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| O Destino de Júpiter | Crítica

Posted in Aventura, Cinema, Críticas de 2015, Ficção Científica with tags , , , , , , , , , , , , on 7 de fevereiro de 2015 by Lucas Nascimento

2.5

JupiterAscending
Mila Kunis é Júpiter Jones

Não deve ser fácil ser Lana e Andy Wachowski. Os dois acertaram em cheio com Matrix em 1999 e receberam uma carta branca para se fazer praticamente tudo o que quiserem, desde adaptar o desenho Speed Racer até o ambicioso A Viagem, narrativa de 6 épocas distintas que dirigiram com Tom Tykwer. Agora, os Wachowski trazem sua primeira ideia original desde o encerramento da trilogia Matrix, abraçando em O Destino de Júpiter um pesado space opera que infelizmente não atende às expectativas.

A trama nos apresenta a Júpiter Jones (Mila Kunis), uma jovem que trabalha limpando banheiros para sua família na Terra. Quando o caçador Caine Wise (Channing Tatum) a encontra, ela descobre ser a reencarnação da rainha de uma dinastia alienígena de mil anos atrás, colocando-a na mira do invejoso Balem Abrasax (Eddie Redmayne), que planeja destruí-la para conquistar seu planeta.

Olha, um produtor precisa ter muita confiança para financiar algo como O Destino de Júpiter, pelo simples de motivo de ser um produto original, não adaptado de nenhum material publicado, e por certamente ter custado uma grana alta para os cofres da Warner. E outra, é ridículo demais. Além de a trama se arrastar ao ficar discutindo questões territoriais embaseadas em uma filosofia barata (o roteiro ataca o consumismo, o capitalismo e o sistema, mas nunca se aprofunda nisso) – meio como A Ameaça Fantasma fez no passado – o design das criaturas é risível e estranho, apresentando-nos a híbridos de humanos e animais, que certamente despertarão o riso em algum momento (o que dizer daquele homem-elefante?). Nem as cenas de ação (área que os Wachwoski dominaram como ninguém em Matrix) empolgam, soando genéricas e dosadas demais em efeitos visuais pesados.

O casal de protagonistas também é do mais preguiçoso. Desde as performances automáticas de Kunis e Tatum (a atriz grita mais do que a mocinha de Indiana Jones e o Templo da Perdição, imaginem), o romance dos dois é artificial e repleto de frases intimistas que parecem ter saído de um romance sci fi de Stephenie Meyer (“Você quer me morder?” é apenas um exemplo), sem falar que Caine salva a protagonista exatamente da mesma forma uma dúzia de vezes – mas tudo bem, porque ele tem um par de patins gravitacionais, o que é bem foda. Quem parece se divertir a beça ali é Eddie Redmayne, que está exagerado e afetadíssimo como o vilão Balem, rendendo bons momentos. Pena que o filme o desperdiça ao apostar em inúmeras subtramas e personagens desinteressantes, especialmente o patético núcleo familiar de Jones.

Mas é uma pena ver o navio afundando de forma tão desastrosa. Eu respeito os Wachowski por corajosamente apostar em uma ideia original e com uma mitologia vasta, algo que está cada vez mais esquecido em tempos de remakes, reboots, adaptações de livros em duas partes e inúmeras continuações de mitos do passado. É triste ver que o resultado aqui é um fracasso.

O Destino de Júpiter poderia ter sido o início de algo novo em Hollywood, mas cai na mesmice ao depender de um roteiro preguiçoso, personagens sem graça e uma abordagem um tanto ridícula para temas de ficção científica. Uma pena, mesmo.

Obs: Com todo o festival de excentricidade, não é nenhuma surpresa que Terry Gilliam magicamente aparece numa participação especial.

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Novo trailer de O DESTINO DE JÚPITER

Posted in Trailers with tags , , , , , , , , on 26 de março de 2014 by Lucas Nascimento

JUPITER ASCENDING

A nova ficção científica de Andy e Lana Wachowski (primeiro trabalho original da dupla desde a trilogia Matrix) acaba de ganhar seu segundo trailer. O Destino de Júpiter aposta em uma trama excessivamente fantasiosa e povoada por figuras bizarras, protagonizado por Channing Tatum e Mila Kunis. Confira:

A sinopse gigante é a seguinte:

“Na trama, Jupiter Jones (Mila Kunis) nasceu sob um céu noturno, com sinais que previam grandes acontecimentos em sua vida. Já crescida, a mulher sonha com as estrelas, mas tem que despertar para a realidade fria de seu trabalho como limpadora de banheiros. É só quando Caine (Channing Tatum), um ex-militar geneticamente modificado, chega à Terra para caçá-la que Jupiter começa a ter uma ideia do destino que a esperava o tempo todo – sua assinatura genética a marca como a legítima herdeira da Rainha do Universo, o que pode alterar o equilíbrio do cosmos.”

O Destino de Júpiter estreia no Brasil em 7 de Agosto.

Primeiro trailer de JUPITER ASCENDING

Posted in Trailers with tags , , , , , , , , , on 9 de dezembro de 2013 by Lucas Nascimento

jupiter

Depois de acertar em cheio com Matrix, os irmãos Andy e Lana Wachowski nunca mais conseguiram provocar o mesmo barulho. Se dedicaram à adaptações de materiais já existentes, mas pela primeira vez desde o fim da trilogia de Neo, os Wachowski apresentam uma ficção científica original. A sinopse oficial é a seguinte:

“Na trama, Jupiter Jones (Mila Kunis) nasceu sob um céu noturno, com sinais que previam grandes acontecimentos em sua vida. Já crescida, a mulher sonha com as estrelas, mas tem que despertar para a realidade fria de seu trabalho como limpadora de banheiros. É só quando Caine (Channing Tatum), um ex-militar geneticamente modificado, chega à Terra para caçá-la que Jupiter começa a ter uma ideia do destino que a esperava o tempo todo – sua assinatura genética a marca como a legítima herdeira da Rainha do Universo, o que pode alterar o equilíbrio do cosmos.”

Será que vai prestar? Confira o trailer:

Jupiter Ascending estreia em 25 de Julho nos EUA.

Sexy Beast | Especial SUCKER PUNCH – MUNDO SURREAL

Posted in Especiais with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 22 de março de 2011 by Lucas Nascimento

 

O novo filme de Zack Snyder chegou aos cinemas brasileiros! Prometendo muita ação e visuais sublimes, Sucker Punch – Mundo Surreal também é o tema deste especial. Aproveite:


Zack Snyder na Comic-Con do ano passado

Depois de comandar duas grandes adaptações de HQs – 300 e Watchmen – o cineasta Zack Snyder prepara-se para lançar seu novo filme; primeiro trabalho que parte de um argumento original, a questão é: vale a pena ou será apenas um longa visualmente bonito?

Snyder começou a idealizar o projeto em 2007, mas deixou-o de lado para filmar Watchmen. Terminada a adaptação, ele fez a animação A Lenda dos Guardiões e, finalmente, o épico de metralhadoras, mulheres e dragões . O que o cineasta queria era “um filme com cenas de ação que desafiem as limitações reais, mas que não perdesse a história”. A Warner deu sinal verde após o sucesso comercial de Watchmen, e Sucker Punch ganhava vida.

Em Março de 2009, começou a escalação de elenco, composto predominantemente por mulheres. Após selecionadas, as atrizes treinaram, por cerca de 12 semanas, diferentes tipos de coreografias de luta; todas suficiente para encarar as diferentes cenas de ação em cenários distintos que o longa promete.


Snyder dirigindo Emily Browing no set

Dando vida a esses cenários, está Rick Carter (na direção de arte) e as empresas de efeitos visuais Animal Logic e Moving Picture Company, que criaran a maioria dos ambientes pela tela verde – Snyder já é especialista no assunto após gravar 300 e Watchmen com essa técnica -, através da computação gráfica. Isso ficaria bacana em 3D não é? Não é o que o diretor, felizmente, acha; descrevendo a conversão para o formato como “problemática”.

Sucker Punch é sobre uma viagem cheia de ação ao interior da mente humana, onde não há regras ou limites físicos, podendo materializar armas e itens necessários (só eu lembrei da Origem?), para fugir de um hospício. É também o segundo filme de Snyder que não pega a censura R (que equivale a 16 ou 18 anos no Brasil), classificando-se como PG-13.

Se o filme funcionar ou não, o grande trabalho de Snyder ainda está por vir: o novo Superman está nas mãos dele.

As belas e perigosas protagonistas do filme (Perdoem a falta de informações, realmente há pouco disponível sobre elas):

Babydoll | Emily Browning

Após a morte de seus entes queridos, Babydoll é aprisionada em um hospício por seu cruel padrasto – após uma tentativa frustrada de estupro. Lá, conhece as outras internas e descobre o mundo imaginário onde ela deverá lutar para sobreviver e libertar-se da prisão.

Blondie | Vanessa Hudgens

A mais experiente em combates.

Sweet Pea | Abbie Cornish

Provavelmente a mais estressada e pé-n0-chão do filme, contradiz às ideias e o plano de Babydoll, não confiando no seu sucesso, mas embarca na aventura como proteção às suas amigas.

Amber | Jamie Chung

Uma leal companheira, é o braço direito de Babydoll

Rocket | Jena Malone

Sincera e sem rodeios, diz tudo o que pensa e é muito determinada, ficando do lado de Babydoll o tempo todo. É também grande amiga de Sweet Pea.

Não é difícil encontrar filmes com lindo visual, por isso recordo aqui 4 excepcionais cenários criados por computador:

Grécia – 300

O primeiro grande sucesso de Snyder, 300 apresenta tons pastéis que parecem dar vida a uma pintura. Alto contraste e com grande uso da luz solar, é um filme belíssimo.

Pandora – Avatar

Abocanhando ambos os Oscars de Fotografia e Direção de Arte, Avatar é o primeiro filme com cenários totalmente digitais a ganhar na primeira categoria. Os efeitos visuais são espetaculares, cenas diurnas apresentam uma variedade impressionante de cores, enquanto nas noturnas, é uma estupefata bioluminescência de tons azuis. Lindo.

Londres – Sweeney Todd

A Londres vitoriana já foi recriada digitalmente muitas vezes (destaque para Sherlock Holmes), mas ganha um peculiar toque sinistro no suspense musical de Tim Burton. O céu, sempre nublado e cinzento apresenta-se como grande responsável pelo tom sombrio da narrativa.

Marte – Watchmen – O Filme

Mais um vindo de Snyder (falo sem medo, ele é o melhor quando se trata de visual), a adaptação dos quadrinhos de Alan Moore ganha cenários autênticos e fieis à história, mas destaca-se o vermelho do planeta Marte. A mistura com o azul luminoso do Dr. Manhattan causa um ótimo efeito.

Como Sucker Punch é um filme onde são as garotas quem chutam traseiros, recordemos aqui outras mulheres que deram trabalho aos vilões:

A Noiva

Na pele de Uma Thurman, a Noiva foi traída por seu grupo criminoso, atacando-a no dia de seu ensaio de casamento. Recuperada, ela vai atrás de cada um deles, enfrentando gangues yakuza, cobras, assassinos, venenos e até uma sepultura. E sempre com estilo…

Trinity

Sempre com apertadíssimo couro preto, Trinity arrebenta programas e agentes com suas invejáveis habilidades marciais, que incluem Kung Fu e Jiu-Jitsu. Também usa muitas armas de fogo e pilota desde motos até helicópteros.

Hit-Girl

Com apenas 12 anos de idade, a letal Hit-Girl é perita em combates corpo-a-corpo, armas de fogo e até espadas. Retalha uma gangue de traficantes e encara sozinha um corredor repleto de mafiosos armados e vê isso como grande diversão. Orgulho de Big Daddy.

Tenente Ripley

Começando como vítima em perigo em grande parte do primeiro filme, a Tenente Ripley transformou-se no desafio supremo dos aliens nos vindouros filmes da franquia. Sigourney Weaver traça a persona correta e adequada – tendo sido indicada ao Oscar pelo segundo filme.

Como parte da divulgação do filme, foram lançados alguns curtas animados, inspirados em elementos e personagens do filme. A animação foi feita por Ben Hibon e é uma boa curiosidade e material de universo expandido. Confira:

As Trincheiras

Dragão

Planeta Distante

Guerreiros Feudais

 

Um pouco sobre o som de Sucker Punch:

Compositor habitual de Zack Snyder, Tyler Bates retorna para trabalhar na trilha original do filme. A lista de faixas ainda não foi divulgada, mas sim uma com canções interessantes, que prometem novas versões de músicas existentes, veja-a:

  1. Sweet Dreams (Are Made Of This) – Emily Browning
  2. Army of Me (Sucker Punch Remix) – Björk featuring Skunk Anansie
  3. White Rabbit” – Emiliana Torrini

  4. I Want It All”/We Will Rock You – Queen with Armageddon Aka Geddy
  5. Search And Destroy – Skunk Anansie
  6. Tomorrow Never Knows – Alison Mosshart and Carla Azar
  7. Where Is My Mind? – Yoav featuring Emily Browning

  8. Asleep – Emily Browning

  9. Love Is The Drug – Carla Gugino and Oscar Isaac

Por enquanto, apenas 30 segundos de cada faixa estão disponíveis, elas podem ser ouvidas aqui:

Sweet Dreams com a voz sexy de Emily Browing é disparado minha preferida.

Bem, o especial acaba por aqui – realmente não sei mais sobre o que falar -, mas aguardemos a crítica do filme, pra ver se todo o esforço visual valerá a pena.

Ficha técnica

| Resident Evil 4: Recomeço | Nem o 3D salva

Posted in Ação, Cinema, Críticas de 2010 with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 18 de setembro de 2010 by Lucas Nascimento

2.0

  Alice in Zombieland: Milla Jovovich corre de uma multidão de mortos-vivos

O mais recente capítulo da franquia Resident Evil, baseada em uma série de games que pouco se assemelha com a adaptação, chegou e a impressão que fica é a mesma acerca da franquia Crepúsculo: a trama não avança à lugar nenhum, pouco acontece. A diferença, é que o sistema de câmeras 3D de James Cameron está presente, como um efeito muito divertido.

Para esse quarto filme, foi trazido de volta Paul W.S. Anderson (diretor do primeiro filme) e ele realmente não aprendeu nada sobre direção. Razoável em comandar cenas de ação (a maioria delas, cópias de Matrix), não desenvolve ou torna interessante a narrativa pedestre do longa e parece estar completamente à deriva de cenários digitais e de eficientes efeitos 3D (que em certos momentos chegam a ser melhor do que os de Avatar); o descontrole reina, ele parece não saber como contar sua limitada história.

Nem mesmo as cenas de ação, que são repetitivas e cansativas, ajudam. Não há emoção, nenhum tipo de suspense ou terror digno, não apenas dos games, mas de qualquer filme de zumbis que se preze. Aliás, são tão poucos zumbis no longa, que o diretor parece ter esquecido de que as criaturas foram as responsáveis por todo o caos no planeta. Temos um ou outro monstro interessante (como o Exucutioner e seu machado gigante), mas nenhum ganha devida atenção.

Sobre o elenco, Milla Jovovich continua inexpressiva e sua personagem cada vez mais patética. Por exemplo: logo no início, Alice ataca a Umbrella Corporation auxiliada por suas clones (que são completamente descartáveis à trama) e logo após uma batalha eficiente – que só fica melhor com os efeitos em 3D – ela perde seus poderes. A emoção é tão inexistente no roteiro, que a protagonista nem sequer expressa algum tipo de sentimento quanto a essa transformação e mesmo sem poderes, continua lutando e atirando como uma super-heroína, não uma humana.

Os coadjuvantes são tão patéticos e descartáveis que não merecem o comentário (Ali Larter e Wentworth Miller estão péssimos), apesar de Shawn Roberts se sair bem como o vilão Wesker, apresentando o personagem de forma bem caricata e similar ao do game, mesmo que empreste muito da atuação de Hugo Weaving em Matrix.

Alice e seus parceiros seguem estourando e aniquilando (poucos) zumbis, mutantes e machados enormes, mas o rumo que a trama tenta seguir nunca convence, nunca justifica e sempre soa incoerente. Infelizmente, o gancho para um quinto filme está lá e não posso imaginar que bizarrices virão a seguir.

Sweet Dreams: Especial A ORIGEM

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Um dos filmes mais esperados do ano e aquele que promete também ser o melhor e mais criativo. Acompanhe o especial sobre o mais novo filme de Christopher Nolan.

O Misterioso Projeto de Christopher Nolan

A ideia para A Origem veio do fascínio de Nolan pelos sonhos e seus estudos. O conceito original de dividir um sonho em um mundo e ter esses sonhos e pensamentos roubados foi a diparada para o início do projeto.

Antes tido como um filme de terror ( mas depois transformado em thriller), Nolan escreveu um roteiro prévio de 80 páginas, custando de 9 a 10 anos; mas teve de ir pra gaveta por não se adequar aos padrões da época e o diretor foi trabalhar com filmes grandes, como Batman Begins e O Cavaleiro das Trevas. Nas palavras do diretor “Ao se tratar de sonhos, o potencial da mente humana é infinito, então a escala do filme tem que ser infinita. Tem que parecer que ele pode ir para absolutamente qualquer lugar ao fim do filme.” Ou seja, o orçamento teria que ser grande…

Mas nem a metade do absurdo de Avatar, que chegou aos 500 milhões de dólares. A Origem custou 200 milhões, foi filmado Tóquio, Los Angeles, Marrocos, Paris, Canadá e Inglaterra.

Mas pelo visto, o esforço valeu a pena. Além de um resultado satisfatório nas bilheterias (o filme encontra-se atualmente liderando nos EUA por sua terceira semana consecutiva), a recepção crítica do filme foi arrasadora, rendendo muitos elogios e dando início a inúmeras discussões e apostas para o próximo Oscar.

Personagens

Dom Cobb (Leonardo DiCaprio)

Profissão: O Extrator

Função: Especializa-se na segurança do subconsciente, roubando ideias de seus clientes.

O que sabemos: Depois de muitas missões que o tornaram um dos melhores Extratores do mundo da espionagem industrial, o trabalho da Inserção poderá ser sua chance de redenção, podendo retomar tudo o que será perdido.

 

  

 

Arthur (Joseph Gordon-Levitt)

Profissão: O Armador

Função: Responsável por pesquisar sobre os alvos do grupo.

 O que sabemos: Sócio de Cobb há algum tempo (como a HQ The Cobol Job sugere), Arthur é o principal companheiro do líder da equipe.

 

 

 

 

 

Ariadne (Ellen Page)

Profissão: A Arquiteta

Função: Constrói e projeta o mundo dos sonhos.

O que sabemos: Foi contratada por Cobb por recomendação do Professor Miles (Michael Caine), que ensinou os segredos de Extração para Cobb. 

 

 

 

Eames (Tom Hardy)

Profissão: O Falsificador

Função: Personifica o alvo no mundo dos sonhos e forja uma identidade física.

O que sabemos: Até agora, nada.

 

 

 

 

 

 

Mallorie Cobb (Marion Cottilard)

Profissão: A Sombra

O que sabemos: Esposa de Cobb, ela não tem uma função especificada na equipe, mas aparece constantemente nos sonhos de seu marido.

 

 

 

 

 

Marketing Inteligente

 

Uma coisa é certa: Os filmes de Christopher Nolan sempre rendem uma ótima campanha publicitária. Basta lembrar do barulho que os sites de O Cavaleiro das Trevas fizeram em 2007 e 2008, todos muito bem produzidos e até com jogos interativos de verdade (houve uma “caça ao tesouro na Av. Paulista).

Com A Origem não foi diferente. Não só conseguiu chamar a atenção e não revelar quase nada sobre o filme; o resultado sem dúvida será uma experiência imprevisível e misteriosa…

Em seu novo projeto, vale destacar o jogo online Mind Crime, onde você é um extrator que caminha por um mundo virtual evitando “policiais” e a eficiente HQ online The Cobol Job, que serve de prelúdio para o filme.

Tecnologia antiética

A tecnologia é usada para invadir sonhos e mentes em A Origem. Para que outros fins antiéticos ela já foi utilizada?

Laranja Mecânica

Testada no deliquente Alex, o Tratamento Ludovic é uma cruel forma de lavagem cerebral. Amarrado com camisa-de-força, pálpebras presas para sem manterem abertas e sob o efeito de drogas, o “paciente” é forçado a assistir imagens violentas e pertubadoras, causando uma experiência próxima da morte. 

Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças

Todo mundo já quis esquecer desesperadamente de uma pessoa. A Corporação Lacuna oferece essa possibilidade: o tratamente de amnésia lacuna, que apaga, literalmente, todas as lembranças de determinada pessoa da mente humana.

Matrix

É mais um caso de tecnologia x humanidade. O interessante é a própria Matrix, criada pelas máquinas (mais especificamente, o Arquiteto) para simular o mundo real e aprisionar os humanos, sem saberem do realmente se trata. Uma ótima versão moderna do Mito da Caverna de Platão.

A.I. – Inteligência Artificial

Uma premissa muito interessante que poderia ter sido melhor aproveitada. No filme dirigido por Spielberg, robôs idênticos à humanos podem ser comprados; uma família compra um deles para assumir o lugar de seu filho falecido. Argumento poderoso.

Bem, o especial vai ficando por aqui, não quero revelar muita coisa sobre o filme porque realmente não há muito o que dizer sem entregar spoilers e eu, assim como vocês (espero eu), quero ter uma grande surpresa no cinema. Aguardem pela crítica!