Arquivo para crepúsculo

| Cinquenta Tons de Cinza | Crítica

Posted in Cinema, Críticas de 2015, Romance with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 12 de fevereiro de 2015 by Lucas Nascimento

1.5

FiftyShadesofGrey
Dakota Johnson e Jamie Dorman

Quando a adaptação do romance erótico Cinquenta Tons de Cinza foi confirmada pela Universal, não consegui me conformar de que uma literatura barata e de qualidade duvidosa realmente ganharia as telas. Quando os primeiros trailers foram lançados, fiquei genuinamente empolgado com o filme de Sam Taylor-Johnson: parecia estiloso, elegante e até sexy, mesmo considerando-se o material original. Bem, fica a lição: dá pra se vender qualquer porcaria com um bom trailer.

A trama segue de perto a obra de EL James, começando quando a jovem estudante de Literatura Inglesa Anastasia Steele (Dakota Johnson) é incubida de entrevistar o bilionário Christian Grey (Jamie Dorman) para seu jornal da faculdade. Não demora para que os dois comecem a se envolver, mas Anastasia precisará lidar com os “gostos peculiares” de Grey, que revela-se um dominador fascinado por sadomasoquismo e bondage.

Juro que não consigo ler a sinopse deste filme sem soltar uma risadinha. Não é segredo nenhum que EL James escreveu sua trilogia (isso aí, preparem-se que ainda teremos mais dois) inspirada no casal protagonista de Crepúsculo, uma referência que eu não classificaria exatamente como exemplar. Anastasia é tão frágil, sem sal e dependente de homens como é Bella Swan, e Grey é misterioso, enigmático e controlador como o vampiro Edward Cullen, e até alguns pontos da trama são assustadoramente similares: caminhadas num bosque, voos para impressionar a menina e uma cidade predominantemente nublada e cinzenta. O roteiro de Kelly Marcel nem disfarça, e ainda traz diálogos pavorosos do tipo “Eu tenho um GPS, e um QI alto” (risos) ou “Eu não faço amor. Eu fodo. Forte” (Risos histéricos) e subtramas que propositalmente vão sendo deixadas sem resolução para que as continuações as explorem.

Nem o casal principal salva, já que não demonstram uma química aceitável para um longa do gênero. Li boatos de que Dorman e Johnson não se suportavam no set, e pelo visto a dupla nem se preocupou em esconder isso aqui. O Grey de Dorman é um estereótipo de “Deus grego moderno” que nunca sorri e beira a psicopatia, quase como o Patrick Bateman de Christian Bale em Psicopata Americano. Johnson é bonita e consegue bons momentos aqui e ali, sendo corajosa em protagonizar cenas de sexo ousadas para o padrão hollywoodiano – mas nem de longe polêmicas quanto o boca-a-boca sugeriu.

A única coisa boa do filme certamente é o visual. A diretora Sam Taylor-Johnson (de O Garoto de Liverpool) revela-se uma autora elegante em seus enquadramentos e nas escolhas de luz e tons com o diretor de fotografia Seamus McGarvey, usando bem do clima nublado de Seattle e os momentos quase surreais em que o cenário adota uma forte coloração vermelha (como a “reunião de negócios” entre Anastasia e Grey. E Johnson até consegue criar um bom ritmo com a ajuda de algumas canções pop (o açoitamento com “Crazy in Love” versão orgasmo de Beyoncé e a abertura com “I Put a Spell on You” são particularmente inspiradas), mas o material realmente não a ajuda…

Cinquenta Tons de Cinza é exatamente o que se poderia esperar de uma obra que assumidamente se inspira na Saga Crepúsculo: brega, estereotipado, machista e protagonizado por um casal sem graça, ainda que seja visualmente estimulante.

| Amantes Eternos | Crítica

Posted in Cinema, Críticas de 2014, Drama, Romance with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on 15 de agosto de 2014 by Lucas Nascimento

4.5

OLLA
Tilda Swinton e Tom Hiddleston, perfeitos como o casal protagonista

Em 2008, o sucesso de Crepúsculo fez com que o mito dos vampiros levantassem de seus caixões, em uma dominação em massa da indústria cultural. Dentre a péssima saga de Stephanie Meyer, séries de TV como True Blood e The Vampire Diaries e algumas raras exceções no cinema – posto preenchido pelas adaptações sueca e americana de Deixa Ela Entrar – o vampiro novamente tomava conta do imaginário, mas não da forma como merecia. Atrasado alguns anos, o cineasta Jim Jarmusch traz sua visão para as criaturas noturnas com Amantes Eternos. E eu agradeço a ele por ter tornado o vampiro interessante novamente.

A trama é concentrada no casal de vampiros Adam (Tom Hiddleston) e Eve (Tilda Swinton). Vivendo com continentes de distância, os dois se reaproximam quando Adam enfrenta uma depressão e a irmã de Eve, Ava (Mia Wasikowska), chega na cidade.

 Não é exatamente a mais elaborada das premissas, e talvez por isso mesmo o filme se saia tão bem. Não é um de eventos, de acontecimentos, mas sim de contemplamentos e reflexões – mas sem optar para uma experiência onírica, mantendo uma narrativa convencional. Para isso, Jarmusch preenche a obra com fascinantes diálogos e monólogos sobre a existência humana ao longo dos séculos, transformando o filme em um estudo profundo – e ao mesmo tempo acessível – e rendendo alguns momentos divertidos, como quando o personagem de John Hurt insinua que William Shakespeare roubara todos os seus trabalhos. Também vale mencionar as sensacionais sutilezas, tal como a própria revelação das presas dos personagens, os copos antigos ou o momento em que Eve fita uma ilustração do “Pecado Original”, em mais uma referência (além dos próprios nomes) de que ela e Adam poderiam ser o casal primordial da Bíblia.

É muito interessante que o filme toque tanto na questão da produtividade cultural. Hurt tem seus bons momentos para falar sobre literatura, mas é realmente a música quem rouba os holofotes da produção. Adam e Eve são grandes admiradores musicais, e o próprio é responsável por algumas produções pessoais e experimentais. Elementos estes rendem a Amantes Eternos uma das experiências sonoras mais inspiradas do ano, que vão desde a coleção de vinis de Adam até suas hipnotizantes composições, que colocam o filme em uma áurea difícil de se colocar em palavras, totalmente única. E sendo criaturas imortais, é uma decisão genial fazê-los apaixonados por aquela que é a única presença imortal do mundo: a cultura.

Cultura, como o sangue ingerido incessavelmente pelos vampiros, é quase uma droga. A cena em que o fiel companheiro vivido por Anton Yelchin passa três discos de vinil para um comprador, é capturada por Jamursch quase como um contrabando, em mais uma pista do tipo de mundo onde é situada a história: uma Detroit desolada e obscura, diversas citações a uma vindoura guerra por água, escassez de recursos… Jamursch captura o contexto e o coloca sob as lentes superiores de seus protagonistas, que claramente enxergam os humanos (“zumbi” é um termo recorrente) como seres condenados.

Envolvente do início ao fim, Amantes Eternos é uma experiência belíssima e hipnotizante, uma história inteligente povoada por figuras ricas e absolutamente memoráveis. Como seus protagonistas, merece encontrar a imortalidade.

Sangue no Gelo: Especial DEIXE-ME ENTRAR

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O remake do melhor filme sobre vampiros já feito enfim chega no Brasil, depois de quase 4 meses de atraso. Anseio muito pelo longa, acompanhem abaixo o primeiro especial do ano:

Desde que o projeto foi anunciado, foi massacrado e mal encorajado; principalmente pela já existente qualidade do original (pra quê refazer?) e o medo de transformá-lo em um Crepúsculo da vida. Felizmente, o diretor Matt Reeves não queria mudar nada da história, apenas dar seu toque pessoal e homenagear o original.

O remake foi desaprovado por Tomas Anderson (diretor de Deixe Ela Entrar), consistindo em como era uma refilmagem desnecessária. Entretanto, os direitos foram adquiridos e Reeves começou as filmagens, movendo a trama de Estocolmo para o Novo México. O cineasta também pediu para o elenco principal não assistisse ao original, para que sua versão não fosse uma mera cópia do filme sueco.

Apesar de manter fidelidade à obra e ao filme original, Reeves comentou em entrevistas sobre alguns elementos acrescentados na trama e detalhes visuais. A fotografia por exemplo, é mais escura e quente do que a gelada e branca paisagem sueca. A sombria trilha sonora ficou sob cargo do vencedor do Oscar do ano passado Michael Giacchino.

Deixe-Me Entrar estreou nos EUA em 1º de Outubro, rendendo muito pouco e ficando em 8º lugar no ranking de bilheteria da semana. Apesar disso, o longa foi incrivelmente bem recebido pela crítica, que duvidava da qualidade do filme.

O autor do livro em que se baseiam ambos os filmes, John Ajvide Lindqvist, ficou muito orgulhoso e aprovou os dois filmes, afirmando que possuem similaridades mas também características próprias.

 

Abby (Chloe Moretz)

 Com mais de 250 anos de idade, a vampira Abby se muda com seu servo para o Novo México, onde procura fazer mais vítimas. Ela se torna amiga do tímido Owen e logo se interessa nele. Mas suas intenções nunca são claras.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Owen (Kodi Smith-McPhee)

 Solitário e distante de seus pais, o frágil Owen sofre com o bullying cruel em sua escola, sempre imaginando uma vingança cruel contra os agressores. Tudo muda quando ele conhece Abby e se apaixona, sem saber que ela é uma vampira assassina.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Pai (Richard Jenkins)

 Misterioso guardião de Abby, nunca têm seu nome ou origem revelada, apesar de muitos o confundirem como pai da jovem. A noite, sai para matar estranhos e coletar sangue para sua protegida.

 

 


Bullying e suas consequências

A história de Abby e Owen/ Eli e Oskar não limita-se a um simples conto de vampiros, mas também retrata de maneira realista e cruel o bullying e suas consequências nas vítimas.

As cenas em Deixa ela Entrar são muito fortes e frias e o cineasta também mostra o medo de Oskar em relatar para sua mãe – sempre distante – as agressões sofridas. A consequência é o interesse do menino em violência e assassinatos, recortando manchetes de jornais e jurando falsas ameaças com uma faca, sempre imaginando vingança. Sutil, mas muito eficiente, como Matt Reeves acrescentou elementos como a máscara (acima, na foto) e o voyerismo, visto no trailer.


Amor, interesse ou ambos?

E (spoiler se você não viu o filme original!) isso é ótimo para a vampira Eli, que encontra nesse frágil garoto, um futuro serial killer que possa substituir seu cansado guardião e continuar matando para ela, para sempre. Essa é uma das interpretações que o fim do longa apresenta; a outra, seria simplesmente o amor entre os protagonistas ou até mesmo, ambas.

As principais características do vampiro clássico:

Sangue

Você deve achar meio óbvio mas, vampiros se alimentam de sangue..! Isso mesmo, sem esse milagroso tecido líquido que corre pelo sistema vascular de todos os vertebrados, os dentuços não podem sobreviver.

Presas

Que saudade das icônicas presas! Nem Crepúsculo nem Deixa ela Entrar preservou a principal ferramenta para extração de sangue, que também era a assinatura dos vampiros. Só a série True Blood parece ter se lembrado delas.

Idade

Acho que essa serve para praticamente todas as caracterizações vampirescas já produzidas; as criaturas não envelhecem e nunca morrem de causas naturais. Possuem a aparência que tinham ao se tornar vampiros.

Luz do Sol

Eu acho a invenção da Stephanie Meyer ridícula. Vampiros clássicos não brilham na luz da sol, eles pegam fogo; o que é a principal justificativa de serem considerados criaturas noturnas.

Deixe-me entrar

Não sou muito expert no assunto, por isso não sei se o elemento que nomeia tanto Deixa ela Entrar quanto Deixe-Me Entrar já fazia parte das “tradições vampirescas”, mas acho genial. Se o vampiro entrar em algum lugar sem permissão, o resultado não é nada agradável

Estaca

A maneira mais famosa de liquidar um vampiro curiosamente não aparece em nenhuma das adaptações atuais sobre as criaturas. Muito sutil: uma estacada no coração acaba com o sanguessuga.

Alho

Pode parecer absurdo e bobagem, mas o alho é acolhido por muitas obras de ficção e literatura como uma arma eficáz contra vampiros, ajudando a repeli-los.

O grande trunfo de Deixa ela Entrar – e ele deve ser respeitado no remake – é a atmosfera, o tom criado pelo diretor. É um longa quieto, mas com uma crescente sensação de perigo se alastra sobre os personagens. Alguns exemplos de outros filmes com esse genial elemento:

Sinais

Grande parte do mérito vai para a inquietante trilha sonora de James Newton Howard, que tempera de maneira sombria esse silencioso filme de alienígenas. É um filme silencioso, os personagens sempre acompanham os eventos da invasão (que nunca é detalhada) pela televisão, o que faz o espectador imaginar como estaria o mundo fora desta pequena fazenda.

Janela Indiscreta

Mesmo sendo mais divertido do que a maioria de seus representantes no assunto, o clássico de Hitchcock é um eficáz suspense que consegue formar o tom apropriado por dois motivos básicos: o fato de o filme inteiro se passar no apartamento de James Stuart e a premissa; um vizinho assassino, que ajuda a criar a sensação de perigo em todo lugar.

Zodíaco

Reforçando a sensação de perigo de Janela, o retrato do serial killer que aterrorizou São Francisco nos anos 60 é inquietante por a) se tratar de um caso policial verídico que nunca teve o culpado capturado; b) pela fotografia escura e a direção de David Fincher, especialmente no ataque do taxi que começa com uma pessoa qualquer chamando-o e passa para um longo plano-sequência do taxi percorrendo a cidade. Brilhante.

Sem dúvida a mais talentosa atriz mirim da atualidade, a jovem Chloe Grace Moretz encara um papel mais interessante do que o outro, sempre interpretando personagens fortes e memoráveis.

Nascida em Fevereiro de 1997, começou com papeis pequenos na televisão, em seriados e telefilmes, até chamar a atenção em 2005 no remake Horror em Amityville, onde foi indicada ao Young Artist Awards. Depois de papeis de mais destaque em filmes maiores (porém mais fracos), Moretz contracenou com Joseph Gordon Levitt em (500) Dias com Ela, fazendo o papel da irmã do protagonista.


Hit-Girl: Até agora, sua performance mais memorável

Mas a bomba estourou em 2010, quando a atriz estrelou Kick-Ass: Quebrando Tudo, no papel da polêmica vigilante de 12 anos Hit-Girl. Grande performance, carismática e natural, foi elogiada por todos que assistiram o filme. E também, Deixe-Me Entrar, mais um grande papel e sua atuação foi muito bem recebida.

Confira abaixo seu teste para a vampira Abby:

Fiquem de olho nessa menina, têm talento e carisma e promete ser um dos grandes nomes de Hollywood no futuro.

Confiram abaixo o vídeo sobre o filme que montei já faz uns dois meses. Aproveitem.

Bem, o especial acaba aqui, mas não deixe de ler a crítica, que deve ser publicada na Sexta-Feira.

Fim da Linha: Especial HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE

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This is It, the grand finale. O fim da saga Harry Potter nos cinemas finalmente chegou e em duas partes. Esse especial vale pelas duas partes, aproveitem:

Uma breve olhada pelo impacto do último livro da saga Harry Potter.

O fim da saga Harry Potter na literatura chegou em Junho de 2007. A autora J.K. Rowling dedicou muito tempo no processo de desenvolvimento do livro e em como encontrar o destino apropriado do personagem principal.

Depois de pronto, o livro bateu recorde de vendas e gerou algumas polêmicas, como a venda adiantada e o vazamento de alguns trechos na internet. O fim foi, em sua grande maioria, aprovado por fãs e críticos literários.

Eu pessoalmente gosto muito do último livro e fiquei mais que satisfeito com o final da história.

A razão pela qual a adaptação do livro final da saga ser dividida em dois filmes pode ser interpretada por três maneiras: 1 – Não deixar nenhum detalhe do livro de fora, garantindo uma adaptação fidelíssima. 2 – Lucro e mais dinheiro nas bilheterias. 3 – Ambos.

Essa possibilidade de divisão já havia sido considerada com o quarto filme da série, O Cálice de Fogo, mostrando-se vantajosa ao conseguir ser mais fiel ao livro. As filmagens de As Relíquias da Morte – sob o comando de David Yates – tomaram lugar em Londres, na Floresta de Swinley e na Freshwater West. As sequências envolvendo cenários específicos foram gravadas nos estúdios Pinewood e Leavesden.

Todo o elenco e equipe de produção afirma que o novo filme é completamente diferente dos anteriores; muito mais sombrio e adulto e que as emoções dos personagens são mais reais e os conflitos também; como a tensa cena em que Rony e Harry discutem sobre os riscos que podem enfrentar.

Nas palavras de Yates; a Parte 1 tem cara de filme independente (com uso excessivo de câmera tremida) e a Parte 2 está mais voltada para um épico de fantasia, com destaque colossal para a batalha de Hogwarts. Um detalhe interessante, é que no sexto livro da série (O Enigma do Príncipe) há uma batalha similar à do livro final e o roteirista Steve Kloves resolveu, sabiamente, cortá-la da adaptação do Enigma e guardá-la apenas para Relíquias Parte 2. É uma esperta decisão, porque evitaria a repetição.

As filmagens foram realizadas como a de um filme só, começando em 19 de Fevereiro de 2009 e terminando em 12 de Junho de 2010. Os filmes iriam ser convertidos para 3D, mas a Warner voltou atrás (com razão) ao perceber que o resultado não seria decente e digno dos filmes.

Recentemente, Daniel Radcliffe confirmou que o final da Parte II será refilmado, procurando atingir um resultado mais emocionante.

Harry Potter (Daniel Radcliffe)

Depois de 6 anos de preparo, Harry Potter finalmente encara seu destino e enxerga seu papel como aquele que deverá encerrar a era de terror de Lord Voldemort, mas para isso, deverá encontrar as Horcruxes.

 

 

 

 

Hermione Granger (Emma Watson)

Forçada a apagar a memória dos próprios pais, Hermione junta-se a Harry e Rony para encontrar as Horcruxes.

 

 

 

 

 

 

Rony Weasley (Ruppert Grint)

Ainda fiel a seu melhor amigo, Rony ajuda-o na busca e na destruição das Horcruxes, mesmo que a relação entre o amigo fique tensa e os sentimentos por Hermione finalmente revelados.

 

 

 

 

 

Voldemort (Ralph Fiennes)

Ainda mais poderoso, Voldemort continua sua busca pelo jovem Harry Potter, ao mesmo tempo em que quebra a ordem no Ministerio da Magia, levando a uma total anarquia.

Achou que as Relíquias do título eram as Horcruxes do Voldemort né? Eu também.

A história desses objetos se origina com o conto dos irmãos Peverell; sobre três jovens que tem um encontro com a morte, e cada um pede um objeto. Conheça abaixo o que são os tais objetos:

A Varinha das Varinhas

O primeiro irmão pediu uma varinha invencível e indestrutível. Essa relíquia atravessou gerações e foi propriedade de Alvo Dumbledore até sua morte. A varinha só pode pertencer a outra pessoa se este desarmar, atacar ou matar seu dono anterior.

A Pedra da Insurreição

O segundo irmão pediu um meio de trazer os mortos de volta à vida. A pedra permite ao dono se comunicar com os mortos, mas apenas no momento derradeiro de sua vida. Sem saber, essa relíquia foi propriedade de Voldemort.

A Capa de Invisibilidade

O terceiro irmão pediu uma forma de se esconder da Morte. A capa de invisibilidade torna aquele que a usa invisível; a relíquia pertence a Harry Potter desde seu primeiro ano em Hogwarts.

O que Harry e seus amigos já destruíram e o que precisarão encontrar na jornada:

O Diário de Tom Riddle [x]

Visto no segundo filme, o diário continha a lembrança do jovem Tom Riddle, antes de se transformar no maléfico Voldemort. O diário quase dominou a mente de Gina Weasley, mas foi destruído por Harry usando uma presa de basilisco.

O Anel de Marvolo Gaunt [x]

Anel que fora propriedade do avô de Tom Riddle, tomou para ele após sua morte. Foi destruído por Dumbledore com a espada de Godric Griffyndor. O que ninguém sabe, é que a pedra encrostada é uma das Relíquias da Morte.

O Medalhão de Salazar Slytherin [x]

Pequeno medalhão que pertenceu a um dos quatro fundadores de Hogwarts, no caso o da casa Sonserina. O medalhão foi escondido na caverna mostrada no sexto filme, mas foi roubado por um inimigo de Voldemort. Objeto muito perigoso e sombrio, pode possuir indivíduos e torturá-los.

A Taça de Helga Huflepuff [x]

Criação da fundadora da casa de Lufa-Lufa, a taça atravessou gerações até ser roubada por Tom Riddle e logo transformada em Horcrux. Ele deixou a peça com Bellatrix Lestrange, que a escondeu em seu cofre no banco de Gringotes.

O Diadema de Rawena Ravenclaw [x]

Único objeto de valor conhecido da fundadora da Casa Corvinal. Como sua criadora prezava a sabedoria, o diadema dá a aquele que o usa, mais inteligência. O objeto foi roubado por sua filha e escondido na Albânia por décadas, até ser roubado por Tom Riddle. Em sua parte superior, está cravada a frase “O espírito sem limites é o maior tesouro do homem”.

Nagini [x]

 A mortal serpente de estimação de Voldemort é a única horcrux que ele carrega consigo a maior parte do tempo.

A Sétima Horcrux [x]

SPOILER PESADÍSSIMO!

Ao tentar matar Harry Potter quando este ainda era um bebê, Voldemort acidentalmente criou uma sétima Horcrux; o próprio jovem.

Confira abaixo alguns dos principais feitiços usados na saga:

  • Expelliarmus – Usado principalmente em ataques ou para desarmar o oponente.
  • Estupefaça – Ataques mais potentes.
  • Expecto Patronum – Escudo contra dementadores, mas há um porém: além de pronunciar o nome, o bruxo deve imaginar uma lembrança de felicidade intensa.
  • Lumos: Produz uma luz na ponta da varinha, eficiente para iluminação.
  • Protego: Prouduz um escudo contra feitiços ofensivos.
  • Wingardium Leviosa: Usado para levitar objetos.
  • Levicourpus: Usado para levitar seres vivos.
  • Sectumsempra: Desenvolvido pelo Príncipe Mestiço, é um ataque mortal que produz golpes similares ao de uma espada no corpo do oponente.
  • Reducto – Reduz o tamanho de objetos, podendo até destruí-los.
  • Obliviate – Confunde a memória do oponente.
  • As Maldições Imperdoáveis – Três feitiços letais que condenam aquele que o produz à prisão de Azkaban. Eles são Imperius: que oferece controle sob a mente do oponente. Crucio: produz a sensação de tortura. E Avada Kedrava: mata o oponente.

Oclumência

A Oclumência é um processo complicado cuja finalidade é proteger o subconsciente de ameaças. Quando Voldemort começou a projetar imagens e sensações na mente de Harry, ele teve que aprender a fechar sua mente.

Priori Incantatem

Esse fenômeno ocorre quando duas varinhas se conectam através de feitiços distintos. A ligação entre Harry e Voldemort é especial, porque suas varinhas foram fabricadas com o mesmo material.

 

  • Polissuco: Composta por distintos ingredientes, transforma a pessoa que a bebe em outra, de acordo com o fio de cabelo posto na mistura.
  • Felix Felicis: Também conhecida como “sorte líquida”, a rara poção dá exatas 24 horas de sorte a quem a bebe.
  • Armatenti: Poção que produz uma paixão incontrolável por outra pessoa.
  • Verisaterum: Solução eficiente para fazer alguém contar a verdade.

Os mocinhos e os bandidos da saga:

A Ordem da Fênix

Fundada por Alvo Dumbledore, a principal finalidade do grupo secreto era lutar contra Voldemort e seus seguidores, investigando e buscando estrategias.

Sede: Já teve sedes na residência dos Weasley e no Largo Grimmauld, residência dos Black.

Membros notáveis: Alvo Dumbledore, Harry Potter, Remo Lupin, Olho-Tonto Moody, Sirius Black, Arthur Weasley, Ninfadora Tonks, Severo Snape, entre outros.

Os Comensais da Morte

É o nome que recebem os seguidores de Voldemort quando este ganhou mais poder. Usavam máscaras e cometiam crimes terríveis, aterrorizando o mundo bruxo e o dos trouxas.

Membros Notáveis: Bellatrix Lestrange, Lúcio Malfoy, Draco Malfoy, Bartô Crouch Jr., Igor Karkaroff, Narcisa Malfoy, Severo Snape, entre outros.

A Armada Dumbledore (AD)

Quando o Ministerio da Magia interferiu nas normas e aulas de Hogwarts, Harry e seus amigos fundaram um grupo secreto onde ele ensinava a um grupo de alunos feitiços úteis para se defender.

Sede: Sala Precisa.

Membros Notáveis: Harry Potter, Rony Weasley, Hermione Granger, Neville Longbottom, Jorge Weasley, Fred Weasley, Luna Lovegood, Gina Weasley, Cho Chang, Padma Patil, Parvati Patil, entre outros.

Feijõezinhos de Todos os Sabores

De acordo com os filmes, eles realmente possuem todos os sabores, passando de chocolate até cera de ouvido. Numa recordação amigável da atração da saga em Orlando, pude provar uma dessas guloseimas (peguei um de banana).

Sapos de Chocolate

Basicamente, um feitiço que dá vida a um sapo feito de chocolate. Mas nas palavras de Rony Weasley, o que importa é a figurinha de bruxo famoso que vem de brinde.

Cerveja Amanteigada

Até os bruxos bebem… Essa bebida é, basicamente, cerveja adicionada com manteiga, tornando-a muito espumante. É geralmente tomada quente, no inverno.

Abaixo, minhas cinco cenas de voo favoritas:

5 – O Balaço Errante

Nada como uma boa perseguição. Em pleno jogo de Quadribol, alguém modificou um balaço (uma bola de jogo perigosa), que persegue o jovem Potter até ser destruído.

4 – Quadribol Dementado

É, parece que Harry não pode ter um jogo tranquilo… Dessa vez, ele é atacado por um grupo de Dementadores, que o derrubam de sua vassoura, fazendo-o cair por mais de 200 metros.

3 – Fuga do Rua dos Alfeneiros

Harry deixa de vez a casa de seus tios e é escoltado pela Ordem da Fênix para que chegue em segurança à residência dos Weasley. Não demora até que o grupo seja atacado por Comensais da Morte, resultando em uma empolgante perseguição por Londres – com Harry e Hagrid em uma moto voadora.

2 – A Primeira Tarefa

Uma das melhores sequências de ação da saga, empolgante e extremamente bem feita. A trilha de fundo acerta, os efeitos visuais são perfeitos, enfim, é uma cena impecável.

1 – Ataque sobre Londres

Se você leu minha crítica sobre O Enigma do Príncipe, sabe o quanto eu adorei esta sequência. Uma maneira empolgante e estilosa de iniciar um filme; a direção dinâmica de Yates ajuda, assim como a impecável fotografia e os efeitos visuais.

A Pedra Filosofal

A EA criou uma boa estrutura e gráficos razoáveis para a tecnologia da época, mas ainda assim é um bom game. Fiel tanto ao livro quanto ao game, jogabilidade decente e um entretenimento eficiente.

Nota: 6,0

A Câmara Secreta

Na minha opinião, o melhor game de Harry Potter já feito. Joguei a versão para Playstation 1 há alguns anos, mas foi muito divertido. O jogo é difícil, agradável, possui muitas missões bacanas (algumas presentes apenas no livro) e uma jogabilidade boa. Pena que eu nunca terminei-o inteiramente…

Nota: 10

O Prisioneiro de Azkaban

Aqui começa o “GTA Harry Potter”. Além de contar com a excelente trama do filme/livro original, os gráficos melhoraram bastante, há mais feitiços para serem destravados e interatividade nos cenários é sensacional; correr livre pelo castelo de Hogwarts…

Nota: 9,0

Quiditch World Cup

Basicamente, é um Fifa/ PES de Quadribol. A jogabilidade é agradável, mas imperfeita. Divertido no ponto certo, mas peca por não oferecer tantas opções e agilidade.

Nota: 6,5

O Cálice de Fogo

Não gosto desse game. Possui a inovação de permitir mais personagens e o modo multiplayer, mas suas missões são repetitivas e cansativas. Por outro lado, 4 fases valem a visita: o Torneio Tribuxo (com destaque para a tarefa do dragão) e o duelo com Voldemort.

Nota: 5,5

A Ordem da Fênix

O pior da série. Bons cenários, ambientes recriados com perfeição e fidelidade ao filme e ótimos gráficos. Isso não é suficiente é claro, as missões limitam-se ao tedioso e horrível recrutamento da Armada Dumbledore e rebeliões. Nem a batalha final salva, já que os feitiços passaram de botões a movimentos do analógico…

Nota: 3,5

O Enigma do Príncipe

Possui o mesmo cenário detalhado de seu antecessor, mas pelo menos acrescenta algumas novidades interessantes. Nem comento as fáceis missões da história, que podem ser completadas sem nenhuma dificuldade. Vale pelas viciantes aulas de poções…

Nota: 6,5

Lego Harry Potter – Years 1-4

Sonho com um game de Lego Harry Potter desde que Lego Star Wars foi lançado em 2005. A empresa de blocos de montar consegue se superar na versão dos quatro primeiros anos do bruxo. Muitos personagens e cenários são disponíveis, a jogabilidade é ótima, mas peca por esquecer um pouco a história (não há nenhum diálogo), no entanto é diversão garantida.

Nota: 8,5

Quão fiel é cada filme da saga aos livros e cenas que eu queria que vissem a luz do dia na adaptação:

A Pedra Filosofal: Acho que nada, está bom do jeito que está.

A Câmara Secreta: A Festa do Aniversário de Morte, seria divertidíssima.

O Prisioneiro de Azkaban: De acordo.

O Cálice de Fogo: A presença dos Dursley e o encontro deles com a família Weasley é antológico.

A Ordem da Fênix: A visita ao Hospital St. Mungus, onde encontramos algumas caras conhecidas e aprendemos mais sobre os pais de Neville Longbottom.

O Enigma do Príncipe: Uma explicação melhor sobre as horcruxes; a maioria delas é apresentada neste livro.

Chris Columbus

Chegou ao projeto através de um de seus filhos, que era fã do livro e logo despertou a atenção do cineasta. Columbus, apesar de não ser um cineasta excepcional, merece muitos créditos por escolher o elenco certo, iniciar a trama e trazer para a tela tudo o que estava no livro.
Filmes que dirigiu: A Pedra Filosofal e A Câmara Secreta.

Alfonso Cuarón

Provavelmente, a mão mais artística na saga. Em seu filme, aprimorou os efeitos visuais, apresentou novos estilos narrativos, tons de cores e desenvolveu o elenco; agora adolescentes, são bem coordenados pelo cineasta espanhol. Sem falar que a história ganha toques mais sombrios.
Filmes que dirigiu: O Prisioneiro de Azkaban

Mike Newell

Se Cuarón começou a se aprofundar no lado sombrio da saga, o inglês Mike Newel explorou mais ainda as trevas, principalmente pelo retorno de Voldemort. A grandiosidade dos cenários e os interesses românticos também são destaque.

Filmes que dirigiu: O Cálice de Fogo

David Yates

E finalmente, o diretor que finalizará a saga. Conseguindo equilibrar os níveis sombrios com humor, ação e mistério, o americano David Yates trouxe maturidade à franquia. Aprimorou praticamente todo os aspectos (positivos e negativos) dos filmes anteriores.

Filmes que dirigiu: A Ordem da Fênix, O Enigma do Príncipe, As Relíquias da Morte – Parte I e II.

Assim como cada diretor trouxe seu toque pessoal para cada filme, os compositores também teceram magníficas faixas musicais. Abaixo o maestro de cada filme e suas melhores composições:

John Williams

O mestre! Gênio por trás de algumas das melhores composições de todos os tempos e também aquele que cria as músicas-tema mais memoráveis; Star Wars, Indiana Jones, De Volta para o Futuro, entre outros. Em sua contribuição para Harry Potter, vale destacar o equilíbrio de tons; nos dois primeiros, eram – em sua maioria – temas festivos e alegres, enquanto no terceiro, Williams teceu tons sombrios e memoráveis.

Filmes: A Pedra Filosofal, A Câmara Secreta e O Prisioneiro de Azkaban.

Temas memoráveis:

Hedwig’s Theme (A Pedra Filosofal)

Buckbeak’s flight (Prisioneiro de Azkaban)

Patrick Doyle

Apenas compôs para um filme, mas fez um bom trabalho. Criando temas sombrios, instigantes e com muita referência nos anteriores, aliás, seu grande acerto foi aprimorar temas já existentes, como o tema principal da série. Boa contribuição, sem dúvida.
Filmes: O Cálice de Fogo

Temas Memoráveis:

The Story continues… (O Cálice de Fogo)

Harry at Winter

Nicholas Hooper

Em ambos os longas da série que trabalhou, Nicholas Hooper compôs temas distintos; agitados, românticos, sombrios e épicos. A maioria deles, magníficos. Depois de Williams, talvez tenha sido a melhor contribuição musical para a saga.
Filmes: A Ordem da Fênix e O Enigma do Príncipe.

Temas Memoráveis:

Flight of the Order (A Ordem da Fênix)

Slug’s Party (O Enigma do Príncipe)

Alexandre Desplat

Contratado para os dois filmes, o excelente Alexandre Desplat entregou um maravilhoso trabalho, retratando bem o tom de solidão e trevas da Parte I. No filme final, ele promete uma trilha mais épica. Mal posso esperar…

Snape to Malfoy Manor (Relíquias, Parte 1)

Ministry of Magic (Relíquias, Parte 1)

 

Grande galinha dos ovos dourados da Warner Bros, a saga Harry Potter encheu os cofres do estúdio com muito dinheiro. Acompanhe o desempenho econômico dos seis filmes da série; quanto custaram e quanto arrecadaram:

Harry Potter e a Pedra Filosofal

Orçamento: u$125,000,000

Arrecadação: U$ 976,500,000

A Câmara Secreta

Orçamento: $100,000,000

Arrecadação: U$ 878,987,880

O Prisioneiro de Azkaban

Orçamento: U$ 130,000,000

Arrecadação: U$795,538,952

O Cálice de Fogo

Orçamento: U$150,000,000

Arrecadação: U$ 896,013,096

A Ordem da Fênix

Orçamento: U$150,000,000

Arrecadação: U$938,468,864

O Enigma do Príncipe

Orçamento: U$$250,000,000

Arrecadação: U$933,959,197

Relíquias da Morte – Parte 1

Orçamento: A ser definido, já que as filmagens ocorreram junto com as da Parte 2.

Arrecadação: U$ 955,001,070

Uma coisa eu tenho certeza sobre a primeira parte de As Relíquias da Morte: o final vai ser fdp, aquele tipo de “gancho” que deixa o espectador ansioso para a continuação. Vamos relembrar aqui alguns exemplos…

Obs: Não é nenhuma coincidência que são os “número 2” que possuem esse tipo de final.

De Volta para o Futuro 2

A dupla dinâmica Marty McFly e Doc Brown viaja até 1955 para impedir que um futuro pavoroso e sombrio torne-se realidade. Terminada a missão, o cientista – a bordo de seu DeLorean – é atingido por um raio e some. Depois descobrimos que este foi parar no Velho Oeste, 1885. Marty terá que resgatá-lo e, não fossem as cenas do terceiro filme que vem de brinde ao fim da projeção, eu teria ficado louco para saber o que aconteceria…

Matrix Reloaded

Depois de um espetáculo de cenas de ação, o segundo Matrix chega ao fim com duas grandes revelações; o protagonista Neo fica preso em um local desconhecido e o vilão da trilogia, o agente Smith, invade o mundo real. Lembro-me de que a reação no cinema foi assustadora…

Piratas do Caribe – O Baú da Morte

É realmente muito corajoso pegar o protagonista de uma franquia milionária e matá-lo ao fim da projeção. Claro, Jack Sparrow não morre (o terceiro filme é sobre seu retorno dos mortos), mas a cena do pirata entrando na boca do Kraken é memorável.

Kill Bill – Vol. 1

Após um banho de sangue trash e uma luta memorável contra Lucy Liu, a Noiva (Uma Thurman) continua sua vingança contra Bill, achando que sua filha está morta. Na cena final, ouvimos o antagonista revelar que ela estava enganada. Genial.

Alguns estão se saindo bem, outros são descaradas tentativas frustradas.

Crepúsculo

Não há dúvidas; mesmo que imperfeita e cheia de falhas, a saga Crepúsculo é a que chega mais perto do sucesso de Harry Potter. No entanto, a série já vai acabar e nem de longe teve o mesmo impacto que a saga do bruxo adolescente.

As Crônicas de Nárnia

Com um eficiente primeiro filme, mas uma mediana e arrastada sequência, a franquia Nárnia até que entretem, o elenco é razoável e os efeitos visuais e cenários também capricham. O terceiro capítulo sai este ano, veremos se melhora.

A Bússola de Ouro

Daniel Craig, Eva Green, Nicole Kidman, direção de arte espetacular e efeitos visuais de primeira disperdiçados em uma trama confusa, incoerente e muito cansativa.

Percy Jackson

Uma das mais descaradas e mal feitas tentativas de franquia que ja testemunhei. A história é fraca e desinteressante, o elenco é péssimo e acharam mesmo que só porque o Chris Columbus dirigiu os primeiros Harry Potter, que ele acertaria de novo.

Do primeiro filme da saga até aqui, o elenco principal cresceu muito. Vamos recordar:

Daniel Radcliffe

Rupert Grint

Emma Watson

O veredicto do blog em relação aos capítulos anteriores da saga:

Bem… O especial acaba aqui, espero que tenham gostado. E adeus à franquia Harry Potter, sentiremos sua falta.

| Resident Evil 4: Recomeço | Nem o 3D salva

Posted in Ação, Cinema, Críticas de 2010 with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 18 de setembro de 2010 by Lucas Nascimento

2.0

  Alice in Zombieland: Milla Jovovich corre de uma multidão de mortos-vivos

O mais recente capítulo da franquia Resident Evil, baseada em uma série de games que pouco se assemelha com a adaptação, chegou e a impressão que fica é a mesma acerca da franquia Crepúsculo: a trama não avança à lugar nenhum, pouco acontece. A diferença, é que o sistema de câmeras 3D de James Cameron está presente, como um efeito muito divertido.

Para esse quarto filme, foi trazido de volta Paul W.S. Anderson (diretor do primeiro filme) e ele realmente não aprendeu nada sobre direção. Razoável em comandar cenas de ação (a maioria delas, cópias de Matrix), não desenvolve ou torna interessante a narrativa pedestre do longa e parece estar completamente à deriva de cenários digitais e de eficientes efeitos 3D (que em certos momentos chegam a ser melhor do que os de Avatar); o descontrole reina, ele parece não saber como contar sua limitada história.

Nem mesmo as cenas de ação, que são repetitivas e cansativas, ajudam. Não há emoção, nenhum tipo de suspense ou terror digno, não apenas dos games, mas de qualquer filme de zumbis que se preze. Aliás, são tão poucos zumbis no longa, que o diretor parece ter esquecido de que as criaturas foram as responsáveis por todo o caos no planeta. Temos um ou outro monstro interessante (como o Exucutioner e seu machado gigante), mas nenhum ganha devida atenção.

Sobre o elenco, Milla Jovovich continua inexpressiva e sua personagem cada vez mais patética. Por exemplo: logo no início, Alice ataca a Umbrella Corporation auxiliada por suas clones (que são completamente descartáveis à trama) e logo após uma batalha eficiente – que só fica melhor com os efeitos em 3D – ela perde seus poderes. A emoção é tão inexistente no roteiro, que a protagonista nem sequer expressa algum tipo de sentimento quanto a essa transformação e mesmo sem poderes, continua lutando e atirando como uma super-heroína, não uma humana.

Os coadjuvantes são tão patéticos e descartáveis que não merecem o comentário (Ali Larter e Wentworth Miller estão péssimos), apesar de Shawn Roberts se sair bem como o vilão Wesker, apresentando o personagem de forma bem caricata e similar ao do game, mesmo que empreste muito da atuação de Hugo Weaving em Matrix.

Alice e seus parceiros seguem estourando e aniquilando (poucos) zumbis, mutantes e machados enormes, mas o rumo que a trama tenta seguir nunca convence, nunca justifica e sempre soa incoerente. Infelizmente, o gancho para um quinto filme está lá e não posso imaginar que bizarrices virão a seguir.

Sobre vampiros e lobos | Especial A SAGA CREPÚSCULO: ECLIPSE

Posted in Especiais with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 29 de junho de 2010 by Lucas Nascimento

Muitos amam, muitos adoram e muitos detestam A Saga Crepúsculo, e a estreia da terceira parte, Eclipse já acontece nessa Quarta-Feira (30/06). Fã da série ou não, espero que aproveite esse especial. Vamos lá:

A história

A história começa com uma série de assassinatos em Seattle, todos causados por um grupo de vampiros recém-transformados, liderados por Victoria, que pretendem ir atrás de Bella e matá-la. Enquanto isso, a jovem precisa fazer sua escolha entre Edward e seu amigo Jacob.

Minha honesta opinião: Minha expectativa está relativamente baixa em relação a Eclipse. Me parece que será uma grande enrolação e a única coisa boa, será a batalha final. Claro, eu posso estar errado, é esperar para ver.

Personagens Principais

Isabella Swan (Kristen Stewart)

Dividida entre o vampiro Edward e o lobisomem Jacob, Bella precisa fazer sua escolha, sabendo que sua decisão pode desencadear uma guerra entre as criaturas. Como se não bastasse, precisa lidar com a ameaça de Victoria, que planeja vingança.

 

 

 

 

Edward Cullen (Robert Pattinson)

Após a proposta de casamento, Edward continua discutindo com Bella as consequências de sua escolha; e as dores que ela pode sofrer. Ele e sua família deverão se unir com os lobisomens.

 

 

 

 

Jacob Black (Taylor Lautner)

Na luta pelo coração de Bella, o jovem lobisomem deverá ajudar os Cullen a impedir o ataque do exército de Victoria, reunindo o clâ dos lobos. Jacob continua tendo uma relação de ódio contra Edward.

 

 

 

 

Victoria (Bryce Dallas Howard) 

Determinada a vingar a morte de seu namorado, a ruiva reúne um exército de vampiros recém-formados para ir atrás de Bella; não importando quantos lobisomens ou outros sangue-sugas tenha que destruir pra cumprir sua missão.

 

 

 

 

Os Cullen e a Tribo Quileute

Quando a situação fica muito perigosa, a família Cullen e a tribo dos lobisomens devem por suas diferenças de lado e se unir para defender Bella do ataque de vampiros recém-transformados. Rosalie e Jasper ganharão mais destaque, tendo seus passados revelados.

Os Volturi

Dessa vez, não veremos as grandiosas paisagens de Volterra, na Itália… Apenas quatro integrantes do grupo aparecem no filme, sempre observando a situação dos ataques em Seattle e botando pressão na transformação de Bella. Pena que Michael Sheen não volta, ótimo ator.

O Exército Recém-Transformado

Sem dúvida o elemento que mais me chama atenção no terceiro filme. O exército é formado por vampiros-recém transformados, o que significa que são mais selvagens e possuem pouco controle de sua sede de sangue. O grupo, formado por Victoria, é liderado pelo jovem Riley, um dos responsáveis pelos ataques em Seattle.

Fita Partida: Os novos rumos da Saga

A capa do livro de Eclipse, que mostra uma fita vermelha se partindo, simboliza o pacto entre os vampiros e lobisomens sendo destruído. É basicamente isso que vai acontecer no terceiro filme, mas que rumos tomará a história depois?

Quero deixar bem claro que nunca li Amanhecer (pra ser sincero, nenhum dos livros), então não sei como a história acaba. Vão aqui as minhas (malucas) sugestões para o fim da Saga Crepúsculo:

1- Bella vira vampira, mas é caçada por Van Helsing

Imagine uma versão juvenil do Dr. Van Helsing. Quero dizer, alguns podem detestar a ideia, mas eu acho que a série poderia ganhar muito mais adrenalina com o eterno caçador de Drácula.

2 – Os volturi exterminam os Cullen e os Lobos

Com Edward quebrando o acordo com os Volturi ao não transformar Bella em vampira, o grupo reúne seus súditos e parte para Forks, onde uma grande batalha ocorre, terminando com a vitória de Dakota Fening e seu grupo.

3- Crossover

Temendo o ataque de lobisomens, os Cullen se aliam com Bill e os vampiros de True Blood, que apresentam a famosa bebida de sangue sintético aos sanguessugas de Forks, acabando de uma vez por todas as rivalidades entre vampiros normais e a família de Edward.

Vampiros Clássicos, Lobisomens fodas

Claro, os vampiros e lobisomens da Saga Crepúsculo são versões mais “light” dos famosos monstros do terror. E tudo bem, mas vamos relembrar algumas das boas e velhas criaturas da noite…

Drácula de Bram Stoker

Inegavelmente (mais uma vez), inegavelmente o melhor vampiro já criado. Retratado de muitas maneiras, mas acredito que sua melhor versão seja a de Francis Ford Coppola, em Drácula de Bram Stoker. Interpretado por um impressionante Gary Oldman, o conde nunca teve um visual tão ameaçador e, ao mesmo tempo, charmoso.

Nosferatu

O Nosferatu é uma das únicas figuras do cinema que realmente me assustam. Não sou muito fã do primeiro filme (de 1922), mas o personagem é memorável e muito sinistro.

Entrevista com o Vampiro

Os vampiros de Tom Cruise e Brad Pitt são bem agradáveis e eficientes, mas a força do elenco vem de uma jovem Kirsten Dunst, no papel de Claudia. Uma performance memorável e sem dúvida a melhor de sua carreira até hoje.

30 dias de noite

Despindo-se de todo o charme e sedução que a maioria dos vampiros apresenta, os dentuços desse massacre no Alaska são bem sinistros; além de possuírem olhos negros e dentes de piranha, se comunicam entre si através de contorcidos ruídos. Curiosidade: o diretor de 30 Dias de Noite é quem comanda Eclipse, será que rola um banho de sangue? Duvido…

Um Lobisomem Americano em Londres

              Isso sim é um lobisomem!

Aqui está a prova de que lobisomens são bem melhores á moda antiga: sem CG, a boa e velha maquiagem de monstros. A criatura do filme de 1981 é tudo que um lobisomem deve ser: aterrador só de olhar para ele.

Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban

Ok, o lobisomem de Harry Potter não é assustador e nem tão selvagem assim, mas há uma coisa nele que me fez colocá-lo nessa lista: sua transformação. A cena é uma das melhores do gênero dos lobisomens, o CG é bem sutil e a imagem do professor Lupin uivando para a lua é memorável.

Lobisomem de Benicio Del Toro

Tudo bem que a versão desse ano do lobisomem vitoriano foi muito irregular e fraca, mas em um aspecto o filme chamou minha atenção: a violência. O lobisomem é uma máquina de matar de sanguionolenta e o diretor não tem medo de fazer belas mortes violentas e trash. Por isso, vale destacar esse lupino.

Twilighters: O impacto da saga na cultura pop

É irrevelante dizer que Crepúsculo é a sensação teen do momento, porque todo mundo já sabe disso. Esse tópico é dedicado a algumas artes caprichadas que eu achei pela internet. Fato: o pessoal de marketing poderia contratar alguns “twilighters” (nome dado aos fãs da saga) para fazer o design dos pôsteres. As criações de fãs são muito superiores aos sem graça e idênticos cartazes oficiais.

                      Sem dúvida o melhor pôster, considerando fãs e oficiais, da saga

A razão pela qual eu acho Crepúsculo uma boa história, é sua associação com alguns aspectos da adolescência. Odeio muitas das invenções de Meyer, como o brilho na luz dos vampiros e os lobisomens descamisados, mas a relação da história com o sexo na adolescência é bem interessante. Bella é uma jovem que quer que seu amado a morda, mas ele quer se casar primeiro. Concordam? Não? Tudo bem, não sou filósofo…

                      Banners mais “artísticos” chamariam mais a atenção

Além das relações e dos simbolismos, a história de Meyer faz o mesmo que Harry Potter fez há alguns anos atrás; transforma ícones do terror em personagens adolescentes, e devo dizer que algumas ideias são interessantes, como por exemplo todo o legado da família Cullen e a organização política dos Volturi (que mereciam um filme-solo).

Muse: A Banda Oficial da Saga

Eu gosto do som da banda Muse, possuem ótimos álbuns (Black Holes e Revelation) e agradam. Todos os filmes da saga tem ao menos uma música na trilha sonora, vamos relembrá-las:

Crepúsculo – Supermassive Black Hole

É tocada na cena do jogo de beisebol. A guitarra é sensacional e o vocal bacana, mas a música meio que fica na mesma. Nota: 7,5

Lua Nova – I Belong to You

A melhor contribuição do grupo na franquia, I Belong To You toca brevemente em uma mudança de cena, merecendo mais destaque. Mais empolgante e agradável, é uma ótima canção. Nota: 9,0

Eclipse – Neutron Star Collision

A mais “leve”, com um óbvio tom romântico nas letras e na execução. É uma boa música, bom solo de guitarra e possui alguns traços de músicas antigas (e melhores) da banda, como a bateria, que lembra muito a da excepcional Knights of Cydonia. Nota: 7,5

Críticas da Saga

Relembre o veredicto dos capítulos anteriores da Saga Crepúsculo:

Crepúsculo

Lua Nova

Bem, o especial vai ficando por aqui, mas a crítica vai pro ar ainda essa semana (se eu conseguir achar ingressos…). Até lá.

Os vencedores do MTV Movie Awards

Posted in Prêmios with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 7 de junho de 2010 by Lucas Nascimento

Sem comentários, há poucos prêmios merecidos nessa lista, com destaque para os de Se beber, não case! Também merece lembrança, o show de Tom Cruise na pele daquele que é, na minha opinião, o papel definitivo de sua carreira: Les Grossman, de Trovão Tropical.
Melhor Filme

A Saga Crepúsculo: Lua Nova

Melhor Ator

Robert Pattinson – A Saga Crepúsculo: Lua Nova

Melhor Atriz

Kristen Stewart – A Saga Crepúsculo: Lua Nova

Melhor Revelação

Anna Kendrick – Amor sem Escalas

Melhor Performance Cômica

Zach Galifianakis – Se beber, não case!

Melhor Vilão

Tom Felton – Harry Potter e o Enigma do Príncipe

Melhor briga

Ali Larter, Beyonce Knowles – Obsessão

Melhor Beijo

Kristen Stewart e Robert Pattinson – A Saga Crepúsculo: Lua Nova

Melhor Momento WTF (Que Porra é essa)

Ken Jeong no porta-malas – Se beber, não case!

Superastro

Robert Pattinson

Melhor Performance assustada

Amanda Seyfried – Garota Infernal

Melhor astro badass

Rain – Ninja Assassino

Se a votação continuar nas mãos dos internautas, todos os filmes da Saga Crepúsculo vão ganhar…