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Continuação de A REDE SOCIAL em produção

Posted in Notícias with tags , , , on 1 de abril de 2012 by Lucas Nascimento

A Sony Pictures divulgou ontem que uma continuação para o premiado filme de 2010, A Rede Social já está em andamento. A trama vai seguir o criador do Facebook após os eventos do primeiro longa. Aaron Sorkin volta para roteirizar a sequência, que deve envolver também a concorrência de Mark Zuckerberg com outras redes sociais, como o Twitter, e também o que se deu de Eduardo Saverin após sua saída da empresa.

Ainda não foi confirmado se David Fincher ou qualquer outro membro do elenco retornará. Aguardemos por mais notícias desse polêmico projeto.

É, não podia ficar sem soltar uma notícia falsa de Primeiro de Abril…

Ainda bem que é mentira!

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Batalha pelo Oscar 2011 | Parte II | Categorias Técnicas

Posted in Especiais, Prêmios with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 22 de fevereiro de 2011 by Lucas Nascimento

E chegamos à parte II do especial sobre o Oscar! Aqui, daremos uma olhada nas sempre interessantes categorias técnicas, sem as quais o filme não seria o mesmo. Vamos lá:

Ajudando a transformar a visão do diretor em realidade, o diretor de fotografia possui um dos mais importantes cargos, analisando luzes, cores, sombras, mise en scène, entre muitos outros… Os indicados são:

A Origem | Wally Pfister

Mais uma vez trabalhando com Christopher Nolan e mais uma vez sendo indicado ao Oscar, Wally Pfister se supera na composição visual do complexo mundo de A Origem. Vale destacar o uso de reflexos e espelhos, que ajudam a simbolizar a constante discussão de sonho e realidade e como a paleta de cores alterna em cada estágio da missão: frios, quentes, pasteis, sombrios, claros…

A Rede Social | Jeff Cronenweth

Mais um exemplo de mistura de tons, só que dessa vez eles se misturam em uma única tomada, como na foto acima, que mistura cores fortes e coloridas em um ambiente quente, em um mise en scène fabuloso que utiliza-se de diversos computadores espalhados pelo cenário e usuários praticamente hipnotizados; simbolizando uma boa amostra sobre o uso excessivo da tecnologia. Sendo Fincher na direção, o filme tem uma aparência de gênero policial…

Bravura Indômita | Roger Deakins 

Grande Deakins, fotógrafo habitual dos irmãos Coen, mais uma vez marca presença nas indicações ao transpor às telas o bem-humorado faroeste de vingança. Deakins apresenta uma paisagem mais bela do que a outra, retratando aquele período com tons pasteis nas cenas diurnas e sombras elegantes nas noturnas, contribuindo para a construção emocional – especialmente no clímax – e visual.

Cisne Negro | Matthew Libatique

A base é praticamente uma só: o constraste entre luz e sombras. A fotografia traduz de forma eficaz essa dualidade, apresentando um tom predominantemente frio e sombrio. Destaco (mais uma vez), os planos em que é possível acompanhar a ação de um personagem e a reação de outro, graças ao espelho.

O Discurso do Rei | Danny Cohen

Não possui muita relevância nas cores ou nas luzes, mas contribue narrativamente na visão do protagonista. Sempre nos cantos da tela, sua falta de orientação muitas vezes é simbolizada pela neblina (nesses casos, temos uma bela fotografia) e os mise en scènes que em diversos momentos, mostram a fraqueza de Bertie perto dos outros personagens.

Ficou de fora: Deixe-me Entrar | Greig Fraser

Predominantemente sombria, as noites geladas do Novo México são capturadas com perfeição e beleza pelo. Tons quentes, posicionamentos estilosos e uma cena de capotagem inesquecível deveriam ter sido lembrados.

APOSTA: Bravura Indômita

QUEM PODE VIRAR O JOGO: A Origem

Para povoar a história de personagens e situações, cenários – sejam digitais ou construídos – são essenciais, assim como a equipe que os desenha/projeta antes de construí-los. Os indicados são:

Alice no País das Maravilhas | Robert Stromberg e Karen O’Hara

Mesmo achando Alice um filme lindo e repleto de cenários maravilhosos, a Academia já premiou Avatar ano passado e dar o prêmio para o novo de Tim Burton sairia repetitivo (como têm acontecido categoria de Figurinos). Ainda assim, são paisagens dinâmicas e psicodélicas.

A Origem | Guy Hendrix Dyas, Larry Dias e Douglas A. Mowat

Predominantemente contemporâneos, os magníficos cenários de A Origem chamam a atenção por sua aparente normalidade, mas logo percebe-se a estranheza de locações (como os paradoxos da escada de penrose) e o esplêndido trabalho de arquitetura, quase sempre oferecendo lugares luxuosos e sofisticados. E, claro, todos eles (menos o surreal Limbo) foram construídos de verdade. Clique aqui para mais cenários.

Bravura Indômita | Jess Gonchor e Nancy Haigh

Recriar o Velho Oeste nunca é fácil (se errado, o filme pode se tornar um desastre), mas a equipe de Bravura Indômita faz um trabalho autêntico. A pequena cidade em que se passa grande parte da trama é quase palpável devido a tamanha atenção aos detalhes, mas também como os diretores fazem bom uso dela, sempre mostrando-a de diversos ângulos. As demais paisagens, são excelentes e ganham atenção especial pela fotografia de Roger Deakins.

O Discurso do Rei | Eve Stewart e Judy Farr

A Inglaterra do Século XVIII é bem recriada aqui, acertando nos objetos de cena – como telefones e pratarias – e nos luxuosos cômodos do Rei George VI. No entanto, a produção poderia ter feito uso melhor deles, considerando que muitas cenas se passam no consultório de Lionel (bem simples) e os verdadeiros cenários luxuosos que caracterizam a monarquia aparecem pouco.

Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1Stuart Craig e Stephenie McMillan

É bom ver a saga de Harry Potter ganhando reconhecimento por seus grandiosos cenários. No design do penúltimo filme, destaca-se o Ministério da Magia, presente desde o quinto filme (mas esnobado na categoria), apresentando um visual dark, meio de época e gótico. Os outros cenários também são caprichados.

Ficou de Fora: Ilha do Medo

Com imensos valores técnicos, o suspense de Scorsese destaca-se por – além de muitos outros fatores, obviamente – seus caprichados cenários e paisagens, de época, mas com um leve toque sinistro; quase gótico, alguns chegando a ser labirínticos (com a Ala C). A computação gráfica ajuda sutilmente, a criar ambientes memoráveis.

APOSTA: A Origem

QUEM PODE VIRAR O JOGO: O Discurso do Rei

Se há um departamento que é essencial – e também um dos meus preferidos – é a montagem. É preciso habilidade para montar o filme, lhe fornecer o ritmo e tom apropriado e, claro, eliminar cenas desnecessárias. Os indicados são:

127 Horas | John Harris

Tiremos o elefante da sala: 127 Horas roubou a indicação de A Origem. Deixando a polêmica de lado, a edição do longa de Danny Boyle é trabalhosa por focar-se em um único personagem ao longo de quase todo o filme. Ágil e dinâmica, é um trabalho que brinca com as possibilidades e desejos de Aron, exibindo flashbacks e telas divididas.

A Rede Social | Kirk Baxter e Angus Wall

Elegante e rápida, a edição de A Rede Social preserva os extensos diálogos entre os personagens, ao fazer um belo uso de ação e reação. Mas o destaque é por, constantemente, apresentar flashbacks e flashfowards, que mostram a criação do Facebook ao mesmo tempo em que seu fundador é processado em 2 processos legais – característica do roteiro, que fica ainda melhor nas telas.

Cisne Negro | Andrew Weisblumg

A montagem aqui é usada relativamente pouco. Não entenda mal, o longa é eficaz em sua edição, mas o diretor preserva algo que eu gosto muito: planos-sequência, tomadas longas sem cortes. Quanto a edição, vale destacar a cena da balada ao efeito de ecstasy, que torna-se quase assustadora, além de conter frames de pouquíssimos segundos do Cisne Negro e outras “surpresas”.

O Discurso do Rei | Tariq Anwar

Muito comum, a montagem oferece alguns momentos de verdadeira maestria. Os melhores, aqueles em que várias cenas são intercaladas, como a sequência de treinamento de fala (o uso do sofá como mudança de cena é magnífico) que mescla-se com os primeiros discursos do protagonista.

O Vencedor |  Pamela Martin

A montagem aqui é bem simples, mas as cenas de luta ganham destaque por serem editadas como um programa de TV, dando uma sensação de realismo e imersão à cena maior. A Academia adora esse tipo de trabalho – vide Rocky e Touro Indomável -, mas acho um bom trabalho e só.

Ficou de Fora: A Origem | Lee Smith

Impressionante como a edição de A Origem foi esquecida. Lee Smith teve trabalho ao juntar todas as linhas narrativas – que incluem 4 níveis de sonhos simultâneos – e dar-lhes ritmo, nunca tornando o longa cansativo. Talvez seja muito complexo para a Academia…

APOSTA: A Rede Social

QUEM PODE VIRAR O JOGO: O Discurso do Rei

A menos que seja um filme pornô, os atores precisam de roupas; que variam de época, tamanho e estilo, adequando-se à sua narrativa e ao personagem. Os indicados são:

Alice no País das Maravilhas | Colleen Atwood

Mesclando o universo fantasioso de Lewis Carrol com a visão maluca de Tim Burton, Atwood desenvolve figurinos espetaculares que, não só são lindos, mas também obedecem a uma estética específica, como por exemplo o vestido que Alice usa quando vai alternando seu tamanho.

Bravura Indômita | Mary Zophres

Aqui temos figurinos de velho oeste autênticos (vide a piada de De Volta para o Futuro 3) e caprichados. A maioria casacos escuros e pesados, mas também belos vestidos da época, um berrante uniforme Texas Ranger usado por Matt Damon e um estúpidamente divertido traje de urso. Um ótimo trabalho.

O Discurso do Rei | Jenny Beavan

Figurinos de realeza! Sempre conquistam a estatueta – merecidamente -, mas acho que esse ano a tradição muda. O guarda-roupa de O Discurso do Rei oferece vestuários de época autênticos e caprichados, com destaque às roupas de Helena Bonham Carter. O problema, é que Alice é um candidato mais forte e superior.

I Am Love | Antonella Cannarozzi

Bem contemporâneos, diga-se de passagem, o figurino de I Am Love é estiloso, mas não merecia a indicação. Dentre os exemplos que vi, não achei nada de espetacular ou acima da média. A Origem e A Rede Social ofereciam ternos mais bacanas…

The Tempest | Sandy Powell

A veterna Sandy Powell costura vestimentas bacanas nessa nova adaptação do conto de Shakespeare. São competentes, não vi grande coisa – a menos no principal traje de Helen Mirren, que é bem feito.

Ficou de Fora: Cisne Negro

A maioria dos vestimentos são contemporâneos, merecendo atenção aos belos trajes de balé usados por Nina ao longo da produção. Mais do que puro enfeite, o figurino também respeita a necessidade narrativa, ao apresentar a personagem de Lily apenas com roupas pretas, destacando sua personalidade sombria.

APOSTA: Alice no País das Maravilhas

QUEM PODE VIRAR O JOGO: O Discurso do Rei

A arte de enfeitar e disfarçar um artista, resultando em uma transformação do personagem, seja para envelhece-lo ou transformá-lo em um monstro. Os indicados são:

Caminho da Liberdade | Edouard F. Henriques, Greg Funk e Yolanda Toussieg

Não vi o filme, mas percebi maquiagens decentes aplicadas em alguns personagens. Ed Harris conseguiu uma barba convincente e as queimaduras de sol em Jim Sturgess o disfarçam completamente. Mas não é nada espetacular a ponto de levar a estatueta.

O Lobisomem | Rick Baker e Dave Elsey

O mestre das maquiagens ataca novamente! Rick Baker, especialista em filmes de monstros, empresta seu talento à composição da nova versão do Lobisomem. Perfeita, o trabalho é a melhor coisa do longa. Já ganhou. Se perder, é absurdo.

Minha Versão para o Amor | Adrien Morot

Certo, colocaram uma barba no Paul Giamatti. Uma barba (!) garantiu uma indicação ao Oscar… Brincadeiras a parte, como o filme ainda não estreou por aqui, fica a dúvida se a trama possui algum salto temporal, envelhecimento do protagonista, etc.

Ficou de Fora: Alice no País das Maravilhas

Realmente, achei que as bizarrices de Tim Burton seriam indicadas este ano. Johnny Depp ficou irreconhecível, e a maquiagem aplicada é relativamente simples.

APOSTA: O Lobisomem

QUEM PODE VIRAR O JOGO: Minha Versão do Amor

Dando vida ao que não existe, a equipe de efeitos visuais trabalha para criar personagens e ambientes digitais, buscando o realismo perfeito. Os indicados são:

Além da Vida

Não assisti o novo filme de Clint Eastwood, mas o barulho provocado pela cena do Tsunami chegou aos meus ouvidos e pude conferir alguns trechos dela no Youtube e gostei do resultado, bem orgânico. Mas não é por uma cena boa que se garante a estatueta…

Alice no País das Maravilhas

Alice é mais um Avatar; um mundo bizarro e fantasioso criado a partir de computadores, mas que funciona perfeitamente bem em cena. Alguns personagens digitais – como o Gato de Chenrise, da foto – ficaram excelentes, mas o cavaleiro vivido por Chrispin Glover é claramente reconhecível como efeito digital. A cabeça gigante de Bonham Carter ficou bacana também.

A Origem

Na minha opinião, o melhor efeito da categoria. Não só por serem visualmente perfeitos, mas por serem usados de maneira adequada no filme, contribuindo à narrativa e não aparecendo apenas para mostrar o tamanho do orçamento. Os efeitos são perfeitos, destacam-se o Limbo e a rua dobrada de Paris.

Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1

Não achei os efeitos visuais do sétimo Harry Potter grande coisa, mas reconheço o progresso na criação de criaturas digitais, como os elfos Dobby e Monstro. Os dois são o ponto alto no CG do filme, que às vezes soa um tanto mal feito, como na cena em que os dementadores aparecem.

Homem-de-Ferro 2

Continuando a mesma técnica do filme anterior, a armadura do herói-título é completamente feita por computação gráfica, mas dessa vez temos muito mais robôs, chicotes elétricos, entre outros. Não me entenda mal, são bons efeitos, no entanto é fácil encontrar defeitos e algumas criações não ficam perfeitas; ainda acho que a interação armadura-ator precisa melhorar.

Ficou de fora: Cisne Negro

Aplicados de maneira sutil e orgânica, os efeitos digitais de Cisne Negro complementam a trama ao criar imagens perturbadoras e oníricas sobre cisnes e a obsessão da protagonista. São pouco usados no longa, mas funcionam perfeitamente.

APOSTA: A Origem

QUEM PODE VIRAR O JOGO: Alice no País das Maravilhas

E a Parte II acaba aqui, mas aguardem que ainda tem mais! Amanhã publicarei a terceira parte, sobre os Sons e Músicas que concorrem. Até lá.

| A Rede Social | História do Facebook ganha filme maduro e impressionante

Posted in Cinema, Críticas de 2010, Drama, Indicados ao Oscar with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 21 de novembro de 2010 by Lucas Nascimento


Bilionários por Acaso: Mark e seus amigos inciam uma sombria jornada

Desde o anúncio de sua produção, houve a dúvida se um filme que conta a história de um site de internet seria digno de ver a luz do dia e resultasse de maneira favorável. Não fosse o roteiro genial de Aaron Sorkin e a direção sombria de David Fincher, talvez A Rede Social tivesse sido outro filme; longe da perfeição que alcança.

O interessante sobre o longa – e isso deve ser ressaltado – é que não é “Facebook: O Filme”, o grande foco emocional do filme não é no site, e sim nas dificuldades e conflitos entre seus fundadores, especialmente Mark Zuckerberg e Eduardo Saverin. Fincher constrói e destroi a amizade dos dois de maneira complexa e emocional, nunca julgando cada um como herói ou vilão; grande trunfo do intricado roteiro de Sorkin, que apresenta diálogos rápidos (em velocidade, não em duração), impecáveis e frases memoráveis.

Destaca-se também a montagem do filme. Optando por não seguir uma linha narrativa linear, Fincher apresenta a criação do Facebook e vai cortando entre os processos judiciais enfrentados por Mark, o que dá um tom de investigação e incomum ao filme; que só aumenta com a perturbadora trilha sonora eletrônica de Trent Reznor e Atticus Ross e o belo trabalho de fotografia, que equilibra cores fortes e frias de maneira excepcional.


Adivinhe quem vem para jantar: Justin Timberlake na pele de Sean Parker

Todos esses elementos técnicos combinados geram o clima e o tom perfeito para seu elenco. Quero destacar uma ótima cena, onde Mark, Eduardo e sua namorada conhecem Sean Parker; a maneira como o encontro é retratado, a caracterização dos personagens (reparem na música selvagem que emite sons animalescos e nos movimentos de Parker) os diálogos agressivos que têm o efeito de uma arma de fogo e tudo o que a cena representa. É simplesmente brilhante.

Jesse Eisenberg compõem o protagonista de maneira genial, traçando sua personalidade nerd/intelectual e, raramente transmitindo as emoções que o personagem sente ou o que pensa, o que torna Zuckerberg um anti-herói imprevisível. O colega brasileiro é interpretado com muita emoção pelo excelente Andrew Garfield que enche o jovem empresário de simpatia e carisma; é uma construção de caráter tão perfeita que é surpreendente sua reação ao descobrir a traição de Mark, resultando em uma intensa discussão, muito mais emocionante do que muitos clímax de filmes de ação deste ano.

O foco é nos amigos, mas alguns coadjuvantes roubam a cena. Fazendo uma rara participação no cinema, Justin Timberlake se sai muitíssimo bem como o empresário Sean Parker; manipulador e muito inteligente, é memorável. Armie Hammer faz um trabalho duplo eficiente ao interpretar os gêmeos Winklevoss, irmãos ambiciosos e competitivos. Apesar de pouquíssimo tempo em cena, Rooney Mara – que interpreta a ex-namorada de Mark – chama muito a atenção com seu carisma e habilidade de atuação; afinal, sua personagem é o catalisdor da trama.

Mais do que a história de um site, A Rede Social é a história sobre dois amigos e a destruição dessa amizade, tomando como plano de fundo uma sociedade que se debruça na tecnologia e utiliza a internet obsessivamente, como ferramenta de lazer, trabalho, egocentrismo e inclusão social, muitas vezes sem pensar na causa e efeito de suas ações. A sociedade em que vivemos.

Clique aqui para ler essa crítica em inglês (english)

Novas sessões de A Rede Social em SP [ATUALIZADO]

Posted in Notícias with tags , , , , , , , , , , , on 16 de novembro de 2010 by Lucas Nascimento

Se você, assim como eu, não conseguiu pegar a sessão de A Rede Social na Cinemateca da Vila Mariana, surgem novas chances de conferir o filme sobre o Facebook em São Paulo.

Uma sessão ocorrerá na Vira Cultura no dia 28/11 às 2:00h da manhã (é, péssimo horário). Caso não saiba, o local é no Conjunto Nacional na Avenida Paulista, 2073.

Dessa vez, não perco. A crítica vai estar aqui no dia 29/11. O filme estreia nos cinemas brasileiros em 3 de Dezembro.

ATUALIZAÇÃO: Mais sessões de pré-estreias sem SP fora m confirmadas; uma delas é no Shopping Iguatemi às 21:50h (amanhã, 20/11), outra é no Kinoplex Itaim às 23:5oh (amanhã, 20/11) e duas no Shopping Bourbon Pompéia às 00:00h (19/11 e 20/11).

Bem, não perca!

Sessão única de A Rede Social em SP

Posted in Notícias with tags , , , , , , , on 3 de novembro de 2010 by Lucas Nascimento

Se você mora em São Paulo (capital) e não vê a hora de assistir A Rede Social – o filme sobre o Facebook – deu sorte! A Cinemateca da Vila Mariana vai exibir uma sessão única do filme amanhã (04/11) às 21:00h.

Liguei para o cinema e o conselho é que você esteja lá por volta das 19:00h, quando as bilheterias serão abertas. Eu farei de tudo para ver o filme, se eu conseguir, publico a crítica.

Boa sessão!

A Corrida do Oscar 2011 já começou

Posted in Prêmios with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 25 de setembro de 2010 by Lucas Nascimento

Parece meio cedo pra começar a falar sobre Oscar, mas na verdade não é. Alguns filmes já tem presença garantida, já existem favoritos e muitas especulações. Vamos começar as apostas e ver que longas tem chance real de aparecer na festa:

A Rede Social

Grande surpresa, aposto que ninguém imaginava (eu inclusive), que um filme sobre o Facebook pudesse ser tão elogiado e gerasse tanta especulação. A crítica nos EUA aprovou, dando destaque à direção de David Fincher e ao elenco.
Possíveis Indicações: Melhor Filme, Diretor, Roteiro Adaptado, Ator (Jesse Eisenberg), Ator Coadjuvante (Andrew Garfield e Justin Timberlake), Montagem e Fotografia.

A Origem

Até agora o melhor filme do ano, merece não só meras indicações, mas também muitas vitórias. A presença do longa é quase certa, já que a Academia ignorou Christopher Nolan em O Cavaleiro das Trevas, que foi uma péssima decisão, desaprovada por muitos. A Origem é brilhante e tem potencial para virar clássico.
Possíveis Indicações: Melhor Filme, Diretor, Roteiro Original, Montagem, Fotografia, Efeitos Visuais, Edição de Som, Mixagem de Som e Trilha Sonora.

Toy Story 3

Se a Academia indicou Up – Altas Aventuras na edição anterior, a presença da conclusão da saga dos brinquedos entre os 10 indicados a Melhor Filme é quase certa. A Pixar não é só a melhor produtora de animações da atualidade, mas também a que faz os melhores filmes; até agora, nunca errou.
Possíveis Indicações: Melhor Filme, Melhor Animação (considere essa última já vencida…) e Roteiro Original.

127 Horas

Novo filme de Danny Boyle, é baseado na história real de um jovem alpinista que fica preso em uma montanha, onde reavalia toda sua vida e tenta sobreviver. Parece interessante, mas a Academia pode achar que a vitória do cineasta com Quem quer ser um Milionário? ainda é muito recente. No entanto, James Franco deu o que falar com sua performance.
Possíveis Indicações: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (James Franco) e Melhor Montagem.

The King’ Speech

Grande vencedor no Festival de Toronto, mas não é o bastante para me convencer. Vocês já devem saber, tenho um preconceito muito grande em relação à filmes de épocas, a História do mundo raramente é transformada em um filme interessante e tenho minhas dúvidas quanto a história do Rei George IV, apesar de confiar no talento de Colin Firth.
Possíveis Indicações: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Roteiro Original, Melhor Ator (Colin Firth) e Melhor Figurino (o que foi que eu disse sobre figurinos de época?).

Black Swan

O thriller psicológico de Darren Aronofsky foi bem recebido em Veneza, mas também gerou muita polêmica (típico do cineasta). Natalie Portman com certeza ganhará uma indicação, assim como Mila Kunis, que ganhou prêmio de revelação no Festival. Será que finalmente o talentoso cineasta será reconhecido?
Possíveis Indicações: Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Atriz (Natalie Portman), Melhor Atriz Coadjuvante (Mila Kunis)

Participação Brasileira

E como fica o Brasil na festa? Caso você não saiba, o filme selecionado para representar o país e tentar uma vaga na categoria de Filme Estrangeiro foi Lula – O Filho do Brasil. Dispensa comentários, duvido da qualidade do filme e tenho certeza de que o Brasil mais uma vez ficará de fora da categoria.

Claro, ainda há filmes e premiações a vir, mas é sempre bom dar uma certa atenção a alguns trabalhos, por isso, não esqueça dos filmes citados acima, alguns deles podem ser lembrados pela Academia. Ou não.