Arquivo para Ator

Tom Holland é o Homem-Aranha da Marvel Studios

Posted in Notícias with tags , , , , , , , on 23 de junho de 2015 by Lucas Nascimento

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Depois de meses e semanas de especulações, falsos boatos e muito drama, a Marvel Studios finalmente encontrou seu novo Homem-Aranha. Tom Holland (O Impossível) viverá Peter Parker e seu alter ego mascarado, aparecendo em Capitão América: Guerra Civil, em Maio do ano que vem.

Além disso, o estreante Jon Watts (Cop Car) foi escolhido para dirigir seu filme solo, que estreia em 28 de Julho de 2017.

Holland tem 19 anos e promete trazer de volta a fase colegial do personagem, como é o desejo do produtor Kevin Feige.

Vamos aguardar…

 

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Chris Pratt como Indiana Jones?

Posted in Notícias with tags , , , , , , , on 27 de janeiro de 2015 by Lucas Nascimento

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Em meados do ano passado, havia corrido o boato de que Bradley Cooper seria uma das escolhas da Disney para um novo filme de Indiana Jones (vai acontecer, caso queira ou não), assumindo o papel icônico de Harrison Ford. O estúdio desmentiu e afirmou não haver planos para substituir Ford.

Mas agora a Disney estaria interessada em Chris Pratt (saído do sucesso de Guardiões da Galáxia e do vindouro Jurassic World) para assumir o papel do arqueólogo aventureiro – adotando a fórmula James Bond de revezamento de atores.

Nada confirmado até o momento…

RIP Robin Williams (1951-2014)

Posted in Notícias with tags , , , , , , on 11 de agosto de 2014 by Lucas Nascimento

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Mais uma perda triste para o Cinema em 2014.

Acaba de sair a notícia de que o ator Robin Williams faleuceu subitamente, provavelmente por conta de uma depressão que o teria levado ao suicídio. Ele tinha 63 anos.

Williams era fantástico. Ganhou um Oscar de Ator Coadjuvante por Gênio Indomável e estrelou diversas produções memoráveis, como Sociedade dos Poetas Mortos, Bom Dia, Vietnã, Jumanji, O Pescador de Ilusões, Uma Babá Quase Perfeita e recentemente terminava Uma Noite no Museu 3.

Um dos atores únicos do Cinema. Vai deixar muita saudade.

Joaquin Phoenix pode ser o Doutor Estranho

Posted in Notícias with tags , , , , , , , on 25 de julho de 2014 by Lucas Nascimento

Joaquin Phoenix

Muitos esperavam o anúncio oficial de Benedict Cumberbatch como o Doutor Estranho na Comic Con deste ano, mas o que ganhamos foi um novo rumor: Joaquin Phoenix estaria cotado para protagonizar o filme do Feiticeiro Supremo, que será dirigido por Scott Derrickson (O Exorcismo de Emily Rose).

Nada é oficial ainda, mas provavelmente teremos respostas amanhã, durante o painel oficial da Marvel Studios no evento.

Pessoalmente, não sei o que pensar. Phoenix é um ator fantástico e pode fazer qualquer coisa, mas não sei como conseguiria balancear sua carreira com um contrato de 9 filmes com o estúdio (porque isso certamente vai acontecer com o ator escolhido). Seria incrível ver o nome de Phoenix numa produção do estúdio, mas mantenho minha posição de que os executivos deveriam procurar sangue novo.

Doutor Estranho deve chegar aos cinemas em 2016.

| Oldboy – Dias de Vingança | Crítica

Posted in Ação, Cinema, Críticas de 2014, Drama, Suspense with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 5 de junho de 2014 by Lucas Nascimento

2.5

Oldboy
Made in America: Josh Brolin até que honra o martelo

Se arriscar a refilmar qualquer filme é brincar com fogo. Se arriscar a refilmar o neo-clássico sul coreano Oldboy é brincar com um furioso dragão cuspidor de fogo com apenas uma pistolinha de água como arma contra seus sopros incinerantes. O filme comandado pelo excepcional Chan Wook Park em 2003 impressiona por seu estilo apurado, trama surpreendente e violência sem pudor, algo que seria difícil de ser encontrado no remake Oldboy – Dias de Vingança. Nenhuma surpresa que essa nova versão não chegue nem perto do impacto do original, mas até que Spike Lee tenta.

A trama preserva os mesmos elementos do filme de 2002 (ambos baseados no mangá de Garon Tsuchiya e Nobuaki Minegishi), trazendo o desleixado Joe Doucett (Josh Brolin, intenso como requer o papel) sendo misteriosamente sequestrado e mantido em cativeiro em um quarto de hotel por duas décadas. Sem explicação ou contato humano, Doucett é libertado e descobre ter sido incriminado pelo assassinato de sua mulher, precisando encontrar o responsável por sua captura e encontrar sua filha perdida.

Eu geralmente não tenho muitos problemas com remakes, desde que tragam uma lógica consistente em sua adaptação para um novo público – seja de geração ou país diferente. Já com este Oldboy, é outro cenário: falha ao oferecer algo diferente que Chan Wook Park já não tivesse realizado com maestria há 12 anos e Lee não consegue atingir o mesmo impacto dramático (e absolutamente perturbador) de uma das reviravoltas mais sombrias de todos os tempos. O filme nunca nos envolve, nunca nos faz emergir na história como o original – que trazia até mesmo longas tomadas em POV para alcançar tal feito.

Uma pena, já que Spike Lee claramente tenta entregar um serviço decente. Sua direção é estilosa e energética ao retratar a passagem de anos nas cenas do hotel, agradando também por sua abordagem visual interessante nas sequências de flashback (que trazem os personagens “assistindo” os eventos em meio ao desenrolar destes) e por um plano-sequência particularmente inspirado. O mesmo não pode ser dito sobre sequências imortalizadas no original: a famosa luta do martelo? Bacana, Lee até tenta elevar o nível ao… trazer mais níveis para o cenário, mas não deixa de soar excessivamente coreografado. Condenável também a decisão do diretor em abusar de efeitos digitais visivelmente artificiais (sangue digital, até quando?), mas completamente apoiada a decisão de Sharlto Copley em construir um antagonista que se baseia completamente em quesitos do tipo – seja em visual, ou o bem-vindo exagero de sua performance.

Oldboy – Dias de Vingança não é nem um tentáculo do maravilhoso crustáceo que é o filme original sul coreano. Spike Lee se esforça, mas é incapaz de oferecer algo relevante para a história (talvez no final, que apresenta elementos completamente novos). Interessante como uma rápida cena deste remake o resume perfeitamente: Joe entra em um restaurante chinês e indaga uma lula viva no aquário. Fãs do original certamente perceberão a referência, mas será que o protagonista aqui teria mesmo a audácia de devorar o invertebrado vivo, como fez o ator Min-sik Choi?

Claro que não.

Bradley Cooper como Indiana Jones?

Posted in Notícias with tags , , , , , , , , , on 26 de março de 2014 by Lucas Nascimento

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Acho que era apenas uma questão de tempo. Com a compra da LucasFilm pela Disney no final de 2012, a empresa de Mickey Mouse não perdeu tempo e já aprovou uma nova trilogia de Star Wars, mas o arqueólogo vivido por Harrison Ford em 4 filmes permanecera quetinho na aposentadoria. Até agora.

Pois bem, o Latino Review soltou a bomba de que a Disney pode adotar a fórmula de 007 no dr. Henry Jones Jr. e contratar um novo ator para assumir o chapéu fedora e o chicote de domador de leões. O principal candidato? Bradley Cooper, atualmente em alta após suas consecutivas indicações ao Oscar. O site ainda complementa com o rumor de que Frank Darabont já estaria discutindo possíveis ideias com o estúdio.

Bem, não passa de rumor até agora, mas é uma notícia interessante – especialmente pela comparação com a franquia de James Bond. Claro que só Ford é Indiana Jones, mas confesso que a ideia não é das piores. Ou você queria o Shia LaBeouf?

Enfim, rumor ou não, uma coisa é certa: a Disney não vai aposentar o arqueólogo.

| Jobs | Ashton Kutcher se esforça na biografia de um ícone da informática

Posted in Cinema, Críticas de 2013, Drama with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on 5 de setembro de 2013 by Lucas Nascimento

3.0

Jobs
Ashton Kutcher é Steve Jobs: casting acertadíssimo, mas compensador?

Não é preciso procurar muito por influências de Steve Jobs em nosso cotidiano. Por exemplo, a primeira coisa que fiz terminada a sessão de Jobs foi checar meu Iphone para novos emails ou mensagens. Claro, o smartphone não é um artefato exclusivo da poderosa Apple, mas sem dúvida alguma é o mais cobiçado e o que promove maior “status”. Mas deixando a informática de lado, resta dizer que a cinebiografia de Joshua Michael Stern é uma obra competente, ainda que longe da perfeição.

O roteiro de Matt Whiteley faz um apanhado geral sobre a vida de Jobs (Ashton Kutcher), partindo desde o momento em que este larga a faculdade para se dedicar à indústria de computadores, até a nova fase da Apple no mercado (iniciada em meados dos anos 90).

Confesso que não conheço muito a história de Steve Jobs (pra ser sincero, sou nulo em praticamente todas as biografias envolvendo empresas de internet), então fica díficil julgar o quanto no filme é fato e o que é ficção. Mas algo perceptível é o tratamento quase sagrado fornecido a Jobs: reparem como o diretor de fotografia Russell Carpenter constantemente joga a contra luz no rosto de Ashton Kutcher, proferindo-o uma imagem quase “divina”, característica associada mais ao lado mítico do que humano do personagem. Claro que Whiteley acerta ao trazer à tona diversas imperfeições de Jobs (como mentir o valor do pagamento por um serviço a seu amigo ou sua obsessão com design), mas nunca ocorre uma análise profunda às suas ações; Jobs é sempre a vítima, algo que a trilha sonora extremamente apelativa de John Debney faz questão de nos lembrar.

Mas, em um longa biográfico, todos os olhos se viram para a performance protagonista. Despertando a insegurança de muitos ao assumir o papel, eu pessoalmente fiquei impressionado com o trabalho de Ashton Kutcher e a competência do ator ao lidar com um papel dramático (porque para mim, ele sempre, sempre, será o Michael Kelso de That’ 70s Show) e até estabelecer maneirisimos que o ajudem a ilustrar a imagem do personagem – principalmente o andar relaxado que Kutcher opta por usar durante toda a projeção. Claro que é uma performance favorecida pela (incrível) semelhança física do ator com o fundador da Apple mas – mesmo que aqui e ali brote um overacting – é um trabalho notável e nitidamente esforçado.

Sobre o elenco de apoio, é incrivelmente piloto-automático. Salva-se o Steve Woz de Josh Gad, sócio e amigo pessoal de Jobs. O ator é introduzido como um péssimo alívio cômico que raramente funciona, mas que explode as expectativas ao protagonizar uma única cena que compensa toda a sua participação no longa (e é também uma das melhores da fita) e apresenta uma, até então, inexistente carga dramática. Você saberá exatamente de qual cena estou falando quando a ver.

Dirigido de forma contida e sem ousadias pelo novato Joshua Michael Stern, Jobs é um filme competente e que – mesmo não sendo 100% acurácio – é capaz de trazer o espectador para dentro de sua narrativa. Mas algo impactante como Steve Jobs merecia, no mínimo, uma obra no mesmo nível de A Rede Social.

E aí, que tal chamar Aaron Sorkin para O Legado Jobs?

Obs: Antes dos créditos finais há uma bela montagem de fotos que compara o elenco com seus respectivos personagens na vida real.