Arquivo para carros

Primeiro trailer de VELOZES & FURIOSOS 7

Posted in Trailers with tags , , , , , on 1 de novembro de 2014 by Lucas Nascimento

ff7

Caramba, já temos 7 desses. É tanto filme que, no original, Velozes & Furiosos 7 limitou-se a chamar-se “Furious 7”. Faz sentido, já que o primeiro trailer se concentra mais na ação, que parece comandada na medida certa por James Wan (diretor de Invocação do Mal). Confira:

Velozes & Furiosos 7 estreia no Brasil em 26 de Março de 2015.

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| Need for Speed – O Filme | Nem Aaron Paul salva adaptação de game

Posted in Ação, Cinema, Críticas de 2014 with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 16 de março de 2014 by Lucas Nascimento

2.0

NeedforSpeed
Yeah, bitch! Fast cars!

De todos os milhares de títulos de videogames existentes, Need for Speed é certamente um dos que dificilmente renderia uma boa adaptação. Não sou expert em jogos de corrida, mas a franquia da EA Games nunca foi lembrada por sua história, e este é um elemento irrelevante no caso – já que o único propósito da série é entreter os jogadores com suas corridas. É mais ou menos o que acontece com essa adaptação cinematográfica, mas nem a ação é capaz de valer a experiência.

A trama nos apresenta ao habilidoso piloto Tobey Marshall (Aaron Paul, o Jesse Pinkman de Breaking Bad), que serve pena na prisão após ser injustamente acusado pelo homicídio culposo de seu melhor amigo. Em liberdade, Tobey reúne sua antiga equipe para planejar uma vingança contra o verdadeiro assassino (Dominic Cooper), na forma de uma grandiosa corrida clandestina.

Bem, não se pode esperar muito apuro intelectual ou um roteiro incrível de uma obra do tipo (mas a esperança nunca morre), vide a historinha risível que o roteiro do estreante George Gatins sofre para contar: motivações bobinhas, coadjuvantes forçadamente reduzidos a alívios cômicos intrusivos (ainda que o piloto vivido por Scott Mescudi se destaque por representar a típica figura de ajuda onipresente comumente encontrada em games) e um antagonista absurdamente estúpido. Dentre todos os erros, o maior deles certamente é que o diretor Scott Waughs leva tudo a sério demais. A franquia Velozes e Furiosos é longe de ser perfeita, mas funciona – e diverte – pois seus realizadores sabem exatamente o tipo de produção em que estão envolvidos. Need for Speed – O Filme chega até a ser chato na metade da projeção.

Elefante da sala devidamente retirado, vamos aos motivos para que alguém compraria um ingresso para o filme: carros e, no meu caso, Aaron Paul. O último se sai bem e traz carisma de sobra num papel típico de herói de ação, e ainda tem a oportunidade de brilhar em um ou dois momentos mais “dramáticos”. Já nas cenas que retratam a necessidade por velocidade de seus protagonistas, Waughs é habilidoso com suas escolhas de câmera (especialmente naquela que emula a tela de um game ao posicioná-la no painel de um veículo ou em outra fixada em um carro enquanto este rodopia pelo ar) e a sonoplastia traduz com eficiência os poderosos motores dos Mustangs, Lamborghinis, entre outros, envenenados. Nada revolucionário, mas que ao menos distrai.

Elefante da sala devidamente retirado, vamos aos motivos para que alguém compraria um ingresso para o filme: carros e, no meu caso, Aaron Paul. O último se sai bem e traz carisma de sobra num papel típico de herói de ação, e ainda tem a oportunidade de brilhar em um ou dois momentos mais “dramáticos”. Já nas cenas que retratam a necessidade por velocidade de seus protagonistas, Waughs é habilidoso com suas escolhas de câmera (especialmente naquela que emula a tela de um game ao posicioná-la no painel de um veículo ou em outra fixada em um carro enquanto este rodopia pelo ar) e a sonoplastia traduz com eficiência os poderosos motores dos Mustangs, Lamborghinis, entre outros, envenenados. Nada inovador, mas que ao menos distrai.

Capaz de despertar genuína empolgação com músicas incidentais como um cover bacana de Jamie N Commons para “All Along the Watchtower” e “Roads Untraveled”, do Linkin Park, a verdade é que caso Need for Speed – O Filme fosse mais um exemplar da série de games homônima, eu indubitavelmente “pularia” todas as cutscenes para chegar direto à ação. O problema nessa adaptação cinematográfica fica na impossibilidade de se fugir dos momentos entediantes – a menos que você seja o projecionista – e outra pessoa está “jogando” no seu lugar.

Obs: O 3D convertido é um dos piores que eu já vi. Não sei se foi só a minha sessão, mas a imagem estava incomodamente escura.

Obs II: Há uma curta cena extra logo no começo dos créditos finais.

Obs III: Três personagens diferentes usam a palavra “bitch”, e o de Aaron Paul não é um deles…

| Velozes e Furiosos 5 – Operação Rio | Um aperfeiçoamento insanamente divertido

Posted in Ação, Cinema, Críticas de 2011 with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 7 de maio de 2011 by Lucas Nascimento

 


Bad Boys: Vin Diesel e Paul Walker chutando bundas no quinto filme da série

Iniciada a quase 10 anos, a franquia Velozes e Furiosos já tinha dado o que tinha que dar logo depois de seu competente segundo filme. Mas depois, tivemos o irrelevante Desafio em Tóquio e Velozes & Furiosos 4, que já não empolgavam tanto. Eis que surge Operação Rio, que reiventa a proposta dos filmes anteriores e alcança ótimos resultados.

Ambientada no Rio de Janeiro (com terrível sotaque e estereótipos forçados), a trama mostra Dom, Brian O’Conner e seu grupo escondendo-se em favelas. Cometendo pequenos roubos, eles despertam a atenção de um criminoso do alto escalão e o implacável agente do FBI Luke Hobbs, o que leva a mais perseguições de carros.

Bem, nunca deve-se esperar uma trama genial vindo de Velozes e Furiosos, mas dessa vez temos uma que pelo menos prende a atenção e dá espaço adequado para cenas de ação e, olhe só, um razoável desenvolvimento de personagens. Grande trabalho do diretor Justin Lin (que assume a franquia desde o terceiro filme), que descarta a já esgotada fórmula de corridas automobilísticas e evolui para o heist movie de forma adequada.

E seguindo a tradição de todo bom filme do sub-gênero, o planejamento não sai exatamente como planejado, o que dá espaço a sequências de ação espetaculares, que mostram o domínio de Lin da cena e sua capacidade de empolgar a plateia. A perseguição do clímax por exemplo, esquece das leis da Física e faz uso controlado de efeitos visuais (sempre um elogio), dando espaço a dublês e carros de verdade sendo destruídos com estilo.

E há também os personagens. Dessa vez temos todos os personagens dos filmes anteriores, cuja química em cena é satisfatória e natural, gerando muitas cenas divertidas (principalmente de Tyrese Gibson) e um apego sustentável a eles. Vin Diesel continua o mesmo estilo durão, mas perde espaço para o monstruoso Hobbs de Dwayne Johnson, com quem protagoniza uma memorável luta.

A trama tem diversos momentos incoerentes (como por exemplo uma explosão imperceptível dentro de um departamento de polícia) e estica-se além do esperado durante o planejamento do roubo, mas é uma diversão insana e inofensiva, que cumpre muito bem seu propósito e mostra que tem gasolina no tanque para mais sequências.

Obs: Há uma bacana cena pós-créditos com uma participação especial e uma grande revelação sobre o filme anterior.

Luz, Câmera… Porrada! | Especial OS MERCENÁRIOS

Posted in Especiais with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 9 de agosto de 2010 by Lucas Nascimento

O aguardado filme de ação de Sylvester Stallone chega nos cinemas, sendo marcado por um elenco de sonhos de todo fã de ação, filmagens no Brasil e algumas polêmicas. Acompanhe esse especial:

Making Of

A intenção de Sly (apelido popular de Sylvester Stallone), era reunir um grande elenco de astros de pancadaria para um filme de ação à moda antiga, ou seja, não haverão inovações e sim muitos clichês; mas pra um fã de ação, quem vai ligar, certo?

Parte das filmagens do filme aconteceram no Brasil, no Rio de Janeiro, em Março do ano passado; o cenário do filme é um país fictício. Houve uma polêmica recentemente depois de uma brincadeira sem graça levada a sério demais por aqui. Esquentando a chapa, a O2 Filmes acusou a produtora Millenium de ter deixado uma dívida de 3 milhões. A produção desmentiu a acusação; resta escolher em quem você acredita.

Personagens

Conheça os principais valentões de Os Mercenários:

1. Dan Pine (Steve Austin): Guarda costas do agente da CIA James Monroe.

2. Toll Road (Randy Couture): Especialista em demolições do grupo.

3. Gunnar Jensen (Dolph Lundgren): Atirador sniper da Suécia. Já encarou Stallone em Rocky IV, como o lutador soviético Ivan Drago.

4. Yin Yang (Jet Li): Expert em artes marciais, Yin Yang sempre se aproveita de sua vantagem de ser “pequeno”.

5. Barney “The Schizo” Ross (Sylvester Stallone): Veterano de Operações Especiais dos EUA, Barney é o líder da equipe e especialista em qualquer tipo de combate.

6. Lee Christmas (Jason Statham): Ex-Membro da Cavalaria Aérea americana, Lee é o segundo no comando na equipe; sendo grande amigo de Barney e especialista em combates corpo-a-corpo e com facas.

7. Hale Caesar (Terry Crews): Melhor amigo de Yin, é o alívio cômico da equipe (basta olhar a carreira do comediante) e especialista em armas pesadas.

8. Tool (Mickey Rourke): Ex-Mercenário (Expendable) da equipe de Barney, Tool passa seus dias de aposentadoria vendendo armas de fogo e fazendo tatuagens em seu próprio negócio.

9. Sr. Church (Bruce Willis): Misterioso sujeito que contrata os Mercenários para sua missão. Só possuí uma cena, que dividirá com Sly e Arnold Schwarzennegger.

10. Trench (Arnold Schwarzenneger): Não está na foto, mas vamos contar com sua presença “em espírito”. Trench é um antigo rival de Barney, e ex-líder da equipe original.

Medidor de pancadaria

Uma pequena análise sobre alguns filmes da carreira do trio principal de Os Mercenários:

Boom: Grandes cenas de ação

Confira abaixo algumas cenas de ação que eu acho espetaculares!

Perseguição na via expressa (Matrix Reloaded) 

Sem dúvida uma das melhores perseguições de carros de todos os tempos. Os heróis Morpheus e Trinity tentam fugir com o Chaveiro dos enigmáticos personagens Gêmeos. Atraem a atenção da polícia com tiros, destroem carros, roubam motos e terminam com uma espetacular colisão entre dois gigantescos caminhões. Excelente, sem mencionar a empolgante trilha sonora.

Sonhos dentro de sonhos (A Origem)

Podem me criticar por ser recente demais, mas a missão da equipe de Cobb encara três sonhos em três ambientes completamente diferentes; um hotel que perde sua gravidade, ruas castigadas por uma chuva forte e uma invasão a uma fortaleza na neve. Detalhe; tudo ao mesmo tempo. Coisa de gênio.

O Dia-D ( O Resgate do Soldado Ryan)

Nunca uma batalha de guerra havia ganho um tratamento assim. O realismo cru e frio da abertura do filmaço de Steven Spielberg é perturbador, as mortes violentas e o som é ensurdecedor. Um caprichado trabalho de montagem e de direção, que nos dá uma ideia do quão aterrorizante deve ter sido esse ataque. Nunca haverá uma cena como essa na história dos filmes de guerra.

Perseguição em Madagascar (007 – Cassino Royale)

Não foram carros velozes ou bugigangas bizarras que provaram a competência física de Daniel Craig como James Bond em sua reinvenção; foi uma sensacional perseguição a pé. Atravessando construções, guindastes e hotéis; o agente não mede esforços para capturar um fabricante de bombas (vivido pelo free runner profissional Sebastien Foucan). Um verdadeiro balé de manobras e saltos.

Os Últimos Grande Heróis

John McClane

Protagonizando quatro filmes da série Duro de Matar, o policial vivido por Bruce Willis é com certeza um dos melhores heróis de ação de todos os tempos. Têm muito senso de humor, bordões memoráveis e sabe o que fazer quando tem uma arma.

James Bond

Tendo sido interpretado por seis atores, o melhor e mais famoso espião de todos os tempos é o tipo “mulheres querem transar com ele e homens querems ser igual a ele”. Protagonizou a maior franquia da história do cinema; até agora são 22 filmes, e a série ainda está longe de acabar.

Indiana Jones

Suas aventuras atrás dos maiores tesouros da civilização são as melhores do gênero. O chapéu e o chicote são marcas registradas, Harrison Ford interpreta  o arqueólogo cheio de personalidade e senso de humor. Clique aqui para entender como o herói encara uma ameaça.

Rocky Balboa

Não é o único personagem memorável vivido por Stallone (há também John Rambo), mas é o mais crível e realista, sendo muito mais fácil de se identificar. Lutando nas ruas e nos ringues, encarando lutadores egocêntricos e, até mesmo artificiais, Rocky pode não ter matado ninguém, mas é ícone do cinema de ação.

O Exterminador

De vilão no primeiro filme para herói no segundo, o robô quase indestrutível é meu personagem favorito de Schwarzenegger. Acerta por conseguir dar humanidade a uma máquina, desenvolvendo-o e, é claro, chutando bundas em ótimas cenas de ação. Desculpe, eu tenho de dizer isso: Hasta la vista, Baby.

Bem, o especial vai ficando por aqui, mas pretendo assistir a Os Mercenários essa semana. Aguarde pela crítica!

Especial Pixar Studios

Posted in Especiais with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 18 de junho de 2010 by Lucas Nascimento

Com a estreia de Toy Story 3 hoje, nada mais justo que um especial relembrando meus filmes preferidos daquela que é, incontestavelmente, a melhor empresa de animação do cinema.

Toy Story (1995)

Um marco nas animações 3D, é antes de mais nada, uma das mais originais e divertidas histórias já contadas, que não deixa o visual prevalecer sobre a narrativa. Os personagens são inesquecíveis e o bom humor está a mil.

Toy Story 2 (1999)

Tudo que já era bom no primeiro filme, ficou ainda melhor na sequência, que já começa a saga “séria” da Pixar, mas é claro, sem perder o muito bom hum0r. Os novos personagens são excelentes, a trama é mais empolgante e não faltam referências marcantes (O Império contra-ataca). Clássico.

Monstros S.A. (2001)

A clássica história do monstro do armário, que toda criança ja ouviu, ganha uma bela e divertida homenagem. A ideia de uma empresa de monstros é tão criativa que explica a razão de filmes animados merecerem prêmios. Não só a premissa, os personagens são bem desenvolvidos e memoráveis.

Os Incríveis (2004)

Parecendo uma versão infantil de Watchmen, a família de super-heróis impressiona não pelas cenas de ação, história bem elaborada ou a animação caprichada, mas sim, o sempre presente cuidado em construir os personagens e estabelecer relações entre eles. Ótimo filme.

Procurando Nemo (2005)

Já ouviram “Beyond the Sea” de Bobby Darin? É essa música que sempre me vem a cabeça quando assisto a saga aquática dos peixes Marlin e Dory à procura do pequeno Nemo. É interessante observar as divertidas referências, não só a filmes, como por exemplo os tubarões, que representam os grupos de alcoolismo ou as “tartarugas surfistas”. Diversão de primeira.

Carros (2006)

No início, achei a ideia de Carros completamente ridícula, mas fui me interessando pelo filme quando ele começou a fazer mais barulho (é um dos filmes da Pixar com maior marketing). É uma aventura divertida, original e com muito coração. E as corridas possuem um visual bem melhor do que o Speed Racer dos Irmãos Wachowski…

Ratatouille (2007)

A lição de Ratatouille é, basicamente, qualquer um pode fazer qualquer coisa. Exemplo? Um rato pode cozinhar melhor que qualquer chef de Paris. Um dos melhores trabalhos da Pixar, o filme é emocionante, divertido, muito bem produzido (a direção de arte é impecável) e extremamente original. Obrigatório.

Wall-E (2008)

O visual é quase tão impressionante quanto a história do robozinho solitário, cuja função é limpar a Terra depois de sua poluição total. A mensagem de esperança e a crítica ecológica são fortes e extremamente cativantes. Ótimo filme (de novo).

Up – Altas Aventuras (2009)

O que dizer de um filme que consegue te emocionar sem apelar para o melancólico, apenas mostrando belíssimas imagens, ótima trilha sonora e personagens inesquecíveis? O que dizer de um filme que faz isso nos primeiros 10 minutos? O filme evolui para aventura, mas não perde o charme.

Bem, o especial acabou, mas aguarde, mais tarde crítica de Toy Story 3 estará aqui.