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Confira o primeiro trailer de TED 2

Posted in Trailers with tags , , , , , , , , on 29 de janeiro de 2015 by Lucas Nascimento

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O ursinho putão de Seth McFarlane retorna para uma continuação… Ted 2 traz de volta McFarlane e Mark Whalberg, adicionando Amanda Seyfried, Morgan Freeman e Liam Neeson em uma trama em que o protagonista tentará expandir seu legado e ter filhos.

Confira o primeiro trailer:

Ted 2 estreia em 27 de Agosto no Brasil.

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A Franquia do PLANETA DOS MACACOS

Posted in Especiais with tags , , , , , , , , , , , , , , on 18 de julho de 2014 by Lucas Nascimento

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Com a estreia de Planeta dos Macacos: O Confronto na semana que vem (já estão sendo exibidas algumas pré-estreias), pela primeira vez parei para assistir a todos os filmes da franquia da Fox, que desde 1968 vem surpreendendo. Confira:

O Planeta dos Macacos (1968)

4.0

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Baseado na obra de Pierre Boulle, O Planeta dos Macacos transformou-se em um dos maiores clássicos da ficção científica pelas mãos do diretor Franklin J. Schaffner. Com a história sombria de um grupo de astronautas que se encontra em um misterioso planeta dominado por macacos, a trama se desenrola com eficiência para uma das maiores e mais icônicas reviravoltas da História do Cinema. Vale lembrar também dos incríveis bordões de Charlton Heston e do revolucionário trabalho de maquiagem de John Chambers.

De Volta ao Planeta dos Macacos (1970)

2.0

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Seguir a conclusão arrasadora do original não é tarefa fácil, e não é de se admirar que a primeira da série de continuações falhe miseravelmente. O filme de Ted Post tenta recriar visualmente diversos aspectos do anterior, desde o protagonista humano que vai aprendendo sobre a comunidade símia até os cenários americanos devastados. Merece créditos por oferecer um rumo completamente inesperado com a comunidade de seres radioativos que cultua um míssil (em uma metáfora interessante da tensão atômica da Guerra Fria), mas o resultado é bem esquecível.

Fuga do Planeta dos Macacos (1971)

4.0

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Mostrando ainda mais ousadia, a franquia agora inventa de brincar com viagem no tempo. E o resultado é surpreendentemente uma das melhores adições da série, já que agora pode mostrar como se deu o processo de dominância mundial dos macacos; e na tradição das melhores obras do gênero, que foi invariavelmente causado pela própria viagem no tempo. Tem um excelente roteiro permeado por questões sociais, e uma conclusão brutal e corajosa.

A Conquista do Planeta dos Macacos (1972)

3.0

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Ligeira fonte de inspiração para o reboot de 2011, o quarto filme revela quando de fato os macacos iniciam o processo de revolução. Tem ainda mais subtexto político do que o anterior, buscando agora um esperto paralelo com a escravidão dos negros, mas carece do impacto. É um bom filme, mas não traz a inteligência visual nem o senso de surpresa que os outros trazem, ficando apenas acima da média.

A Batalha do Planeta dos Macacos (1973)

2.5

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Último filme da franquia original, percebe-se como a fórmula estava fraca. A história, que mostra o grupo símio de César lidando com rebeliões militares e a ameaça de um grupo de mutantes humanos, não empolga. É provavelmente o roteiro mais fraco e sem grandes ambições da série (mesmo ruim, o segundo filme ao menos se arriscava), que só encontra nas medianas cenas de batalha um atrativo.

Planeta dos Macacos (2001)

2.5

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O infame remake de Tim Burton para o clássico de 1968. Pessoalmente, não achei o monstro tão feio como o a maioria, apesar de não faltarem alguns momentos ridículos e diversos elementos incongruentes. O filme acerta pelo visual, contando com o inacreditável trabalho de maquiagem do mestre Rick Baker, que cria macacos e gorilas expressivos. Dou créditos também à coragem de oferecer um final ainda mais enigmático do que o original, mas perde por não fazer tanto sentido.

Planeta dos Macacos: A Origem (2011)

4.0

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Uma das grandes surpresas de 2011 e inegavelmente um dos reboots mais bem-sucedidos de todos os tempos. O filme de Rupert Wyatt ignora a cronologia original, ainda que deixe as devidas homenagens visuais e dê pistas sobre o futuro, que certamente levará à dominação planetária dos símios. A tecnologia de captura de performance funciona e Andy Serkis dá mais um show como o macaco César, mas o que realmente surpreende é a humanidade com que é tratada a trama – graças à relação entre o protagonista e seu pai adotivo, vivido por James Franco.

Bem, já assisti ao novo filme e publicarei a crítica ainda hoje. Até lá!

Fiquem aí com uma menção honrosa genial:

| Transformers: A Era da Extinção | Crítica

Posted in Ação, Aventura, Cinema, Críticas de 2014 with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 16 de julho de 2014 by Lucas Nascimento

1.5

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Calma, tem Jurassic Park ano que vem…

Juro que eu nem sei por onde começar.

Por uma série de motivos pessoais, não consumo nenhum tipo de substância intorpecente, seja álcool, ervas ou qualquer outro variante. Mas quando Optimus Prime surge cavalgando um dinossauro metálico cuspidor de fogo em Transformers: A Era da Extinção, eu desejei que pudesse magicamente ficar chapado. É a única maneira de suportar essa pérola do mestre Michael Bay.

A… Trama é novamente roteirizada por Ehren Kruger (responsável pelos dois últimos filmes da franquia), e traz a Humanidade se voltando contra todos os Transformers – Decepticons e Autobots – dadas as consequências da batalha de Chicago, que detonou toda a cidade e incontáveis vidas humanas em O Lado Oculto da Lua. Nesse cenário de caçadas, encontramos o inventor Cade Yaeger (Mark Wahlberg), que é surpreendido ao descobrir que o caminhão velho que adquiriu é na verdade o líder dos Autobots, Optimus Prime. A descoberta coloca ele, sua família e os robôns na mira da CIA, e também de um misterioso caçador de recompensas intergaláctico.

Isso é só o básico, porque la na metade de seus intermináveis 164 MINUTOS, Kruger continua enfiando mais e mais personagens, o que acaba gerando a aparição de novos antagonistas e – por consequência – batalhas e clímaxes atrás do outro, em um verdadeiro massacre que só o Sr. Bay é capaz de promover. Temos lá as corridas com explosões ao fundo, beijos em contra luz, pôr do sol o tempo todo, câmera lenta para capturar as embaraçosas caras de espanto do elenco e seu icônico plano contra plongé para retratar algum personagem saindo de um carro (e ele realmente vai fundo dessa vez, usando o movimento de câmera inúmeras vezes). Toda a escala da produção realmente impressiona, o que me faz pensar da onde o estúdio conseguiria tanto dinheiro para bancar uma porcaria dessas. Aí me deparo com inúmeros outdoors de grifes como Armani Exchange e Victoria’s Secret, inúmeras marcas chinesas para atrair o mercado asiático (sério, tem um gritante anúncio turístico para temporadas de 2015 em uma das batalhas) e até um close estuprador de um auto-falantes Beats. É um filme todo patrocinado, e nada sutil.

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Robôs gigantes transformistas? Ok. Mark Wahlberg “inventor”? Nope.

Tudo bem, não se dá pra esperar algo genial vindo daqui. Basta olhar para os filmes anteriores (eu gosto do primeiro, mas só), e perceber como nada, absolutamente nada muda. A decisão de trazer Mark Wahlberg para ser o novo protagonista até funciona, já que ele nitidamente mais herói de ação do que Shia LaBeouf, mas quando você me pede pra aturar a subtrama babaca de sua relação com a filha (Nicola Peltz) e os ciúmes em relação namorado desta (Jack Reynor), é forçar uma amizade que nem existe. E a cada filme, Bay consegue atrair mais atores renomados para serem ridicularizados: não bastasse Jon Torturro, John Malkovich e Frances McDormand, agora é a vez de Kelsey Grammer, John Goodman, Ken Watanabe e – coitado – Stanley Tucci de se juntarem ao show de horrores. Tucci, em especial, interpreta uma paródia de Steve Jobs (troque a maçã por uma pêra) e desconfio que este sim estava completamente chapado ao assinar ao contrato – não que sua performance histérica seja sóbria, muito pelo contrário.

Devo falar sobre o roteiro? OK. Eu admito que a presença de um vilão mais independente torna a trama ligeiramente mais interessante, já que evita a esgotada fórmula de Autobots vs. Decepticons, e também porque o tal Lockdown consegue se diferenciar da maioria de seus companheiros robóticos (a sempre competente equipe de efeitos visuais merece aplausos pelos minuciosos detalhes faciais nos personagens. Já o fato de este fazer uma aliança com um agente secreto é curioso, e me faz pensar como tais acordos aconteceram. Ou quem sabe a aparição dos icônicos Dinobots, que simplesmente surgem de uma nave espacial e a justificativa de Optimus para que estes se juntem à sua causa é genial, simplesmente genial: “Nós te damos liberdade! Ajudem-nos, ou vocês morrerão!”. É, grande líder mesmo. Ah, e um dos personagens usa uma bola de futebol americano em uma briga, só queria falar isso. E Kruger claramente acha que só por que você mora na China, é perito em artes marciais, como nos revela a constrangedora cena em que um sujeito PACATO E SEM RELAÇÃO ALGUMA COM A TRAMA larga suas compras e ENCHE UM DOS BANDIDOS DE PORRADA. E NUNCA MAIS APARECE NO FILME!

Sério, chega.

Transformers: A Era da Extinção representa tudo o que existe de pior em Hollywood. É barulhento, estereotipado, merchanizado e mais ligado a intenções empresariais do que Cinema de verdade. E o pior é que tudo funciona, aparentemente, tendo em vista que o filme já arrecadou meio bilhão de dólares nas bilheterias mundiais e já garantiu mais continuações.

Infelizmente, a extinção está longe de acontecer.

| Ted | A fábula moderna de Seth MacFarlane

Posted in Cinema, Comédia, Críticas de 2012, Indicados ao Oscar with tags , , , , , , , , , , on 23 de setembro de 2012 by Lucas Nascimento

Ted já é divertido desde sua criativa proposta: trazer uma espécie de continuação para os arquétipos contos de fada em que objetos/animais falam com seus donos solitários, apresentando sua versão para o que viria a seguir. Nas mãos do comediante Seth MacFarlane, criador da série animada Uma Família da Pesada (que não acompanho por falta de tempo, não interesse), a “fábula” transforma-se num bromance chulo e sem escrúcupulos.

Partindo da premissa discutida acima, a trama acompanha John Bennett (Mark Whalberg), que depois de um amizade de 27 anos com seu ursinho falante Ted (MacFarlane), precisa encontrar espaço em sua vida para sua namorada Lori (Mila Kunis), e encontrar um propósito para sua vida.

É a já conhecida estrutura do jovem adulto que precisa assumir as responsabilidades e enfim amadurecer. Não há nada de inovador nos rumos tomados pelo roteiro de MacFarlane, Alec Sulkin e Wellesley Wid, que apela a soluções bem clichês (aquele velho exemplo onde o protagonista fracassa e sua namorada lhe dá outra chance, um dispensável antagonista com interesse amoroso pela mesma) e torna a experiência previsível em pontos-chave. O que faz a diferença é o engraçadíssimo leque de referências pop que o texto traz à tona: um atestado de amor ao seriado Flash Gordon e as citações de filmes (“Merda, tô parecendo o robô do Aliens – O Resgate“) e, principalmente, a piada final com uma celebridade em particular, estão entre os destaques.

Claro que isso de nada adiantaria se Ted não ganhasse o afeto do público. E com um trabalho de motion capture verossímil e o trabalho vocal espetacular de MacFarlane (convenhamos, o sujeito tem uma das vozes mais engraçadas do planeta), o bicho de pelúcia fala e faz coisas que nunca imaginaríamos vir de uma figura tão dócil e ingênua – e é justamente isso que o torna tão memorável. Vale comentar também a bela performance de Mark Whalberg, que abraça com eficiência o perfil infantil que o personagem requer, e da sempre deslumbrante e talentosa Mila Kunis.

Não se deixe enganar pelos cartazes de divulgação, Ted é uma comédia para adultos. Seth MacFarlane faz uma bela estreia no cinema e ainda que o filme seja imperfeito (o a conclusão traz soluções que, mesmo dentro do universo de ursos falantes, não convencem), é uma experiência divertida que nos apresenta a um personagem que ficará na memória.

Imaginem Ted em Toy Story

| O Vencedor | Pura fórmula com ótimas atuações

Posted in Cinema, Críticas de 2011, Drama, Indicados ao Oscar with tags , , , , , , , , , , , , , , on 4 de fevereiro de 2011 by Lucas Nascimento


A Grande Família: Christian Bale vale o ingresso e o Oscar de Ator Coadjuvante

Christian Bale é um monstro. Começo essa crítica indo direto ao ponto e destacando a performance do ator, que transforma-se na alma do filme que, apesar de conter uma boa química entre o elenco, apresenta uma trama que se desenrola através de pura fórmula gasta e sem introduzir novidades memoráveis no gênero.

O Vencedor foca-se na imensa família de Micky Ward (Mark Whalberg), composta por sua mãe Alice (Melissa Leo), seu pai George, suas irmãs e seu irmão/treinador Dicky Eklund (Bale) e sua relação com o mundo do boxe profissional. Outrora campeão e grande lutador, Dicky é a inspiração de Micky, que tenta seguir os passos de seu irmão e atingir mais sucesso e dinheiro, para cuidar de sua filha.

Partindo da premissa clássica e esgotada do lutador de boxe em decadência, o filme indicado a 7 Oscars (incluindo Melhor Filme) não apresenta novidades ou situações inesperadas do gênero – apenas talvez a relação entre a família -, não merecendo toda a atenção vinda das premiações; especialmente a indicação para o diretor David O. Russell, cujo trabalho é razoável (admiro alguns de seus enquadramentos), mas se destaca por dirigir adequadamente seu elenco.

Mark Wahlberg  interpreta Micky – e também produz o filme –  com um carisma agradável e competente, mas seu personagem é tão cheio de clichês que o ator se repete em diversos momentos. Os holofotes são mesmo de Christian Bale, que entrega uma performance assustadora e magnética; magro a beira da bulimia, o ator consegue que seu personagem – mesmo que com falhas e hábitos reprováveis (como o uso de crack) -, ganhe a admiração do espectador, por apresentar uma energia contagiante no terceiro ato e por sua devoção à seu irmão. Uma atuação arrasadora.

Do outro lado do ringue, temos Melissa Leo e Amy Adams, ambas indicadas por suas personagens Alice e Charlene. A favorita é Leo, mas sinceramente, não achei sua performance digna de prêmio. É um papel forte, de fato e a atriz o faz muito bem (admiro como a força de Alice só é abalada por seu filho Dicky), mas o favoritismo deve ser uma consolação por sua derrota em 2009 com Rio Congelado… Amy Adams continua se sobressaindo; está melhor, mais carismática e apresenta uma carga dramática maior à sua Charlene.

O Vencedor é um filme cuja trama de desenvolve por pura “fórmula” do gênero, por isso, espere ver Mark Whalberg correndo no frio à la Rocky, mas surpreenda-se com a memorável performance de Christian Bale. De fato, o verdadeiro “vencedor” do título.

Obs: Amanhã tem crítica de Cisne Negro!

Diretores: M. Night Shyamalan

Posted in Diretores with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 17 de agosto de 2010 by Lucas Nascimento

Semana que vem, estreia o novo filme de Manoj Nelliyattu Shyamalan, cineasta que teve um ótimo início de carreira, mas que atualmente se encontra no fundo do poço. O Último Mestre do Ar é seu primeiro trabalho adaptado de outra mídia, no caso, o desenho da Nickelodeon. Vamos relembra a carreira do cineasta, que era uma grande promessa:

O Sexto Sentido (1999)

O primeiro grande filme de Shyalaman é sem dúvida seu melhor trabalho. O roteiro é original, tenso e muito interessante; sem falar que há diversos sustos e muita emoção. O pequeno Haley Joel Osment surpreende na ótima performance de Cole, que imortalizou a frase “I see dead people”. E o final surpreendente virou marca do diretor.

Onde está Manoj: Assim como Hitchcock, Shyamalan costuma fazer pontas em seus filmes. Nesse, ele é o psicólogo a quem a mãe de Cole pede ajuda.

Corpo Fechado (2000)

Se você procura por super-heróis realistas, Corpo Fechado é mais uma ótima sugestão. O filme é muito sombrio e lida com a questão de super-poderes e a ética de um herói de maneira espetacular. Mostra que o cineasta respeita e entende o que é uma história em quadrinhos, já que o enquadramento e a fotografia são completamente inspirados por gibis. As atuações são perfeitas e está pau a pau com O Sexto Sentido como obra-prima de Shyamalan.

Onde está Manoj: É o traficante de drogas interrogado por David no estádio.

Sinais (2002)

A cena acima é muita curiosa. Todos que viram levaram um grande susto, mesmo sabendo que, obviamente, alguma coisa iria acontecer. Interessante como Shyalaman sabe criar suspense, é basicamente o que ele faz nesse filme de alienígenas genial. O clima de invasão é devastador, assim como as perfomances de Mel Gibson e Joaquin Phoenix.

Onde está Manoj: Ele interpreta Ray Reeddy, que matou a esposa de Graham em um acidente de carro.

A Vila (2004)

É aqui que o cineasta começa a tropeçar… Com uma premissa muito interessante e um clima sombrio e aterrador, A Vila tinha tudo para dar certo, mas o diretor se deixou levar por algumas situações absurdas, clichês e um suspense bem morno. Ao menos acertou no visual; tanto das criaturas quanto do vilarejo.

Onde está Manoj: É o guarda lendo jornal na cidade.

A Dama na Água (2006)

Ridículo. Define muito bem o que é a “história de ninar” de Shyamalan e sua ninfa da piscina. O roteitro é fraco, bobo e desinteressante. O elenco é caricato e exagerado demais… A única boa cena é a morte do crítico de cinema que, com um belo uso de metalinguagem, explica exatamente a razão de sua morte.

Onde está Manoj: Rouba a cena como um dos moradores do prédio, um escritor.

Fim dos Tempos (2008)

Não é tão ruim quanto A Dama na Água, mas está longe de ser um bom filme. Bons enquadramentos de cena e arrepiantes imagens de suicídio não escondem o roteiro babaca, as atuações deploráveis e as situações constrangedoras. Você já deve estar careca de saber mas, Mark Whalberg conversa com uma planta. De plástico.

Onde está Manoj: Ele interpreta Joey, que liga para Zooey Deschanel no trem.

Bem, Shyamalan tem outros projetos na gaveta, como um misterioso sobrenatural sobre um pai com poderes e a série Night Chronicles, mas O Último Mestre do Ar chega ao Brasil nesta Sexta-feira, dia 20 de Agosto. Aguardemos.