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| A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2 | Enfim, o fim

Posted in Aventura, Cinema, Críticas de 2012, Romance with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 16 de novembro de 2012 by Lucas Nascimento


Como é bom ser vampira: Bella e Edward escondem a filha Renesmee

Depois de quatro filmes medianos (e alguns deles horrorosos), a Saga Crepúsculo enfim chega ao fim, naquele que é seu melhor capítulo. Ainda que não seja um grande filme, Amanhecer – Parte 2 revela um certo amadurecimento em relação a seus anteriores, ainda que continue errando nos mesmos pontos e traga um senso de desapontamento enorme próximo de seu encerramento.

A trama continua logo após os eventos da Parte 1, com Bella Swan (Kristen Stewart) descobrindo suas habilidades de vampira, após ter sido transformada por seu amado Edward (Robert Pattinson). Aliada a essa nova vida, ainda cabe aos Cullen a responsabilidade de proteger a filha do casal, Renesmee, dos maldosos Volturi – que acreditam que a existência da jovem é uma ameaça a ser destruída.

Dirigido por Bill Condon (que assumiu também o longa anterior), Amanhecer – Parte 2 mostra-se diferente já em seus segundos iniciais, quando – ao trazer imagens de flores desabrochando e neve derretendo aceleradamente – aposta em um elemento que dominará toda a narrativa: velocidade. Enquanto os demais filmes da franquia sofriam por uma significativa ausência de trama (apostando esmagadora parte do tempo nas intermináveis e maçantes intrigas do casal principal) este traz uma história que realmente interessa ao espectador e a conta sem perder tempo, indo diretamente ao ponto e isto é fruto da transformação vampiresca da protagonista – que permite, também, que Stewart entregue uma performance mais expressiva.

Não que sua narrativa seja orquestrada com maestria, principalmente porque os diálogos que a roteirista Melissa Rosenberg cria (ou extrai da obra original, corrijam-me se estiver errado) continuem com a habitual precariedade (“Sabe, eu me lembro de como tirar a roupa”). Rosenberg também introduz uma série de novos personagens presentes no livro de Stephenie Meyer, mas que mais parecem ter saído de um gibi da Marvel. Já foi polêmica a decisão da autora em atribuir a seus vampiros um brilho de purpurina (por essa exótica característica, não é de se espantar que muitos internautas os denominem como “fadas”), mas vê-los projetando escudos protetores e controlando elementos da natureza é uma descaracterização monstruosa.

Por outro lado, esses novos personagens trazem algumas adições interessantes ao elenco, como por exemplo o ótimo Lee Pace (cujo Garreth teria potencial para iniciar uma franquia para si próprio). Mas se têm intérpretes carismáticos, o mesmo não pode ser dito sobre as visões estereotipadas de Meyer sobre culturas estrangeiras – como fica bem claro ao vermos duas (sinistras) vampiras membros de uma tribo indígena brasileira ou as deploráveis caricaturas russas. E toda essa reunião de culturas vampirescas serve para que os Cullen enfrentem o clâ Volturi (liderado pelo divertidíssimo Michael Sheen) em uma sangrenta batalha.

E que batalha extraordinária essa. Corajosa em matar personagens importantes e com um nível de violência incomum para a série (raramente vi tantas cabeças e membros sendo arrancados furiosamente), o clímax é ponto alto não apenas do filme, mas provavelmente de toda a saga. E é justamente pela qualidade de tal sequência, que a decisão tomada pelos realizadores a seguir seja tão decepcionante. Não vou entregar spoilers, mas a cena – que certamente todos reconhecerão assim que esta for exibida – é um imenso retrocesso depois da ótima batalha.

Contando também com efeitos visuais terríveis (a face digital da bebê Renesmee que o diga), A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2 é uma conclusão decente para uma franquia regular, que certamente só “viverá para sempre” na memória das fãs hardcore do trabalho de Stephenie Meyer.

| Meia-Noite em Paris | História da Arte por Woody Allen

Posted in Comédia, Críticas de 2011, Indicados ao Oscar, Romance with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 27 de junho de 2011 by Lucas Nascimento


Fascinantes Anos 20: Owen Wilson acerta como Gil, apaixonado por Paris

O passado sempre parece mais interessante, enquanto o presente é – na visão de alguns – monótono e deprimente. Essa é uma questão muito bem abordada pelo cineasta e roteirista Woody Allen em seu novo filme, Meia Noite em Paris, que não é só um interessante estudo sobre a nostalgia do ser humano, como também um belíssimo atestado à Arte da Cidade da Luz.

Na trama, Gil é um frustrado roteirista de Hollywood que vai para Paris com sua noiva Inez. Apaixonado pela cidade da década de 20, ele experiencia uma misteriosa jornada pelo passado, onde encontra diversos artistas da época.

Confesso a vocês que não sou familiarizado com o cinema de Woody Allen (assisti apenas a Match Point e Noivo Neurótico, Noiva Nervosa), mas realmente gostei de Meia Noite em Paris. Com uma excelente assinatura também no roteiro (alguns dos melhores diálogos do ano estão aqui), o cineasta trata Paris com imenso carinho e paixão, apresentando belas paisagens na sequência de abertura, em uma bem-vinda forma de apresentar o cenário ao espectador e fazê-lo apaixonar-se pela cidade, da mesma forma como o protagonista Gil.

Vivido por Owen Wilson com um carisma fresco e teor cômico apropriado, Gil acredita que seria mais feliz na Paris dos anos 20, onde escritores e artistas andavam pelas ruas, cafés e festas. De casamento marcado com a irritante Inez (Rachel McAdams, agradável como de costume), a situação se complica quando ela desvia muita atenção para o historiador Paul (Michael Sheen, o impagável “homem de chuveiros”), enquanto ele sente-se inseguro quanto a qualidade do romance que escreve. A partir daí o protagonista embarca em uma surreal viagem ao passado, que além de divertida é um verdadeiro passeio cultural.

É genial como Allen retrata a época. Optando por uma fotografia mais nostálgica e brilhante, acerta na medida em que somos maravilhados com participações antológicas de celebridades da época, como o escritor Ernest Hemingway (Corey Stoll, ótimo), Gertrude Stein (Kathy Bates, na medida certa) e do excêntrico pintor surrealista Salvador Dalí, que ganha uma versão divertidíssima do excelente Adrien Brody, que só pelo diálogo dos rinocerontes merecia uma indicação ao Oscar. E, felizmente, o cineasta jamais preocupa-se em explicar a jornada surreal de Gil, podendo ser resultado de um devaneio do protagonista ou um elemento fantástico. É isso que torna a experiência onírica do personagem tão única.

Mais do que isso, é interessante a mensagem que o diretor consegue transmitir quanto ao desejo de Gil de viver no passado. Maravilhado com a surreal possibilidade de conhecer seus ídolos, ele descobre por meio de uma amante de Picasso chamada Adriana (Marion Cotillard, eficáz e belíssima) que seus habitantes não são tão satisfeitos em relação à época quanto ele. Allen sugere subjetivamente que o passado é sempre mais interessante porque não o vivemos, ao passo que o presente é simplesmente tedioso – levando a uma brilhante reviravolta envolvendo Adriana -, mas que talvez ele seja visto com outros olhos futuramente, sendo atraente para um indivíduo em um incessante efeito dominó…

Divertidíssimo e com roteiro fabuloso, Meia Noite em Paris é um belíssimo atestado à Cidade da Luz e seus artistas, também apresentando um elenco equilibrado e uma bela mensagem sobre a valorização do presente e o poder que o tempo possuí sobre a arte. Algo que certamente Woody Allen compreende bem…

| Tron: O Legado | O Império da Disney contra-ataca

Posted in Aventura, Cinema, Críticas de 2010, Indicados ao Oscar with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 17 de dezembro de 2010 by Lucas Nascimento


Tron Reloaded: Sam Flynn toma um drinque com o bizarro Zuse

Não sou fã de Tron: Uma Odisseia eletrônica, de 1982. Não gostei da história, nem dos efeitos visuais (inovadores para a época, mas muito primitivos hoje). Agora, quase 30 anos depois, a disney aposta nessa sequência estilosa, bem produzida mas medíocre em termos de roteiro e atuações.

Antes de qualquer análise, eu realmente não levo a sério seres humanos vestidos com roupas luminosas e interpretando programas; é tão caricato que chega ao ponto de ser ridículo – incluo aí, vozes digitalizadas, movimentos eletrônicos, entre outros – e irreal. Veja por exemplo Matrix, que fez uma versão dos programas em seres humanos bem melhor.

Sobre Tron: O Legado, é um grande trabalho de direção de arte; visuais futuristas belíssimos, mistura de tons impressionantes (as motos com feixes de luz dispensam comentários) e um ótimo uso do 3D. Os efeitos visuais são espetaculares, mas o personagem Clu, que é uma versão rejuvenescida de Jeff Bridges (“relaxadão” e à vontade como o Flynn verdadeiro) é completamente artificial, inexpressivo e não convence; acho que isso tira o Oscar que o longa poderia receber. Alguns veículos também devem muito mérito a Star Wars

Artficial também é o roteiro. Começa com um grande ritmo, mas se perde no desenrolar da trama que simplesmente não sabe o que fazer com o leque de personagens e acrescenta situações descartáveis, péssimos diálogos e horrorosas frases de efeito saídas da boca do inexpressivo Garrett Hedlund, que não mostra a menor dose de carisma. E quando o roteiro não sabe para onde ir, fica parado. E tedioso.

O diretor estreante Joseph Kosinski também tem culpa. O filme foge do controle de suas mãos, exagera nos enquadramentos, nos efeitos em câmera lenta e principalmente na edição (claro, isso é com o montador, mas o diretor deve acompanhar o trabalho), que teima em colocar a linda Olivia Wilde no máximo de cenas possível. Aliás, Wilde mostra-se uma boa promessa em uma performance alegre e radiante como Quorra, porém quem se destaca é o maluco Michael Sheen que rouba a cena com seu Zuse.

Entre boas cenas de ação e , Tron: O Legado é uma experiência razoável com excelentes visuais e uma trilha sonora eletrônica-oitentista memorável, (palmas para o Daft Punk) mas não salvam o filme de um roteiro fraco e direção amadora. Acho que Tron simplesmente não funciona, não deu certo no primeiro e não deu certo aqui…

Sobre vampiros e lobos | Especial A SAGA CREPÚSCULO: ECLIPSE

Posted in Especiais with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 29 de junho de 2010 by Lucas Nascimento

Muitos amam, muitos adoram e muitos detestam A Saga Crepúsculo, e a estreia da terceira parte, Eclipse já acontece nessa Quarta-Feira (30/06). Fã da série ou não, espero que aproveite esse especial. Vamos lá:

A história

A história começa com uma série de assassinatos em Seattle, todos causados por um grupo de vampiros recém-transformados, liderados por Victoria, que pretendem ir atrás de Bella e matá-la. Enquanto isso, a jovem precisa fazer sua escolha entre Edward e seu amigo Jacob.

Minha honesta opinião: Minha expectativa está relativamente baixa em relação a Eclipse. Me parece que será uma grande enrolação e a única coisa boa, será a batalha final. Claro, eu posso estar errado, é esperar para ver.

Personagens Principais

Isabella Swan (Kristen Stewart)

Dividida entre o vampiro Edward e o lobisomem Jacob, Bella precisa fazer sua escolha, sabendo que sua decisão pode desencadear uma guerra entre as criaturas. Como se não bastasse, precisa lidar com a ameaça de Victoria, que planeja vingança.

 

 

 

 

Edward Cullen (Robert Pattinson)

Após a proposta de casamento, Edward continua discutindo com Bella as consequências de sua escolha; e as dores que ela pode sofrer. Ele e sua família deverão se unir com os lobisomens.

 

 

 

 

Jacob Black (Taylor Lautner)

Na luta pelo coração de Bella, o jovem lobisomem deverá ajudar os Cullen a impedir o ataque do exército de Victoria, reunindo o clâ dos lobos. Jacob continua tendo uma relação de ódio contra Edward.

 

 

 

 

Victoria (Bryce Dallas Howard) 

Determinada a vingar a morte de seu namorado, a ruiva reúne um exército de vampiros recém-formados para ir atrás de Bella; não importando quantos lobisomens ou outros sangue-sugas tenha que destruir pra cumprir sua missão.

 

 

 

 

Os Cullen e a Tribo Quileute

Quando a situação fica muito perigosa, a família Cullen e a tribo dos lobisomens devem por suas diferenças de lado e se unir para defender Bella do ataque de vampiros recém-transformados. Rosalie e Jasper ganharão mais destaque, tendo seus passados revelados.

Os Volturi

Dessa vez, não veremos as grandiosas paisagens de Volterra, na Itália… Apenas quatro integrantes do grupo aparecem no filme, sempre observando a situação dos ataques em Seattle e botando pressão na transformação de Bella. Pena que Michael Sheen não volta, ótimo ator.

O Exército Recém-Transformado

Sem dúvida o elemento que mais me chama atenção no terceiro filme. O exército é formado por vampiros-recém transformados, o que significa que são mais selvagens e possuem pouco controle de sua sede de sangue. O grupo, formado por Victoria, é liderado pelo jovem Riley, um dos responsáveis pelos ataques em Seattle.

Fita Partida: Os novos rumos da Saga

A capa do livro de Eclipse, que mostra uma fita vermelha se partindo, simboliza o pacto entre os vampiros e lobisomens sendo destruído. É basicamente isso que vai acontecer no terceiro filme, mas que rumos tomará a história depois?

Quero deixar bem claro que nunca li Amanhecer (pra ser sincero, nenhum dos livros), então não sei como a história acaba. Vão aqui as minhas (malucas) sugestões para o fim da Saga Crepúsculo:

1- Bella vira vampira, mas é caçada por Van Helsing

Imagine uma versão juvenil do Dr. Van Helsing. Quero dizer, alguns podem detestar a ideia, mas eu acho que a série poderia ganhar muito mais adrenalina com o eterno caçador de Drácula.

2 – Os volturi exterminam os Cullen e os Lobos

Com Edward quebrando o acordo com os Volturi ao não transformar Bella em vampira, o grupo reúne seus súditos e parte para Forks, onde uma grande batalha ocorre, terminando com a vitória de Dakota Fening e seu grupo.

3- Crossover

Temendo o ataque de lobisomens, os Cullen se aliam com Bill e os vampiros de True Blood, que apresentam a famosa bebida de sangue sintético aos sanguessugas de Forks, acabando de uma vez por todas as rivalidades entre vampiros normais e a família de Edward.

Vampiros Clássicos, Lobisomens fodas

Claro, os vampiros e lobisomens da Saga Crepúsculo são versões mais “light” dos famosos monstros do terror. E tudo bem, mas vamos relembrar algumas das boas e velhas criaturas da noite…

Drácula de Bram Stoker

Inegavelmente (mais uma vez), inegavelmente o melhor vampiro já criado. Retratado de muitas maneiras, mas acredito que sua melhor versão seja a de Francis Ford Coppola, em Drácula de Bram Stoker. Interpretado por um impressionante Gary Oldman, o conde nunca teve um visual tão ameaçador e, ao mesmo tempo, charmoso.

Nosferatu

O Nosferatu é uma das únicas figuras do cinema que realmente me assustam. Não sou muito fã do primeiro filme (de 1922), mas o personagem é memorável e muito sinistro.

Entrevista com o Vampiro

Os vampiros de Tom Cruise e Brad Pitt são bem agradáveis e eficientes, mas a força do elenco vem de uma jovem Kirsten Dunst, no papel de Claudia. Uma performance memorável e sem dúvida a melhor de sua carreira até hoje.

30 dias de noite

Despindo-se de todo o charme e sedução que a maioria dos vampiros apresenta, os dentuços desse massacre no Alaska são bem sinistros; além de possuírem olhos negros e dentes de piranha, se comunicam entre si através de contorcidos ruídos. Curiosidade: o diretor de 30 Dias de Noite é quem comanda Eclipse, será que rola um banho de sangue? Duvido…

Um Lobisomem Americano em Londres

              Isso sim é um lobisomem!

Aqui está a prova de que lobisomens são bem melhores á moda antiga: sem CG, a boa e velha maquiagem de monstros. A criatura do filme de 1981 é tudo que um lobisomem deve ser: aterrador só de olhar para ele.

Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban

Ok, o lobisomem de Harry Potter não é assustador e nem tão selvagem assim, mas há uma coisa nele que me fez colocá-lo nessa lista: sua transformação. A cena é uma das melhores do gênero dos lobisomens, o CG é bem sutil e a imagem do professor Lupin uivando para a lua é memorável.

Lobisomem de Benicio Del Toro

Tudo bem que a versão desse ano do lobisomem vitoriano foi muito irregular e fraca, mas em um aspecto o filme chamou minha atenção: a violência. O lobisomem é uma máquina de matar de sanguionolenta e o diretor não tem medo de fazer belas mortes violentas e trash. Por isso, vale destacar esse lupino.

Twilighters: O impacto da saga na cultura pop

É irrevelante dizer que Crepúsculo é a sensação teen do momento, porque todo mundo já sabe disso. Esse tópico é dedicado a algumas artes caprichadas que eu achei pela internet. Fato: o pessoal de marketing poderia contratar alguns “twilighters” (nome dado aos fãs da saga) para fazer o design dos pôsteres. As criações de fãs são muito superiores aos sem graça e idênticos cartazes oficiais.

                      Sem dúvida o melhor pôster, considerando fãs e oficiais, da saga

A razão pela qual eu acho Crepúsculo uma boa história, é sua associação com alguns aspectos da adolescência. Odeio muitas das invenções de Meyer, como o brilho na luz dos vampiros e os lobisomens descamisados, mas a relação da história com o sexo na adolescência é bem interessante. Bella é uma jovem que quer que seu amado a morda, mas ele quer se casar primeiro. Concordam? Não? Tudo bem, não sou filósofo…

                      Banners mais “artísticos” chamariam mais a atenção

Além das relações e dos simbolismos, a história de Meyer faz o mesmo que Harry Potter fez há alguns anos atrás; transforma ícones do terror em personagens adolescentes, e devo dizer que algumas ideias são interessantes, como por exemplo todo o legado da família Cullen e a organização política dos Volturi (que mereciam um filme-solo).

Muse: A Banda Oficial da Saga

Eu gosto do som da banda Muse, possuem ótimos álbuns (Black Holes e Revelation) e agradam. Todos os filmes da saga tem ao menos uma música na trilha sonora, vamos relembrá-las:

Crepúsculo – Supermassive Black Hole

É tocada na cena do jogo de beisebol. A guitarra é sensacional e o vocal bacana, mas a música meio que fica na mesma. Nota: 7,5

Lua Nova – I Belong to You

A melhor contribuição do grupo na franquia, I Belong To You toca brevemente em uma mudança de cena, merecendo mais destaque. Mais empolgante e agradável, é uma ótima canção. Nota: 9,0

Eclipse – Neutron Star Collision

A mais “leve”, com um óbvio tom romântico nas letras e na execução. É uma boa música, bom solo de guitarra e possui alguns traços de músicas antigas (e melhores) da banda, como a bateria, que lembra muito a da excepcional Knights of Cydonia. Nota: 7,5

Críticas da Saga

Relembre o veredicto dos capítulos anteriores da Saga Crepúsculo:

Crepúsculo

Lua Nova

Bem, o especial vai ficando por aqui, mas a crítica vai pro ar ainda essa semana (se eu conseguir achar ingressos…). Até lá.