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Sony vai adaptar A GAROTA NA TEIA DE ARANHA com novo elenco

Posted in Notícias with tags , , , , , , , , on 4 de novembro de 2015 by Lucas Nascimento

EE British Academy Film Awards (BAFTA) 2014 held at the Royal Opera House - Arrivals Featuring: Alicia Vikander Where: London, United Kingdom When: 16 Feb 2014 Credit: Joe/WENN

Fazia um bom tempo que não postava notícias aqui (estou mais dedicado às críticas, aqui e no Plano Crítico), mas não posso deixar de falar sobre o dramalhão que é a tentativa da Sony de adaptar mais filmes da Trilogia Millennium. Bom, felizmente o estúdio deu luz verde para adaptar A Garota na Teia de Aranha, novo livro de David Lagercrantz que continua a história criada pelo falecido Stieg Larsson.

A parte ruim?A equipe de Os Homens que Não Amavam as Mulheres não volta. Isso aí, Rooney Mara, Daniel Craig e o diretor David Fincher serão substituídos por um novo pessoal, assim como o roteirista Steven Zaillian. O roteiro da nova adaptação fica a cargo de Steven Knight, e um forte rumor aponta que a atriz Alicia Vikander (Ex Machina) seria a nova Lisbeth Salander.

Bem, é realmente frustrante que a equipe original não retorne, visto o trabalho excepcional no filme de 2011. Vikander até chega a ser uma escolha boa, mas teria um trabalho difícil para superar a performance de Mara, indicada ao Oscar.

Vamos aguardar por mais novidades…

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| 007 Contra Spectre | Crítica

Posted in Ação, Aventura, Cinema, Críticas de 2015 with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 4 de novembro de 2015 by Lucas Nascimento

3.5

SPECTRE
Antes tarde do que nunca: a primeira neve do 007 de Daniel Craig

Não é pra qualquer franquia a habilidade de se manter por 53 anos, 24 filmes e 6 atores. É surpreendente como um personagem tão explorado quanto 007 conseguiu ganhar diversas reinvenções ao logo desse tempo, em especial aquelas vistas com Daniel Craig em Cassino Royale e Operação Skyfall, que atualizaram o estilo de personagem para o século XXI ao mesmo tempo em que preservaram suas raízes. Marcando a quarta aparição de Craig como Bond, 007 Contra Spectre reúne – quese – toda a equipe de volta para tentar superar o sucesso do antecessor, e não é surpresa que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar.

Na trama, James Bond procura mais pistas sobre seu passado após uma missão explosiva na cidade do México. A investigação acaba levando-o até Roma, onde descobre a existência de uma nebulosa organização criminosa conhecida como Spectre, chefiada pelo misterioso Franz Oberhauser (Christoph Waltz) e que parece estar por trás de diversas fatalidades na vida do espião.

Tudo bem, não é tarefa fácil superar Skyfall. Foi um dos filmes mais bem avaliados da série, o mais rentável da história do Reino Unido, vencedor BAFTA e dois Oscars e também um longa certeiro e nostálgico para os 50 anos do personagem. Sam Mendes retorna à cadeira de diretor, assim como os roteiristas John Logan, Robert Wade e Neil Purvis, que – não surpreendentemente – acabam caindo na armadilha de tornar Spectre parecido demais com Skyfall. Novamente temos Bond agindo em uma missão pessoal, novamente o MI6 enfrenta pressão do governo para justificar sua existência num mundo moderno (curiosamente, mesma situação que afetou a IMF em Missão: Impossível – Nação Secreta) e por aí vai. A repetição também se manifesta nos diálogos sem muita profundidade e mais interessados em entregar one liners falhos e sem imaginação (“Fiquei sem balas”, dado o contexto de uma cena específica, é broxante), ainda que algumas raras exceções funcionem: o humor pontual é ótimo, como quando Bond tem sua queda de um prédio interrompida por um sofá ou sua sincera reação ao novo ferimento de um oponente.

Mais do que qualquer outro filme da série, Spectre preocupa-se em conectar seus filmes, indo além das casuais referências nostálgicas (Sam Mendes claramente adora Viva e Deixe Morrer). Os eventos e personagens de CassinoQuantum of SolaceSkyfall são retomados fortemente aqui, criando uma relação megalomaníaca com o Oberhauser de Christoph Waltz, que oferece uma performance vilanesca típica de Hans Landa e promete agradar os fãs mais saudosistas com sua aguardada revelação. Aliás, é justamente essa revelação que torna o antagonista tão especial, já que suas ações não são realmente tão memoráveis – com exceção de uma arrepiante cena de tortura e a reunião dos membros da Spectre em uma sala escura que remete imediatamente a De Olhos Bem Fechados.

Mendes mantém uma condução eficiente, e já começa a projeção com um ótimo plano sequência pela vasta marcha do Dia dos Mortos na capital mexicana. Temos uma ótima sequência envolvendo carros e um avião na neve e uma brutal pancadaria no interior de um trem (remetendo a Moscou contra 007O Espião que me Amava, graças também à postura forte de Dave Bautista como o capanga Sr. Hinx) O diretor de fotografia Hoyte Van Hoytema empresta seu grão sujo para ajudar o diretor, não alcançando um trabalho surreal como o de Roger Deakins em Skyfall, mas capturando belas imagens com paisagens na Áustria e a já mencionada reunião da Spectre, em uma tela expressionista ambientada em Roma. Só é uma pena que não tenhamos cenas muito inventivas, começando por uma perseguição de carro que não empolga – provavelmente por entrecortá-la com exposição de diálogos enquanto Bond conversa com Moneypenny (Naomie Harris, novamente) – e um clímax fraco que só se salva pela conexão criada com os longas anteriores, envisionando um cenário que realmente mergulha no inconsciente de Bond.

Além de Oberhauser, temos Léa Seydoux excelente como a psicóloga Madeleine Swann. Não chega a ser memorável como uma Vesper Lynd, mas é uma personagem forte e capaz de bater pra igual com Bond, gerando uma boa química com o sempre competente Daniel Craig, que ainda se mostra um ótimo Bond mesmo sem muito de novo a oferecer aqui (não levando em consideração as declarações pouco elegantes do ator). Ben Whishaw novamente atesta que a decisão de rejunescer Q foi genial e Ralph Fiennes surge durão como M, especialmente quando contracena com o cínico Andrew Scott, na pele de um burocrata calculista.

Em seus aspectos técnicos, é primoroso como a maioria dos filmes da série. Além da já comentada fotografia de Hoytema, a montagem de Lee Smith adiciona mais ações em paralelo (afinal, o cara é o colaborador de Christopher Nolan), em especial no clímax que envolve participação de toda a equipe, e Thomas Newman aproveita muito de seus temas criados para Skyfall, inovando apenas na influência musical do México e Roma; além de um mistério mais forte em torno da figura antagonista. Por fim, a sequência de créditos com “Writing’s on the Wall”, de Sam Smith, é provocante e dinâmica, sendo muito eficiente em mesclar a imagem de polvos com as tradicionais silhuetas femininas da saga.

007 Contra Spectre é mais uma boa adição à era de Daniel Craig como James Bond, ainda que não consiga subir ao mesmo nível de seu excelente antecessor. Traz bom entrenimento e nostalgia para os fãs de longa data, mesmo que seja impossível não se sentir um pouco decepcionado.

| Missão: Impossível – Nação Secreta | Crítica

Posted in Ação, Aventura, Cinema, Críticas de 2015 with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 12 de agosto de 2015 by Lucas Nascimento

4.0

MI5RogueNation
O Burj Khalifa não tava alto o bastante? Então vai um avião.

É interessante observar que, enquanto a maioria das franquias vai se desgastando com o tempo e suas intermináveis sequências, Missão: Impossível só vai ficando melhor a cada exemplar. Provavelmente pela política de Tom Cruise de exigir um diretor diferente por filme, o que acaba lhes fornecendo diferentes estilos e, mais importante, identidade (caracaterística fundamental perdida com frequência nas produções gigantes da Marvel Studios), quase como se a saga de Ethan Hunt se renovasse cada vez mais. Em Nação Secreta, não é diferente, e talvez seja o melhor exemplar da série até agora.

A trama começa com Ethan Hunt (Tom Cruise) em uma longa caçada por uma organização secreta conhecida como o Sindicato, liderada pelo misterioso Solomon Lane (Sean Harris). Ao mesmo tempo em que a IMF sofre pressão política do chefe da CIA (Alec Baldwin), Hunt age clandestinamente com sua equipe para provar a existência da organização e acabar com esta.

Se Protocolo Fantasma era uma aventura desenfreada e divertida aos moldes de Brad Bird, Nação Secreta adota os elementos de espionagem política do eficiente Jack Reacher: O Último Tiro, parceria anterior de Cruise com o diretor e roteirista Christopher McQuarrie. O forte roteiro, também de McQuarrie, aposta em uma trama complexa e bem competente para o gênero, inclusive encontrando equilíbrio para os membros da equipe de Hunt: o divertidíssimo Benji de Simon Pegg nunca teve tanto para fazer aqui, e funciona tanto como um alívio cômico quanto catalisador de eventos, ao passo em que Jeremy Renner e Alec Baldwin dão ânimo ao aspecto mais burocrático da produção.

Como exemplar do cinema de ação, é um filme irrepreensível. A já famosa tomada suicida de Tom Cruise pendurado na lateral de um avião levantando voo é apenas o começo de uma série de sequências eletrizantes que incluem uma sensacional perseguição de motos, um tenso mergulho num tanque de água pressurizada e uma criativa cena ambientada numa ópera, que consegue remeter a O Poderoso Chefão – Parte III enquanto ofusca a similar sequência protagonizada por Daniel Craig em Quantum of Solace. E ainda que Cruise seja o grande fator de tais cenas, a enigmática femme fatale de Rebecca Ferguson é uma personagem interessante e sai de igual com o ator no quesito porradaria, promovendo também uma divertida dúvida quanto a sua lealdade.

O único problema grave do filme é mesmo o terceiro ato, que tem se mostrado como uma dificuldade em comum em toda a série. A projeção se estica além do necessário para encontrar uma solução decente para a trama do Sindicato, que funciona, mas sacrifica o ritmo agitado que a produção vinha tomando. O antagonista de Harris também satisfaz muito mais do que o esquecível traficante de armas de Michael Nyqvist, ainda que a franquia ainda não tenha tido um vilão realmente memorável; o psicopata de Philip Seymour Hoffman no terceiro filme é o que chega mais perto.

Missão: Impossível – Nação Secreta é facilmente um dos melhores filmes de ação do ano, comprovando também que os espiões andam numa ótima fase em 2015. Tom Cruise continua impressionando ao protagonizar empolgantes cenas de ação e a franquia parece estar num contínuo fluxo de reinvenção. O que é ótimo.

Estarei na primeira fila quando Tom Cruise se pendurar num foguete para Missão: Impossível 6.

Obs: Sempre faço questão de agradecer quando um blockbuster é lançado em 2D.

Confira o novo trailer de 007 CONTRA SPECTRE

Posted in Trailers with tags , , , , , , on 22 de julho de 2015 by Lucas Nascimento

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Lançado em plena madrugada, o novo trailer de 007 Contra Spectre explora um pouco mais da trama, colocando em foco a caçada de James Bond pela misteriosa organização do título. Temos mais ação, locações e o primeiro vislumbre de Christoph Waltz.

Confira:

007 Contra Spectre estreia em 5 de Novembro no Brasil.

Muita ação no spot de TV de 007 CONTRA SPECTRE

Posted in Trailers with tags , , , , , , on 10 de junho de 2015 by Lucas Nascimento

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Publicar spots de TV e vídeos curtos não é bem o que curto fazer aqui, mas a primeira chamada televisiva de 007 Contra Spectre enfim mostrou alguma coisa das cenas de ação do filme. Entre flashes rápidos vemos perseguições de carro, luta na neve e até um avião no meio do espetáculo. Confira:

007 Contra Spectre estreia em 5 de Novembro.

Primeiro trailer de 007 CONTRA SPECTRE

Posted in Trailers with tags , , , , , , , on 27 de março de 2015 by Lucas Nascimento

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E a divulgação do 24º filme de James Bond continua acelerada. Com as filmagens ainda a todo vapor, a Sony liberou o primeiro teaser trailer de 007 Contra Spectre, filme que promete colocar o Bond de Daniel Craig contra a organização criminosa que infernizou a vida de Sean Connery nos anos 60. Confira:

Além da 4ª atuação de Craig como James Bond, o elenco traz Christoph Waltz, Monica Belucci, Lea Seydoux, Adam Scott e Dave Bautista. Do filme anterior, voltam Ralph Fiennes, Naomie Harris, Ben Wishaw e Rory Kinnear.

007 Contra Spectre estreia em 5 de Novembro.

Saiba detalhes sobre o novo filme de James Bond

Posted in Notícias with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on 4 de dezembro de 2014 by Lucas Nascimento

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A produtora de Barbara Broccoli organizou com a MGM e Sony Pictures uma coletiva de imprensa hoje cedo em Londres para revelar informações sobre o novo filme de James Bond, dirigido novamente por Sam Mendes. É um procedimento de praxe que o estúdio realiza para lançamentos de filmes de 007.

O título do novo filme é Spectre, clara referência à organização secreta do icônico vilão Blofeld.

Antes de tudo, Daniel Craig retorna para o papel principal, claro.

Christoph Waltz é confirmado como o vilão Oberhauser (nada de Blofeld, mas não descarte a possibilidade…). Andrew Scott (o Moriarty de Sherlock) será Denbigh, novo membro do MI-6. Dave Bautista será um dos vilões, Sr. Hinks. Monica Belucci e Léa Seydoux marcam as presenças femininas como Lucia Sciarra e Madeline Swann.

Rory Kinnear retorna como Tanner, Ben Whishaw como Q, Naomie Harris como Moneypenny e Ralph Fiennes como M.

Thomas Newman retorna para fazer a trilha sonora. Hoyte Van Hoytema (ElaInterestelar) fará a fotografia e Lee Smith (trilogia Batman – O Cavaleiro das Trevas) fica responsável pela montagem.

As locações incluem Londres, Roma, México, Tangier no Marrocos, Solden na Áustria (alpes suíços, alguém mais pensou em A Serviço Secreto de Sua Majestade?).

James Bond dirigirá um Aston Martin novamente, o novo modelo DB 10.

DB10

007 – Spectre estreia em 25 de Outubro de 2015.

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