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Top 10 David Fincher

Posted in Especiais with tags , , , , , , , , , , , , , on 1 de outubro de 2014 by Lucas Nascimento

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A estreia de Garota Exemplar nesta semana marca a chegada do 10º filme de David Fincher. Já que todo mundo inventou de rankear os filmes do diretor, deixo aqui meu top 10 pessoal de Fincher. Confira!

10. Alien³

3.0

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Óbvio. A estreia de Fincher na direção foi marcada por polêmicas e desacordos com o estúdio. O longa continua a saga iniciada por Ridley Scott, apresentando uma trama interessante, mas mal executada e sem muito sentido (os erros de continuidade, terríveis) , fruto de uma produção conturbada. No entanto, possui um visual estimulante e algumas boas ideias.

9. Vidas em Jogo

3.5

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Trazendo Michael Douglas em uma performance intensa, o filme é um pesado suspense que brinca com o espectador do inicío ao fim. A trama gira em torno de um homem de negócios que tem sua vida infernizada por um misterioso jogo que parece vigiá-lo e tentar matá-lo a todo custo. O tom do filme é tenso e bem executado, mas apresenta um final decepcionante.

8. Quarto do Pânico

3.5

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Basicamente, um bom exercício visual para Fincher. Aprimorou técnicas de direção, alcançando resultados mais dinâmicos, mas não supreendeu muito no roteiro que, com a excelente premissa de trazer uma mãe e filha presas em um quarto de segurança enquanto ladrões vasculham seu lar, mostra-se inverossímil em alguns momentos. Jodie Foster segura o filme da melhor maneira possível.

7. O Curioso Caso de Benjamin Button

4.0

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Com grande influência de Forrest Gump (o roteiro é de Eric Roth, o mesmo do filme com Tom Hanks) o conto fantasioso sobre um homem que nasce de trás para frente é o trabalho mais fantasioso do cineasta. De qualquer forma, permanece uma bela obra, visualmente deslumbrante e mostra que Brad Pitt sempre se sai melhor com David Fincher (com exceção de Queime depois de Ler, que eu considero seu melhor papel).

6. Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres

4.5

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Adaptando com maestria o primeiro capítulo da trilogia literária de Stieg Larsson, David Fincher reúne aqui muitas características de seus trabalhos anteriores em uma sombria trama que traz serial killers, estupradores e empresários corruptos como antagonistas. Ainda que o visual e a montagem do filme sejam impecáveis, o destaque fica mesmo para a inebriante performance de Rooney Mara como Lisbeth Salander. Crítica

5. Garota Exemplar

5.0

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Com o lançamento nessa semana, já encontrei um lugar para Garota Exemplar na lista (e permanecerá aqui, pelo menos até minha segunda visita). É mais um thriller bem construído e inteligente, dessa vez contando com apoio de um roteiro repleto de reviravoltas marcantes, um comentário social e jornalístico pesadíssimo e um inesperado humor negro que permeia toda a projeção. Uma adaptação fiel e que traz um ótimo elenco, encabeçado por Ben Affleck e a revelação Rosamund Pike. Crítica

4. Clube da Luta

5.0

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Um dos filmes mais icônicos da década de 90, é também o mais notório da carreira de Fincher. Brad Pitt e Edward Norton arrasam em seus papeis e fazem um jogo psicológico-anárquico impressionante ao ilustrar a crise existencialista de um estranho, que inicia uma espécie de clube onde homens reúnem-se para trocar porradas e “viver a vida”. Acho hilário quando usam a definição de que o filme é uma comédia romântica…

3. Zodíaco

5.0

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Mostrando mais uma vez sua especial habilidade em thrillers de serial killers, Fincher acerta na investigação real do Zodíaco; um notório assassino que nunca foi preso ou localizado. Fotografia sombria, atuações eficientes do elenco (com destaque para Jake Gyllenhaal, Mark Rufallo e Robert Downey Jr.) e um clima tenso e amedrontador de que o culpado pode estar em qualquer lugar. Também é um tapa na cara daqueles que esperam um filme de gênero convencional, o que nos leva ao número 2 da lista…

2. Se7en – Os Sete Crimes Capitais

5.0

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Na minha opinião, o melhor filme com a temática de serial killers já feito. Perturbador e envolvente, o thriller policial mostrou o talento de Fincher em comandar investigações e criar um denso clima de suspense. A dupla principal, formada por Brad Pitt e Morgan Freeman, tem um carisma e química genuíno e é interessante observar como a relação entre os dois vai crescendo a passo que caçam um perigoso serial killer que mata com inspirações nos sete pecados capitais. Kevin Spacey tem pouco tempo em cena, mas é inesquecível – assim como seu tenebroso clímax.

1. A Rede Social

5.0

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Daqui a uns 40 anos, vamos estar olhando para A Rede Social e percebendo que este é um clássico definidor de gerações. Alguns podem dizer que é o filme menos David Fincher de sua carreira, mas não estariam prestando atenção nos maravilhosos 120 minutos que contam a origem do Facebook e seu fundador antissocial, Mark Zuckerberg. Dominado por diálogos, diálogos e mais diálogos, o longa ganha ritmo graças à direção firme do diretor e a assombrosa trilha sonora vinda de Trent Reznor e Atticus Ross. Perfeito em cada setor, não vejo nenhum absurdo quando se referem ao filme como o Cidadão Kane de nossos temas (em temática, não inovação narrativa, diga-se de passagem). Crítica

E aí, qual o seu?

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FAN BOYS: Trailers da saga ALIEN

Posted in Fan Boys with tags , , , , , , , on 30 de junho de 2012 by Lucas Nascimento

Com a divulgação do trailer de Prometheus no ano passado (lembram?), alguns usuários do Youtube resolveram fazer suas próprias versões, só que com os filmes originais da franquia Alien. Deveria ter postado isso antes da estreia do novo filme, mas só tomei conhecimento dessas ótimas edições agora. Confira:

Alien – O Oitavo Passageiro, por heresjohnny1991

Aliens – O Resgate, por vanderthrust

Alien³, por Tqbsrc

Gritos vindo do Espaço | Especial PROMETHEUS

Posted in Especiais with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 12 de junho de 2012 by Lucas Nascimento

Na última quinta-feira, tive a oportunidade de assistir a Prometheus e a crítica com minha opinião já está no ar. No entanto, estava preparando um especial sobre o filme e, depois de ter visto o filme, fiz algumas adaptações e espero que gostem.Vamos lá:

Aviso: Há alguns spoilers (mas relaxem, tem um aviso prévio quando se aproximarem de um)

Ao contrário dos outros especiais que escrevi (onde analisava todo o processo de produção do filme), serei um pouco mais objetivo este ano. Aqui, algumas perguntas que vêm rodeando Prometheus – e as respostas que você procura…

O que é Prometheus?

De acordo com a mitologia grega, Prometheus foi o deus responsável por entregar o fogo – até então uma posse estritamente divina – aos humanos, tendo seu banimento (e uma tortura horrenda) como consequência. Já na ficção científica de Ridley Scott, Prometheus é o nome da nave principal, que tem como objetivo explorar os mais obscuros cantos do espaço, em busca daqueles que possam ser os criadores da vida na Terra.

Prometheus foi filmado em 3D?

Felizmente, sim. 3D e Câmeras RED Epic. O 3D do filme funciona de forma muito sutil, não se destaca mas também não prejudica a sessão.

Qual a ligação entre PrometheusAlien – O Oitavo Passageiro?


O Space Jockey enfim ganha uma explicação

Ainda não está clara, mas Scott afirma que os eventos mostrados em Prometheus antecedem os de Alien. Aliás, quem é fã da franquia somou facilmente o dois mais dois visto nos inúmeros trailers e comerciais de TV do filme, e é inegável que este filme serve de prelúdio para o filme de 1979. O observador mais atento notou que a empresa por trás da expedição espacial é a Weyland Corporation (mesma da frnaquia original) e reparou na presença do misterioso Space Jockey, um ser alienígena que apareceu repentinamente no longa original (quando a equipe da Nostromos descobre os ovos do Alien) e que provavelmente vai ganhar mais destaque aqui.

O texto acima foi escrito antes de eu ver o filme. Não vou entregar nada, mas aviso: fique de olho no Space Jockey…

O que a equipe da Prometheus descobriu? [SPOILER]


O salão com o obelisco gigante e os misteriosos vasos

Os roteiristas Damon Lindelof e Jon Spaiths já haviam comentado que a trama envolveria a origem da humanidade. Após assistir ao filme, é revelado que os cientistas Elizabeth Shaw e Charlie Holloway descobriram uma raça alienígena – que eles chamam de Engenheiros – que pisou na Terra durante o início dos tempos e acabou por criar a raça humana. Durante a viagem espacial, eles encontram o planeta LV-223, onde os tais criadores teriam estado pela última vez. Não falo mais nada!

O Alien Xenomorfo está em Prometheus? [SPOILER]


Um dos parasitas alienígenas encontrados em LV-223

SPOILER SPOILER; Ao longo de Prometheus, vamos conhecendo variados elementos alienígenas. Não vou entrar em detalhes, mas ao fim da projeção uma criatura muito (muito) similar ao alien xenomorfo perfura o peito de um Space Jockey.Então, pode-se dizer que o xenomorfo está sim no filme.

Prometheus terá continuações?

A julgar pelo final do filme, eu espero que sim! Mas antes, devemos aguardar pelo desempenho do filme nas bilheterias. Todavia, nenhum dos envolvidos tem contrato assinado para continuações.

Os principais personagens de Prometheus:

Dra. Elizabeth Shaw | Noomi Rapace

Obcecada pesquisadora e cientista, Elizabeth Shaw descobre junto com seu marido Holloway, pictogramas que ela acredita ser um convite de seres extraterrestres superiores (a quem ela se refere como “Engenheiros”). É forte e movida por fé e o desejo de conhecer seus criadores.

David | Michael Fassbender

A oitava versão de sua geração, David é um andróide de inteligência artificial que auxilia a equipe da Prometheus em sua jornada épica. Suas funções vão de pesquisa e tradução de línguas desconhecidas até análise medicinal de elementos alienígenas. Para saber mais sobre ele, assista ao vídeo na seção “Viral”, em alguns parágrafos abaixo.

Logan Marshall-Green | Charlie Holloway

Marido de Elizabeth, Holloway é um cientista mais aventureiro e que prefere expedições à bibiliotecas, arriscando-se ao extremo para obter as respostas que procura. Junto com sua mulher, formulou a teoria sobre os Engenheiros

Meredith Vickers | Charlize Theron

Funcionária da Companhia Weyland (e filha de seu president, Peter Weyland), Meredith Vickers é representante da mesma na tripulação da Prometheus. Por tomar uma postura mais burocrática (e sempre exigir que tudo saia a sua maneira), ela constantemente entra em conflito com a equipe; não se importando em cancelar a missão se a situação fuja do controle.

Peter Weyland | Guy Pearce

Ambicioso e poderoso, Peter Weyland é o presidente da Companhia Weyland, responsável por incomparáveis avanços tecnológicos e pela iniciativa de exploração espacial – principalmente na forma do Projeto Prometheus. Weyland vê a humanidade como deuses, e não medirá esforços para alcançar seu objetivo. No filme, encontra-se em idade avançada mas ainda esperançoso de seu objetivo.

As principais mentes responsáveis pela criação do alien xenomorfo.

O Roteirista


Dan O’Bannon: o homem que imaginou um alienígena estuprador

Visando uma ficção científica assustadora, os roteiristas Dan O’Bannon e Ronald Shusett trabalhavam no roteiro que viria a se tornar Alien – O Oitavo Passageiro. Idealizando a história e a criatura, O ‘Bannon queria que o alienígena se infiltrasse na espaçonave principal por meio de uma relação sexual com um dos tripulantes – elemento que, sendo melhor desenvolvido posteriormente, daria origem à famosa cena do chestburster (perfura-peito).

Tendo seu complexo ciclo de vida terminado, a criatura de Alien foi concebida como uma analogia ao estupro, e o roteiro assinado por Dan O’Bannon fora completado.

O Surrealista


O artista H. R. Giger e sua sinistra criação

Enquanto estava na França auxiliando o diretor Alejandro Jodorowsky com um projeto conhecido como Dune, Dan O’Bannon conheceu um dos responsáveis pelo design de produção: o artista surrealista suíço H. R. Giger. Impressionado com seu trabalho, que traz imagens sombrias e com forte presença sexual, Giger foi logo sinalizado para o estúdio da Fox.

Com Ridley Scott contratado para a direção do filme, o novato cineasta logo se encantou pelo trabalho de Giger, recrutando-o imediatamente – contra a vontade do estúdio, que considerava seu trabalho pornográfico – para definir a aparência do xenomorfo. A principal inspiração para a criatura alienígena foi a obra Necronom IV, que Giger pegou e adaptou-a até chegar no visual final da criatura. De acordo com o artista, seus desenhos dessa coleção são baseados em seus pesadelos.


Necronom IV: A inspiração decisiva para o visual do xenomorfo

A contribuição do surrealista para Alien – O Oitavo Passageiro ficaria apenas na fisionomia da criatura, mas no fim ele deu vida à criatura, os ovos, o facehugger, o design do planeta alienígena (batizado de LV-426) e também o do Space Jockey. Giger, de fato, tem uma criatividade perversamente genial.

H. R. Giger também contribuiu para o visual de alguns elementos de Prometheus.


Uma das artes conceituais finais do Xenomorfo

Uma análise breve sobre o complexo ciclo de vida do Alien:

1. Ovo: Produzidos pela Rainha Alien, os ovos ficam protegidos por uma névoa com sensor de movimentos. Assim, qualquer forma de vida que atravessá-lo, dá um alerta para que o ovo se abra.

2. Facehugger (“Abraça-Rosto”): De dentro do ovo sai o facehugger, estágio inicial da criatura alienígena. O bicho gruda no ser (independendo se for humano ou não, já que o alien é um xenomorfo) e fica plantado lá por um bom tempo, plantando uma espécie de “semente” em seu hospedeiro; portando também de um sistema de defesa baseado na expelição de ácido. Após tal processo, ele é descartado.

3. Chestburster (“Perfura-Peito”): Após a semente do facehugger se desenvolver, o pequeno alien perfura o peito de seu hospedeiro e começa seu acelererado desenvolvimento para a fase adulta. Vamos relembrar essa fase com a clássica cena do primeiro filme, onde vemos o chestburster pela primeira vez. Aqui.

4. O “Cachorro”: Quando o Alien usa um cachorro como hospedeiro, a criatura assume uma forma quadrúpede – similar ao da forma adulta a seguir.

5. Fase Adulta: Adulto, o alien é uma máquina de matar implacável. Usando como arma sua afiada cauda ou a “segunda boca” para perfurar suas vítimas ou oponentes, ele ainda conta com o mecanismo de defesa ácido.

6. Rainha: Estágio mais desenvolvido da criatura, apresenta um considerável aumento de tamanho em sua estrutura, assim como mutações na cabeça. A rainha é mais forte e também é capaz de botar os ovos, que reiniciam o ciclo.

ANOMALIAS

Híbrido

Visto em Alien: A Ressurreição, a criatura híbrida nasceu após o DNA do xenomorfo ter sido combinado com o de um clone de Ripley. É, em minha opinião, o bicho mais sinistro de toda a franquia…

Predalien

Na medonha franquia Alien vs. Predador (que muitos, eu incluso, não consideram como parte da mitologia original de ambos os personagens), um facehugger escolhe um predador como hospedeiro, e o resultado é o chamado “Predalien. A criatura traz características de ambos os alienígenas, e mostra-se ainda mais perigosa e mortal. Seu fim é dado pelas mãos de um solitário Predador em Alien Vs. Predador 2.

Alien – O Oitavo Passageiro (1979)

Marco absoluto no cinema de ficção científica (e também no de terror, inubitavelmente), Alien lançou o talento de Ridley Scott e o belo rosto de Sigourney Weaver para Hollywood. Silencioso e até um pouco parado, o longa trabalha minuciosamente a criação do suspense e da claustrofobia, partindo de um bom roteiro e um elenco competente. Um clássico, sem falar que criou um dos alienígenas mais icônicos do cinema.

Aliens – O Resgate (1986)

Um dos melhores exemplos de sequência “maior e melhor”, James Cameron abraça a mitologia introduzida por Ridley Scott em O Oitavo Passageiro e substitui o terror claustrobófico por épicas batalhas entre humanos e alienígenas. Em um espetáculo de efeitos visuais e práticos (a Rainha Alien, projetada pelo falecido Stan Winston, é o ponto alto nesse quesito), Aliens – O Resgate é o meu preferido da série.

Alien³ (1992)

Estreia de David Fincher na direção cinematográfica, o terceiro Alien é uma decepção perto do épico de James Cameron. Com um roteiro confuso, sem cuidado com sua narrativa ou personagens (inúmeras desavenças entre estúdio e diretor sacrificaram a boa premissa do longa, que nos apresenta a um planeta-prisão), o que se salva aqui é o belo visual – que vai desde o uso inteligente de sombras até a imagem marcante de Ripley careca.

Alien – A Ressurreição (1997)

Ambientando-se 200 (!) anos após o anterior, Alien – A Ressurreição realmente não precisava ter sido feito. É exagerado, estranho e não apresenta quase nenhuma similaridade com os outros filmes, apesar de trazer algumas boas ideias (como o uso do Alien como arma biológica e a criatura híbrida). Sigourney Weaver faz uma Ripley diferente e muito menos admirável do que a original.

Alien vs Predador (2004-2008)

Trazendo outro monstro sagrado da Fox, o Predador, o embate entre os dois alienígenas prometia muito. No entanto, ambos os filmes são de qualidade ruim e muito abaixo do potencial dos personagens, sendo apenas um feito técnico (no primeiro filme). O primeiro de Paul W. S. Anderson é até assistível, mas a continuação de Colin e Greg Strause é um dos piores filmes que já assisti. Tamanha bagunça, que tanto Predadores (retomada do personagem, de 2010) quanto Prometheus ignoram os eventos de AVP.

Abaixo, reuni alguns vídeos de viral do filme (acredite, eles complementam muito a experiência).

Peter Weyland discursa na TED 2023

Conheça David 8

Pedido de financiamento da Dra. Elizabeth Shaw

Gostaram? Espero que sim. Prometheus estreia no Brasil nesta Sexta. Leia a crítica do filme aqui.

Diretores: David Fincher

Posted in Diretores with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 24 de novembro de 2010 by Lucas Nascimento

Os filmes da carreira do diretor Christopher Nolan.

Alien³ (1992)

A estreia de Fincher na direção foi marcada por polêmicas e desacordos com o estúdio. O longa continua a saga iniciada por Ridley Scott, apresentando uma trama interessante, mas mal executada e sem muito sentido (os erros de continuidade, terríveis) , fruto de uma produção conturbada. No entanto, possui um visual estimulante e algumas boas ideias.

Seven – Os Sete crimes Capitais (1995)

Perturbador e envolvente, o thriller policial mostrou o talento de Fincher em comandar investigações e criar um denso clima de suspense. A dupla principal, formada por Brad Pitt e Morgan Freeman, tem um carisma e química genuíno e é interessante observar como a relação entre os dois vai crescendo a passo que caçam um perigoso serial killer que mata com inspirações nos sete pecados capitais. Kevin Spacey tem pouco tempo em cena, mas é inesquecível.

Vidas em Jogo (1997)

Trazendo Michael Douglas em uma performance intensa, o filme é um pesado suspense que brinca com o espectador do inicío ao fim. A trama gira em torno de um homem de negócios que tem sua vida infernizada por um misterioso jogo que parece vigiá-lo e tentar matá-lo a todo custo. O tom do filme é tenso e bem executado, mas apresenta um final decepcionante.

Clube da Luta (1999)

Uma obra-prima do cinema. Não só o melhor da carreira de Fincher, mas também um dos meus filmes preferidos de todos os tempos. Brad Pitt e Edward Norton arrasam em seus papeis e fazem um jogo psicológico-anárquico impressionante ao ilustrar a crise existencialista de um estranho, que inicia uma espécie de clube onde homens reúnem-se para trocar porradas e “viver a vida”.

Quarto do Pânico (2002)

Basicamente, um bom exercício visual para Fincher. Aprimorou técnicas de direção, alcançando resultados mais dinâmicos, mas não supreendeu muito no roteiro que, com a excelente premissa de trazer uma mãe e filha presas em um quarto de segurança enquanto ladrões vasculham seu lar, mostra-se inverossímil em alguns momentos. Jodie Foster segura o filme da melhor maneira possível.

Zodíaco (2007)

Mostrando mais uma vez sua especial habilidade em thrillers de serial killers, Fincher acerta na investigação real do Zodíaco; um notório assassino que nunca foi preso ou localizado. Fotografia sombria, atuações eficientes do elenco (com destaque para Mark Rufallo e Robert Downey Jr.) e um clima tenso e amedrontador de que o culpado pode estar em qualquer lugar.

O Curioso Caso de Benjamin Button (2008)

Com grande influência de Forrest Gump (o roteiro é de Eric Roth, o mesmo do filme com Tom Hanks) o conto fantasioso sobre um homem que nasce de trás para frente é o trabalho mais fantasioso do cineasta. De qualquer forma, permanece uma bela obra, visualmente deslumbrante e mostra que Brad Pitt sempre se sai melhor com David Fincher (com exceção de Queime depois de Ler, que eu considero seu melhor papel).

A Rede Social (2010)

Ao contar a história da fundação da maior rede social do planeta, o Facebook, Fincher contou com um roteiro magistral assinado por Aaron Sorkin e um elenco arrasador que vai do ótimo Jesse Eisenberg até a descoberta de Justin Timberlake como ator. Dominado por diálogos, diálogos e mais diálogos, o longa ganha ritmo graças à direção firme do diretor e a assombrosa trilha sonora vinda de Trent Reznor e Atticus Ross.

Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres (2011)

Adaptando com maestria o primeiro capítulo da trilogia literária de Stieg Larsson, David Fincher reúne aqui muitas características de seus trabalhos anteriores em uma sombria trama que traz serial killers, estupradores e empresários corruptos como antagonistas. Ainda que o visual e a montagem do filme sejam impecáveis, o destaque fica mesmo para a inebriante performance de Rooney Mara como Lisbeth Salander.