provar a existência da organização e acabar com esta.

Se Protocolo Fantasma era uma aventura desenfreada e divertida aos moldes de Brad Bird, Nação Secreta adota os elementos de espionagem política do eficiente Jack Reacher: O Último Tiro, parceria anterior de Cruise com o diretor e roteirista Christopher McQuarrie. O forte roteiro, também de McQuarrie, aposta em uma trama complexa e bem competente para o gênero, inclusive encontrando equilíbrio para os membros da equipe de Hunt: o divertidíssimo Benji de Simon Pegg nunca teve tanto para fazer aqui, e funciona tanto como um alívio cômico quanto catalisador de eventos, ao passo em que Jeremy Renner e Alec Baldwin dão ânimo ao aspecto mais burocrático da produção.

Como exemplar do cinema de ação, é um filme irrepreensível. A já famosa tomada suicida de Tom Cruise pendurado na lateral de um avião levantando voo é apenas o começo de uma série de sequências eletrizantes que incluem uma sensacional perseguição de motos, um tenso mergulho num tanque de água pressurizada e uma criativa cena ambientada numa ópera, que consegue remeter a O Poderoso Chefão – Parte III enquanto ofusca a similar sequência protagonizada por Daniel Craig em Quantum of Solace. E ainda que Cruise seja o grande fator de tais cenas, a enigmática femme fatale de Rebecca Ferguson é uma personagem interessante e sai de igual com o ator no quesito porradaria, promovendo também uma divertida dúvida quanto a sua lealdade.

O único problema grave do filme é mesmo o terceiro ato, que tem se mostrado como uma dificuldade em comum em toda a série. A projeção se estica além do necessário para encontrar uma solução decente para a trama do Sindicato, que funciona, mas sacrifica o ritmo agitado que a produção vinha tomando. O antagonista de Harris também satisfaz muito mais do que o esquecível traficante de armas de Michael Nyqvist, ainda que a franquia ainda não tenha tido um vilão realmente memorável; o psicopata de Philip Seymour Hoffman no terceiro filme é o que chega mais perto.

Missão: Impossível – Nação Secreta é facilmente um dos melhores filmes de ação do ano, comprovando também que os espiões andam numa ótima fase em 2015. Tom Cruise continua impressionando ao protagonizar empolgantes cenas de ação e a franquia parece estar num contínuo fluxo de reinvenção. O que é ótimo.

Estarei na primeira fila quando Tom Cruise se pendurar num foguete para Missão: Impossível 6.

Obs: Sempre faço questão de agradecer quando um blockbuster é lançado em 2D.

| Para Sempre Alice | Crítica

Posted in Cinema, Críticas de 2015, Drama with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 14 de março de 2015 by Lucas Nascimento

3.5

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Julianne Moore é Alice Howland

Pode-se dizer que fazer filmes filmes com doenças como pano de fundo é uma maneira fácil de se arrancar lágrimas e, além disso, reconhecimento de prêmios. Pra se ter ideia, dos vinte indicados ao Oscar nas categorias de atuação deste ano, cinco representavam algum tipo de deficiência (e dez eram representações de pessoas reais, curiosidade). E, ao lado de Eddie Redmayne em A Teoria de Tudo, Julianne Moore levou o ouro por Para Sempre Alice, mas felizmente o filme consegue ser algo a mais do que um simples veículo para sua memorável performance.

A trama é inspirada na vida real – e também na obra assinada por Lisa Genova – da Dra. Alice Howland (Julianne Moore), uma conceituada professora de linguística da Universidade de Columbia que começa a sofrer os estágios iniciais do Mal de Alzheimer, mesmo que numa idade surpreendentemente baixa para os padrões da doença. Com a inesperada dificuldade, Alice precisa balancear o tratamento com sua família.

O maior risco de um artista ao embarcar numa narrativa desse tipo é a ultradramatização e a necessidade de arrancar lágrimas do espectador. Poucos filmes de memória recente ilustram esse cenário como A Culpa é das Estrelas, um filme com um ótimo roteiro que é prejudicado por uma direção pedestre, pretensiosa e. uma trilha sonora apelativa. Em parte, Para Sempre Alice também sofre com a fotografia excessivamente desfocada (olha, nunca vi uma webcam que conseguisse desfocar tão bem o fundo, quase num tilt shift) a fim de impactar o espectador com a luta de Alice, como se Moore não fosse capaz de fazer isso por conta própria. É um efeito artificial e que incomoda pela obviedade, mas que os diretores Richard Glatzer (falecido na terça-feira passada, 10) e Wash Westmoreland pelo menos sabem dosar.

Isso porque Alice consegue comover mais através de elementos mais sutis. Seja pela cena em que Alice fica aliviada ao encontrar seu celular após uma sequência tensa da perda deste (“Já faz um mês”, replica o personagem de Alec Baldwin para a filha, revelando o intervalo de tempo de uma cena para a outra) ou nos longos planos que acompanham apenas as nuances do rosto de Julianne Moore enquanto esta luta para preservar suas memórias, ou meras reações em diálogos simples – a dupla de diretores garante muito tempo de corte para Moore. E é realmente uma performance memorável, que a atriz não deixa cair no caricato ou num exagero gritante, conseguindo até inserir um pouco de bom humor (“Tomara que eu esqueça isso”, diz após derrubar papéis durante uma palestra) em meio à situação que lentamente vai se exacerbando.

O filme é todo de Moore, mas preciso dizer que Alec Baldwin merecia mais burburinho como o marido, John. É uma performance muito sutil e discreta, que consegue transmitir sentimentos complexos: Baldwin obviamente está preocupado com a condição de Alice, mas é possível encontrar sinais de raiva – pela esposa estar passando por isso justamente agora, em meio a uma mudança em seu emprego – e até impaciência, e eu me peguei prevendo uma iminente explosão. Não acontece, e a explosão resulta em lágrimas desesperadas com a filha Lydia (Kristen Stewart, mais do mesmo), em um clímax catártico para uma ótima atuação.

Para Sempre Alice não vai inovar em nada a maneira como doenças são retratadas no cinema, mas traz uma boa execução e performances excepcionais de Julianne Moore e Alec Baldwin. Funciona bem.

Primeiro trailer de ALOHA, de Cameron Crowe

Posted in Trailers with tags , , , , , , , , , , on 11 de fevereiro de 2015 by Lucas Nascimento

cc

O novo filme de Cameron Crowe enfim começa a se revelar. Depois de Compramos um Zoológico, Aloha trará Bradley Cooper e Emma Stone numa comédia romântica sobre um militar que retorna à sua cidade natal, voltando a se engraçar com sua ex-namorada e uma piloto de helicóptero. Confira:

O elenco traz também Rachel McAdams, Bill Murray, Alec Baldwin e Danny McBride.

Aloha estreia em 29 de Maio nos EUA.

| Blue Jasmine | Cate Blanchett brilha em Woody Allen mais trágico

Posted in Cinema, Críticas de 2013, Drama, Indicados ao Oscar with tags , , , , , , , , , , , , on 13 de novembro de 2013 by Lucas Nascimento

4.0

BlueJasmine
Jasmine: Uma das melhores performances da carreira de Cate Blanchett

Eu ainda não vi nem metade dos filmes de Woody Allen (afinal, o cineasta tem quase 50 produções cinematográficas com seu nome creditado como diretor e roteirista), o que torna chocante para mim, especialmente vindo na sequência de Para Roma, com Amor e Meia-Noite em Paris, contemplar o resultado final de Blue Jasmine. Depois dessas divertidas excursões pela Europa, seu novo filme soa muito mais trágico, com levíssimos toques de humor, e maduro.

A trama é centrada em Jasmine (Cate Blanchett), uma mulher rica e poderosa que acaba por perder tudo quando seu marido (Alec Baldwin) é preso por estar envolvido em atividades ilegais que mantinham sua fortuna. À beira de um colapso, Jasmine vai morar com sua irmã Ginger (Sally Hawkins) em São Franciso, onde espera poder tocar a vida novamente.

É basicamente mais uma variação da fórmula “pessoa rica perde tudo, pessoa rica busca lições de humildade” com pitadas humorísticas à lá “peixe fora d’água”. O que diferencia este filme dentre tantos outros é a fascinante personagem-título concebida por Woody Allen, que se mostra uma das criaturas mais complexas e multifacetadas do cinema em 2013. Mérito da performance sensacional de Cate Blanchett, que traça uma figura orgulhosa, egoísta e completamente reprovável. É muito fácil odiar Jasmine, mas você também vai se pegar sentindo pena e vontade de entrar na tela e lhe abraçar apertado e dar uns tapinhas na costas, pois Blanchett destrói como atriz quando retrata a destruição de Jasmine na forma de gritos, colapsos e principalmente quando começa a falar sozinha – algo que a atriz facilmente poderia utilizar para gerar humor, mas que aqui chega a ser deprimente de se observar. Merece Oscar.

Outro ponto que se destaca aqui é a estrutura escolhida pelo roteiro de Allen, que fragmenta a história com flashbacks recorrentes que nos revelam os elementos que levarão à destruição da vida de Jasmine. É muito interessante (quase que de uma forma sádica) observar essa bomba-relógio prestes a explodir, sendo ainda mais interessante quando a montagem de Alisa Lepselter regressa, no último ato, para nos revelar o evento que a fez explodir – surpreendendo não só pela reviravolta reveladora a trama, mas também sobre a natureza destrutiva de sua protagonista. Allen mantém o mesmo raciocínio ao colidir o universo glamouroso de Jasmine com a vida simples e harmoniosa de sua irmã e o namorado desta, ambos vividos com carisma por Sally Hawkins e Bobby Cannavale (que custei pra me tocar de que não era o Andy Garcia).

Ainda que seja um trabalho imperfeito (por melhor que esteja, Louis CK soa simplesmente como um intruso na trama), Blue Jasmine me revelou uma faceta que eu até então desconhecia de Woody Allen. Sua habilidade para analisar a destruição de um indivíduo, assim como as fúteis tentativas de remediá-lo, é tão eficáz quanto a de divertir platéias e proporcionar risadas. Claro, mas isso é apenas alguém que ainda não assistiu a todos os seus filmes.

| Rock of Ages – O Filme | Tudo se resume a “Pour some Sugar on Me”

Posted in Cinema, Críticas de 2012, Musical with tags , , , , , , , , , , , on 27 de agosto de 2012 by Lucas Nascimento


I Wanna Rock: Tom Cruise é Stacee Jaxx

Não me levem a mal, mas não gosto de filmes musicais modernos. Gosto de alguns clássicos (Cantando na Chuva, Grease), mas todos os longas do gênero que são lançados atualmente me dão náuseas (com excessão de Sweeney Todd, mas este ao menos dispensa números de dança) e não justificam a necessidade do formato. Rock of Ages – O Filme traz uma ambientação apropriada para tais espetáculos, mas é simplesmente irritante.

Partindo da peça musical de Chris D’Arienzo, o longa é ambientado em 1987 e traz o jovem casal Sherrie (Julianne Hough) e Drew (Diego Boneta) lidando com um romance enquanto sofrem a influência (tanto negativa quanto positiva) do mundo do rock and roll, assim como a busca pela fama em Los Angeles e a ascensão de novos estilos musicais.

Bem, a premissa já é das mais recicladas possível e mostra-se como um mero pretexto para encher o longa de canções. Novamente, não me acostumo com a ideia de um ato musical preencher espaço narrativo no Cinema e estranho todo momento em que alguns membros do elenco levantam e começam a soltar a voz, independente do espaço ou situação em que se encontram. Mas isso é discussão pra outro post, o que um homem que despreza musicais pode dizer sobre Rock of Ages é que seus números são bem produzidos – ainda que o diretor Adam Shankman constranja na escolha de suas coreografias, “Hit Me with yor Best Shot” que o diga – e trazem ótima iluminação, assim como alguns bons intérpretes.

O melhor deles – e certamente o ponto alto do filme – é o Stacee Jaxx vivido por Tom Cruise. Interpretando o modelo clássico do “rockeiro endeusado por suas fãs”, o ator surpreende ao protagonizar todas suas cenas de canto (seu cover para “Pour Some Sugar on Me” do Def Leppard é sensacional) e também pelo bom trabalho de composição do personagem – sempre com uma voz delirante, frases um tanto incompreensíveis e rodeado por mulheres. Também divertem os coadjuvantes Alec Baldwin e Russell Brand (espere só até ver este último lambendo o microfone), como os proprietários da casa de shows Bourbon Room, ao passo que os dois protagonistas são tão irritantes que parecem ter saído de High School Musical.

Previsível e esquemático do início ao fim, Rock of Ages – O Filme talvez agrade aos fãs de Glee mas certamente passa longe do que é o verdadeiro Rock and Roll, sendo muito mais pop em sua essência. Mas isso é de um cara que não gosta de musicais, então…

| Simplesmente Complicado | Vale pela dupla principal

Posted in Comédia, Críticas de 2010, DVD, Romance with tags , , , , , , , , on 5 de julho de 2010 by Lucas Nascimento

   Os Normais: Alec Baldwin e Meryl Streep são o que o filme tem de melhor

Atualmente é difícil encontrar uma boa comédia romântica que não caia nos clichês ou que realmente faça divertir, especialmente vindo de Nancy Meyers. O que me atraiu para esse Simplesmente Complicado foram os muitos elogios que ouvi para Meryl Streep e Alec Baldwin que, de fato, são o grande atrativo do filme.

O roteiro é um tanto desleixado e previsível, apesar de conter algumas boas ideias, como a própria premissa: uma mulher que tem um caso com seu ex-marido; nas mãos apropriadas, o filme poderia ter se saido muito melhor. Os personagens principais são interessantes e seus intérpretes parecem estar muito a vontade (Mas isso não é uma surpresa, claro) e divertem. Do outro lado, Steve Martin está completamente deslocado e apagado da trama, parecendo estar no filme errado.

Quando não consegue inventar novos rumos à seus personagens, o filme simplesmente recorre ao ridículo e aí entram maconha, nudez, internet e outras besteiras sem graça, que aliás já foram utilizadas repetidas vezes e não entendo porque ainda são usadas.

Simplesmente Complicado é muito simples, previsível e, em certos momentos, cansativo. Faz bom uso de Meryl Streep e Alec Baldwin; ambos fantásticos e carismáticos, mas isso não é o suficiente para que ele seja recomendado.

Oscar 2010 cai no “Armário da dor”

Posted in Prêmios with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 8 de março de 2010 by Lucas Nascimento

Ontem aconteceu em Los Angeles a 82ª Entrega do Oscar. Quem acompanhou a transmissão ao vivo sabe quem ganhou. Bem, estou aqui para dar meus comentários e opiniões sobre os vencedores (houveram muitas injustiças!). Acompanhe.

  Alec Baldwin e Steve Martin tornaram a noite muito divertida

Depois de uma inesperada participação de Neil Patrick Harris, os apresentadores Alec Baldwin e Steve Martin lançaram muitas piadas e brincadeiras com os indicados ( a provocação com George Clooney foi hilária). Ainda fizeram uma paródia genial de Atividade Paranormal, que foi exibida após uma homenagem aos grandes filmes de terror.

   Jeff Bridges e Christoph Waltz com seus prêmios

Bem, sobre os prêmios. Primeiro quero começar falando sobre Roteiro Original… Alguém me explica, como que o roteiro mediano de Guerra ao Terror ganhou do brilhante e sensacional Bastardos Inglórios? O que Mark Boal escreveu de tão genial para bater Quentin Tarantino? É um absurdo, a injustiça da noite! Guerra ao Terror não merecia nem metade do que ganhou. O que me alegrou, foi ver Christoph Waltz levar a estatueta de Ator Coadjuvante; seu discurso foi elegante e simples, o cara merece. E como era esperado, Jeff Bridges levou sua estatueta de melhor ator.

  Sandra Bullock e Mo’Nique ganham seus primeiros Oscars

Mo’Nique era a favorita (e com justiça) por seu papel em Preciosa – Uma História de Esperança, e confirmou seu favoritismo ao levar o prêmio e ignorar o “discurso de 45 segundos”. Uma surpresa da noite foi a vitória do Roteiro Adaptado de Preciosa; Geoffrey Flethcer estava muito emocionado, ninguém esperava por essa. E temos Sandra Bullock, que ficou emocionada ao receber sua primeira estatueta. Curioso é que na noite anterior, ela tinha ganho um prêmio de Pior Atriz.

Avatar e Guerra ao Terror eram os grandes favoritos da noite, com cada um com 9 indicações. O resultado foi que Avatar faturou 3 prêmios (Direção de Arte, Efeitos Visuais e Fotografia) e Guerra ao Terror levou 6, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor. Na minha opinião, Guerra ao Terror merecia apenas Montagem e Mixagem de Som, o resto seria ou de Avatar, ou Bastardos Inglórios (o grande injustiçado!). Mas sobre a disputa Bigelow-Cameron, a diretora até que mereceu, tornando-se a primeira mulher a ganhar o Oscar de Melhor Diretor, mas ainda acho o trabalho espetacular de James Cameron de criar mundos inteiros, bem superior. E Ben Stiller estava impagável como um “avatar”.

“The Hurt Locker” ou “Armário da Dor” (Título original de Guerra ao Terror) é uma expressão metafórica sobre o lugar em que uma pessoa se encontra ao falhar em uma tarefa. O Oscar bem que podia mudar um pouco e começar a premiar filmes empolgantes e mais agitados; filmes que dão prazer de assistir. Por isso, Avatar ou Bastardos Inglórios deveria ter levado. Para mim, o Oscar se encontra (já há algum tempo) dentro do Armário da Dor, e resta torcer para que ele crie juízo e saia de lá.