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Os irmãos Russo vão dirigir OS VINGADORES: GUERRA DO INFINITO

Posted in Notícias with tags , , , , , , , , on 23 de março de 2015 by Lucas Nascimento

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Vingadores: Era de Ultron sai no Brasil daqui a exatamente um mês, mas a Marvel Studios já oficializou os diretores do terceiro e quarto filme do super-grupo do estúdio, que saem em 2017 e 2018. Depois de agradarem Kevin Feige com Capitão América 2: O Soldado Invernal, Anthony e Joe Russo foram contratados para Capitão América 3: Guerra Civil e agora Os Vingadores: Guerra do Inifinito, Parte 1 e 2.

A dupla começa a gravar Guerra Civil em Atlanta, daqui a algumas semanas.

Seria o fim de Joss Whedon no Universo Marvel?

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Why So Serious? O humor nos filmes da DC

Posted in Artigos with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 28 de agosto de 2014 by Lucas Nascimento

DC

Ontem, saiu um rumor que vem levantando algumas dúvidas e provocando polêmicas. A informação é a de que os executivos da Warner Bros não querem piadas em seus filmes de heróis da DC, diferenciando-se do tom mais cômico adotado pela Marvel Studios da Disney e. também procurando evitar os erros do fracassado Lanterna Verde.

Bom, acho que primeiramente vale frisar que Lanterna Verde não morreu por causa das piadinhas, mas sim porque era um roteiro falho. A Marvel de Kevin Feige esta aí com seu currículo bilionário para provar que o público adora humor, desde que seja bem feito.

O que me leva a uma discussão ainda mais abrangente: o humor nos filmes de super-heróis.

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O humor em Guardiões funciona porque é necessário

Todo mundo adora rir, certo? Quem não gosta? Meu problema com esse elemento em filmes do gênero, é – por falta de termo melhor – a apelação. Muitas piadas nos filmes da Marvel Studios funcionam, e o recente Guardiões da Galáxia é o exemplo que melhor ilustra esse cenário; justamenteporque a aventura espacial já assumia o tom de galhofa desde o princípio, além de trazer personagens coloridos que precisavam de muito humor para funcionar.

Do outro lado, e também recente, Capitão América 2 – O Soldado Invernal ajuda a exemplificar um dos grandes problemas na Marvel. O filme dos irmãos Russo está longe de ser ruim (está mais perto de ser ótimo, isso sim), e seus problemas estão relacionados a outros aspectos, mas ainda há problemas com a pontualidade do humor. Dois exemplos: Depois de ser emboscado na rua por agressores disfarçados de policiais, Nick Fury luta para sobreviver em seu “super-carro”, e quando nenhum de seus acessórios funciona, ele pergunta retoricamente se “alguma coisa está funcionando”. O computador de bordo responde “O ar-condicionado está em perfeito estado”. Uma piada dessas não só é bem besta, como também desvia a atenção do espectador de uma cena que é, sim, tensa. Outro exemplo é quando Steve Rogers e a Viúva Negra estão em uma loja da Apple rastreando a localização de um sinal, e o filme INTERROMPE a trama para investir em uma piadinha com o atendente da loja.

Isso pra citar casos menos graves, não vem nem começar a falar de Homem de Ferro 2, que conseguiu transformar o sério problema de alcoolismo de Tony Stark em uma piada idiota, ou os filmes protagonizados por Thor – ainda que o primeiro seja bem mais apelativo que a continuação.

Pra não ficar preso só à Marvel Studios, vejam como a franquia X-Men lida bem com essa questão. O próprio Dias de um Futuro Esquecido acerta ao selecionar personagens específicos para provocar ou envolver em situações cômicas (no caso, o Mercúrio de Evan Peters), ao invés de simplesmente transformar qualquer personagem em um comediante. O Professor Xavier não faz piadinha, mas até Thor, Deus do Trovão e Príncipe de Asgard, é vítima de algum tipo de galhofa.

O LADO NEGRO DA FORÇA

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Sad Batman

Então agora, a DC não quer piadas em seus filmes. Muito provavelmente querem seguir à risca a trilogia Cavaleiro das Trevas de Christopher Nolan e abraçar um tom mais dramático e realista, como o próprio Homem de Aço já apresentou no ano passado. Acho uma decisão bem admirável, e que certamente vai servir para diferenciar Marvel e DC, e talvez até jogar um ar fresco no gênero que vai ficando cada vez mais repetitivo.

Mas o que muita gente não entendeu, é que isso não significa que os filmes da DC não terão humor. O pesado e denso Batman – O Cavaleiro das Trevas tinha seus pontuais momentos de humor (e não me refiro ao Coringa só pra deixar claro), e a própria natureza do Batman é uma mais soturna, que exige uma certa maturidade. O Flash certamente permanecerá um piadista, claro e certamente teremos lá algumas piadas, mais contidas. Mas se a intenção é fazer algo mais dark, eu aprovo.

Quando vou ver um filme de super-heróis, não é pensando na comédia que eu compro o ingresso. É muito bem-vinda, desde que seja utilizada apropriadamente.

Batman V Superman: Dawn of Justice estreia em 26 de Março de 2016.

| Guardiões da Galáxia | Crítica [ATUALIZADO]

Posted in Adaptações de Quadrinhos, Aventura, Cinema, Críticas de 2014, Ficção Científica with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 31 de julho de 2014 by Lucas Nascimento

Leiam até o final….

4.0

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Os guardiões: Peter Quill, Rocket, Gamora, Drax e Groot

Eu tenho meus problemas com a Marvel Studios. No geral, aprecio bastante os filmes lançados pela produtora de Kevin Feige, mas repreendo a necessidade de padronizar seus lançamentos como meros produtos, jamais tomando rumos verdadeiramente ousados ou que se arrisquem a transformar o gênero, além da já comentada limitação de integridade artística – vide o caso de Edgar Wright e o Homem-Formiga. No entanto, fiquei genuinamente empolgado com o anúncio de Guardiões da Galáxia, um filme sobre um grupo que era desconhecido por muitos (eu inclusive) e que prometia levar o universo do estúdio para o delicioso terreno da ficção científica. Bem, infelizmente o resultado foi bem inferior em relação ao que eu imaginava.

A trama tem início quando o jovem Peter Quill é abduzido ainda quando criança. Crescido e com as feições de Chris Pratt, ele se transforma num ladrão espacial (vulgo, Senhor das Estrelas) que acaba encontrando uma relíquia misteriosa que é de interesse de uma autoridade muito maior. Em sua cola, aparecem a assassina Gamora (Zoe Saldana), o maníaco Drax (Dave Bautista) e os caçadores de recompensas Rocket e Groot (vozes de Bradley Cooper e Vin Diesel, respectivamente). Apesar do choque de interesses, o grupo resolve se unir para proteger a relíquia do perigoso terrorista Ronan, O Acusador (Lee Pace).

Durante a produção do filme, Kevin Feige chegou a dizer que “este poderia ser o nosso próprio Star Wars“. E realmente, seja no caráter anti-herói dos protagonistas (todos eles têm um quê de Han Solo ou até mesmo Indiana Jones) ou algumas relações entre os antagonistas, James Gunn toma diversas decisões que o colocam lado a lado com a icônica hexalogia de George Lucas. Agora, as comparações param por aí.

Fico triste em ver um leque tão criativo de personagens ser desperdiçado (Benicio Del Toro merecia muito mais, Glenn Close faz não sei o que aí no filme) por uma trama fraca e previsível. O roteiro assinado por Nicole Perman e pelo próprio Gunn não demonstra a mesma coragem do executivo que sugeriu um filme com um guaxinim falante, sendo movido por clichês, exposições gritantes e um vilão completamente mal trabalhado. Vejam bem, na primeira cena em que vemos Ronan, uma narração em voice over do próprio explica quem é e os motivos que o movem, só para na cena seguinte algum personagem explicar novamente quem é Ronan, dessa vez para Quill. Não seria mais interessante e enigmático conhecê-lo depois da introdução? Sem saber exatamente quem é? Talvez adicionasse algum peso ao vilão de Lee Pace, cujo visual tenebroso é muito mais interessante do que suas motivações vazias e genéricas.

Falando em visual, é um setor que o filme domina. Desde o design de produção que cria mundos alienígenas criativos e fascinantes à sua própria forma até o excepcional trabalho de maquiagem, a produção é um deleite para os olhos. Mas… Nem isso Gunn é capaz de aproveitar, já que é tão burocrático no comando das cenas de ação, especialmente nas perseguições com naves espaciais – sério, só foram boas para me fazer lembrar como estas eram boas na trilogia original de Star Wars – ou as lutas que não empolgam tanto quanto a interação entre o grupo.

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Guardiões seria outro filme sem a maravilhosa trilha sonora

Chris Pratt é muito carismático e divertido na pele do Senhor das Estrelas (sua reação ao finalmente ser reconhecido pelo codinome é ótima). Dave Bautista surpreende pelo discurso correto e forma que Drax esbanja, o que contrasta com sua aparência monstruosa. Zoe Saldana é de longe a personagem feminina mais interessante do universo Marvel nos cinemas até agora, graças a sua personalidade forte. Groot é surpreendentemente bem aproveitado, oferecendo soluções visuais pertinentes e belas (como a bioluminêscencia de suas flores). O que não é surpresa alguma é ver o impagável Rocket roubar absolutamente cada segundo de cena, sendo bem criado pelos efeitos visuais e a ótima dublagem de Bradley Cooper.

Agora, o humor é bem colocado. Se formos comparar, por exemplo, com produções como Thor – O Mundo Sombrio e Capitão América 2 – O Soldado Invernal, Guardiões se sai infinitamente melhor por apostar na comédia desde o início, evitando as interrupções abruptas que prejudicavam o andamento de tais filmes (como a trama de espionagem e paranoia de O Soldado Invernal sendo interrompida para uma piadinha com um atendente da Apple). Nesse quesito, o roteiro se sai bem ao apostar nas inúmeras referências pop à década de 70 e 80, refletidas tanto nos diálogos quanto na ótima trilha sonora incidental.

Sério, eu queria ter amado Guardiões da Galáxia. Tem personagens e conceitos únicos, mas não se mostra disposto a oferecer algo diferente e inovador em sua fórmula narrativa, ficando na linha do ordinário. E ordinário não é uma denonimação que eu esperaria de um filme protagonizado por um guaxinim falante.

Eu molho as calças ao imaginar o que alguém talentoso como Guillermo del Toro seria capaz de fazer com o material.

Obs: Como de praxe em filmes da Marvel Studios, há duas cenas adicionais durante a após os créditos. A última vai deixar muita gente confusa, hehe.

Obs II: O 3D convertido funciona bem.

Obs III: Kevin Bacon.

PÓS CRÍTICA: UMA RETRATAÇÃO | 1º de Agosto de 2014

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Bem, este é um raríssimo acontecimento.

Revi Guardiões da Galáxia hoje e confesso ter apreciado muito mais domque minha primeira sessão – onde fui prejudicado pela expectativa massiva e uma dor de cabeça excruciante. Valeu a pena rever, prestei melhor atenção em certos pontos e me diverti mais. Mas não desconsidere a crítica toda: diversos dos problemas discutidos (especialmente a exposição do roteiro e o trabalho com Ronan) continuam lá, mas a experiência funcionou bem melhor agora. Ah, e talvez tenha pegado pesado na direção de Gunn…

Enfim, queria apenas deixar registrada minha nova opinião e uma nota superior para o filme.

Pacote Marvel 3 | Ao Infinito e Além

Posted in Especiais with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 29 de julho de 2014 by Lucas Nascimento

A estreia de Guardiões da Galáxia está a cada dia mais próxima. Trata-se de um projeto ambicioso e muito importante para a Marvel Studios, um que pode vir a definir todo o futuro de sua saga cinematográfica e expandir as possibilidades ao trazer novos personagens e universos.

Na terceira edição do Pacote Marvel, divago sobre os possíveis novos rumos e filmes que a Marvel prepara para o futuro…

Homem-Formiga

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De lançamento marcado para 2015, Homem-Formiga já não me interessa como antigamente. Claro que tem tudo a ver com a saída do brilhante Edgar Wright da direção, substituído por um mero operário de Kevin Feige. Enfim, a produção ainda conta com um ótimo elenco (Michael Douglas, Paul Rudd e Evangeline Lily encabeçam a trinca principal) e uma pegada heist.

Doutor Estranho

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Dentre todos os novos personagens que se preparam para tomar as telonas, o Doutor Estranho é o mais fascinante. Além de ser em si um personagem visual e conceitualmente interessante, traz consigo um universo místico e repleto de magia, o que pode render um espetáculo de mundos, criaturas e oponentes. A esc0lha de Scott Derrickson na direção (responsável por um ou outro bom filme de terror), também revela que a Marvel pode apelar para o sobrenatural.Rezo para que o estúdio acerte aqui, e um bom ator no papel-título é crucial. Os rumores colocam Benedict Cumberbatch, Joaquin Phoenix, Tom Hardy e Jared Leto na disputa.

Pantera Negra

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Um dos muitos projetos em desenvolvimento na Casa das Ideias, o Pantera Negra tem tudo pra ser o super-herói negro mais badass dos cinemas até agora. Já tendo muitas vezes sido taxado como “o Batman da Marvel” (pelo visual), o T’Challa é o líder de uma tribo africana na região fictícia de Wakanda e suas habilidades incluem força, agilidade e poderes místicos. Como as filmagens de Os Vingadores 2 – A Era de Ultron passaram pela África do Sul, é certo deduzir que o filme trará alguma referência ao herói. Pena que Idris Elba já é o Heimdall no Universo Marvel, o ator seria a escolha perfeita para o papel. No entanto, John Boyega (de Star Wars VII) talvez esteja ligado ao projeto…

Nova

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Com Guardiões da Galáxia se aventurando por universos intergalácticos, é uma questão de tempo até o Nova ganhar seu filme-solo. O alter-ego de Richard Rider faz parte de uma polícia espacial (exatamente como o Lanterna Verde no universo DC), que já tem presença garantida no filme dos Guardiões. Não conheço muito sobre a mitologia do personagem, mas tem um visual bacana e a vantagem de aprender com os erros do filme da DC de 2011.

Solo Hulk

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Mark Ruffalo tem um contrato para 9 filmes como o verdão Hulk, e a Marvel está sendo muito sábia em guardar o ator – já que sua aceitação popular foi maciça, e Robert Downey Jr. já vai se preparando para pendurar as chuteiras de Homem de Ferro. Não sabemos o que o futuro reserva para Bruce Banner, mas um rumor muito interessante circula pela internet, sugerindo que o Gigante Esmeralda será mandado para o espaço, onde encontraria… Os Guardiões da Galáxia! É uma boa, e traz ecos de Planeta Hulk, aclamado arco de gladiadores espaciais, além de fazer a ponte entre os Vingadores e o vilão Thanos.

O Soldado Invernal

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Quem conhece bem os quadrinhos do Capitão América sabe a importância de Bucky Barnes, que no segundo filme do herói assumiu a identidade do misterioso Soldado Invernal. Como o ator Sebastian Stan tem contrato para 9 (NOVE) filmes com a Marvel Studios, eu apostaria facilmente que ele será o substituto de Chris Evans no papel do Sentinela da Liberdade. Aposto na morte de Steve Rogers no terceiro filme solo do Capitão (se a Marvel está segura em bater de frente com a estreia de Batman V Superman, deve ter um grande trunfo em mãos) pelas mãos do vilão Ossos Cruzados, e uma subsequente retomada com Barnes.

Ficaremos de olho.

HOMEM-FORMIGA ganha novo diretor

Posted in Notícias with tags , , , , , , , , , , , , , , on 7 de junho de 2014 by Lucas Nascimento

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Após a controversa saída de Edgar Wright de Homem-Formiga, a Marvel Studios enfim seleciona um substituto: Peyton Reed. O diretor é responsável por comédias como Separados pelo Casamento e Sim Senhor, e vai comandar o projeto que traz Paul Rudd, Michael Douglas e Evangeline Lily no elenco. Além disso, Adam McKay foi confirmado para revisar o roteiro.

A trama do filme será essencialmente um heist movie, com Scott Lang (Rudd) ajudando seu mentor Hank Pym (Douglas) a proteger sua tecnologia de encolhimento ao mesmo tempo em que planejam um roubo espetacular.

Sinceramente, de Edgar Wright pra… Peyton Reed? Desejo boa sorte, claro, mas não posso deixar de demonstrar minha indignação com a Marvel Studios do sr. Kevin Feige, que troca artistas genuínos por meros operários que seguem ordens. Se for um sucesso, ótimo. Se for um fracasso, bem feito.

Homem-Formiga estreia em 17 de Julho de 2015.

 

Edgar Wright fora de HOMEM-FORMIGA

Posted in Notícias with tags , , , , , , , , , on 23 de maio de 2014 by Lucas Nascimento

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Péssima notícia para a bancada nerd: a Marvel Studios anunciou que o diretor Edgar Wright (de Scott Pilgrim contra o Mundo e a Trilogia do Cornetto) abandonou a direção de Homem-Formiga após diferenças criativas a respeito do desenvolvimento do filme. O estúdio não ofereceu mais detalhes, mas garantiu que a data de estreia não será alterada e que um substituto está sendo procurado.

O diretor já vinha trabalhando no roteiro com Joe Cornish há tempos, e até o produtor Kevin Feige declarou que toda a estrutura da Fase 1 da Marvel foi criada tendo o trabalho de Wright em mente. O elenco já estava todo definido, com Paul Rudd, Michael Douglas, Evangeline Lily e Patrick Wilson na liderança.

Mas que pena. Wright seria um dos poucos diretores do Universo Cinematográfico Marvel que poderia ser considerado de fato um cineasta: com identidade, estilo e boas ideias. Por mais que os filmes do estúdio sejam competentes, geralmente são mais do mesmo, sem um grande diferencial ou característica única.

Talentoso, Edgar Wright teria feito um grande filme. Temo agora que Homem-Formiga transforme-se em um produto genérico.

O filme tem estreia marcada para 17 de Julho de 2015.

Super Soldado: Especial CAPITÃO AMÉRICA – O PRIMEIRO VINGADOR

Posted in Especiais with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 25 de julho de 2011 by Lucas Nascimento

Capitão América – O Primeiro Vingador chega aos cinemas brasileiros prometendo uma bela diversão e mais um capítulo da saga dos Vingadores. Aproveite o (pequeno e breve) especial:


E você achando que o filme de 2011 foi a primeira tentativa com o personagem…

A ideia de um filme sobre o bandeiroso super-herói Capitão América já existe há um bom tempo. Tanto que, antes de ser a mega-produção estrelada que estreia nesta Sexta-Feira, o personagem ganhou um  medíocre filme em 1990.

O longa, dirigido por Albert Pyun, conta a origem do capitão e sua batalha com um (rídiculo) Caveira Vermelha, sendo posteriormente congelado e depois acordando no mundo moderno. O filme foi recebido negativamente em sessões-teste e banido do circuito de salas de cinema, sendo lançado diretamente em vídeo. Quanto ao resultado, quem assistiu diz que é uma porcaria ao nível do primeiro Quarteto Fantástico (é, aquele de 1990 mesmo) e o bacana é que a MGM está relançando o filme em DVD, claramente acompanhando o lançamento do novo filme.

Agora ao negócio sério: Depois de resolver algumas complicações (como uma disputa pelos direitos do personagem) e a Marvel finalmente tornar-se um estúdio independente, o novo Capitão América começara a ganhar vida. A trama começou a ser desenvolvida e fora decidido que o longa manteria a origem do herói na Segunda Guerra Mundial (convenhamos, um cara vestido de bandeira norte-americana correndo por aí não é uma ideia tão facilmente aceitável atualmente…) e um lançamento em 2008.


O diretor Joe Johnston no set do filme

O responsável para comandar o projeto fora Jon Favreau, mas ele optou por trabalhar com outro personagem da Marvel – o Homem-de-Ferro -, deixando assim o caminho livre para uma série de cineastas que incluia, entre outros, o francês Louis Leterrier – este acabou dirigindo, veja só, O Incrível Hulk para a mesma empresa no mesmo ano. Eventualmente, o escolhido foi Joe Johnston (que dirigiu Jurassic Park 3 O Lobisomem), que apontou Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida como principal inspiração de tom.

Depois de muita controvérsia e desaprovação dos fãs, Chris Evans foi escalado para viver o Capitão América, assinando um contrato de nove filmes (que incluem uma trilogia do personagem, Os Vingadores e sabe-se lá o que mais) com a Marvel. Hugo Weaving (que trabalhara com Johnston em O Lobisomem) foi contratado para o papel do Caveira Vermelha – cuja maquiagem levava 2h e meia para ser aplicada – e Hayley Atwell, Stanley Tucci, Tommy Lee Jones, Sebastian Stan e Dominic Cooper preenchem a vaga de coadjuvantes.

As filmagens começaram em Junho do ano passado, passando por diversos locais do Reino Unido (que incluíram Liverpool, Manchester e Londres) que serviram como dublê para a Manhattan da década de 1940. Você já sabe, mas vamos lá: após o encerramento das gravações, o produtor Kevin Feige – o poderoso chefão da Marvel Studios – anunciou um lançamento em 3D convertido (assim como aconteceu com Thor).


Chris Evans digitalmente encolhido para interpretar Steve Rogers

Sobre os efeitos visuais, é interessante apontar a transformação física de Chris Evans. Enquanto o ator teve que ganhar uma pesada musculatura, seu personagem Steve Rogers é um menino magricela e fraco que posteriormente transforma-se no Capitão. Para esse efeito, foram utilizadas duas técnicas: um encolhimento digital do ator e a já conhecida substituição de cabeça (o mesmo efeito usado em O Curioso Caso de Benjamin Button). Finalizando a parte técnica, Alan Silvestri foi chamado para compor a trilha sonora.

Um problema curioso enfrentado pela divulgação do filme foi o título. Enquanto Capitão América – O Primeiro Vingador permanece na maior parte do mundo, na Rússia, Coréia do Sul e Ucrânia ele será conhecido apenas como O Primeiro Vingador, enquanto na China o longa nem vai dar as caras (por um motivo que inclui um limite anual de exibição de longas estrangeiros). O título é fácil de mudar, mas qual a relevância se o filme inteiro gira em torno de um personagem que veste a bandeira americana?

Resta saber se Capitão vai se sair melhor do que Thor e continuar a saga dos Vingadores no cinema e, mais importante do que isto, ser um bom filme.

Os principais personagens do longa:

Steve Rogers/Capitão América | Chris Evans

Steve Rogers era um garoto magricela e fraco, mas com muita coragem e desejo de ajudar seu país na Segunda Guerra Mundial. Suas virtudes psicológicas lhe garantem uma vaga no Programa SuperSoldado, onde é submetido a uma experiência que lhe garante agilidade e força descomunais. Sob o codinome Capitão América, ele lidera o grupo Comando Selvagem para combater nazistas.

Johann Schmidt/Caveira Vermelha | Hugo Weaving

Líder da organização nazista HYDRA, é especializado na exploração de novas tecnologias e armamentos que possam ajudar a vencer a Guerra. Implacável, um experimento mal-sucedido deformou seu rosto, deixando seu crânio exposto e com uma bizarra coloração vermelha. Seu objetivo é encontrar e tomar posse do Cubo Cósmico, um artefato místico que pode lhe garantir poder ilimitado.

Peggy Carter | Hayley Atwell

Durona e glamourosa, a oficial inglesa ajuda os americanos e torna-se interesse amoroso do Capitão América, auxilhando-o em seu treinamento e também em missões.

James ‘Bucky’ Barnes | Sebastian Stan

Órfão e amigo de Steve Rogers antes de este tornar-se um super-herói, ele vira seu parceiro quando o amigo é promovido à Capitão América e ajuda-o no Comando Selvagem.

Howard Stark | Dominic Cooper

Não tem filme da Marvel sem menção à família Stark… O empresário Howard Stark (pai do Tony) é um dos responsáveis pelo programa do SuperSoldado, tendo contribuido na construção e desenvolvimento do uniforme do Capitão América.

Algumas das mais bizarras reviravoltas cinematográficas que já aconteceram na Segunda Guerra Mundial.

Indiana Jones

Na mitologia do famoso arqueólogo, os nazistas renderam duas aventuras que envolviam objetos paranormais (Os Caçadores da Arca Perdida e A Última Cruzada), sendo eles a Arca da Aliança e o Santo Graal. Ambos com uma intenção maléfica e que visa dominar o mundo, mas o resultado sempre foi a favor de Jones. Lembram da abertura da Arca?

Hellboy

A participação dos nazistas no filme é breve, mas muito interessante. Usando uma espécie de portal, os alemães trazem o demônio Hellboy para a Terra, visando utilizá-lo para seus próprios fins. Claro que isso não acontece e o vermelhão trabalha ao lado dos humanos. Destaque para aquele oficial nazista com as facas…

Bastardos Inglórios

E claro, nada de sobrenatural aqui, apenas uma visão completamente doida dos eventos da Segunda Guerra Mundial. Entre os diálogos tarantinescos e muitos escalpos, o longa termina com todo o Terceiro Reich de Adolf Hitler sendo exterminado em uma sessão de cinema.

Alguns dos filmes mais patriotas dos últimos anos.

Independence Day

Pois bem, na ficção científica de Roland Emmerich, os alienígenas invadem o planeta e saem quebrando tudo em diversas regiões. Cabe então, ao exército norte-americano salvar a humanidade. Até aí tudo bem, mas tinha que ser bem no dia 4 de Julho?

Qualquer um do Michael Bay

Transformers, Armageddon, Pearl Harbor e por aí vai… Os filmes de Bay em certos momentos parecem até propaganda do exército (perceba na trilogia dos robôs gigantes a quantidade de tanques, helicópteros e soldados correndo em câmera lenta num cenário de pôr-do-sol).

Outros heróis dos quadrinhos que já se alistaram nas telonas:

Watchmen

Ambientado na Guerra Fria, a presença do Comediante e do Dr. Manhattan na Guerra do Vietnã é fundamental para a vitória dos americanos e acaba por mudar o curso da História. Ninguém foi páreo para o poder ilimitado de Manhattan

X-Men

Aqui fica incluso dois filmes da série dos mutantes: Origens: Wolverine (que mostra Hugh Jackman encarando a Guerra Civil, a Primeira e Segunda Guerra Mundial e a Guerra do Vietnã) e Primeira Classe (aqui, com os X-Men do Professor Xavier impedindo uma catástrofe nuclear na Crise dos Mísseis Cubanos).

Bem, o especial vai ficando por aqui. Perdoem a falta de ideias para o post, mas não deixem de ler a crítica de Capitão América na Sexta-Feira. Até mais!