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Batalha final no primeiro clipe de KICK-ASS 2

Posted in Trailers with tags , , , , , , , , , , , , on 17 de abril de 2013 by Lucas Nascimento

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O diretor  Jeff Wadlow postou em sua página do Vimeo hoje a primeira cena de Kick-Ass 2. Estranhamente, o vídeo traz quase 3 minutos de duração e nos apresenta ao que parece ser a batalha final do filme, com a Justice Forever de Kick-Ass (Aaron-Taylor Johnson) enfrentando o exército maléfico do The MotherFucker (Christopher Mintz-Plasse).

Boa cena, gostei da trilha sonora que remete ao primeiro filme e da ótima tirada de Hit-Girl (Chloë) Grace Moretz) com Os Vingadores. Confira:

Kick-Ass 2 estreia no Brasil em 13 de Setembro.

| A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2 | Enfim, o fim

Posted in Aventura, Cinema, Críticas de 2012, Romance with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 16 de novembro de 2012 by Lucas Nascimento


Como é bom ser vampira: Bella e Edward escondem a filha Renesmee

Depois de quatro filmes medianos (e alguns deles horrorosos), a Saga Crepúsculo enfim chega ao fim, naquele que é seu melhor capítulo. Ainda que não seja um grande filme, Amanhecer – Parte 2 revela um certo amadurecimento em relação a seus anteriores, ainda que continue errando nos mesmos pontos e traga um senso de desapontamento enorme próximo de seu encerramento.

A trama continua logo após os eventos da Parte 1, com Bella Swan (Kristen Stewart) descobrindo suas habilidades de vampira, após ter sido transformada por seu amado Edward (Robert Pattinson). Aliada a essa nova vida, ainda cabe aos Cullen a responsabilidade de proteger a filha do casal, Renesmee, dos maldosos Volturi – que acreditam que a existência da jovem é uma ameaça a ser destruída.

Dirigido por Bill Condon (que assumiu também o longa anterior), Amanhecer – Parte 2 mostra-se diferente já em seus segundos iniciais, quando – ao trazer imagens de flores desabrochando e neve derretendo aceleradamente – aposta em um elemento que dominará toda a narrativa: velocidade. Enquanto os demais filmes da franquia sofriam por uma significativa ausência de trama (apostando esmagadora parte do tempo nas intermináveis e maçantes intrigas do casal principal) este traz uma história que realmente interessa ao espectador e a conta sem perder tempo, indo diretamente ao ponto e isto é fruto da transformação vampiresca da protagonista – que permite, também, que Stewart entregue uma performance mais expressiva.

Não que sua narrativa seja orquestrada com maestria, principalmente porque os diálogos que a roteirista Melissa Rosenberg cria (ou extrai da obra original, corrijam-me se estiver errado) continuem com a habitual precariedade (“Sabe, eu me lembro de como tirar a roupa”). Rosenberg também introduz uma série de novos personagens presentes no livro de Stephenie Meyer, mas que mais parecem ter saído de um gibi da Marvel. Já foi polêmica a decisão da autora em atribuir a seus vampiros um brilho de purpurina (por essa exótica característica, não é de se espantar que muitos internautas os denominem como “fadas”), mas vê-los projetando escudos protetores e controlando elementos da natureza é uma descaracterização monstruosa.

Por outro lado, esses novos personagens trazem algumas adições interessantes ao elenco, como por exemplo o ótimo Lee Pace (cujo Garreth teria potencial para iniciar uma franquia para si próprio). Mas se têm intérpretes carismáticos, o mesmo não pode ser dito sobre as visões estereotipadas de Meyer sobre culturas estrangeiras – como fica bem claro ao vermos duas (sinistras) vampiras membros de uma tribo indígena brasileira ou as deploráveis caricaturas russas. E toda essa reunião de culturas vampirescas serve para que os Cullen enfrentem o clâ Volturi (liderado pelo divertidíssimo Michael Sheen) em uma sangrenta batalha.

E que batalha extraordinária essa. Corajosa em matar personagens importantes e com um nível de violência incomum para a série (raramente vi tantas cabeças e membros sendo arrancados furiosamente), o clímax é ponto alto não apenas do filme, mas provavelmente de toda a saga. E é justamente pela qualidade de tal sequência, que a decisão tomada pelos realizadores a seguir seja tão decepcionante. Não vou entregar spoilers, mas a cena – que certamente todos reconhecerão assim que esta for exibida – é um imenso retrocesso depois da ótima batalha.

Contando também com efeitos visuais terríveis (a face digital da bebê Renesmee que o diga), A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2 é uma conclusão decente para uma franquia regular, que certamente só “viverá para sempre” na memória das fãs hardcore do trabalho de Stephenie Meyer.

| Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2 | O Fim de uma Era

Posted in Aventura, Cinema, Críticas de 2011, Indicados ao Oscar with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on 15 de julho de 2011 by Lucas Nascimento


O Confronto final: Harry Potter enfim confronta seu destino

Já fazem 10 anos desde que vimos pela primeira vez o inesquecível leque de personagens e conceitos da saga Harry Potter que, de lá para ca, emplacou 8 filmes de extremo sucesso comercial e lançou ao mundo três atores que ficariam imortalizados como seus protagonistas. Agora, com Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2, o diretor David Yates encerra o jogo magistralmente.

Partindo exatamente do fim da Parte 1, a trama continua a busca de Harry, Rony e Hermione pelas horcruxes que poderão ajudar a destruir Lord Voldemort. A caçada os leva de volta à Hogwarts, onde Potter deverá confrontar seu destino e salvar o mundo da magia.

É admirável o feito do diretor David Yates. Encerrar uma das franquias cinematográficas de maior sucesso de todos os tempos não é uma tarefa fácil, mas o cineasta cumpre o serviço da melhor forma possível. Um pouco menos ‘europeu’ (na Parte 1 percebe-se o uso excessivo da câmera tremida), Yates dá pulso à trama e suas excelentes sequências de ação (sua dinâmica continua admirável, como no momento em que uma varinha parte-se internamente); dando o foco e atenção necessário a cada um dos personagens e trazendo de volta aos holofotes alguns coadjuvantes – como por exemplo a professora McGonagall (Maggie Smith) que ganha grande destaque na projeção.

Mas o longa é mesmo sobre Harry e a conclusão de sua história. Melhor do que nunca, Daniel Radcliffe aprimora seu trabalho no retrato do jovem bruxo, transformando-o em um adulto já preparado e consciente de seu objetivo, que é derrotar o terrível Voldemort (Ralph Fiennes, ainda mais perverso). Rony e Hermione também têm seu momento (sim fãs, a enrolação romântica terminou) e seus intérpretes (Rupert Grint e Emma Watson) continuam carismáticos e agradável como sempre.


A Vida e as mentiras de Severo Snape: o complexo personagem tem sua história revelada

Quem se sobressai porém, é Alan Rickman com seu Severo Snape. Com toda sua dramática história revelada (a dúvida quanto a sua lealdade é finalmente resolvida), o trabalho fantástico do ator merece ser revisitado e analisado com atenção desde o início da saga, o que mostra a complexidade do personagem. E não posso deixar de mencionar Helena Bonham Carter… Na pele de uma de minhas personagens favoritas (a pirada Bellatriz Lestrange), a atriz rende um divertido momento envolvendo a poção polissuco…

E dizer que a trama ficou mais sombria é desnecessário, porque você já sabe disso… Em termos de visual, a fotografia de Eduardo Serra acerta por mostrar c0m eficiência e estilo a destruição do castelo de Hogwarts, assim como em uma memorável visita ao banco Gringotes e uma maravilhosa sequência que eu não devo mencionar para evitar estragar certas surpresas…

Com efeitos visuais infinitamente melhores e bem aplicados na batalha de Hogwarts, o longa ainda tem a excelente trilha sonora de Alexandre Desplat, que adiciona temas mais épicos e pesados do que seu trabalho na Parte 1. A montagem equilibra bem os personagens em meio à ação e o design de produção surpreende por apresentar a profundidade de certos ambientes (o banco Gringotes) e trazer de volta velhos conhecidos (no caso, a Câmara Secreta).

É ao mesmo tempo de tristeza e satisfação os sentimentos que acompanham o espectador ao fim de Relíquias da Morte Parte 2. Tristeza pelo fato de uma maravilhosa saga de dez anos de existência ter chegado ao fim, e satisfação por ter sido de uma forma emocionante e inesquecível, beirando a perfeição.

Um feito mágico que dificilimente alguma outra franquia vai ser capaz de alcançar.

Obs: O 3D convertido, pelo menos na sessão IMAX, é decente e funciona bem nos momentos certos, o que deve garantir uma bilheteria bilionária ao filme…

| Thor | O humor martelou o épico

Posted in Adaptações de Quadrinhos, Aventura, Cinema, Críticas de 2011 with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 30 de abril de 2011 by Lucas Nascimento

 


Os Irmãos Odin: Chris Hemsworth e Tom Hiddleston capricham nas performances de Thor e Loki

Thor, você já deve estar cansado de ouvir, é mais um passo para a construção dos Vingadores da Marvel, cujo projeto é movido com grande ambição pelo estúdio. O filme que apresenta a versão super-herói do Deus do Trovão é um divertido entretenimento mas com sérios problemas de roteiro e tom.

Condensando toda a mitologia do personagem em um filme (funcionando, acrescento), a trama mostra o exílio de Thor à Terra, após despertar uma guerra entre seu reino de Asgard e o dos Gigantes de Gelo, e lutando para recuperar seus poderes e aprender uma lição de humanidade, ao mesmo tempo em que seu irmão Loki (Tom Hiddleston) ganha poder no reino.

Marcando o retorno do irlandês Kenneth Branagh na direção de projetos grandes, o cineasta oferece um bom domínio da narrativa e uma característica visual interessante, com a câmera inclinada (técnica conhecida como “ângulo holandês”), simbolizando de forma eficiente o exílio do personagem-título e sua sensação de “estranho no ninho”. O roteiro infelizmente não desenvolve-a de forma coerente, sendo muito apressado e incapaz de estabelecer relações fortes entre seus personagens (especialmente Thor e a Dra. Jane Foster) , apelando para o humor pastelão.

E esse é um dos principais problemas de Thor: o desequilíbrio de tom. Leva-se a sério nas cenas de Asgard, onde Branagh oferece ângulos e movimentos de câmera criativos e o elenco recita seus diálogos de forma quase shakespeareana; o design de produção aliás, é espetacular e definitivamente contribui nesse conceito. Do outro lado, quando na Terra, o filme transforma-se em uma comédia; piadas e referências brotam constantemente no roteiro (algumas são divertidinhas, claro), em uma óbvia e patética tentativa de alcançar um público maior.


Natalie Portman e Kat Dennings: forçada presença cômica

Não que humor seja descartável (no primeiro Homem-de-Ferro por exemplo, ele funciona muitíssimo bem, nos momentos certos), mas quando você tem coadjuvantes como Natalie Portman e Kat Dennings, ele torna-se insuportável. Aliás, Portman preenche a Dra. Jane Foster com uma euforia tão extrema e inapropriada, que suspeitei do uso de drogas da personagem; e Dennings mostra seu forçado (e descartável) teor cômico logo em sua cena inicial. Quanto a Anthony Hopkins na pele de Odin, basta dizer que ele continua em seu habitual piloto-automático, mas agradável.

Em contrapartida, o semi-desconhecido Chris Hemsworth (ele fez uma breve aparição como pai de Kirk no último Star Trek) dá vida a Thor de forma carismática e eficiente, caracterizando sua arrogância no primeiro ato – especialmente na ótima batalha contra os Gigantes de Gelo – e sua mudança de hábito com suavidade, além de dominar um bom sotaque. E temos Tom Hiddleston, cujo Loki é um dos pontos mais interessantes do filme; com olhar manipulador e ambíguo, é um dos vilões mais bem desenvolvidos do universo Marvel.

Faço questão de mostrar o progresso em relação a Homem-de-Ferro 2; enquanto este era sobrecarregado de referências à SHIELD (agência por trás dos Vingadores), Thor resolve o problema ao fazê-la parte fundamental da trama, de forma muito mais construtiva do que o filme de John Favreau. Aliás, Jeremy Renner faz uma ponta bacana (mas deslocada) como o Gavião Arqueiro.

Com medianos efeitos visuais e ótimas cenas de ação, Thor é um bom entretenimento e característico blockbuster, mas que desequilíbra seu tom entre épico e humor, além de possuir um roteiro apressado. Resta aguardar agora o Capitão América e Os Vingadores para ver como a brincadeira vai terminar.

PS: Há uma importante cena pós-créditos que define o filme dos Vingadores.

Leia esta crítica em inglês.

Sobre vampiros e lobos | Especial A SAGA CREPÚSCULO: ECLIPSE

Posted in Especiais with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 29 de junho de 2010 by Lucas Nascimento

Muitos amam, muitos adoram e muitos detestam A Saga Crepúsculo, e a estreia da terceira parte, Eclipse já acontece nessa Quarta-Feira (30/06). Fã da série ou não, espero que aproveite esse especial. Vamos lá:

A história

A história começa com uma série de assassinatos em Seattle, todos causados por um grupo de vampiros recém-transformados, liderados por Victoria, que pretendem ir atrás de Bella e matá-la. Enquanto isso, a jovem precisa fazer sua escolha entre Edward e seu amigo Jacob.

Minha honesta opinião: Minha expectativa está relativamente baixa em relação a Eclipse. Me parece que será uma grande enrolação e a única coisa boa, será a batalha final. Claro, eu posso estar errado, é esperar para ver.

Personagens Principais

Isabella Swan (Kristen Stewart)

Dividida entre o vampiro Edward e o lobisomem Jacob, Bella precisa fazer sua escolha, sabendo que sua decisão pode desencadear uma guerra entre as criaturas. Como se não bastasse, precisa lidar com a ameaça de Victoria, que planeja vingança.

 

 

 

 

Edward Cullen (Robert Pattinson)

Após a proposta de casamento, Edward continua discutindo com Bella as consequências de sua escolha; e as dores que ela pode sofrer. Ele e sua família deverão se unir com os lobisomens.

 

 

 

 

Jacob Black (Taylor Lautner)

Na luta pelo coração de Bella, o jovem lobisomem deverá ajudar os Cullen a impedir o ataque do exército de Victoria, reunindo o clâ dos lobos. Jacob continua tendo uma relação de ódio contra Edward.

 

 

 

 

Victoria (Bryce Dallas Howard) 

Determinada a vingar a morte de seu namorado, a ruiva reúne um exército de vampiros recém-formados para ir atrás de Bella; não importando quantos lobisomens ou outros sangue-sugas tenha que destruir pra cumprir sua missão.

 

 

 

 

Os Cullen e a Tribo Quileute

Quando a situação fica muito perigosa, a família Cullen e a tribo dos lobisomens devem por suas diferenças de lado e se unir para defender Bella do ataque de vampiros recém-transformados. Rosalie e Jasper ganharão mais destaque, tendo seus passados revelados.

Os Volturi

Dessa vez, não veremos as grandiosas paisagens de Volterra, na Itália… Apenas quatro integrantes do grupo aparecem no filme, sempre observando a situação dos ataques em Seattle e botando pressão na transformação de Bella. Pena que Michael Sheen não volta, ótimo ator.

O Exército Recém-Transformado

Sem dúvida o elemento que mais me chama atenção no terceiro filme. O exército é formado por vampiros-recém transformados, o que significa que são mais selvagens e possuem pouco controle de sua sede de sangue. O grupo, formado por Victoria, é liderado pelo jovem Riley, um dos responsáveis pelos ataques em Seattle.

Fita Partida: Os novos rumos da Saga

A capa do livro de Eclipse, que mostra uma fita vermelha se partindo, simboliza o pacto entre os vampiros e lobisomens sendo destruído. É basicamente isso que vai acontecer no terceiro filme, mas que rumos tomará a história depois?

Quero deixar bem claro que nunca li Amanhecer (pra ser sincero, nenhum dos livros), então não sei como a história acaba. Vão aqui as minhas (malucas) sugestões para o fim da Saga Crepúsculo:

1- Bella vira vampira, mas é caçada por Van Helsing

Imagine uma versão juvenil do Dr. Van Helsing. Quero dizer, alguns podem detestar a ideia, mas eu acho que a série poderia ganhar muito mais adrenalina com o eterno caçador de Drácula.

2 – Os volturi exterminam os Cullen e os Lobos

Com Edward quebrando o acordo com os Volturi ao não transformar Bella em vampira, o grupo reúne seus súditos e parte para Forks, onde uma grande batalha ocorre, terminando com a vitória de Dakota Fening e seu grupo.

3- Crossover

Temendo o ataque de lobisomens, os Cullen se aliam com Bill e os vampiros de True Blood, que apresentam a famosa bebida de sangue sintético aos sanguessugas de Forks, acabando de uma vez por todas as rivalidades entre vampiros normais e a família de Edward.

Vampiros Clássicos, Lobisomens fodas

Claro, os vampiros e lobisomens da Saga Crepúsculo são versões mais “light” dos famosos monstros do terror. E tudo bem, mas vamos relembrar algumas das boas e velhas criaturas da noite…

Drácula de Bram Stoker

Inegavelmente (mais uma vez), inegavelmente o melhor vampiro já criado. Retratado de muitas maneiras, mas acredito que sua melhor versão seja a de Francis Ford Coppola, em Drácula de Bram Stoker. Interpretado por um impressionante Gary Oldman, o conde nunca teve um visual tão ameaçador e, ao mesmo tempo, charmoso.

Nosferatu

O Nosferatu é uma das únicas figuras do cinema que realmente me assustam. Não sou muito fã do primeiro filme (de 1922), mas o personagem é memorável e muito sinistro.

Entrevista com o Vampiro

Os vampiros de Tom Cruise e Brad Pitt são bem agradáveis e eficientes, mas a força do elenco vem de uma jovem Kirsten Dunst, no papel de Claudia. Uma performance memorável e sem dúvida a melhor de sua carreira até hoje.

30 dias de noite

Despindo-se de todo o charme e sedução que a maioria dos vampiros apresenta, os dentuços desse massacre no Alaska são bem sinistros; além de possuírem olhos negros e dentes de piranha, se comunicam entre si através de contorcidos ruídos. Curiosidade: o diretor de 30 Dias de Noite é quem comanda Eclipse, será que rola um banho de sangue? Duvido…

Um Lobisomem Americano em Londres

              Isso sim é um lobisomem!

Aqui está a prova de que lobisomens são bem melhores á moda antiga: sem CG, a boa e velha maquiagem de monstros. A criatura do filme de 1981 é tudo que um lobisomem deve ser: aterrador só de olhar para ele.

Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban

Ok, o lobisomem de Harry Potter não é assustador e nem tão selvagem assim, mas há uma coisa nele que me fez colocá-lo nessa lista: sua transformação. A cena é uma das melhores do gênero dos lobisomens, o CG é bem sutil e a imagem do professor Lupin uivando para a lua é memorável.

Lobisomem de Benicio Del Toro

Tudo bem que a versão desse ano do lobisomem vitoriano foi muito irregular e fraca, mas em um aspecto o filme chamou minha atenção: a violência. O lobisomem é uma máquina de matar de sanguionolenta e o diretor não tem medo de fazer belas mortes violentas e trash. Por isso, vale destacar esse lupino.

Twilighters: O impacto da saga na cultura pop

É irrevelante dizer que Crepúsculo é a sensação teen do momento, porque todo mundo já sabe disso. Esse tópico é dedicado a algumas artes caprichadas que eu achei pela internet. Fato: o pessoal de marketing poderia contratar alguns “twilighters” (nome dado aos fãs da saga) para fazer o design dos pôsteres. As criações de fãs são muito superiores aos sem graça e idênticos cartazes oficiais.

                      Sem dúvida o melhor pôster, considerando fãs e oficiais, da saga

A razão pela qual eu acho Crepúsculo uma boa história, é sua associação com alguns aspectos da adolescência. Odeio muitas das invenções de Meyer, como o brilho na luz dos vampiros e os lobisomens descamisados, mas a relação da história com o sexo na adolescência é bem interessante. Bella é uma jovem que quer que seu amado a morda, mas ele quer se casar primeiro. Concordam? Não? Tudo bem, não sou filósofo…

                      Banners mais “artísticos” chamariam mais a atenção

Além das relações e dos simbolismos, a história de Meyer faz o mesmo que Harry Potter fez há alguns anos atrás; transforma ícones do terror em personagens adolescentes, e devo dizer que algumas ideias são interessantes, como por exemplo todo o legado da família Cullen e a organização política dos Volturi (que mereciam um filme-solo).

Muse: A Banda Oficial da Saga

Eu gosto do som da banda Muse, possuem ótimos álbuns (Black Holes e Revelation) e agradam. Todos os filmes da saga tem ao menos uma música na trilha sonora, vamos relembrá-las:

Crepúsculo – Supermassive Black Hole

É tocada na cena do jogo de beisebol. A guitarra é sensacional e o vocal bacana, mas a música meio que fica na mesma. Nota: 7,5

Lua Nova – I Belong to You

A melhor contribuição do grupo na franquia, I Belong To You toca brevemente em uma mudança de cena, merecendo mais destaque. Mais empolgante e agradável, é uma ótima canção. Nota: 9,0

Eclipse – Neutron Star Collision

A mais “leve”, com um óbvio tom romântico nas letras e na execução. É uma boa música, bom solo de guitarra e possui alguns traços de músicas antigas (e melhores) da banda, como a bateria, que lembra muito a da excepcional Knights of Cydonia. Nota: 7,5

Críticas da Saga

Relembre o veredicto dos capítulos anteriores da Saga Crepúsculo:

Crepúsculo

Lua Nova

Bem, o especial vai ficando por aqui, mas a crítica vai pro ar ainda essa semana (se eu conseguir achar ingressos…). Até lá.