Arquivo para Marvel

| Quarteto Fantástico | Crítica

Posted in Adaptações de Quadrinhos, Aventura, Cinema, Críticas de 2015, Ficção Científica with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on 5 de agosto de 2015 by Lucas Nascimento

2.5

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Jamie Bell, Michael B. Jordan, Miles Teller e Kate Mara são as novas caras (ou costas) do Quarteto

Há uma década atrás, a Fox lançava sua primeira tentativa blockbuster (o de Roger Corman é trash demais) de lançar o Quarteto Fantástico nos cinemas. Ainda que de qualidade bem duvidosa, os dois filmes dirigidos por Tim Story conseguiam divertir com seu humor pastelão e trama macarrônica num adorável guilty pleasure, mas foram incapazes de sustentar uma franquia duradoura. Agora, seguindo uma linha mais dark e realista, o grupo da Marvel tenta se reinventar pelas mãos de Josh Trank.

A trama faz algumas mudanças na história original, trazendo os personagens da fase adulta para adolescente. Reed Richards (Miles Teller) trabalha com o amigo Ben Grimm (Jamie Bell) numa teoria para tornar possível o teletransporte e viagens interdimensionais. Com a ajuda de uma equipe formada pelos irmãos Sue (Kate Mara) e Johnny Storm (Michael B. Jordan) e o desconfiado Victor Von Doom (Toby Kebbell), o grupo consegue acesso a outra dimensão, onde ganham poderes bizarros que mudam suas vidas.

Depois de Josh Trank ter dirigido o ótimo Poder Sem Limites e um elenco realmente fantástico ter sido escolhido, é difícil de acreditar que este novo Quarteto consiga ser tão burocrático. O roteiro de Simon Kinberg, Jeremy Slater e o do próprio Trank empolga por se debruçar em uma abordagem mais científica do assunto, tanto que sua eficiente primeira metade funciona bem como uma ficção científica e até impressiona por algumas decisões visuais: o primeiro vislumbre dos poderes é quase amedrontador, com a imagem de um Johnny aparentemente morto sendo engolido por chamas ou o corpo de Reed sendo esticado à força em uma mesa cirúrgica. Porém, são apenas bons momentos encontrados numa narrativa sem vida, que pouco empolga e arrisca.

As relações entre cada membro do Quarteto falham ao provocar autenticidade, como se não houvesse química entre o elenco. Miles Teller se sai bem porque seu personagem tem o maior destaque, mas sua amizade com Jamie Bell é forçadíssima (aliás, o ator surge com uma imutável expressão cansada durante toda a projeção, e seu Coisa digital não é dos mais expressivos) e o pseudo romance com Kate Mara, nada convincente. Poxa, nem o carismático Michael B. Jordan tem a chance de brilhar aqui, já que seu Johnny é constantemente jogado em segundo plano, e me ficou a impressão de que o ator realmente se esforçava – mas parecia forçado a ficar no piloto automático. E mesmo que o Doom de Toby Kebbell seja muitíssimo bem introduzido e explorado, sua transição para vilão megalomaníaco é risível, e um dos grandes fatores que expõem os problemas de bastidores que assombraram seu pré-lançamento.

Se levar em conta o que vemos em tela, certamente a Fox teve problemas para concluir o filme, e não ficaria surpreso se os rumores de refilmagens fossem reais. Trank começa a narrativa muito bem, mas raramente vemos ali o mesmo cara que impressionou com a crueza e espetáculo em Poder sem Limites, trazendo cenas de ação tediosas (o clímax com o Dr. Destino é um dos mais apressados e sem energia que já vi na vida) e até uma montagem problemática que parece unir cenas desconexas: um tempo maior de silêncio entre um momento tenso para outro seria necessário aqui e ali, e é um claro sinal de problemas quando a trama salta 1 ano num momento crítico, ignorando desenvolvimento de personagens e a relação destes com seus poderes. A unica exceção é quando Dr. Destino acorda pela primeira vez, e seu violento e sangrento ataque ajuda a acordar o espectador.

Nos quesitos técnicos, é competente, ainda que nada muito espetacular. É interessante observar como as chamas digitais cobrem com detalhes o uniforme do Tocha Humana, assim como o detalhe de preencher o traje do Sr. Fantástico de argolas e do Coisa surgir numa espécie de casulo de pedra. Aliás, as justificativas para cada um dos poderes são verossímeis, como as rochas que entram na cápsula de Ben ou o fogo que invade a de Johnny durante o teletransporte de ambos, e até o visual do próprio Destino; quase como um A Mosca mais controlado.

Mesmo que surja com nomes talentosos e boas intenções, o novo Quarteto Fantástico é um filme esquecível e que infelizmente não consegue fazer muito além do básico, se perdendo numa trama sem graça com personagens pouco carismáticos.

E aí Fox, quarta vez é a da sorte?

Obs: Esse filme não é em 3D. Glória, pelo menos isso.

Sony e Marvel Studios vão dividir o HOMEM-ARANHA

Posted in Notícias with tags , , , , on 10 de fevereiro de 2015 by Lucas Nascimento

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Finalmente aconteceu. Depois de meses de rumores e emails vazados, finalmente houve uma confirmação oficial de que o Homem-Aranha será incorporado ao Universo Cinematográfico Marvel, ao mesmo tempo em que renderá filmes para a Sony.

O aracnídeo fará sua estreia no ano que vem, com Capitão América 3: Guerra Civil, e ganhará um filme-solo com a produção de Kevin Feige e Amy Pascal em Julho de 2017. Andrew Garfield e o diretor Marc Webb não foram confirmados, mas já se afirma que eles não voltarão.

Então é mais um reboot para o Homem-Aranha! Vamos aguardar por mais novidades, incluindo o anúncio do novo ator a intepretar Peter Parker…

Capitão América 3: Guerra Civil estreia em 6 de Maio de 2016.

Novo trailer de VINGADORES: ERA DE ULTRON

Posted in Trailers with tags , , , , , on 13 de janeiro de 2015 by Lucas Nascimento

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Depois do teaser ano passado, Vingadores: Era Ultron enfim ganha mais um teaser trailer. Bastante pancadaria, incluindo os robôs do vilão principal e a Hulkbuster em ação.

Confira:

Vingadores: Era Ultron estreia em 30 de Abril.

| Operação Big Hero | Crítica

Posted in Adaptações de Quadrinhos, Animação, Aventura, Cinema, Críticas de 2014 with tags , , , , , , , , , , , , on 28 de dezembro de 2014 by Lucas Nascimento

3.5

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Hiro e o robô Baymax

Com a compra da Marvel pela Disney, a empresa de Mickey Mouse assumiu controle até das mais distintas obras da editora. No mercado japonês, as histórias do grupo Big Hero 6 são bem populares, mas confesso que nunca tinha ouvido falar desta até o lançamento desta nova divertida animação do estúdio, Operação Big Hero.

Escrita por Jordan Roberts, Daniel Gerson e Robert L. Baird, a trama é ambientada numa sociedade futurista que atende pelo nome de San Fransokyo (união entre a cidade californiana americana e a capital japonesa), apresentando-nos ao jovem Hiro (voz de Ryan Potter no original), menino prodígio que tenta escolher o que fazer com seu imenso potencial. Após a repentina morte de seu irmão em um incêndio, ele descobre seu robô Baymax (voz de Scott Adsit), que o ajudará a encontrar um misterioso mascarado que estaria envolvido na tragédia.

As animações da Walt Disney andam muito bem, ainda mais se compararmos com as da Pixar. Com John Lasseter atuando pesadamente como produtor de alguns projetos do estúdio, tivemos obras do calibre de Detona Ralph e o superpoderoso Frozen: Uma Aventura Congelante. Operação Big Hero continua esse strike bem-sucedido de sucessos, e se a animação anterior virava os contos de princesa de ponta cabeça, esta mergulha no gênero dos super-heróis. Visualmente, é um grande feito ao elaborar designs criativos para seus personagens e locações, especialmente ao observarmos as influências futuristas na elegante junção da arquitetura americana com a japonesa (a ponte Golden Gate, por exemplo, fascinante com telhados típicos da cultura oriental).

Mas se há um fator que faz a diferença aqui é Baymax, o adorável robô inflável. Sua expressão minimalista e quase imutável garante ao personagem uma ingenuidade divertida e tocante, que logo caminha para um bem colocado senso de humor, provocando risadas de forma sutil; como os movimentos delicados e outrora desajeitados de Baymax. Os demais personagens também são muito bem trabalhados e diferentes entre si, especialmente na forma como os animadores ilustram suas distintas habilidades. O vilão mascarado, dentre todos, é o que mais chama a atenção, graças a seu visual amedrontador e sua locomoção através de milhares de nanobots – elemento que rende ótimas cenas de ação.

O que realmente não me agradou em Big Hero foram algumas soluções de roteiro. A identidade e motivações do vilão mascarado (como em Frozen, o filme tenta ocultar o real antagonista da história) surgem meio deslocadas da trama central, trazendo elementos de Contato e Os Vingadores. Sem falar que o filme peca ao se mostrar mais um exemplar da escola Marvel de “Ninguém está realmente morto”, principalmente por garantir uma grande cena emocional para algo… Irrelevante. Sinto que é um artifício barato para trapacear o espectador.

Operação Big Hero é uma animação eficiente e empolgante, capaz de entreter e divertir graças a seus personagens ecléticos. Pode não ter uma história ou apego emocional fortes como em Os Incríveis, já que também é uma aventura de super-heróis, mas vale a visita. E Baymax já merece entrar pra História como um dos robôs mais memoráveis dos últimos tempos.

Obs: Há uma ótima cena após os créditos.

| Thor: O Mundo Sombrio | Retorno do Deus do Trovão conserta erros do antecessor

Posted in Ação, Adaptações de Quadrinhos, Aventura, Cinema, Críticas de 2013 with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 1 de novembro de 2013 by Lucas Nascimento

3.0

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Jane Foster (Natalie Portman) dá uma bronca em Thor (Chris Hemsworth)

Um problema quase que unânime nos filmes do Universo Cinematográfico Marvel é a impessoalidade de seus respectivos diretores. Em seus 8 filmes lançados até agora, foi raro encontrar ali um diretor que demonstrasse criatividade no ramo de contar histórias, seja narrativa ou puramente visual; a exceção fica com Joss Whedon em Os Vingadores e Kenneth Branagh em Thor – mas esse último perde pontos por se entregar puramente à estética. Achei que seria diferente com Thor – O Mundo Sombrio, mas parece que a Marvel novamente dominou o lado criativo. O resultado, no entanto, não é nada mal.

A trama assinada a seis mãos é ambientada após os eventos de Os Vingadores, com Loki (Tom Hiddleston, roubando o show mais uma vez) sendo confinado às masmorras de Asgard por seu pai (Anthony Hopkins) e Thor (Chris Hemsworth) lutando para restaurar a paz entre os Nove Reinos. Paralelo a isso, a perigosa raça dos Elfos Negros, liderada pelo grotesco Malekith (Christopher Eccleston), acorda quando um misterioso artefato de seu povo é descoberto pela cientista Jane Foster (Natalie Portman) na Terra. Para salvar o reino e sua amada terráquea, Thor deverá formar uma frágil aliança com seu irmão Loki para impedir Malekith de… destruir o Universo, é.

De início de conversa, já é quase que evidente atestar a superioridade deste novo filme em relação ao de 2011. O diretor Alan Taylor não impressiona por sua criatividade, mas ao menos merece méritos por fornecer uma abordagem mais medieval e suja ao universo do Deus do Trovão, deixando de lado o visual clean e shakespeariano de Kenneth Branagh – algo também proporcionado pelo excelente trabalho de direção de arte, que mescla elementos vikings com artilharias dignas de Star Wars (os efeitos sonoros, aliás, remetem muito à saga de George Lucas. Com a Disney bancando as duas franquias, deve ser fácil ter acesso à biblioteca de Ben Burtt). Outra correção essencial é o tom da produção: enquanto o primeiro se perdia em seus excessos de humor (outro recorrente problema no universo Marvel), O Mundo Sombrio sabe exatamente quando e onde encaixar suas piadas, gerando um bom timing graças à pequenos detalhes cômicos; como o herói “pendurando” seu martelo na parede de um apartamento.

O grande problema fica na história mesmo. Ainda que mais empolgante e complexa do que a de seu antecessor, os roteiristas criam uma série de conceitos que se perdem dentro da própria lógica (nem o tal do Mundo Sombrio do título ganha uma explicação eficiente). Toda a questão de passagens entre diferentes dimensões faz sentido no início, mas é completamente extrapolada em seu clímax (o que rende uma boa cena de ação, mas sacrifica a compreensão “científica” do espectador). Quem sai perdendo também é a Sif de Jaimie Alexander, que ganha considerável destaque no primeiro ato da projeção – surgindo como potencial interesse amoroso – simplesmente para ser esquecida da metade pro fim, enquanto o vilão de Christopher Eccleston chama a atenção meramente por seu visual elaborado, já que encarna uma figura essencialmente maniqueísta e sem motivações devidamente exploradas.

No fim, Thor: O Mundo Sombrio é um bom filme, mesmo com seus muitos problemas. Diverte, demonstra uma evolução no “Marvel way of cinema” ao corrigir problemas de tom e, felizmente, não cai na armadilha de simplesmente servir como prelúdio ao eventual Os Vingadores 2. Mas mais do que a segunda união da superequipe, é a continuação da trama de Asgard que desperta mais interesse.

Isso nos revela como o Deus do Trovão pode se virar sozinho na tela grande.

Obs: Há DUAS cenas adicionais após o filme. Uma durante os créditos finais e outra no término destes. Não iniciados certamente ficarão no ar com a primeira cena, então aí vai uma explicação: aquela cena nos apresenta ao universo de Os Guardiões da Galáxia, arriscada aposta da Marvel no gênero da ficção científica, que ganhará as telonas em Agosto do ano que vem.

Obs II: Como de costume, Stan Lee faz uma rápida aparição especial. E ele não é o único, mas paro por aqui para não estragar uma GRANDE surpresa…

Obs III: O 3D convertido é absolutamente descartável.

Leia esta crítica em inglês.

Primeiro trailer de CAPITÃO AMÉRICA 2 – O SOLDADO INVERNAL

Posted in Trailers with tags , , , , , , , , , , on 24 de outubro de 2013 by Lucas Nascimento

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Com a estreia de Thor: O Mundo Sombrio se aproximando (semana que vem), a Marvel Studios lançou o primeiro trailer de Capitão América 2 – O Soldado Invernal, que acompanha o herói de Chris Evans nos dias atuais. É interessante notar a promessa de uma trama mais política, com a narrativa mudando-se para Washington e pesando nas questões morais da SHIELD. Vale notar também como o visual parece muito mais dark e frio do que os longas anteriores. Enfim, confira:

Capitão América 2 – O Soldado Invernal estreia em 11 de Abril de 2014.

Primeiro pôster de CAPITÃO AMÉRICA 2

Posted in Notícias with tags , , , , , , on 9 de julho de 2013 by Lucas Nascimento

Com a San Diego Comic-Con acontecendo em 9 dias, espere por muitas novidades no mundo nerd! Pra começar, a Disney lançou um pôster bem teaser de Capitão América 2 (The Winter Soldier, ainda sem título nacional), que mostra o surrado escudo do Sentinela da Liberdade. Confira:

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Capitão América – The Winter Soldier estreia em 4 de Abril de 2014

Deus do trovão solta os raios no primeiro pôster de THOR: O MUNDO SOMBRIO

Posted in Notícias with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 19 de abril de 2013 by Lucas Nascimento

Com a estreia de Homem de Ferro 3 se aproximando a cada minuto, a Marvel Studios começa a agora a trabalhar na divulgação de seu próximo lançamento. Assim, hoje tivemos o primeiro pôster oficial de Thor: O Mundo Sombrio, que traz uma arte estilosa onde o herói de Chris Hemsworth envolto de raios. Boa arte, ainda que pouco reveladora. Confira:

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Ainda não se sabe muito sobre a trama da continuação, apenas que trará mais cenas em Aasgard do que na Terra, prometendo ser muito mais épico e viking. Pra comandar o barco, está o diretor Alan Taylor (que já cuidou de vários episódios da série Game of Thrones). Tom Hiddleston, Natalie Portman e Anthony Hopkins reprisam seus respectivos papéis.

Thor: O Mundo Sombrio estreia em 8 de Novembro.

Teia de Polêmicas | Especial O ESPETACULAR HOMEM-ARANHA

Posted in Especiais with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 2 de julho de 2012 by Lucas Nascimento

O retorno de um dos mais famosos super-heróis de todos os tempos enfim se aproxima. Servindo como recomeço para a franquia, O Espetacular Homem-Aranha traz rostos novos e a missão de manter o legado da trilogia de Sam Raimi e provar que grandes poderes continuam trazendo grandes responsabilidades. Confiram:

Algumas perguntas que circulam o projeto de O Espetacular Homem-Aranha:

Por que a Sony Pictures optou por um reboot da franquia?

Até meados de 2009, Homem-Aranha 4 (e até 5) era um projeto em pré-produção dentro dos estúdios da Columbia Pictures, com Sam Raimi retornando para a direção e Tobey Maguire e Kirsten Dunst reprisando os papéis principais. No entanto, o roteiro custava a alcançar a satisfação do diretor, e o estúdio discordava criativamente em diversos aspectos; principalmente na escolha do vilão. Quando acordos foram impossíveis, a Sony puxou o longa da tomada e recomeçou do zero.

O que torna O Espetacular Homem-Aranha diferente do primeiro filme de 2002?


O sombrio Peter Parker: obcecado com o oculto passado de seus pais

Ao contrário do que alguns vêm afirmando, o filme de Marc Webb não é um remake do Homem-Aranha de 2002, e sim uma reinvenção para o personagem no cinema, tomando como fonte outras fases do herói nos quadrinhos (especialmente a Ultimate). Observe que não temos a presença de Mary Jane (substituída por Gwen Stacy que foi, de fato, a primeira namorada do Aranha nos quadrinhos de Stan Lee e Jack Kirby) nem de Harry Osborn (apesar de a Oscorp, empresa que daria origem ao Duende Verde, já ter aparecido nos trailers), e o próprio Peter Parker surge muito mais sério do que o de Tobey Maguire. Mas o elemento fundamental aqui é o passado misterioso que envolve Parker e seus pais, algo nunca explorado nos longas anteriores.

O Espetacular Homem-Aranha foi filmado em 3D?


Cena em 1ª pessoa vista no primeiro trailer

Felizmente, o diretor Marc Webb optou por gravar o filme com câmeras Red Epic em 3D, ao contrário de algumas outras produções que simplesmente recorreriam a uma conversão durante a pós-produção. Eu assisti a um dos trailers do filme durante a sessão de Titanic 3D no IMAX e me impressionei: simplesmente o melhor uso da tecnologia que já presenciei.

O novo Homem-Aranha terá alguma ligação com Os Vingadores?

Já que os direitos do Homem-Aranha pertencem à Sony Pictures, é impossível (ou melhor, ilegal) que o aracnídeo dê as caras em algum novo filme da superequipe da Marvel Studios. Portanto, nada de Nick Fury por aqui.

Haverá continuações?

O plano é iniciar uma nova franquia, e Andrew Garfield e Emma Stone têm contrato assinado para possíveis continuações. Além disso, Alex Kurtzman e Roberto Orci (Star Trek) já escrevem o roteiro de O Espetacular Homem-Aranha 2, que deve ser dirigido novamente por Marc Webb.

Todos aqui já são conhecidos, mas aqui ganham nova releitura:

Peter Parker/Homem-Aranha | Andrew Garfield

Inteligente, aspirante a fotógrafo, habilidoso skatista e obcecado quanto ao misterioso passado de seus pais, Peter Parker ganha poderes incríveis ao ser picado por uma aranha geneticamente modificada. O surgimento de tais habilidades o faz assumir a identidade do Homem-Aranha e também o ajuda no desenvolvimento de suas experiências com o dr. Connors.

Gwen Stacy | Emma Stone

A paixão secreta de Peter, Gwen estuda na mesma sala que o jovem e trabalha como assistente de laboratório com dr. Connors, na Oscorp. Seu envolvimento cada vez mais constante com Parker pode arriscar sua segurança.

Dr. Curt Connors/O Lagarto | Ryhn Efans

Um dos principais cientistas trabalhando na Oscorp, o Dr. Connors desenvolve um soro que possibilite o crescimento de tecidos e membros humanos perdidos, usando a regeneração de lagartos como fonte de estudo. Tendo trabalhado com Richard Parker no passado, não é surpresa que logo seu filho Peter surja e os dois comecem a trabalhar juntos. Mas o resultado é a criação de um monstruoso alter-ego para Connors, o Lagarto.

Capitão George Stacy | Denis Leary

Destemido policial por quase 20 anos, o capitão George Stacy é o rosto da Polícia da Cidade de Nova York, e o responsável por investigar e capturar o misterioso vigilante conhecido como Homem-Aranha. Sua maior preocupação, no entanto, é com sua filha Gwen Stacy.

Alguns filmes do Homem-Aranha que nunca viram a luz do dia:

Sam Raimi’s Spider-Man 4

A Sony não estava satisfeita com o filme que Sam Raimi planejava dirigir (e nem o próprio diretor, já que o roteiro passava por inúmeras revisões) e não confiava na escolha do vilão: o Abutre. John Malkovich já havia sido contratado (seria interessante vê-lo sair voando pela cidade de Nova York) e alguns rumores até apostavam em Anne Hathaway como a Gata Negra (ironicamente, logo depois ela saiu pra fazer a Mulher-Gato no novo Batman). Não gosto muito do Abutre, mas o estúdio precipitou-se ao tirar o filme da tomada.

James Cameron’s Spider-Man

Um dos primeiros nomes linkados a um filme do Homem-Aranha, James Cameron chegou a escrever um rascunho de roteiro (que você pode ler aqui) para uma trama de origem que trazia o herói enfrentando o Electro e o Homem-Areia. O tratamento de Cameron era bem diferente do que vimos na trilogia de Raimi: apresentava linguagem um tanto pesada e até uma cena de sexo entre o Aranha e Mary Jane, mas um elemento que permaneceu foi a ideia dos lançadores de teia orgânica (nos quadrinhos, o herói usa um material). O filme de Cameron nunca deu certo devido a problemas financeiros e legais.

David Fincher’s Spider-Man

Isso mesmo, em 1999 um dos diretores mais inteligentes e talentosos da atualidade chegou perto de dirigir um filme do Cabeça-de-Teia. Sua versão, obviamente, seria sombria e diferente da trilogia de Raimi, contando com a morte de Gwen Stacy – pelas mãos do Duende Verde – logo na cena inicial. Então, uma sequência de créditos de abertura introduziria a origem do herói e a morte de seu tio, para depois começar com Peter e Gwen se conhecendo. Nas palavras do diretor, “não seria um filme sobre adolescência, e sim sobre um cara aceitando o fato de que é uma aberração”. Eu sei, também fiquei louco de curiosidade…

Uma análise rápida sobre os três filmes dirigidos por Sam Raimi:

Homem-Aranha (2002)

Com um elenco pouco popular para sua época de lançamento, o filme de Sam Raimi foi uma grande (e satisfatória) surpresa. Homem-Aranha traz uma combinação de humor, aventura e romance que agradou tanto os fãs de quadrinhos quanto aos não-adeptos (como este que vos escreve), apresentando ótimas cenas de ação e um talentoso Tobey Maguire.

Homem-Aranha 2 (2004)

Seguindo a tradição da sequência “maior e melhor”, o que mais surpreende em Homem-Aranha 2 não são os impressionantes efeitos visuais, as espetaculares cenas de luta (que incluem um memorável combate em um trem elevado) ou o vilão Dr. Octopus, e sim a força e emoção que seu roteiro traz. O texto aqui aborda como a responsabilidade de ser um herói afeta a vida pessoal de Peter Parker, e o faz com tamanha dedicação que nos esquecemos que estejamos tratando de um personagem colorido que escala paredes. Uma das melhores adaptações de quadrinhos de todos os tempos.

Homem-Aranha 3 (2007)

Tendo a função de superar seu impecável antecessor, não é surpresa que Homem-Aranha 3 seja o mais fraco da trilogia. Mesmo que traga uma sedutora trama de lado sombrio e as melhores cenas de ação dos três flmes, o excesso de vilões e linhas narrativas (Sam Raimi tentou ser grande demais) torna a experiência mais cansativa e difícil de acompanhar, já que os (bons) personagens não têm o desenvolvimento que merecem. A trama do uniforme negro e Venom é uma das melhores que o Aranha já teve, e certamente merece melhor do que um Tobey Maguire emo rebolando na rua.

Cinco momentos inesquecíveis da trilogia dirigida por Sam Raimi:

O beijo

Transformou uma icônica cena dos quadrinhos em um dos beijos mais românticos do cinema.

Ataque no Hospital

Raimi abraça seu passado Evil Dead em uma sequência tensa e inventiva.

Luta no trem

Uma das melhores cenas de ação do cinema recente. E ainda aperta a garganta em seu emocionante desfecho.

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O Novo Duende Verde

Em uma sequência que voa pelos prédios de Nova York com uso pesado de CG, encontramos o primeiro novo inimigo do herói.

A Transformação de Venom

Com planos criativos e uma execução assustadora, apresenta a reviravolta mais esperada do filme.

Menção honrosa: Créditos de abertura de Homem-Aranha 2

Os belíssimos desenhos de Alex Ross e a magistral trilha de Danny Elfman nos relembram os principais momentos do primeiro filme, preparando terreno para o segundo.

Uma breve olhada nos uniformes que acompanharam o Homem-Aranha no cinema.

Raimi I

Por James Acheson

Raimi II

Por James Acheson

Raimi III

Por James Acheson

Webb I

Por Kym Barrett

Aqui, 5 dos meus vilões preferidos do Homem-Aranha, que gostaria de ver em futuras sequências:

Scorpion

Contratado por J. J. Jameson (o editor do Clarim Diário) para capturar o Homem-Aranha e prová-lo como um criminoso, o investigador Mac Gargan submete-se a uma experiência de mutação animal que lhe garante uma fisionomia com longa cauda e instintos ferozes: nasce o Scorpion. Se desenvolvido bem e aplicado um visual mais tridimensional, resultaria em uma boa pancadaria com o herói além de reforçar a ideia de “caçada ao Homem-Aranha”.

Mysterio

Especialista em efeitos visuais de Hollywood, o ilusionista Quentin Beck é demitido e resolve se vingar adotando a identidade de Mysterio. Certamente daria um incrível espetáculo visual na tela, assim como um tom psicótico e perturbador (poderiam haver questionamentos sobre o que é realidade, o que é ilusão). Seria um filmão! Para o intérprete, pensaria em David Tennant (que mandou bem no remake de A Hora do Espanto).

Shocker

Ladrão de cofres que desenvolve uma arma tecnológica poderosa para auxiliar em seus crimes: pulsos elétricos. Tem um dos trajes mais interessantes (Shocker só o utiliza para proteção) de todos os vilões do personagem, e mostra-se um desafio letal com o uso da eletricidade – sei que temos o Electro, mas odeio o personagem. Já que o vilão fica o tempo todo por trás de uma máscara, não seria preciso muita procura pelo intérprete.

Kraven, o Caçador

Um dos mais inteligentes e mortais oponentes do Homem-Aranha nos quadrinhos, Kraven é mestre em inúmeras lutas e um caçador nato, tendo derrotado o herói em uma determinada história. Seria uma ótima escolha (mais uma vez, considerando que a polícia considera o Aranha um criminoso fugitivo), mas o visual do personagem deverá ser modernizado para funcionar. O papel merece ser de Jeffrey Dean Morgan (o Comediante de Watchmen – O Filme) ou Gerard Butler (300).

Venom

Já o vimos em Homem-Aranha 3, mas o filme é tão sobrecarregado de personagens que o vilão linguarudo acaba ficando em terceiro plano. Venom é um dos melhores oponentes do herói, e merece ser retratado de forma mais grandiosa (parece que seu filme-solo está em andamento). E roteiristas, vamos brincar com as oportunidades! O simbiote alienígena não precisa ter apenas Eddie Brock como hospedeiro, imaginem como ficariam as “versões Venom” dos quatro vilões acima…

Bem, o especial fica por aqui. Espero que tenham gostado e aguardem pela crítica do filme.

Super Soldado: Especial CAPITÃO AMÉRICA – O PRIMEIRO VINGADOR

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Capitão América – O Primeiro Vingador chega aos cinemas brasileiros prometendo uma bela diversão e mais um capítulo da saga dos Vingadores. Aproveite o (pequeno e breve) especial:


E você achando que o filme de 2011 foi a primeira tentativa com o personagem…

A ideia de um filme sobre o bandeiroso super-herói Capitão América já existe há um bom tempo. Tanto que, antes de ser a mega-produção estrelada que estreia nesta Sexta-Feira, o personagem ganhou um  medíocre filme em 1990.

O longa, dirigido por Albert Pyun, conta a origem do capitão e sua batalha com um (rídiculo) Caveira Vermelha, sendo posteriormente congelado e depois acordando no mundo moderno. O filme foi recebido negativamente em sessões-teste e banido do circuito de salas de cinema, sendo lançado diretamente em vídeo. Quanto ao resultado, quem assistiu diz que é uma porcaria ao nível do primeiro Quarteto Fantástico (é, aquele de 1990 mesmo) e o bacana é que a MGM está relançando o filme em DVD, claramente acompanhando o lançamento do novo filme.

Agora ao negócio sério: Depois de resolver algumas complicações (como uma disputa pelos direitos do personagem) e a Marvel finalmente tornar-se um estúdio independente, o novo Capitão América começara a ganhar vida. A trama começou a ser desenvolvida e fora decidido que o longa manteria a origem do herói na Segunda Guerra Mundial (convenhamos, um cara vestido de bandeira norte-americana correndo por aí não é uma ideia tão facilmente aceitável atualmente…) e um lançamento em 2008.


O diretor Joe Johnston no set do filme

O responsável para comandar o projeto fora Jon Favreau, mas ele optou por trabalhar com outro personagem da Marvel – o Homem-de-Ferro -, deixando assim o caminho livre para uma série de cineastas que incluia, entre outros, o francês Louis Leterrier – este acabou dirigindo, veja só, O Incrível Hulk para a mesma empresa no mesmo ano. Eventualmente, o escolhido foi Joe Johnston (que dirigiu Jurassic Park 3 O Lobisomem), que apontou Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida como principal inspiração de tom.

Depois de muita controvérsia e desaprovação dos fãs, Chris Evans foi escalado para viver o Capitão América, assinando um contrato de nove filmes (que incluem uma trilogia do personagem, Os Vingadores e sabe-se lá o que mais) com a Marvel. Hugo Weaving (que trabalhara com Johnston em O Lobisomem) foi contratado para o papel do Caveira Vermelha – cuja maquiagem levava 2h e meia para ser aplicada – e Hayley Atwell, Stanley Tucci, Tommy Lee Jones, Sebastian Stan e Dominic Cooper preenchem a vaga de coadjuvantes.

As filmagens começaram em Junho do ano passado, passando por diversos locais do Reino Unido (que incluíram Liverpool, Manchester e Londres) que serviram como dublê para a Manhattan da década de 1940. Você já sabe, mas vamos lá: após o encerramento das gravações, o produtor Kevin Feige – o poderoso chefão da Marvel Studios – anunciou um lançamento em 3D convertido (assim como aconteceu com Thor).


Chris Evans digitalmente encolhido para interpretar Steve Rogers

Sobre os efeitos visuais, é interessante apontar a transformação física de Chris Evans. Enquanto o ator teve que ganhar uma pesada musculatura, seu personagem Steve Rogers é um menino magricela e fraco que posteriormente transforma-se no Capitão. Para esse efeito, foram utilizadas duas técnicas: um encolhimento digital do ator e a já conhecida substituição de cabeça (o mesmo efeito usado em O Curioso Caso de Benjamin Button). Finalizando a parte técnica, Alan Silvestri foi chamado para compor a trilha sonora.

Um problema curioso enfrentado pela divulgação do filme foi o título. Enquanto Capitão América – O Primeiro Vingador permanece na maior parte do mundo, na Rússia, Coréia do Sul e Ucrânia ele será conhecido apenas como O Primeiro Vingador, enquanto na China o longa nem vai dar as caras (por um motivo que inclui um limite anual de exibição de longas estrangeiros). O título é fácil de mudar, mas qual a relevância se o filme inteiro gira em torno de um personagem que veste a bandeira americana?

Resta saber se Capitão vai se sair melhor do que Thor e continuar a saga dos Vingadores no cinema e, mais importante do que isto, ser um bom filme.

Os principais personagens do longa:

Steve Rogers/Capitão América | Chris Evans

Steve Rogers era um garoto magricela e fraco, mas com muita coragem e desejo de ajudar seu país na Segunda Guerra Mundial. Suas virtudes psicológicas lhe garantem uma vaga no Programa SuperSoldado, onde é submetido a uma experiência que lhe garante agilidade e força descomunais. Sob o codinome Capitão América, ele lidera o grupo Comando Selvagem para combater nazistas.

Johann Schmidt/Caveira Vermelha | Hugo Weaving

Líder da organização nazista HYDRA, é especializado na exploração de novas tecnologias e armamentos que possam ajudar a vencer a Guerra. Implacável, um experimento mal-sucedido deformou seu rosto, deixando seu crânio exposto e com uma bizarra coloração vermelha. Seu objetivo é encontrar e tomar posse do Cubo Cósmico, um artefato místico que pode lhe garantir poder ilimitado.

Peggy Carter | Hayley Atwell

Durona e glamourosa, a oficial inglesa ajuda os americanos e torna-se interesse amoroso do Capitão América, auxilhando-o em seu treinamento e também em missões.

James ‘Bucky’ Barnes | Sebastian Stan

Órfão e amigo de Steve Rogers antes de este tornar-se um super-herói, ele vira seu parceiro quando o amigo é promovido à Capitão América e ajuda-o no Comando Selvagem.

Howard Stark | Dominic Cooper

Não tem filme da Marvel sem menção à família Stark… O empresário Howard Stark (pai do Tony) é um dos responsáveis pelo programa do SuperSoldado, tendo contribuido na construção e desenvolvimento do uniforme do Capitão América.

Algumas das mais bizarras reviravoltas cinematográficas que já aconteceram na Segunda Guerra Mundial.

Indiana Jones

Na mitologia do famoso arqueólogo, os nazistas renderam duas aventuras que envolviam objetos paranormais (Os Caçadores da Arca Perdida e A Última Cruzada), sendo eles a Arca da Aliança e o Santo Graal. Ambos com uma intenção maléfica e que visa dominar o mundo, mas o resultado sempre foi a favor de Jones. Lembram da abertura da Arca?

Hellboy

A participação dos nazistas no filme é breve, mas muito interessante. Usando uma espécie de portal, os alemães trazem o demônio Hellboy para a Terra, visando utilizá-lo para seus próprios fins. Claro que isso não acontece e o vermelhão trabalha ao lado dos humanos. Destaque para aquele oficial nazista com as facas…

Bastardos Inglórios

E claro, nada de sobrenatural aqui, apenas uma visão completamente doida dos eventos da Segunda Guerra Mundial. Entre os diálogos tarantinescos e muitos escalpos, o longa termina com todo o Terceiro Reich de Adolf Hitler sendo exterminado em uma sessão de cinema.

Alguns dos filmes mais patriotas dos últimos anos.

Independence Day

Pois bem, na ficção científica de Roland Emmerich, os alienígenas invadem o planeta e saem quebrando tudo em diversas regiões. Cabe então, ao exército norte-americano salvar a humanidade. Até aí tudo bem, mas tinha que ser bem no dia 4 de Julho?

Qualquer um do Michael Bay

Transformers, Armageddon, Pearl Harbor e por aí vai… Os filmes de Bay em certos momentos parecem até propaganda do exército (perceba na trilogia dos robôs gigantes a quantidade de tanques, helicópteros e soldados correndo em câmera lenta num cenário de pôr-do-sol).

Outros heróis dos quadrinhos que já se alistaram nas telonas:

Watchmen

Ambientado na Guerra Fria, a presença do Comediante e do Dr. Manhattan na Guerra do Vietnã é fundamental para a vitória dos americanos e acaba por mudar o curso da História. Ninguém foi páreo para o poder ilimitado de Manhattan

X-Men

Aqui fica incluso dois filmes da série dos mutantes: Origens: Wolverine (que mostra Hugh Jackman encarando a Guerra Civil, a Primeira e Segunda Guerra Mundial e a Guerra do Vietnã) e Primeira Classe (aqui, com os X-Men do Professor Xavier impedindo uma catástrofe nuclear na Crise dos Mísseis Cubanos).

Bem, o especial vai ficando por aqui. Perdoem a falta de ideias para o post, mas não deixem de ler a crítica de Capitão América na Sexta-Feira. Até mais!