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Confira o novo trailer de BATMAN VS SUPERMAN: A ORIGEM DA JUSTIÇA

Posted in Trailers with tags , , , , , , , on 11 de julho de 2015 by Lucas Nascimento

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Diretamente da Comic Con, a Warner libera o trailer completo de Batman vs Superman: A Origem da Justiça! Temos lá os heróis de Ben Affleck e Henry Cavill brigando, a Mulher Maravilha de Gal Gadot em ação e o Lex Luthor de Jesse Eisenberg prometendo. Muita ação, momentos empolgantes… Confira!

Batman vs Superman: A Origem da Justiça estreia em 24 de Março de 2016.

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Novas imagens de BATMAN VS SUPERMAN: A ORIGEM DA JUSTIÇA

Posted in Notícias with tags , , , , , , , on 2 de julho de 2015 by Lucas Nascimento

A Comic Con de San Diego acontecerá na semana que vem, e a Entertainment Weekly já adianta as novidades daquele que promete ser uma das grandes atrações: Batman vs Superman: A Origem da Justiça.

A edição da EW veio recheada de imagens inéditas, com destaque para a Mulher Maravilha de Gal Gadot e a longa cabeleira do Lex Luthor de Jesse Eisenberg. Confira:

 
  
  
  

Batman vs Superman: A Origem da Justiça estreia em 24 de Março de 2016.

O teaser trailer de BATMAN VS SUPERMAN: A ORIGEM DA JUSTIÇA

Posted in Trailers with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 17 de abril de 2015 by Lucas Nascimento

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Este é sem dúvida o trailer que mais tenho aguardado desde o anúncio do projeto! A DC prepare-se para dominar as telas com o primeiro teaser trailer do ambicioso Batman vs Superman: A Origem da Justiça, filme que unirá pela primeira vez os icônicos heróis da editora, a serem vividos por Ben Affleck e Henry Cavill.

Confira:

O elenco também traz Gal Gadot (Mulher-Maravilha), Amy Adams (Lois Lane), Jesse Eisenberg (Lex Luthor), Jason Momoa (Aquaman), Jeremy Irons (Alfred Pennyworth), Ray Fisher (Ciborgue), Laurence Fishburne (Perry White) e Diane Lane (Martha Kent). Jena Malone, Holly Hunter e Scoot McNairy também estão na brincadeira, mas não tiveram seus papéis divulgados.

Zack Snyder dirige a partir do roteiro de David Goyer (O Homem de Aço) e Chris Terrio (Argo). Hans Zimmer está a cargo da trilha sonora.

Batman vs Superman: A Origem da Justiça estreia em 25 de Março no Brasil.

 

Jesse Eisenberg como Lex Luthor em BATMAN VS SUPERMAN: A ORIGEM DA JUSTIÇA

Posted in Notícias with tags , , , , , , , on 25 de março de 2015 by Lucas Nascimento

Depois de espiarmos alguns dos principais heróis que estarão em Batman vs Superman: A Origem da Justiça, eis que a Entertainment Weekly solta a primeira imagem de Jesse Eisenberg como o vilão Lex Luthor. Não é das mais reveladoras ou estilizadas como as anteriores, mas pelo menos confirma que o personagem será de fato careca. Confira:

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Batman vs Superman: A Origem da Justiça estreia em 24 de Março no Brasil.

Jesse Eisenberg será o Lex Luthor em BATMAN VS. SUPERMAN

Posted in Notícias with tags , , , , , , , , , on 31 de janeiro de 2014 by Lucas Nascimento

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Boom! Por essa ninguém esperava… Jesse Eisenberg (indicado ao Oscar por A Rede Social) foi contratado como o Lex Luthor na continuação de O Homem de Aço, que unirá Superman (Henry Cavill) e Batman (Ben Affleck) nos cinemas pela primeira vez. Além disso, Jeremy Irons foi confirmado como o novo mordomo Alfred Pennyworth no filme.

Inesperado, mas é uma escalação muito interessante. Certamente veremos uma reinvenção de Luthor (mais jovem, e quem sabe mais nerd), e Irons deve ficar bem como o inseparável escudeiro do Homem-Morcego.

Ainda sem título, o filme de Batman e Superman estreia em Maio de 2016.

| Truque de Mestre | Divirta-se, mas não olhe tão de perto

Posted in Ação, Cinema, Críticas de 2013 with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on 7 de julho de 2013 by Lucas Nascimento

3.0

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Are you watching closely: Dave Franco, Jesse Eisenberg, Isla Fisher e Woody Harelson

Eu consigo imaginar o entusiasmo dos produtores da Summit Entertainment ao darem sinal verde para a realização de Truque de Mestre. Confiantes, ou não, no sucesso comercial do projeto, a premissa de se usar truques de mágica e ilusionismo para cometer atividades criminosas – aliada a um elenco estelar que inclui a velha e a nova guarda – soa no mínimo como bom entretenimento. O que é, de fato, mas um longa que se arrisca a explorar truques de mágica precisa de justificativas muito melhores do que as oferecidas aqui.

A trama acompanha o detetive do FBI Dylan Rhodes (Mark Ruffalo) que, com o auxílio de uma bela agente da Interpol (Melánie Laurent), investiga uma série de assaltos que teriam sido, supostamente, orquestrados por uma trupe de ilusionistas conhecida como Quatro Cavaleiros (Jesse Eisenberg, Isla Fisher, Woody Harelson e Dave Franco).

Provavelmente o maior acerto do longa, a decisão dos roteiristas Ed Solomon, Boaz Yakin e Richard Ricourt em manter as autoridades como núcleo da trama é inteligente ao intesificar o mistério acerca dos ilusionistas e fornecer liberdade para que estes realizem facetas absurdas sem se dar ao trabalho de revelar o “truque” ao espectador. É também muito instingante ver sujeitos dotados de habilidades “mágicas” algemados em uma sala de interrogatório e usando tal vantagem contra os policiais; uma imagem incomum (como, este ano, a do Superman encarcerado em O Homem de Aço) que só me lembro de ter visto em O Grande Truque, que também trazia a ideia da troca de algemas.

O problema surge no momento em que o filme começa a nos apresentar suas absurdas resoluções, que abandonam os conceitos de ilusionismo para assumir um cárater quase…er, mutante (não por acaso, o personagem de Dave Franco protagoniza uma luta com cartas de baralho, no melhor estilo Gambit). São coincidências, ações meticulosamente planejadas com antecedência e revelações que são simplesmente implausíveis dentro da postura do longa, que comete o erro de se levar a sério demais e procurar soluções complexas que – no fundo – não fazem sentido. É até espantoso como Louis Letterier, com sua direção alucinada, consegue enfiar tantas cenas de ação na história: mágicos, pelo visto, também são especialistas em Parkour, e também não passam de meras figuras unidimensionais – características reforçadas pelas performances que abraçam forte o estereótipo (acredite se quiser, tem até narração à la History Channel do Morgan Freeman!).

Ao fim, fica claro que Truque de Mestre esté mais preocupado em surpreender o espectador do que elaborar uma história que faça sentido. O filme entretém (e surpreende, sem dúvida alguma), mas – tomando a reformulação de uma frase recorrente do longa –  quanto mais perto você o olhar, mas evidentes serão suas falhas.

| Para Roma, com Amor | Woody Allen ataca de pizzaiolo

Posted in Cinema, Comédia, Críticas de 2012, Romance with tags , , , , , , , , , , , , on 29 de junho de 2012 by Lucas Nascimento


Jesse Eisenberg e Ellen Page no melhor segmento do filme

Após uma grande quantidade de filmes abientados em Nova York, Woody Allen continua instalado na Europa. Depois do magnífico Meia-Noite em Paris no ano passado (que, confesso, foi o catalisador do meu interesse no cineasta), Allen ataca a capital italiana em Para Roma, com Amor, uma divertida coleção de histórias bem-humoradas.

Apesar de nunca se cruzarem, o desenrolar acontece de forma intrincada, característica narrativa que mostra-se tanto um pró como um contra do longa. Com apenas 102 minutos de projeção, a verdade é que com tantas reviravoltas e situações, o tempo parece passar mais devagar, ainda que a montagem do filme equilibre os momentos eficientemente e crie um bom ritmo.

A melhor das quatro tramas (ou pelo menos a que mais me chamou atenção) é a que traz o bem-sucedido arquiteto John (Alec Baldwin). Em uma inteligente parábola com o fato de Roma apresentar ruínas, o personagem resolve explorar suas próprias “ruínas” ao revisitar um antigo relacionamento, onde ganha as feições de Jesse Eisenberg e dialoga constantemente com sua versão jovem. Apaixonado pela melhor amiga de sua namorada (a ótima Ellen Page, que exala narcisismo a cada segundo), Eisenberg e Baldwin geram um estudo estimulante e roubam o filme.

Há também o retorno de Woody Allen à atuação, no mais engraçado segmento da trama. Aqui, um casal viaja a Roma para conhecer o noivo de sua filha e o personagem de Allen se surpreende ao descobrir que seu sogro é um impecável cantor de ópera, mas com um detalhe: apenas no chuveiro. Além de proporcionar muitas risadas (vide a solução absurda encontrada no clímax), traz o diretor/roteirista praticamente conversando com a plateia, afirmando que “a aposentadoria é o mesmo que a morte” e como estava “à frente de seu tempo” em diálogos bem construídos e irônicos (acontece que o sujeito que promete trazê-lo de volta ao trabalho é funcionário de uma funerária).

As outras duas não se mostram tão estimulantes como as descritas acima, mas trazem conceitos interessantes. Nesse quesito, a protagonizada por Roberto Benigni é a que se encaixa melhor, ao retratar um homem comum que transforma-se em uma celebridade do dia-pra-noite, sem um motivo aparente (“Você é famoso por ser famoso). Um ótimo cenário para que o roteiro de Allen critique e satirize as ações (e pessoas) estúpidas que vão ganhando fama diariamente. Por último e menos importante, a estonteante Penelope Cruz é o que faz valer o segmento que traz um casal certinho enfrentando testes de fidelidade e impulsos.

Para Roma, com Amor é bem melhor do que eu esperava e oferece uma das atrações mais divertidas do ano. O trocadilho é horrível, mas não resistirei: é uma pizza de variados sabores (comédia, romance, crítica social, o sentimento da nostalgia), que, ao fim, nos faz querer repetir o prato.