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Batalha pelo Oscar 2011 | Parte III | Sons e Música

Posted in Especiais, Prêmios with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 23 de fevereiro de 2011 by Lucas Nascimento

Conseguimos! Chegamos na parte 3 do especial sobre o Oscar e agora vamos analisar sons, músicas e canções. Vamos lá:

Uma explosão não é uma explosão se ela não tiver um som ensurdecedor, certo? Manipular o som criado ou capturado é uma tarefa complicada, mas o resultado pode ser emocionante. Os indicados são:

A Origem | Richard King

Logo em seus segundos iniciais já é possível se impressionar pelo som de A Origem. É um filme barulhento e muito alto, com tiros, explosões, rachaduras, batidas de carros, trens entre muitos outros. Destaque também às cenas em câmera lentíssima, que exigiram uma distorção sonora trabalhosa. Richard King merece a estatueta e provavelmente vai levá-la.

Bravura Indômita | Skip Lievsay e Craig Berkey

Aqui temos um trabalho notável. Os sons utilizados nas cenas de tiroteios são bem altos e cristalinos, capturando a essência da época, mas dando-lhe um toque moderno. Cavalgadas, pancadas e ecos são editados perfeitamente, merecendo a indicação.

Incontrolável | Mark P. Stoeckinger

Além de acertar na hora das explosões e nas transições de cena, a equipe de Incontrolável merece créditos por contribuir na composição do trem do título como um personagem, distorcendo seus efeitos sonoros até ficarem similares aos de animais, alcançando um resultado monstruoso.

Toy Story 3 | Tom Myers e Michael Silvers

Repleto de sequências empolgantes, a edição sonora ajuda muito. Não me recordo no momento de muitos exemplos, mas a aterradora cena da fornalha é memorável por suas emoções fortes, mas também pelo som que vai aumentando conforme a cena progride.

Tron – O Legado | Gwendolyn Yates Whittle e Addison Teague

Mesmo assistindo no IMAX, não vi grande coisa na edição sonora de Tron. De fato, os efeitos sonoros criados são excelentes, dignos de Ben Burtt, mas o som alto que empolga raramente se destaca; apenas na corrida de motos luminosas temos uma boa experiência sonora.

Ficou de fora: Cisne Negro

O memorável no som de Cisne Negro é como os efeitos são distorcidos – mais ou menos como em A Origem e Incontrolável – para atingir um resultado onírico e assustador, complementando a metamorfose da protagonista de maneira impactante.

Vídeo:

APOSTA: A Origem

QUEM PODE VIRAR O JOGO: Acho dificílimo, mas se não for A Origem, Bravura Indômita merece.

Ok, o filme está pronto, editado, os efeitos visuais estão finalizados e os sons no lugar. Agora vem o grande desafio da pós-produção: juntar todos os efeitos sonoros com a trilha sonora, dando espaço a cada um deles de forma apropriada. Os indicados são:

A Origem  |Lora Hirschberg, Gary Rizzo e Ed Novick

A mixagem aqui é arrasadora, um marco. Além de manter intacto o barulhento trabalho da edição de som, o filme vai mesclando diversos sons ao mesmo tempo, sem nunca prejudicá-los ou confundi-los, como na cena em que Ariadne (Ellen Page) passa pelas camadas do sonho; há a trilha sonora de Hans Zimmer, os efeitos sonoros de explosões e batidas e ainda a música de Edith Piaf. Um marco sonoro que executa-se com perfeita maestria.

A Rede Social | Ren Klyce, David Parker, Michael Semanick e Mark Weingarten

Ao longo do filme, o trabalho de mixagem é consideravlemente simples, porém uma ou duas sequências se destacam. Exemplo: o diálogo entre Mark e Sean em uma balada; o som da cena é perfeito, deixando a música de fundo levemente mais alta do que a conversa, o que faz o espectador “entrar” na cena, como se estivesse de fato dentro de uma balada com som alto.

Bravura Indômita | Skip Lievsay, Craig Berkey, Greg Orloff e Peter F. Kurland

Sendo um filme dos Coen, em muitos momentos o diálogo ou até o silêncio tomará conta da cena. A equipe de mixagem acerta por inserir sutilmente sons de fundo, como fogueiras, rangidos, e também o som das botas de Matt Damon, cujo detalhe da estrela metálica emite um ruído que facilita a identificação de sua presença em cena. Trabalho eficáz.

O Discurso do Rei | Paul Hamblin, Martin Jensen e John Midgley

Sinceramente, não vi grande coisa na mixagem aqui. A edição sonora até merecia destaque (pelas cenas em que o protagonista fala pelo microfone), mas trata-se um trabalho sutil e simples. A trilha sonora encaixa-se bem e nunca temos confusões sonoras.

Salt | Jeffrey J. Haboush, William Sarokin, Scott Millan e Greg P. Russell

Não assisti Salt, mas pelos clipes que assisti parece ser uma boa edição, típica de um blockbuster de ação. Trilha sonora, tiros e gritos de Angelina Jolie mesclam-se com sutileza.

Ficou de Fora: Deixe-me Entrar | Ed White, Will Files e Rick Kline

É um trabalho simples, mas eficáz. Contribuindo na construção da aura dark e sinistra do longa, o sons são perfeitamente juntados à trilha e resultam em uma experiência assustadora. Vale lembrar também dos pequenos detalhes; como na maravilhosa cena da capotagem (olha ela de novo!) que mescla os efeitos dos pneus grinchando no asfalto, o rádio ligado, o vidro se quebrando… Tudo na medida certa para garantir uma indicação…

Vídeo:

APOSTA: A Origem

QUEM PODE VIRAR O JOGO: Bravura Indômita

Um longa metragem não funciona da mesma maneira sem música. A trilha sonora ajuda a criar o tom, manter o ritmo e encher o espectador de emoção, complementando o que está na tela. Os indicados são:

127 Horas | A.R. Rahman

Depois de ganhar o Oscar por seu trabalho em Quem quer ser um Milionário?, o indiano Rahman mantém o ritmo musical de seu país na agitada trilha de 127 Horas. São poucas faixas, e três delas possuem o mesmo acorde (diferentes variações de Liberation), mas a música é intensa e original; conseguindo capturar o espírito do longa e de seu protagonista.

Melhor Faixa: Liberation in a Dream

Clique aqui para ouvir todas as faixas.

A Origem | Hans Zimmer

Vejam bem; o brilhante compositor alemão começou a desenvolver a trilha sonora de A Origem através da leitura do roteiro, não do filme propriamente terminado. Um grande trabalho, que resulta em uma trilha grandiosa, com tons de misterio (One Simple Idea), épica, que combina elementos (Dream is Collapsing) e adequa-se magistralmente a cada cena do filme, passando pelas de ação até as de emoção (Time), que ajudam a arrepiar qualquer espectador.

Melhor faixa: One Simple Idea

Clique aqui para ouvir todas as faixas. 

A Rede Social | Trent Reznor & Atticus Ross

Provando-se como uma das trilhas mais originais dos últimos anos, os sons eletrônicos da dupla representam o futuro; é interessante observar como em várias faixas (especialmente a memorável Hand Covers Bruise) a presença de sons de computador, batidas, a ponta de uma caneta no vidro, rugidos animais (Magnetic) e até uma bela homenagem eletrônica à In the Hall of the Mountain King. Faixas dinâmicas, sombrias e que fazem toda a diferença no filme.

Melhor Faixa: A Familiar Taste

Clique aqui para ouvir todas as faixas.

Como Treinar o seu Dragão | Jim Powell

Gostei muito do trabalho musical de Jim Powell. Suas composições são sempre alegres, mas com ritmo e muita empolgação, tomando muitas referências célticas e irlandesas, conseguindo equilibrar emoção, drama e tons mais épicos que funcionam muitíssimo bem.

Melhor Faixa: Battling the Green Death

Clique aqui para ouvir todas as faixas.

O Discurso do Rei | Alexandre Desplat

Como de costume, o genial francês Alexandre Desplat compõem uma maravilhosa trilha, cujas faixas são predominatemente delicadas, com uso excessivo – e perfeito – do piano para temperar a música, contribuindo na criação de um estado emotivo único do filme.

Melhor Faixa: My Kingdom, My Rules

Clique aqui para ouvir todas as faixas

Ficou de Fora: Tron – O Legado | Daft Punk

Enquanto o roteiro apresenta falhas enormes e os efeitos visuais não alcançam a perfeição desejada, o grande trunfo de Tron – O Legado é mesmo sua trilha sonora eletrônica, assinada pela dupla francesa Daft Punk. As faixas são empolgantes e fazem o possível para tentar deixar o filme interessante; mas a atenção é voltada para os acordes techno-bizarros.

Melhor Faixa: Derezzed

APOSTA: A Rede Social

QUEM PODE VIRAR O JOGO: O Discurso do Rei

Se for um filme predominantemente musical, canções são inevitáveis, mas nos outros gêneros, não vejo muita relevaância na categoria… Os indicados são:

“If I Rise”| 127 Horas

“If I Rise” acerta pela parte instrumental (mais uma vez, com forte referência musical indiana), mas falha pela cantoria desanimada e principalmente pelo coral ridículo ao fundo. A letra até que se adequa ao filme, porém, é uma canção mediana.

“Coming Home ” | Country Song

Ah como eu adoro música country. Not!

“I See the Light” | Enrolados

Bem alegre, bem conduzida e bonitinha. Perdoem a falta de comentários, eu realmente não sou fã dessa categoria…

We Belong Together” | Toy Story 3

De lavar a alma, a canção do último filme dos brinquedos é divertida e empolgante. A letra de Randy Newman adequa-se perfeitamente à trama e o cara sabe cantar. Porque não levar a estatueta?

Ficou de Fora: “Black Sheep” – Clash at the Demonhead | Scott Pilgrim contra o Mundo

A excelente adaptação dos quadrinhos de Scott Pilgrim oferece uma seleção musical de primeira, introduzindo diversas canções de bandas fictícias da trama. A melhor delas, sem dúvida, a Black Sheep do Clash at the Demonhead. A versão do filme, com a dócil voz de Brie Larson, é muito superior à do Metric e também traça um grande paralelo com a narrativa central do filme. Nunca seria indicada, mas vale a lembrança…

APOSTA: Toy Story 3 (We Belong Together)

QUEM PODE VIRAR O JOGO: 127 Horas (If I Rise)

Bem, acaba aqui a Parte 3. Fiquem de olho, na Sexta-Feira tem a última parte, com as categorias principais. Até lá!

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Caiu ou não? | O final de A ORIGEM

Posted in Artigos with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 25 de agosto de 2010 by Lucas Nascimento

 

ATENÇÃO: Esse post revela detalhes e informações sobre o final de A Origem, portanto se você ainda não assistiu (como não?!), pare de ler agora mesmo.

Com tantos artigos e teorias interessantes pela internet discutindo o final de A Origem, resolvi que seria minha vez; aliás, como poderia deixar de fazê-lo? O filme é um espetáculo de primeira. Pra ninguém se perder, acompanhem com a montagem bacana acima com os níveis de sonho do longa.

Nos momentos finais do longa, a equipe de Dom Cobb parece ter conseguido realizar a Inserção em Fischer; depois de uma série sonhos mirabolantes. Cobb volta para sua casa, onde espera rever seus filhos após anos de distância. Para certificar-se se é ou não realidade, ele gira seu pião (um totem, objeto que ajuda a distinguir o sonho da realidade), mas corre para sua família antes que ele pare de girar.

O filme termina com um close no pião girando, girando e… Ele acaba. Então, a dúvida é: Cobb estava mesmo sonhando? O filme inteiro é um sonho? O pião cai ou não?

Bem, pra começar, de uma coisa eu tenho certeza: o filme inteiro não é um sonho (afinal, seria um desapego total de Christopher Nolan com sua obra). Um detalhe que pode passar despercebido, é a aliança de Cobb. Quando dentro de um sonho, ele a usa; na realidade, o anel não aparece. Além disso, em alguns pontos da trama – como por exemplo quando Arthur explica à Ariadne a função do totem – nós vemos o pião caindo, então, se é que o final da história é um sonho, o protagonista começa a sonhar em algum ponto em que o espectador possa ter despercebido. Que momento seria esse? Tenho duas apostas:

Quando Cobb, Eames e Saito estão em Mombasa, indo encontrar o químico Yusuf, eles encontram uma sessão de sonho compartilhado. Nesse local, encontram-se pessoas que trocaram sua realidade por sessões de sonhos infinitos, “o sonho se tornou sua realidade”, diz um dos personagens. O problemático Cobb experimenta uma dessas sessões, tendo uma lembrança perturbada. Uma das teorias é a de que Cobb nunca acordou dessa sessão; os argumentos que a sustentam são convincentes: a partir desse ponto, não vemos mais o totem girar, as crianças James e Phillipa (filhos do protagonista) começam a aparecer constantemente na missão (mas isso pode ser explicado como a instabilidade de Cobb sobre suas lembranças), entre outros detalhes.

Segundo, por que o filme começa em um ponto da metade da história? Cobb no limbo, tentando resgatar Saito após sua morte no primeiro nível do sonho. Claro, pode ser uma técnica elegante visando uma boa cena de abertura, pode ter sido a primeira cena por ser o momento em que Saito lembra de Cobb (O milionário passou décadas no limbo) ou, também, pode ser o momento em que o sonho final começa.

Antes de aparecer caído na beirada do mar, Cobb já estava no limbo; o que fora construído por ele e sua esposa Mal durante 50 anos. Foi esfaqueado por ela e, como o limbo é o último nível de sonho e o sedativo usado pela equipe era muito forte, ele simplesmente voltou ao ambiente. E se Cobb nunca saiu do limbo? Fica implícito de que de Saito e Cobb atiram um no outro, resultando assim, no despertar dos dois no avião onde a Inserção tomava lugar. No entanto, nunca vemos a ação ocorrer…

Pessoalmente, a teoria de que o fim do filme é de fato um sonho, não me satisfaz tanto quanto a ideia de que Cobb tenha realmente conseguido voltar para sua família. O filme acaba antes de o totem cair, mas não quer dizer que ele não tenha parado de girar. Se prestarem bem atenção no vídeo abaixo, ele balança um pouco antes de a fita acabar. Observem:

Página do Filme

É claro, essa era intenção de Christopher Nolan: gerar discussões inteligentes sobre as múltiplas possibilidades do final da história. Acho que essa é a verdadeira “Inception” do título…

 

Sweet Dreams: Especial A ORIGEM

Posted in Especiais with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 2 de agosto de 2010 by Lucas Nascimento

Um dos filmes mais esperados do ano e aquele que promete também ser o melhor e mais criativo. Acompanhe o especial sobre o mais novo filme de Christopher Nolan.

O Misterioso Projeto de Christopher Nolan

A ideia para A Origem veio do fascínio de Nolan pelos sonhos e seus estudos. O conceito original de dividir um sonho em um mundo e ter esses sonhos e pensamentos roubados foi a diparada para o início do projeto.

Antes tido como um filme de terror ( mas depois transformado em thriller), Nolan escreveu um roteiro prévio de 80 páginas, custando de 9 a 10 anos; mas teve de ir pra gaveta por não se adequar aos padrões da época e o diretor foi trabalhar com filmes grandes, como Batman Begins e O Cavaleiro das Trevas. Nas palavras do diretor “Ao se tratar de sonhos, o potencial da mente humana é infinito, então a escala do filme tem que ser infinita. Tem que parecer que ele pode ir para absolutamente qualquer lugar ao fim do filme.” Ou seja, o orçamento teria que ser grande…

Mas nem a metade do absurdo de Avatar, que chegou aos 500 milhões de dólares. A Origem custou 200 milhões, foi filmado Tóquio, Los Angeles, Marrocos, Paris, Canadá e Inglaterra.

Mas pelo visto, o esforço valeu a pena. Além de um resultado satisfatório nas bilheterias (o filme encontra-se atualmente liderando nos EUA por sua terceira semana consecutiva), a recepção crítica do filme foi arrasadora, rendendo muitos elogios e dando início a inúmeras discussões e apostas para o próximo Oscar.

Personagens

Dom Cobb (Leonardo DiCaprio)

Profissão: O Extrator

Função: Especializa-se na segurança do subconsciente, roubando ideias de seus clientes.

O que sabemos: Depois de muitas missões que o tornaram um dos melhores Extratores do mundo da espionagem industrial, o trabalho da Inserção poderá ser sua chance de redenção, podendo retomar tudo o que será perdido.

 

  

 

Arthur (Joseph Gordon-Levitt)

Profissão: O Armador

Função: Responsável por pesquisar sobre os alvos do grupo.

 O que sabemos: Sócio de Cobb há algum tempo (como a HQ The Cobol Job sugere), Arthur é o principal companheiro do líder da equipe.

 

 

 

 

 

Ariadne (Ellen Page)

Profissão: A Arquiteta

Função: Constrói e projeta o mundo dos sonhos.

O que sabemos: Foi contratada por Cobb por recomendação do Professor Miles (Michael Caine), que ensinou os segredos de Extração para Cobb. 

 

 

 

Eames (Tom Hardy)

Profissão: O Falsificador

Função: Personifica o alvo no mundo dos sonhos e forja uma identidade física.

O que sabemos: Até agora, nada.

 

 

 

 

 

 

Mallorie Cobb (Marion Cottilard)

Profissão: A Sombra

O que sabemos: Esposa de Cobb, ela não tem uma função especificada na equipe, mas aparece constantemente nos sonhos de seu marido.

 

 

 

 

 

Marketing Inteligente

 

Uma coisa é certa: Os filmes de Christopher Nolan sempre rendem uma ótima campanha publicitária. Basta lembrar do barulho que os sites de O Cavaleiro das Trevas fizeram em 2007 e 2008, todos muito bem produzidos e até com jogos interativos de verdade (houve uma “caça ao tesouro na Av. Paulista).

Com A Origem não foi diferente. Não só conseguiu chamar a atenção e não revelar quase nada sobre o filme; o resultado sem dúvida será uma experiência imprevisível e misteriosa…

Em seu novo projeto, vale destacar o jogo online Mind Crime, onde você é um extrator que caminha por um mundo virtual evitando “policiais” e a eficiente HQ online The Cobol Job, que serve de prelúdio para o filme.

Tecnologia antiética

A tecnologia é usada para invadir sonhos e mentes em A Origem. Para que outros fins antiéticos ela já foi utilizada?

Laranja Mecânica

Testada no deliquente Alex, o Tratamento Ludovic é uma cruel forma de lavagem cerebral. Amarrado com camisa-de-força, pálpebras presas para sem manterem abertas e sob o efeito de drogas, o “paciente” é forçado a assistir imagens violentas e pertubadoras, causando uma experiência próxima da morte. 

Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças

Todo mundo já quis esquecer desesperadamente de uma pessoa. A Corporação Lacuna oferece essa possibilidade: o tratamente de amnésia lacuna, que apaga, literalmente, todas as lembranças de determinada pessoa da mente humana.

Matrix

É mais um caso de tecnologia x humanidade. O interessante é a própria Matrix, criada pelas máquinas (mais especificamente, o Arquiteto) para simular o mundo real e aprisionar os humanos, sem saberem do realmente se trata. Uma ótima versão moderna do Mito da Caverna de Platão.

A.I. – Inteligência Artificial

Uma premissa muito interessante que poderia ter sido melhor aproveitada. No filme dirigido por Spielberg, robôs idênticos à humanos podem ser comprados; uma família compra um deles para assumir o lugar de seu filho falecido. Argumento poderoso.

Bem, o especial vai ficando por aqui, não quero revelar muita coisa sobre o filme porque realmente não há muito o que dizer sem entregar spoilers e eu, assim como vocês (espero eu), quero ter uma grande surpresa no cinema. Aguardem pela crítica!