Arquivo para cenas

Confira o último trailer de INTERESTELAR

Posted in Trailers with tags , , , , , , on 1 de outubro de 2014 by Lucas Nascimento

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Pelo menos eu espero que seja o último! Como se não já estivessemos empolgados o bastantes para Interestelar, a ficção científica de Christopher Nolan, a Warner lança agora mais um trailer do filme, repleto de cenas inéditas.

Traz também aquilo que acredito ser as primeiras composições de Hans Zimmer para o longa.

Confira:

Interestelar estreia em 6 de Novembro no Brasil.

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Trailer internacional de THE DISAPPEARANCE OF ELEANOR RIGBY

Posted in Trailers with tags , , , , , , , , , , , , on 14 de agosto de 2014 by Lucas Nascimento

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Há uns meses atrás falei aqui sobre The Disappearance of Eleanor Rigby, um curioso projeto que oferecia três filmes para a mesma história: um deles sob o ponto de vista da personagem de Jessica Chastain (Her), o outro sob o de James McAvoy (Him) e o último sendo uma junção dos dois (Them). O novo trailer que foi produzido para o mercado chinês ilustra melhor essa ideia, e é interessante reparar em como a mesma cena (em tela dividida, no vídeo) é a filmada, fotografada e colorida de forma diferente. Confira:

Acho isso muito, muito bacana. Só fica a dúvida de como as distribuidoras vão se virar pra lançar o filme. As três versões? Apenas a versão Them, com um possível lançamento em home video da Her e Him? Fica o mistério.

The Disappearance of Eleanor Rigby (acredito que a versão Them) estreia em 12 de Setembro nos EUA.

| Planeta dos Macacos: O Confronto | Crítica

Posted in Aventura, Cinema, Críticas de 2014, Drama, Ficção Científica with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 18 de julho de 2014 by Lucas Nascimento

4.0

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Malcom e Cesar

Se já é difícil fazer um reboot funcionar, imagina então a continuação de um reboot. Eu pessoalmente nem consigo acreditar que a Fox tenha acertado em cheio com Planeta dos Macacos: A Origem em 2011, sendo uma das grandes surpresas daquele ano e uma das mais eficientes retomadas de franquias até o momento. E se o trabalho de Rupert Wyatt já era competente o bastante, Matt Reeeves elegantemente eleva o nível da série com Planeta dos Macacos: O Confronto.

A trama se passa 10 anos após os eventos do anterior, com a humanidade praticamente devastada após a epidemia da Gripe Símia. Nos arredores do que um dia foi São Francisco, encontramos um grupo de humanos liderados por Dreyfus (Gary Oldman) lutando para sobreviver e obter novas fontes de energia. A solução é dada na forma de uma antiga represa hidrelétrica, que pode vir a reabastecer a eletricidade do grupo, mas no caminho está uma imensa colônia de macacos inteligentes liderada por Cesar (Andy Serkis). A fim de manter uma trégua, Malcom (Jason Clarke) e sua família são enviados para negociar.

Para um blockbuster de verão americano, Planeta dos Macacos: O Confronto é muito mais inteligente do que se poderia esperar. Compará-lo com uma obra como Transformers: A Era da Extinção, por exemplo, é um caso revelador: o filme de Michael Bay preocupa-se puramente em fazer rios de dinheiros com seu espetáculo de merchandising e emburrecer o espectador com sua ação retardada, enquanto o de Matt Reeves surpreende por oferecer um cuidado maior a seu roteiro e seus personagens. O texto de Mark Bomback, Rick Jaffa e Amanda Silver é simples em estrutura e temática, aprofundando-se sobre os frágeis laços que humanos e macacos tentam formar a fim de coexistir, mas a História nos ensina que é uma situação quase impossível de se manter de forma estável. O trio engenhosamente equilibra os pontos de vistas de humanos e símios, e até cria belos paralelos entre as posturas de César e Malcom (ambos evitam conflito, lidam com companheiros radicais que o provocam e são pais).

E o roteiro ganha ainda mais força graças à direção precisa de Matt Reeves. Já percebi que o cara era talentoso em Deixe-me Entrar (mas por ser remake, as pessoas tendem a esquecer), e aqui ele tem a chance de brilhar em um filme que provavelmente será visto por muitos. Com uma razão de aspecto maior (1:85:1) a fotografia de Michael Seresin é certeira ao criar um mundo pós-apocalíptico crível, sempre apostando em tons frios e azulados – e  também as luzes alaranjadas que Reeves adora – garantindo um clima incômodo à produção, que também se beneficia de uma belíssima direção de arte. E mesmo que Reeves seja capaz de criar alguns dos mais lindos momentos do ano (que incluem pequenos gestos e ações entre humanos e macacos), ele logo nos lembra do real status da situação: uma cena silenciosa e contemplativa do filho de Malcom (Kodi Smith-McPhee, como cresceu o moleque) lendo com um orangotango é brutalmente cortada por uma onde dois humanos praticam artilharia com metralhadoras, em um exemplo da tensão existente entre os dois lados.

É um trabalho tão consistente e profundo, que confesso ter ficado um tanto desinteressado quando a ação enfim chega. Digo, os efeitos visuais de motion capture são absolutamente perfeitos, conferindo expressão e emoções a seus personagens símios (e Reeves é corajoso ao apostar em diversos momentos em que estes comunicam-se apenas por sinais), além de oferecer mais uma chance de Andy Serkis mostrar seu incomparável carisma. O que reclamo, é que as batalhas não me comoveram tanto quanto os eventos que culminam nestas, ainda que Reeves consiga tornar a invasão símia à base humana uma cena tensa, bem montada e temperada com a ótima trilha sonora de Michael Giacchino – que aqui se inspira claramente no trabalho de Jerry Goldsmith, responsável pela música do filme de 1968.

Planeta dos Macacos: O Confronto é um dos melhores filmes da franquia, corajosamente apostando em momentos intimistas e em uma longa construção atmosférica. Os efeitos estão melhores do que nunca, e é revelador notar que estes chegam a empalidecer diante daquele que é o grande triunfo do longa: o coração.

Certamente é uma evolução do blockbuster americano.

Obs: O 3D, mesmo que “nativo” é decente, mas não acrescenta muita coisa.

| O Lobo Atrás da Porta | Crítica

Posted in Cinema, Críticas de 2014, Drama with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 4 de junho de 2014 by Lucas Nascimento

4.0

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Leandra Leal e Milhem Cortaz: quem é o lobo? Ele? Ela? Ambos?

Pode parecer meio repetitivo para quem acompanha meus textos, mas eu realmente fico arrepiado quando vejo o que o bom cinema nacional de ficção (porque em quesito documentário, somos impecáveis) é capaz de fazer. De verdade. Em meio às imbecis comédias da Globo Filmes, biografias e obras essencialmente de cunho social/político (ainda que muitas sejam bem decentes), eis que surge o excelente O Lobo Atrás da Porta, impressionante filme de estreia de Fernando Coimbra que agrada justamente por se manter à velha moda: uma boa história, bem contada.

A trama é livremente inspirada em um evento real dos anos 60, começando quando uma delagacia de polícia encarrega-se de encontrar uma criança desaparecida. O policial responsável (Juliano Cazarré) começa então a recolher depoimentos da mãe, Sylvia (Fabiula Nascimento), do pai, Bernardo (Milhem Cortaz), e da amante deste, Rosa (Leandra Leal). Quando as histórias começam, pontos de vista se colidem e o policial vai desvendando uma trama complexa, sombria e regada à adultério.

À primeira vista, é a clássica história de detetive (e é ótimo ver a aposta nesse gênero) em sua estrutura e desenrolar, sendo beneficiada pela ótima montagem de Karen Akerman e as reviravoltas do roteiro do próprio Coimbra. No entanto, O Lobo Atrás da Porta parte então para um fascinante estudo de personagens, onde diversos detalhes e subtramas subjetivas nos revelam elementos interessantes sobre seus personagens. Mesmo que seu segundo ato desenrole-se mais lentamente ao focar-se na construção/decaída da relação entre Bernardo e Rosa, Coimbra mostra-se um diretor inteligente e hábil ao compor – junto ao talentoso diretor de fotografia Lula Carvalho – planos belíssimos e reveladores (como a apresentação de Bernardo, um coordenador de transportes públicos, que o traz caminhando em direção à câmera enquanto diversos ônibus cruzam pela rua às suas costas), apostando também em pouquíssimos cortes durante sua execução, conferindo um caráter quase que teatral à estética do filme.

Tal decisão também garante um esforço maior de seu excepcional elenco. Popular por seu “mestre das pérolas” Fábio dos dois Tropa de Elite, Milhem Cortaz aproveita sua postura e fisionomia para criar um personagem fracassado e desajeitado, e é justamente por tal caracterização, que é tão impressionante vê-lo libertando seu lado sombrio – quase beirando a psicopatia em dois momentos específicos. Vale notar também as presenças de Fabiola Nascimento, o cínico delegado de Cazarré e o pontualmente divertido alívio cômico de Thalita Carauta. Mas é realmente Leandra Leal quem consegue tomar o longa para si, mesmo rodeada de excelentes intérpretes. Na pele da desequilibrada Rosa, a atriz é quem enfrenta as decisões mais corajosas do texto e também a transformação mais fascinante, refletindo perfeitamente a metáfora do título (ainda que Bernardo também liberte seu “lobo” em momentos diversos) em uma performance memorável.

Não posso deixar de mencionar também o espetacular trabalho do design de produção do longa, que ambienta a narrativa em cenários periféricos e interiores do Rio de Janeiro. Uma decisão que fascina quando paramos pra pensar nos grandes thrillers de mistério que têm a cidade grande como pano de fundo central, e o diretor de arte Tiago Marques é hábil nos pequenos detalhes de cada habitação (a compacta e aconchegante casa da família de Bernardo se diferencia completamente do apartamento usado para começar seu caso extraconjugal, especialmente pela decoração provocante e os tons de vermelho) e a composição de cada uma: a desolação ajuda no impacto de determinadas situações; seja no primeiro encontro entre Bernardo e Rosa próximo à linha do trem, ou o assustador clímax que vai deixar o espectador preso à poltrona (pontuado com eficiência pela trilha sonora distorcida de Ricardo Cutz, ainda que aqui e ali ele abuse de notas típicas de um grindhouse).

Inteligente e corajoso com as decisões perturbadoras trilhadas por sua narrativa, O Lobo Atrás da Porta é uma experiência esmagadora e envolvente, optando por um gênero dificilmente encontrado na grande safra de produções nacionais. Puta filme.

| Jurassic Park 3D | Revisitando um dos grandes filmes de Spielberg

Posted in Aventura, Cinema, Críticas de 2013 with tags , , , , , , , , , , , , , on 24 de agosto de 2013 by Lucas Nascimento

5.0

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A apresentação do T-Rex: aula de cinema

Quando era criança, Jurassic Park – Parque dos Dinossauros era um de meus filmes preferidos. Ao ter a notícia de que o filme seria relançado nos cinemas no formato 3D, evitei ao máximo assistir ao filme novamente (algo que não fazia há uns 5-6 anos até a estreia nos cinemas, neste ano). Com isso, voltei a ser aquela criança cujo queixo chegava até o chão ao contemplar essa maravilhosa aventura de Steven Spielberg e seus espetaculares dinossauros.

A trama, você bem sabe, envolve a criação de um parque temático com dinossauros reais. Graças à descoberta de um mosquito fossilizado, o milionário John Hammond (Richard Attenborough) torna possível a clonagem de uma amostra de sangue do período jurássico e, consequentemente, a criação genética de dinossauros. Acompanhado de dois paleontólogos (Sam Neill e Laura Dern) e de um cientista cool (Jeff Goldblum), Hammond promove uma visita ao local – que, obviamente, sai do controle.

Lançado originalmente em 1993, Jurassic Park continua impressionante. A mistura de efeitos digitais com animatrônicos (do falecido mestre Stan Winston) é perfeita e, mesmo 20 anos depois e com tecnologias superiores, faz jus ao espetáculo: a antológica primeira aparição do imponente T-Rex permanece uma aula de cinema acerca da criação do suspense (nada mais justo, já que é comandada pelo gênio responsável por Tubarão) e, confesso, por alguns momentos acreditei que aquilo era real – é o poder da magia da Sétima Arte. Ainda sobre execução, é triste olhar Jurassic Park e perceber que Steven Spielberg não faz mais filmes assim: o cineasta agora parece mais preocupado com dramas e biografias e, mesmo que não sejam de qualidade ruim, ficam abaixo do talento do diretor em criar imbatíveis tons de aventura e humor.

John Williams segue a mesma linha. Um dos maiores compositores musicais de todos os tempos, tem aqui um de seus mais icônicos temas (convenhamos, o cara manja quando o assunto é criação de temas icônicos) e faixas que ajudam a maravilhar as espetaculares imagens. E tais imagens ficam absurdamente bem ressaltadas na conversão em 3D do filme, que chega a chocar de tão eficiente – ficando até melhor do que aquela feita no relançamento de Titanic, supervisionada pelo próprio James Cameron.

Certamente um dos melhores filmes da carreira de Steven Spielberg, Jurassic Park – Parque dos Dinossauros é uma obra divertidíssima e que merece ser revisitada nas telonas novamente. Até mesmo seu diretor poderia fazê-lo, e lembrar-se de como seu talento para o gênero pode ser divino.

| Faroeste Caboclo | O tipo de produção que desperta esperança em nosso cinema

Posted in Cinema, Críticas de 2013, Drama, Romance with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on 10 de junho de 2013 by Lucas Nascimento

3.5

FaroesteCaboclo
Fabrício Boliveira encarna o anti-herói trágico de Renato Russo

Nunca fui um grande admirador de Legião Urbana, então fiquei perplexo quando vi a notícia de que uma canção do grupo seria transformada em longa-metragem. Baixou a desconfiança ao ver que tratava-se de uma música com quase 10 minutos de duração e ao fim da sessão de Faroeste Caboclo, é de se espantar com a verdadeira odisséia do protagonista – e com a qualidade do filme de René Sampaio.

A trama é centrada em João (Fabrício Boliveira), um órfão que viaja da região de Santo Cristo para tentar a sorte na cidade de Brasília. Lá, ele acaba por se envolver no tráfico de drogas e ganha um perigoso concorrente na figura de Jeremias (Felipe Abib) e uma paixão incontrolável paixão pela jovem Maria Lúcia (Isis Valverde).

Como admiti no parágrafo inicial, a discografia de Legião Urbana nunca esteve entre minhas preferidas (mas por uma questão que passa longe da condenação do trabalho do grupo), logo, a canção que origina o longa é novidade para mim. O roteiro de Victor Atherino e Marcos Bernstein acerta ao converter 9 minutos musicais em um filme de 105 minutos que jamais se prende a enrolações ou prolongamento desnecessário de história, já merecendo méritos por tal feito. É uma boa trama, ainda que traga alguns arquétipos batidos (o rapaz negro pobre, garota branca rica com o pai racista) e tome rumos incompreensíveis durante a execução do terceiro ato.

O que realmente faz Faroeste Caboclo abrir um sorriso até no mais voraz ofensor do cinema nacional (que carece de boas obras, covenhamos) é sua impressionante competência técnica. Estreante no cinema, René Sampaio demonstra uma rara inteligência visual ao criar planos criativos (vide a preparação do cenário do clímax, com os sacos de cocaína pendurados como uma galeria de tiro) e elaborar sequências geniais que contribuem à passagem de tempo, como aquela em que – através de cortes intrincados – acompanhamos Maria Lúcia projetar uma obra para a faculdade de arquitetura ao mesmo tempo em que João constrói uma parede de tijolos, o que não só ilustra perfeitamente a frase dita por este último (“O rico projeta, o pobre constrói”), mas também já define as diferenças sociais entre os personagens. Sampaio também é hábil ao criar diferentes tipos de estilo ao longa, apostando em referências diretas da trilogia O Homem Sem Nome para as cenas mais “faroésticas” ou em bom ouvido para selecionar músicas que definam o romance vivido pelos protagonistas (a própria banda Legião Urbana tem uma participação-relâmpago).

Com um elenco eficiente que entende a dramaticidade de suas figuras trágicas, Faroeste Caboclo é uma inteligente pérola técnica do cinema nacional e uma criativa adaptação. É o tipo de filme que nos faz ter esperança de que , um dia, o cinema nacional pare de apostar em porcarias e concentre-se em obras que arrisquem-se a algo mais.

Análise Blu-ray | BATMAN – O CAVALEIRO DAS TREVAS RESSURGE

Posted in Análise Blu-ray with tags , , , , , , , , , , , , , , on 29 de novembro de 2012 by Lucas Nascimento

O Filme

Após o sucesso absurdo do longa anterior, Christopher Nolan traz Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge para encerrar sua trilogia sobre o icônico super-herói da DC Comics. Mesmo que não alcance a perrfeição do segundo capítulo, o filme é uma conclusão satisfatória e épica ao extremo, levando seus personagens a rumos ousados (nunca antes um herói fantasiado levou uma surra tão brutal quanto a que vemos aqui) e continuando a abordagem sombria/realista que marcou os longas anteriores. Um excelente filme, e o melhor de 2012 até o momento. Crítica

Produção

No formato que usualmente se associaria aos modos de “Maximum Movie Mode” dos blu-rays da Warner, os bastidores de momentos chave do filme vêm no disco de extras e não junto ao filme. Divergências formais de lado, aqui acompanhamos o processo de criação de cenas como o sequestro do avião, a luta entra Batman e Bane, a perseguição final entre outras. A análise é mais profunda dependendo da dificuldade da cena (e, assim, momentos importantes ficam devendo um tratamento mais detalhado) e é incrível ver como Christopher Nolan realmente gosta de fazer tudo (ou quase) de verdade.

Personagens

Três mini-documentários que acompanham detalhes sobre a criação e história dos principais personagens de O Cavaleiro das Trevas Ressurge: Bruce Wayne, Bane e Selina Kyle. Por mais interessante que seja ver os realizadores discutindo os rumos da jornada do personagem-título ou a intensidade com que Anne Hathaway assumiu os saltos-alto Mulher-Gato, o destaque é mesmo do vilão Bane, que ganha uma análise que explora desde seu visual até a definição de sua voz e a selvagem trilha de Hans Zimmer.

Reflexões

Aqui, temos dois featurettes muito interessantes: um sobre o uso da tecnologia IMAX no filme e outro sobre a conclusão da trilogia de Nolan. O primeiro explora como as cenas ficam muito mais grandiosas no formato – e também como significativa quantidade da projeção aderiu às telas gigantes – enquanto o segundo traz depoimentos de diversos membros da equipe, sobre o final de O Cavaleiro das Trevas Ressurge e as experiências adquiridas no desenvolvimento dos três filmes.

Documentário “O Batmóvel”

Um ótimo documentário que explora o mito por trás do Batmóvel, e sua importância dentro da mitologia do Batman. Do carango usado por Adam West na série de TV dos anos 60, passando pelos estilosos modelos de Tim Burton e Joel Schumacher e, finalmente, ao Tumbler de Christopher Nolan, uma série de depoimentos de cineastas e designers explicam detalhadamente cada um dos carros utilizados pelo Homem-Morcego.

Arquivo de Trailers/Pôsteres

Sempre um “acessório” bem-vindo em edições especiais, aqui temos um acervo com os 4 trailers de divulgação do filme e as principais peças de divulgação do longa, que vão de pôsteres à banners. Nada a reclamar.

Nota geral:

 

Assim como os outros longas da trilogia em blu-ray (aproveitei pra comprar o box com os três filmes, recomendadíssimo) Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge traz uma qualidade de vídeo e som excelentes (com destaque para as cenas em IMAX, onde a imagem ocupa a tela toda) e um material extra muito bom, mas que certamente poderia ser mais explorado. A Warner com certeza deve estar guardando muito material para futuras edições (cenas excluídas e comentários em áudio são o que mais anseio), mas até esse dia chegar, esse blu-ray faz um belo serviço.

Preço: 79,90