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Primeiro trailer de STAR TREK: SEM FRONTEIRAS

Posted in Trailers with tags , , , , , on 14 de dezembro de 2015 by Lucas Nascimento

deltabar

A poucos dias da estreia de Star Wars: O Despertar da Força, a Paramount solta o primeiro trailer de Star Trek: Sem Fronteiras, a nova aventura do reboot da Enterprise. Sem J.J. Abrams na direção, o comando fica com Justin Lin (Velozes e Furiosos 3, 4, 56), por isso não é surpresa alguma que o vídeo tenha ação frenética.

Confira:

Pessoalmente? Não parece nada com Star Trek, nem mesmo com a linha introduzida por Abrams. Espero que o resultado surpreenda.

O elenco traz de volta Chris Pine, Zachary Quinto, Zoe Saldana, Karl Urban, Simon Pegg, Anton Yelchin e John Cho. As adições incluem Idris Elba e Sofia Boutella.

Star Trek: Sem Fronteiras estreia em 7 de Julho de 2016 no Brasil.

Justin Lin vai dirigir STAR TREK 3

Posted in Notícias with tags , , , , , , , on 22 de dezembro de 2014 by Lucas Nascimento

Fast and Furious 6

Após J.J. Abrams sair de Star Trek para comandar Star Wars: Episódio VII – O Despertar da Força, o roteirista e produtor Roberto Orci assumiu a função principal. Após a saída deste, a Paramount correu para encontrar um substituto, e o fez na forma de Justin Lin. É mais conhecido por seu trabalho em Velozes e Furiosos, tendo dirigido os quatro últimos filmes da franquia.

Lin sabe dirigir ação e também controlar um elenco enorme. Atualmente trabalha com a HBO na segunda temporada de True Detective.

Star Trek 3 deve ser lançado em 2016.

| Velozes & Furiosos 6 | A gangue de Vin Diesel continua turbinada, mas não cola de dramática

Posted in Ação, Cinema, Críticas de 2013 with tags , , , , , , , , , , , , , , on 25 de maio de 2013 by Lucas Nascimento

2.5

FastandFurious6
Tanques, carros e homens voadores: this is Fast 6

A franquia Velozes e Furiosos já está em seu SEXTO capítulo. Na maioria das vezes, tal número de continuações serve apenas para comprovar a falta de criatividade e o esgotamento da fórmula do original (algo que pode ser muito bem exemplificado pela pavorosa saga de Jogos Mortais). Mas com Velozes, os elementos sofrem constante inovação ao longo de cada filme e mesmo que isso seja uma vantagem, prejudica este Velozes & Furiosos 6, que se perde em sua própria tentativa de ser algo maior.

A trama tem início quando o anabolizado agente Luke Hobbs (mais uma vez, Dwayne “The Rock” Johnson) é forçado a pedir ajuda ao aposentado Dom Toretto (Vin Diesel) e sua insana equipe de motoristas, que gozam do exorbitante lucro do assalto no Rio de Janeiro. O objetivo é neutralizar o criminoso Owen Shaw (Luke Evans), responsável por uma série de golpes em países europeus.

A curto modo, é o velho arquétipo do “encontrar e matar”, tão popular no gênero ação. O problema aqui é a necessidade do roteirista Chris Morgan em criar diversas subtramas para os personagens. Mesmo sendo uma iniciativa admirável, as ideias de Morgan carecem ora pela ineficácia de seus intérpretes (Paul Walker não tem o menor carisma para sustentar seu papel de pai de família), ora por suas próprias incongruências. No segundo caso, o retorno de Letty (a sempre durona Michelle Rodriguez) parecia muito instigante no final do longa anterior, mas ganha aqui a esgotadíssima história da personagem sem memória – que merecia ao menos uma explicação melhor para o incidente responsável por essa. De qualquer forma, roteiro nunca foi a grande exigência dos fãs da franquia, mas já que Morgan arrisca em nos fazer identificar com os dramas de seus personagens, seria preciso um trabalho melhor.

O que importa mesmo são as cenas de ação, que continuam a fazer Isaac Newton se revirar no túmulo. Aqui, vale o destaque para a monstruosa presença de um tanque de guerra em plena rodovia (que ainda ganha pontos em destruição por trazer um repentino ataque de sadismo do vilão Shaw) e uma perseguição de carros pelos túneis de Londres que trazem até pequenos “batmóveis” para os antagonistas, cujo visual e som são interessantes pela inspiração em veículos de fórmula 1. Todas as sequências são comandadas com eficiência por Justin Lin, que também aproveita com inteligência as habilidades da ex-lutadora de MMA Gina Carano (que protagoniza com Rodriguez a “cat fight” da década) e a força bruta de Diesel e The Rock. Mas é preciso sentar e relaxar para engolir os muitos absurdos – que ainda sofrem com o excesso de computação gráfica – que vão de personagens voando de uma ponte a outra até automóveis atravessando o bico de uma aeronave em chamas.

Muito menos divertido que o anterior (as piadas estão aqui, mas são artificiais demais), Velozes & Furiosos 6 agrada pelas sempre inventivas cenas de ação, mas falha ao tentar criar dramas complexos e reviravoltas que não fazem sentido. Mas de qualquer forma, esse sexto filme encontra uma boa forma de amarrar todos os filmes da série, e o que vem a seguir é promissor.

Obs: Há uma importante cena durante os créditos. Velozes 7 vem aí.

| Velozes e Furiosos 5 – Operação Rio | Um aperfeiçoamento insanamente divertido

Posted in Ação, Cinema, Críticas de 2011 with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 7 de maio de 2011 by Lucas Nascimento

 


Bad Boys: Vin Diesel e Paul Walker chutando bundas no quinto filme da série

Iniciada a quase 10 anos, a franquia Velozes e Furiosos já tinha dado o que tinha que dar logo depois de seu competente segundo filme. Mas depois, tivemos o irrelevante Desafio em Tóquio e Velozes & Furiosos 4, que já não empolgavam tanto. Eis que surge Operação Rio, que reiventa a proposta dos filmes anteriores e alcança ótimos resultados.

Ambientada no Rio de Janeiro (com terrível sotaque e estereótipos forçados), a trama mostra Dom, Brian O’Conner e seu grupo escondendo-se em favelas. Cometendo pequenos roubos, eles despertam a atenção de um criminoso do alto escalão e o implacável agente do FBI Luke Hobbs, o que leva a mais perseguições de carros.

Bem, nunca deve-se esperar uma trama genial vindo de Velozes e Furiosos, mas dessa vez temos uma que pelo menos prende a atenção e dá espaço adequado para cenas de ação e, olhe só, um razoável desenvolvimento de personagens. Grande trabalho do diretor Justin Lin (que assume a franquia desde o terceiro filme), que descarta a já esgotada fórmula de corridas automobilísticas e evolui para o heist movie de forma adequada.

E seguindo a tradição de todo bom filme do sub-gênero, o planejamento não sai exatamente como planejado, o que dá espaço a sequências de ação espetaculares, que mostram o domínio de Lin da cena e sua capacidade de empolgar a plateia. A perseguição do clímax por exemplo, esquece das leis da Física e faz uso controlado de efeitos visuais (sempre um elogio), dando espaço a dublês e carros de verdade sendo destruídos com estilo.

E há também os personagens. Dessa vez temos todos os personagens dos filmes anteriores, cuja química em cena é satisfatória e natural, gerando muitas cenas divertidas (principalmente de Tyrese Gibson) e um apego sustentável a eles. Vin Diesel continua o mesmo estilo durão, mas perde espaço para o monstruoso Hobbs de Dwayne Johnson, com quem protagoniza uma memorável luta.

A trama tem diversos momentos incoerentes (como por exemplo uma explosão imperceptível dentro de um departamento de polícia) e estica-se além do esperado durante o planejamento do roubo, mas é uma diversão insana e inofensiva, que cumpre muito bem seu propósito e mostra que tem gasolina no tanque para mais sequências.

Obs: Há uma bacana cena pós-créditos com uma participação especial e uma grande revelação sobre o filme anterior.