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O primeiro trailer de X-MEN: APOCALIPSE

Posted in Trailers with tags , , , , , , , , , , on 11 de dezembro de 2015 by Lucas Nascimento

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O grande vilão dos X-Men enfim revela sua cara. Confira o primeiro trailer de X-Men: Apocalipse, onde James McAvoy une todos os mutantes para combater o poderoso vilão de Oscar Isaac.

Michael Fassbender, Jennifer Lawrence, Nicholas Hoult, Rose Byrne, Lucas Till e Evan Peters retornam para o elenco, que acrescenta Sophie Turner, Olivia Munn, Tye Sheridan, Kodi Smith-McPhee, Alexandra Shipp e Lana Condor. Bryan Singer dirige.

X-Men: Apocalipse estreia em 19 de Maio de 2016.

Veja Michael Fassbender como o protagonista de ASSASSIN’S CREED

Posted in Notícias with tags , , , , , on 27 de agosto de 2015 by Lucas Nascimento

Adaptações de videogames não tem sido o forte de Hollywood desde… Sempre, ok. Porém, acho que a situação pode mudar com a adaptação de Assassin’s Creed, que a Ubisoft supervisiona de perto. Justin Kurzel (do vindouro Macbeth) dirige Michael Fassbender e Marion Cottilard na trama sobre uma empresa capaz de acessar vidas passadas, batendo de frente com a Fraternidade dos Assassinos.

Confira abaixo a primeira imagem de Fassbender como o protagonista Callum Lynch:

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As filmagens começam amanhã, e Assassin’s Creed estreia em 21 de Dezembro de 2016.

Novo trailer de STEVE JOBS

Posted in Trailers with tags , , , , , , , , on 1 de julho de 2015 by Lucas Nascimento

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Uau. Michael Fassbender promete brilhar como o fundador da Apple em Steve Jobs, assim como a direção de Danny Boyle e o roteiro de Aaron Sorkin. Confira o novo trailer:

Kate Winslet, Seth Rogen, Jeff Daniels e Katherine Waterson completam o elenco.

Steve Jobs estreia em 9 de Outubro nos EUA. No Brasil, só em 21 de Janeiro…

Primeiro trailer de MACBETH

Posted in Trailers with tags , , , , , , , , on 4 de junho de 2015 by Lucas Nascimento

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Exibido no Festival de Cannes desse ano, a nova versão de Macbeth dirigida por Justin Kurzel ganha seu primeiro trailer comercial. Michael Fassbender e Marion Cotillard estrelam a produção, que foi recebida com ótimas críticas. Confira:

Macbeth estreia em Outubro no Reino Unido. Sem previsão para o Brasil.

Primeiro trailer de STEVE JOBS

Posted in Trailers with tags , , , , , , , , , , on 17 de maio de 2015 by Lucas Nascimento

E acaba de sair o trailer teaser de Steve Jobs, projeto sobre o fundador da Apple escrito por Aaron Sorkin e dirigido por Danny Boyle. Michael Fassbender, Kate Winslet, Seth Rogen e Jeff Daniels são apresentados na prévia, que é breve, mas muito eficiente: sinto uma vibe de A Rede Social.

Confira:

Steve Jobs estreia em 9 de Outubro nos EUA.

Kodi Smith-McPhee como Noturno em X-MEN: APOCALYPSE

Posted in Notícias with tags , , , , , , , , , , , , on 27 de abril de 2015 by Lucas Nascimento

As gravações de X-Men: Apocalypse estão para começar, e o diretor Bryan Singer soltou a primeira imagem de Kodi Smith-McPhee como o mutante Noturno, que fora interpretado por Alan Cunning no filme de 2003. Confira:

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Lembrando que o filme seguirá os eventos de Dias de um Futuro Esquecido, ambientando-se em 1983. Michael Fassbender (Magneto), James McAvoy (Charles Xavier), Jennifer Lawrence (Mística), Nicholas Hoult (Fera), Rose Byrne (Moira MacTaggert), Lucas Till (Destrutor) e Evan Peters (Mercúrio) retornam. Não foi confirmada a presença de Hugh Jackman como Wolverine.

Oscar Isaac (Apocalipse), Olivia Munn (Psylocke), Sophie Turner (Jean Grey), Tye Sheridan (Ciclope), Alexandra Shipp (Tempestade), Lana Condor (Jubilee) e Ben Hardy (Anjo) são as novas adições. Há rumores sobre uma aparição de Channing Tantum como Gambit.

X-Men: Apocalypse estreia em 19 de Maio de 2016.

| Frank | Crítica

Posted in Cinema, Comédia, Críticas de 2015 with tags , , , , , , , , , , on 16 de abril de 2015 by Lucas Nascimento

4.0

Frank
Frank: Michael Fassbender em uma performance desafiadora

Olhe fixamente para aquela cabeça gigante acima. O que você vê? O que ela quer transmitir com sua expressão fixa de peixe morto? Bem, só sei que durante meses de antecipação para o lançamento de Frank nos cinemas nacionais, sua cabeçona se tornou um ícone dentro de meus círculos de amizades, uma resposta que simbolizaria o simples “what the fuck?”. Durante boa parte da projeção do filme do irlandês Lenny Abrahamson, é exatamente essa a sensação.

A trama começa quando o criativo, mas fracassado, Jon (Domhnall Gleeson) vai buscando oportunidades para fazer sua música. Em um show de bar, ele conhece o grupo liderado pelo enigmático Frank (Michael Fassbender), que chama a atenção por constantemente usar uma cabeça gigante que esconde seu rosto. Contratado para ser o novo tecladista, Jon logo vai se acostumando com as excentricidades do grupo, visando apresentá-los no festival musical South by Southwest.

Frank é um filme incomum. Demora para que o roteiro de Jon Ronson e Peter Straughan realmente engate e mostre a que veio, constantemente brincando com as expectativas do público (como um repentino suicídio que acaba acionando um mini road movie em pleno segundo ato) e testando sua paciência. Boa parte do segundo ato concentra-se na banda criando músicas mais experimentais na cabana de Frank, pouco avançando a história, mas divertindo imensamente por nos jogar no meio da interação daquelas diferentes figuras, construindo também um estudo interessante sobre elas.

Frank, por exemplo, revela-se uma mente fértil ao encontrar inspiração em praticamente tudo ao seu redor. A sequência em que uma porta de madeira rangendo vai lentamente transformando-se numa nova composição do grupo é inspiradora, mostrando a eficiência da montagem de Nathan Nugent e também do trabalho de mixagem de som. A criativade do adorável cabeção é sutilmente contrastada com a obsessão de Jon em ser um sucesso, já que o diretor Lenny Abrahamson aposta em eficientes passagens em que o protagonista luta para encontrar inspiração (a cena inicial, quando junta pequenos detalhes de estranhos na rua é um exemplo), quase como um impulso forçado – enquanto Frank parece criar música espontaneamente, e é revelador que seu trabalho tenha uma significativa queda de qualidade (“Frank’s Most Likeable Song Ever!”) quando o festival vai se aproximando, já que o cabeção claramente vê na música uma forma de pura expressão, não fama.

E quanto à “cabeça dentro da cabeça”, resta dizer que Michael Fassbender teve um trabalho extremamente desafiador aqui. Como criar uma boa performance, capaz de dizer e significar muito sem o recurso mais valioso de um ator: o rosto? Escondido 90% do filme atrás da cabeça inexpressiva, Fassbender dá vida à Frank ao adotar uma postura física encolhida e dura, enquanto sua voz alterna estranhamente entre monótona e feliz. Aliás, o diretor de fotografia James Mather merece aplausos não só pelo trabalho acertado nas paletas de cor, mas por sutilmente iluminar de diferentes formas – e ângulos – a cabeça de Frank, quase criando expressões diferentes na mesma; ainda que não haja nenhuma troca na peça durante o filme.

Frank é um filme que diverte por sua estranheza, e pelo fascinante estudo que oferece a seu excêntrico personagem-título. Revela-se também uma obra que explora com esperteza as dificuldades da criação artística, e o real significado desta.