Arquivo para lanterna verde

Muitas novidades sobre a DC nos cinemas!

Posted in Notícias with tags , , , , , , , , , , , on 15 de outubro de 2014 by Lucas Nascimento

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Já estava empolgado com a Guerra Civil na Marvel Studios? Agora a Warner solta mais notícias sobre seus projetos com a DC Comics. ENFIM!

Vamos por partes?

  • Em 2016, teremos um filme do Esquadrão Suicida. David Ayer, de Corações de Ferro, é o diretor.
  • Em 2017, as coisas esquentam com o filme solo da Mulher Maravilha de Gal Gadot e Liga da Justiça: Parte I, dirigido por Zack Snyder.
  • Em 2018, teremos um filme do Flash estrelado por Ezra Miller e um do Aquaman com Jason Momoa.
  • 2019: Shazam com Dwayne Johnson, e a continuação de Liga da Justiça, também dirigida por Zack Snyder.
  • 2020: O Ciborgue de Ray Fisher ganha seu filme solo, e o Lanterna Verde enfim terá seu reboot.

Não temos informações sobre novos filmes solo de Batman e Superman, mas eles com certeza serão anunciados em breve.

Tudo começa quando Batman v Superman: Dawn of Justice chegar aos cinemas em Março de 2016.

 

Why So Serious? O humor nos filmes da DC

Posted in Artigos with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 28 de agosto de 2014 by Lucas Nascimento

DC

Ontem, saiu um rumor que vem levantando algumas dúvidas e provocando polêmicas. A informação é a de que os executivos da Warner Bros não querem piadas em seus filmes de heróis da DC, diferenciando-se do tom mais cômico adotado pela Marvel Studios da Disney e. também procurando evitar os erros do fracassado Lanterna Verde.

Bom, acho que primeiramente vale frisar que Lanterna Verde não morreu por causa das piadinhas, mas sim porque era um roteiro falho. A Marvel de Kevin Feige esta aí com seu currículo bilionário para provar que o público adora humor, desde que seja bem feito.

O que me leva a uma discussão ainda mais abrangente: o humor nos filmes de super-heróis.

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O humor em Guardiões funciona porque é necessário

Todo mundo adora rir, certo? Quem não gosta? Meu problema com esse elemento em filmes do gênero, é – por falta de termo melhor – a apelação. Muitas piadas nos filmes da Marvel Studios funcionam, e o recente Guardiões da Galáxia é o exemplo que melhor ilustra esse cenário; justamenteporque a aventura espacial já assumia o tom de galhofa desde o princípio, além de trazer personagens coloridos que precisavam de muito humor para funcionar.

Do outro lado, e também recente, Capitão América 2 – O Soldado Invernal ajuda a exemplificar um dos grandes problemas na Marvel. O filme dos irmãos Russo está longe de ser ruim (está mais perto de ser ótimo, isso sim), e seus problemas estão relacionados a outros aspectos, mas ainda há problemas com a pontualidade do humor. Dois exemplos: Depois de ser emboscado na rua por agressores disfarçados de policiais, Nick Fury luta para sobreviver em seu “super-carro”, e quando nenhum de seus acessórios funciona, ele pergunta retoricamente se “alguma coisa está funcionando”. O computador de bordo responde “O ar-condicionado está em perfeito estado”. Uma piada dessas não só é bem besta, como também desvia a atenção do espectador de uma cena que é, sim, tensa. Outro exemplo é quando Steve Rogers e a Viúva Negra estão em uma loja da Apple rastreando a localização de um sinal, e o filme INTERROMPE a trama para investir em uma piadinha com o atendente da loja.

Isso pra citar casos menos graves, não vem nem começar a falar de Homem de Ferro 2, que conseguiu transformar o sério problema de alcoolismo de Tony Stark em uma piada idiota, ou os filmes protagonizados por Thor – ainda que o primeiro seja bem mais apelativo que a continuação.

Pra não ficar preso só à Marvel Studios, vejam como a franquia X-Men lida bem com essa questão. O próprio Dias de um Futuro Esquecido acerta ao selecionar personagens específicos para provocar ou envolver em situações cômicas (no caso, o Mercúrio de Evan Peters), ao invés de simplesmente transformar qualquer personagem em um comediante. O Professor Xavier não faz piadinha, mas até Thor, Deus do Trovão e Príncipe de Asgard, é vítima de algum tipo de galhofa.

O LADO NEGRO DA FORÇA

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Sad Batman

Então agora, a DC não quer piadas em seus filmes. Muito provavelmente querem seguir à risca a trilogia Cavaleiro das Trevas de Christopher Nolan e abraçar um tom mais dramático e realista, como o próprio Homem de Aço já apresentou no ano passado. Acho uma decisão bem admirável, e que certamente vai servir para diferenciar Marvel e DC, e talvez até jogar um ar fresco no gênero que vai ficando cada vez mais repetitivo.

Mas o que muita gente não entendeu, é que isso não significa que os filmes da DC não terão humor. O pesado e denso Batman – O Cavaleiro das Trevas tinha seus pontuais momentos de humor (e não me refiro ao Coringa só pra deixar claro), e a própria natureza do Batman é uma mais soturna, que exige uma certa maturidade. O Flash certamente permanecerá um piadista, claro e certamente teremos lá algumas piadas, mais contidas. Mas se a intenção é fazer algo mais dark, eu aprovo.

Quando vou ver um filme de super-heróis, não é pensando na comédia que eu compro o ingresso. É muito bem-vinda, desde que seja utilizada apropriadamente.

Batman V Superman: Dawn of Justice estreia em 26 de Março de 2016.

| Uma Aventura LEGO | Crítica

Posted in Animação, Aventura, Comédia, Críticas de 2014, DVD with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 27 de junho de 2014 by Lucas Nascimento

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E você achando que só em 2016 veríamos um novo filme com Batman…

Quando criança, brincar com as famosas peças de LEGO era como uma experiência religiosa. Aliada à paixão de cinema, o “ritual” muitas vezes dava a origem a pequenas (e tolas, exageradas) narrativas se desenrolando sobre meus dedos, e a brincadeira já até rendeu alguns curtas em stop motion, mas enfim… Só parei agora para assistir a Uma Aventura LEGO, e me surpreendi com um dos filmes mais leves, honestos e divertidos de 2014.

A trama é ambientada em um mundo formado de peças de LEGO, onde diversas linhas do produto convivem em harmonia (linhas de corrida, faroeste, astronautas, tudo o que você via nas prateleiras), na verdade uma mera fachada para o regime ditatorial do Lord Business (voz de Will Ferrell). A situação muda quando o pacato e ordinário funcionário público Emmet (voz de Chris Pratt) encontra uma peça mítica que o transforma em uma espécie de messias e o coloca de frente com diversas figuras populares em uma missão para derrubar a tirania de Business.

LEGO é um filme muito curioso. Ao mesmo tempo é inevitável que o filme pareça uma peça publicitária para a vendedora de brinquedos: desde imagens das próprias caixas dos blocos de montar até a suposição de que as vendas do produto devem ter aumentado estratosfericamente após o lançamento do filme. Mas aí, nos deparamos com uma trama em que o antagonista é justamente um sujeito que, não por coincidência, atende pelo nome de “Negócio” e representa basicamente a ideologia megalomaníaca de poderosas empresas capitalistas. Ah, sim e eu estou falando sobre um filme onde bonequinhos de montar andam e falam…

Metalinguagem é um dos grandes pontos da produção, o que é curioso já que o filme anterior dos diretores Phil Lord e Chris Miller era justamente sobre isso – no caso, a brilhante comédia policial Anjos da Lei. Responsável também pelo roteiro, a dupla nitidamente se diverte ao bolar as piadas e referências mais inusitadas possíveis, desde a narração clichê do personagem de Morgan Freeman até as sensacionais participações especiais. Colocar Batman (dublado no original por Will Arnett em sua melhor imitação de Christian Bale) como um sidekick do protagonista é uma sábia decisão, dada a força de presença do personagem e a oportunidade de ver situações que raramente encontraríamos em um filme de franquia, por exemplo. Não vou entrar em detalhes para preservar o fator surpresa de alguns “convidados”, mas é demais a sutil piada que Lord e Miller fazem com o Lanterna Verde (dublado por Jonah Hill), em um claro puxão de orelha ao fiasco produzido pela Warner em 2011.

Nesse turbilhão de referências pop, é como se os personagens tivessem a consciência de que fazem parte de um mundo de brinquedo. A animação que remete diretamente à técnica de stop-motion quase faz parecer que estamos diante de algum ser humano brincando com suas pecinhas, e ganha ainda mais força quando o roteiro nos revela o que é esse universo. É uma das revelações mais interessantes e surpreendentemente belas da produção, que consegue encontrar uma interessante mensagem em meio ao caos e anarquia de suas cenas de ação e múltiplas locações.

Seja lá adulto ou criança, Uma Aventura LEGO é incrível.

EVERYTHING IS AWESOME!!!!!!!!!!!!!!

Pacote DC | O Império da Warner Contra-Ataca

Posted in Especiais with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 14 de junho de 2014 by Lucas Nascimento

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Em pleno jogo do Brasil na Copa do Mundo, eis que vaza um suposto line up dos lançamentos da DC Comics no cinema, pela Warner Bros. O documento trazia alguns títulos e suas respectivas datas de estreia, então resolvi parar e dar uma analisada nos possíveis lançamentos, e o que podemos esperar destes. Vamos lá:

Batman V Superman: Dawn of Justice (Maio de 2016)

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É interessante ver como a DC opta por uma estratégia diferente da Marvel Studios. Enquanto a concorrente aposta em lançar aventuras individuais de seus personagens para depois juntá-los (o que é mais seguro, convenhamos), a DC começa a mostrar as garras logo no começo, e já aposta nas presenças de Batman, Mulher Maravilha e sabe-se lá quem mais na continuação de O Homem de Aço. Batman V Superman: Dawn of Justice vai se inspirar em trechos de O Cavaleiro das Trevas de Frank Miller, ao trazer um embate entre o Homem Morcego de Ben Affleck e o Superman de Henry Cavill, provavelmente tendo um plano de Lex Luthor (Jesse Eisenberg) por trás. E também, a estreia da Mulher Maravilha nos cinemas, com as feições israelenses de Gal Gadot, e  do Ciborgue (Ray Fisher).

Shazam (Julho de 2016)

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WTF. Certamente é a presença mais inusitada da lista, simplesmente porque ninguém esperava uma adaptação do herói tão cedo. Boatos de que o herói Capitão Marvel (é, isso) possa ser vivido pelo The Rock, mas não temos mais nenhuma informação a respeito. Por enquanto, não me interessa.

Sandman (Natal de 2016)

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Uou! Já sabíamos que a produção do filme de Sandman engatinhava com Joseph Gordon Levitt e David Goyer, mas o fato de este ter sido anunciado junto a esses outros lançamentos sugere que o Morpheus pode estar integrado a este universo DCmático. A brilhante graphic novel de Neil Gaiman sobre sonhos sempre trouxe referências a outros personagens da editora, mas sempre se desenrola de forma mais isolada (publicada pelo selo Vertigo da DC). É sem dúvida a grande aposta da lista, dada a complexidade da história e sua importância no meio das histórias em quadrinhos em geral. Que algum executivo da Warner me escute: tragam ALFONSO CUARÓN para dirigir! Trabalha na Warner, tem Oscar e é insanamente talentoso!

Liga da Justiça (Maio de 2017)

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E finalmente, a DC lança seu grande projeto. Facilita que Batman V Superman já vai trazer uma série de outros super-heróis em – suspeito – pequenas participações, que deixarão um gancho para Liga da Justiça. Já podemos contar com Superman, Batman, Mulher-Maravilha, Aquaman, Ciborgue, Flash e Lanterna Verde. Sem comentários sobre  Arqueiro Verde, e nenhuma pista sobre o possível adversário da equipe. Zack Snyder é o diretor.

Mulher-Maravilha (Julho de 2017)

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A Guerreira Amazona é a primeira a ganhar um filme solo pós-Liga, primeiro de muitos que Gal Gadot ainda deve ganhar. Confesso que nos últimos tempos fui aprendendo mais sobre a personagem e sua mitologia (ah, ela não é um alien), e nas mãos certas – e com roteiro decente – pode sair coisa boa. Já é hora de termos um filme do gênero protagonizado por uma mulher forte e icônica.

Flash & Lanterna Verde (Natal de 2017)

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Seguindo a linha de juntar Batman e Superman, acho bacana a decisão de juntar agora Lanterna Verde e Flash em uma aventura separada. Gosto muito do Flash, mas enxergo o personagem mais como parte de um organismo, e colocá-lo junto ao Lanterna não só ajuda a equilibrá-lo, como também reintroduz o herói espacial após seu fracasso com Ryan Reynolds em 2011. Li também que os dois são “broders” nos quadrinhos, então deve sair um belo buddy movie.

O Homem de Aço 2 (Maio de 2018)

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Depois de 5 anos, o Homem de Aço ganha mais uma aventura-solo. Bem, não faltam boas histórias para aproveitar o potencial do Superman, e o anúncio do filme confirma de vez que Batman V Superman não é Homem de Aço 2.

Mas e quanto a….

Aquaman

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Um rumor que anda ganhando bastante força nas internês, e é de que Jason Momoa (o Drogo de Game of Thrones) teria sido contratado para ser o Aquaman nos cinemas. O HitFix ainda afirma que o personagem faria sua estreia – também – em Batman V Superman, que é oficialmente o filme mais lotado da História. Tenho minhas ressalvas com Aquaman, mas Momoa é um cara durão e ameaçador, e seria interessante uma abordagem como aquela vista no game Injustice: Gods Among Us. Será que conseguem o James Cameron pra dirigir? (Entendedores entenderão)

Arqueiro Verde

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Absolutamente nada foi falado sobre um filme do Arqueiro Verde. Há quem diga que a bem-sucedida série de TV da CW, Arrow, seria aproveitada nos cinemas, mas nãp seria uma decisão sábia (afinal, não é todo mundo que acompanha a série).

Batman

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Se os boatos forem mesmo verídicos, aposto em uma aventura do Battfleck em Julho de 2018, afinal os últimos filmes do Morcego foram lançados todos nesse mês. Será que já é chegada a hora de arriscar um novo Coringa? Boa sorte.

De oficial mesmo, só a estreia de Batman V Superman em 2016, mas certamente teremos uma oficialização desse cronograma durante a Comic Con

| Lanterna Verde | Estabelecendo mais um universo

Posted in Adaptações de Quadrinhos, Aventura, Cinema, Críticas de 2011, Ficção Científica with tags , , , , , , , , , , , , , , on 20 de agosto de 2011 by Lucas Nascimento

 


Realmente, essa máscara esconde bem o rosto de Ryan Reynolds…

Num ano repleto de filmes de super-herói, Lanterna Verde era o que certamente trazia mais trabalho em sua composição. Não só pela complexidade com efeitos visuais, mas pela tarefa de introduzir um universo completamente novo e expandido para o cinema. O filme até que cumpre bem o seu papel nesses termos, mas deixa o cuidado com o roteiro de lado.

Contando a origem do super-herói da DC, a trama gira em torno do piloto de caças Hal Jordan (Ryan Reynolds), que é escolhido por um anel mágico para se tornar parte de uma polícia intergaláctica conhecida como Tropa dos Lanternas Verde. A ameaça da vez é uma entidade monstruosa conhecida como Parallax.

Em primeiro lugar, Lanterna Verde é lindo. A fotografia (repleta de iluminação cor verde, claro), a direção de arte criativa e os bem utilizados efeitos visuais (o uniforme do Lanterna Verde é show) impressionam e conferem ao filme um verdadeiro deleite visual. Bacana, mas mesmo que a embalagem esteja bem enfeitada, o que realmente importa é o que vem dentro e os produtores não forneceram o a mesma dedicação à trama do filme.

Terrivelmente mal escrito a oito mãos, o roteiro faz um péssimo trabalho no desenvolvimento de personagens. Hal Jordan é um preguiçoso, desleixado e irresponsável e – após a chegada dos poderes do Lanterna Verde – muda completamente e assume a postura heróica. Já é o segundo filme do ano que apresenta exatamente o mesmo problema (isso mesmo, Thor), a mudança de espírito mais uma vez é preguiçosamente mal executada e mesmo que Ryan Reynolds consiga exibir certo carisma e teor cômico, não tem a seriedade de um super-herói.

Um bom fator é o vilão Hector Hammond, vivido com talento por Peter Saarsgard. Interpretando um biólogo que entra em contato com um espécime alienígena, ele possui uma trajetória muito mais interessante do que a de Jordan; até o diretor Martin Campbell parece se dedicar mais nas cenas de transformações do personagem (completadas com uma excelente maquiagem), mas o roteiro peca ao lhe oferecer um papel ridículo no terceiro ato. Quem se destaca também é Mark Strong, que finalmente troca o papel de vilão pelo do instrutor Sinestro.

Mas a melhor coisa em Lanterna Verde é mesmo a diversão. Mesmo que defeituosa, a trama está centrada no personagem e não em um grupo maior, como faz a Marvel em sua maldita Iniciativa aos Vingadores, o que faz lembrar (vagamente) ao Homem-Aranha de Sam Raimi. Possui boas cenas de ação e um clímax mediano, não extendendo-se mais do que o necessário e oferecendo um interessante gancho para uma vindoura continuação.

O que podemos tirar desse Lanterna Verde é uma boa diversão e que o universo do personagem agora está estabelecido de forma clara no cinema. A continuação pode focar-se mais no personagem e tem tudo para funcionar.

Esta semana nos cinemas… (19/08)

Posted in Esta Semana nos cinemas with tags , , , , , , on 18 de agosto de 2011 by Lucas Nascimento

Confira abaixo as principais estreias desta semana nos cinemas brasileiros:

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Sinopse: A Tropa dos Lanternas Verdes é uma irmandade de guerreiros, na qual cada membro possui um anel que lhe garante superpoderes. Porém, um novo inimigo chamado Parallax ameaça destruir o equilíbrio das forças do Universo e o destino dos guerreiros e do planeta Terra estará nas mãos do primeiro humano a ser selecionado para a Tropa: Hal Jordan.

Censura: 10 anos

Vontade de ver: 4/5

Onde está a Felicidade?

Sinopse:  A chef de cozinha Teodora embarca em uma jornada de descobertas que farão dela uma nova mulher. Crises no amor e na vida profissional a levarão junto com o amigo Zeca e a espanhola Milena à percorrer o Caminho de Santiago de Compostela, cenário ideal para encontros, reencontros e aventuras.

Censura: 12 anos

Vontade de ver: 1/5

Professora sem Classe

Sinopse: Alguns professores simplesmente não estão nem aí. Por exemplo, há Elizabeth: desbocada, cruel e inapropriada; ela bebe, fica alta e mal consegue esperar para receber seu vale refeição e dar o fora do seu trabalho entediante. Quando ela é abandonada por seu noivo, logo traça um plano para conquistar um professor substituto rico e bonito.

Censura: 14 anos

Vontade de ver: 3.5/5

Um Sonho de Amor

Sinopse: O patriarca da rica família Recchi decide nomear um sucessor para sua indústria. Surpreendendo a todos, ele divide o poder entre seu filho Tancredi e seu neto Edo. Mas Edo sonha abrir um restaurante com seu amigo Antonio, um bonito e talentoso chef. O drama começa quando a esposa de Tancredi, Emma, se apaixona por Antonio, embarcando num tórrido romance que mudará a família Recchi para sempre.

Censura: 12 anos

Vontade de ver: 3/5

Bem, essas são suas opções da semana. Boa sessão!