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| Jersey Boys: Em Busca da Música | Crítica

Posted in Críticas de 2014, Drama, DVD, Musical with tags , , , , , , , , , , , , on 14 de dezembro de 2014 by Lucas Nascimento

3.5

JerseyBoys
Dos palcos da Broadway para os palcos de um estúdio

Eu fico impressionado com o quão eclético é o Clint Eastwood diretor. Dos densos Além da Vida, J. Edgar e o ainda inédito Sniper Americano, o cowboy aposentado vai lá e faz esse Jersey Boys: Em Busca da Música, adaptação de um musical hit da broadway.

A trama é inspirada em acontecimentos reais, contando a ascenção e (claro) decadência do grupo The 4 Seasons, que contava com Frankie Valli (John Lloyd Young), Tommy DeVito (Vincent Piazza), Bob Gaudio (Eric Bergen) e Nick Massi (Michael Lomenda), quatro jovens da Nova Jersey dos anos 1960.

Se não achou nenhum dos nomes citados acima familiares, não se preocupe. É porque Eastwood optou por contratar os atores do musical da Broadway, em uma decisão ousada e arriscada. Garante números musicais eficientes ao filme, mas devo confessar que nenhum dos quatro demonstrou carisma o suficiente para comandar uma cena – mesmo que o recurso de quebra de 4ª parede auxilie-os na interação com o espectador. Vincent Piazza se sai melhor, mas porque seu personagem tem tons de cinza mais evidentes, e é sempre bom ver um sujeito cínico e auto-destrutivo em ação. Porém, temos lá Christopher Walken entregando seu sempre agradável type casting no papel secundário de um mafioso.

O que realmente me agradou foi a história, e os recursos visuais adotados por Eastwood. A começar pela fotografia, novamente assinada por Tom Stern, que abraça o cinza e as sombras, em nada assemelhando-se com um típico musical; geralmente colorido, ou mais estilizado (como Sweeney Todd, por exemplo). Tal decisão ajuda a estabelecer o tom (e também confere uma certa elegância, maturidade) da história, que naturalmente transita entre o drama, o humor e a tragédia enquanto cobre um espaço temporal de quase 30 anos – eventos bem selecionados e distribuídos pelos roteiristas Marshall Brickman e Rick Elice, autores também do musical. Tudo bem que a história abraça todos os clichês possíveis do gênero, mas envolve.

Ao mesmo tempo, a quantidade de eventos pode ser um problema. Ou melhor, a maneira com que Eastwood retrata como estes vão atravessando décadas. Por exemplo, em certo momento me assustei ao perceber que o protagonista já tinha uma filha crescida, mesmo mantendo exatamente a mesma aparência jovial do início da projeção. Sutileza é sagrado, mas assim já é demais. E quando a trama avança a ponto de termos os personagens já envelhecidos, Eastwood e seu departamento de maquiagem provam que não aprenderam nada com as pavorosas criaturas concebidas em J. Edgar.

No fim, Jersey Boys: Em Busca da Música revela-se um dos projetos mais divertidos e inesperados de Clint Eastwood, comprovando sua versatilidade e capacidade de reconstruir épocas e capturar o espírito de gêneros variados.

Obs: Eastwood faz uma cameo, anos mais jovem, em certo momento. Bem divertido.

| Need for Speed – O Filme | Nem Aaron Paul salva adaptação de game

Posted in Ação, Cinema, Críticas de 2014 with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 16 de março de 2014 by Lucas Nascimento

2.0

NeedforSpeed
Yeah, bitch! Fast cars!

De todos os milhares de títulos de videogames existentes, Need for Speed é certamente um dos que dificilmente renderia uma boa adaptação. Não sou expert em jogos de corrida, mas a franquia da EA Games nunca foi lembrada por sua história, e este é um elemento irrelevante no caso – já que o único propósito da série é entreter os jogadores com suas corridas. É mais ou menos o que acontece com essa adaptação cinematográfica, mas nem a ação é capaz de valer a experiência.

A trama nos apresenta ao habilidoso piloto Tobey Marshall (Aaron Paul, o Jesse Pinkman de Breaking Bad), que serve pena na prisão após ser injustamente acusado pelo homicídio culposo de seu melhor amigo. Em liberdade, Tobey reúne sua antiga equipe para planejar uma vingança contra o verdadeiro assassino (Dominic Cooper), na forma de uma grandiosa corrida clandestina.

Bem, não se pode esperar muito apuro intelectual ou um roteiro incrível de uma obra do tipo (mas a esperança nunca morre), vide a historinha risível que o roteiro do estreante George Gatins sofre para contar: motivações bobinhas, coadjuvantes forçadamente reduzidos a alívios cômicos intrusivos (ainda que o piloto vivido por Scott Mescudi se destaque por representar a típica figura de ajuda onipresente comumente encontrada em games) e um antagonista absurdamente estúpido. Dentre todos os erros, o maior deles certamente é que o diretor Scott Waughs leva tudo a sério demais. A franquia Velozes e Furiosos é longe de ser perfeita, mas funciona – e diverte – pois seus realizadores sabem exatamente o tipo de produção em que estão envolvidos. Need for Speed – O Filme chega até a ser chato na metade da projeção.

Elefante da sala devidamente retirado, vamos aos motivos para que alguém compraria um ingresso para o filme: carros e, no meu caso, Aaron Paul. O último se sai bem e traz carisma de sobra num papel típico de herói de ação, e ainda tem a oportunidade de brilhar em um ou dois momentos mais “dramáticos”. Já nas cenas que retratam a necessidade por velocidade de seus protagonistas, Waughs é habilidoso com suas escolhas de câmera (especialmente naquela que emula a tela de um game ao posicioná-la no painel de um veículo ou em outra fixada em um carro enquanto este rodopia pelo ar) e a sonoplastia traduz com eficiência os poderosos motores dos Mustangs, Lamborghinis, entre outros, envenenados. Nada revolucionário, mas que ao menos distrai.

Elefante da sala devidamente retirado, vamos aos motivos para que alguém compraria um ingresso para o filme: carros e, no meu caso, Aaron Paul. O último se sai bem e traz carisma de sobra num papel típico de herói de ação, e ainda tem a oportunidade de brilhar em um ou dois momentos mais “dramáticos”. Já nas cenas que retratam a necessidade por velocidade de seus protagonistas, Waughs é habilidoso com suas escolhas de câmera (especialmente naquela que emula a tela de um game ao posicioná-la no painel de um veículo ou em outra fixada em um carro enquanto este rodopia pelo ar) e a sonoplastia traduz com eficiência os poderosos motores dos Mustangs, Lamborghinis, entre outros, envenenados. Nada inovador, mas que ao menos distrai.

Capaz de despertar genuína empolgação com músicas incidentais como um cover bacana de Jamie N Commons para “All Along the Watchtower” e “Roads Untraveled”, do Linkin Park, a verdade é que caso Need for Speed – O Filme fosse mais um exemplar da série de games homônima, eu indubitavelmente “pularia” todas as cutscenes para chegar direto à ação. O problema nessa adaptação cinematográfica fica na impossibilidade de se fugir dos momentos entediantes – a menos que você seja o projecionista – e outra pessoa está “jogando” no seu lugar.

Obs: O 3D convertido é um dos piores que eu já vi. Não sei se foi só a minha sessão, mas a imagem estava incomodamente escura.

Obs II: Há uma curta cena extra logo no começo dos créditos finais.

Obs III: Três personagens diferentes usam a palavra “bitch”, e o de Aaron Paul não é um deles…

Traços da Ressaca | Especial SE BEBER, NÃO CASE!

Posted in Especiais with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 28 de maio de 2013 by Lucas Nascimento

Hang

A estreia de Se Beber, Não Case! Parte III já é na próxima sexta. Assisti ao filme na cabine de imprensa e, realmente, a fórmula tradicional dos dois primeiros não está lá. Com mais detalhes em minha crítica, deixo aqui uma comparação entre o primeiro e segundo filme da trilogia de Todd Phillips, analisando alguns aspectos em comum. Confiram:

(Spoilers, MUITOS spoilers)

SE BEBER, NÃO CASE! (2009)

Cenário: Las Vegas, EUA

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O Desaparecido: Doug, o noivo

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A Noiva: Tracy

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Música do Danzig na Abertura: Thirteen

Música do time lapse: “Yeah”, de Usher (vídeo junto ao Despertar)

Música do Despertar: “Fever”, de The Cramps

Tomada do Elevador

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Phil no hospital: Concussão na cabeça

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Sacanagem do Alan: Simula a masturbação de um bebê

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Merda que o Stu faz: Arranca o próprio dente

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Prostituta da vez: A stripper Jade

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Ponta do Bryan Callen: O casamenteiro Eddie

eddie

Animal: Tigre do Mike Tyson

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Música cantada por Mike Tyson: “I can feel it in the air”

Canção do Stu: “Doug”, no piano

Evidência em video da noitada: Câmeras de segurança do Mike Tyson

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O Gângster: Sr. Chow

chow

Causa da perda de memória: Os “roofies” comprados erroneamente por Alan

Momento ousadia irrelevante: Faturar 80.000 dólares para criminosos contando cartas, apenas para descobrir que estes não sabem o paradeiro do desaparecido.

card counting

Paradeiro do sumido: Terraço do Ceaser’s Palace

rooftop

Danos ao sumido: Queimaduras de sol

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Retorno em cima da hora: Corrida pelo deserto de Las Vegas a bordo do carro dos Garner

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Fotos: Na câmera de Stu

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Música do Flo Rida nos créditos: Right Round

SE BEBER, NÃO CASE! PARTE II (2011)

Cenário: Bangcoc, Tailândia

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O Sumido: Teddy, o cunhado

teddy

A Noiva: Lauren, noiva de Stu

lauren

Música do Danzig na abertura: Black Hell

Música do time lapse: “Monster”, de Kanye West, Rick Ross, Jay-Z, Bon Iver e Nicki Minaj

Música do despertar: “The Beast in Me”, de Johnny Cash

Tomada do Elevador

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Phil no hospital: É baleado por traficantes russos

shot

Sacanagem do Alan: Simula sexo oral entre um idoso e um macaco

monk

Merda que o Stu faz: Tatua o rosto

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Prostituta da vez: O travesti Kimmy

kimmy

Ponta do Bryan Callen: O traficante Samir

samir

Animal: O macaco traficante

monkey

Música cantada pelo Mike Tyson: “One Night in Bangkok”

Canção do Stu: “Alantown”, no violão

Evidência em video da noitada: Celular do tatuador

cell

O Gângster: Kinglsey (kind of)

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Perda de memória: A bizarra mistura de remédios e laxante de Alan

Momento Ousadia Irrelevante: Se meter numa perseguição de carro para recuperar um macaco com código para criminosos, apenas para descobrir que estes não sabem o paradeiro do desaparecido

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Paradeiro do sumido: Elevador enguiçado do hotel

elevator

Danos ao sumido: Amputação do dedo anular

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Retorno em cima da hora: Corrida pelo Golfo da Tailândia a bordo da lancha do sr. Chow

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Fotos: No Iphone de Teddy

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Música do Flo Rida nos créditos: Turn Around

Não é difícil encontrar as semelhanças entre os filmes, certo?

Se Beber, Não Case! Parte III estreia no dia 30 de Abril. A crítica sai amanhã!

General Zod toca o terror no trailer final de O HOMEM DE AÇO

Posted in Trailers with tags , , , , , , , , on 22 de maio de 2013 by Lucas Nascimento

zod

A 3 semanas de sua estreia nos EUA, O Homem de Aço ganhou seu trailer derradeiro ontem à noite. A prévia empolga por focar-se no vilão, o General Zod de Michael Shannon, e na destruição que este promete trazer ao planeta Terra caso o herói de Henry Cavill não se entregar. Confira:

Músicas no trailer: “General Zod” e “I Will Find Him”, de Hans Zimmer.

O Homem de Aço estreia no Brasil em 12 de Julho.

O GRANDE GATSBY ganha trailer final e lista de músicas

Posted in Trailers with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 4 de abril de 2013 by Lucas Nascimento

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Depois do pôster divulgado ontem, O Grande Gatsby 3D de Baz Luhrmann com Leonardo DiCaprio e Carey Mulligan ganhou hoje um novo trailer. Recheado de cenas inéditas, ele apresenta – assim como os antecessores – uma inspirada escolha musical pop. Confira:

Músicas no trailer: Cover de “Back to Black” por Beyoncé Knowles e André 3000, e as inéditas “Young and Beautiful” de Lana Del Rey e “Over The Love” de Florence + Machine

Confira também a tracklist da trilha sonora, divulgada hoje:

  1. 100$ Bill – JAY Z
  2. Back To Black – Beyoncé x André 3000
  3. Bang Bang – will.i.am
  4. A Little Party Never Killed Nobody (All We Got) – Fergie + Q Tip +GoonRock
  5. Young And Beautiful – Lana Del Rey
  6. Love Is The Drug – Bryan Ferry with The Bryan Ferry Orchestra
  7. Over The Love – Florence + The Machine
  8. Where The Wind Blows – Coco O. of Quadron
  9. Crazy in Love – Emeli Sandé and The Bryan Ferry Orchestra
  10. Together – The xx
  11. Hearts A Mess – Gotye
  12. Love Is Blindness – Jack White
  13. Into the Past – Nero
  14. Kill and Run – Sia

O Grande Gatsby vai abrir o Festival de Cannes em Maio e estreará no Brasil em 7 de Junho.

Mulheres, tiros e acordes | As Aberturas de 007

Posted in Especiais with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 22 de outubro de 2012 by Lucas Nascimento

Com a estreia de 007 – Operação Skyfall na próxima sexta, preparei este pequeno especial sobre as aberturas da série. Aproveitem:

O CANO DA ARMA

Precedendo os créditos de abertura, temos a assinatura marcante da franquia: a sequência do cano da arma. O espectador observa do ponto de vista da arma de um assassino o  agente James Bond caminhar calmamente até eliminar seu oponente, culminando no derramamento de sangue e o clássico tema de John Barry.


A estreia da sequência em 1962

Desenvolvida pelo designer Maurice Binder em 1962, a sequência tem o visual inspirado no cano de uma arma calibre .38, e alguns ainda dizem que faz referência ao final de O Grande Roubo do Trem. A cena mantém a mesma estrutura até hoje, mas com mudanças sutis acrescentadas ao longo dos anos. Em O Satânico Dr. No, o dublê Bob Simmons assumiu o terno de Bond e protagonizou a primeira abertura da série.

Depois de trabalhar em 14 filmes da franquia, Binder faleceu em 1991. Entra Daniel Kleimann para susbtituí-lo em GoldenEye, onde a abertura ganha, pela primeira vez, elementos digitais em sua composição.


Daniel Craig filma seu primeiro “cano da arma”

A sequência ganhou uma radical variação em Cassino Royale, onde não serviu como abertura e quebrou com os paradigmas estabelecidos. Daniel Craig não usa um smoking nem dá a tradicional caminhada, e o cano da arma é incorporado à trama – o que faz muito sentido, já que Bond não era um agente “00” até cometer seu segundo assassinato e ao realizá-lo, eis que surge a famosa assinatura.

Outra mudança interessante aconteceu no último filme do agente, Quantum of Solace, onde o diretor Marc Foster resolveu colocar o cano da arma ao fim da projeção. Estranha pela velocidade da sequência (Craig acelera o passo) e pela sensação de esquecimento, como se Foster tivesse “lembrado” na última hora de inseri-la.

OS CRÉDITOS DE ABERTURA

E agora, vamos a uma breve análise sobre as canções que marcam presença nos créditos de abertura dos 23 filmes:

Enter Connery. Sean Connery.

O SATÂNICO DR. NO – “James Bond Theme”

Intérprete: John Barry

Avaliação da música: 5/5

Avaliação dos créditos: 3/5

MOSCOU CONTRA 007 – “From Russia with Love”

Intérprete: Matt Munro

Avaliação da música: 4/5

Avaliação dos créditos: 3.5/5

GOLDFINGER – “Goldfinger”

Intérprete: Shirley Bassey

Avaliação da música: 4/5

Avaliação dos créditos: 4/5

A CHANTAGEM ATÔMICA – “Thunderball”

Intérprete: Tom Jones

Avaliação da música: 3.5/5

Avaliação dos créditos: 4/5

SÓ SE VIVE DUAS VEZES – “You Only Live Twice”

Intérprete: Nancy Sinatra

Avaliação da música:2.5/5

Avaliação dos créditos: 2/5

Enter Lazenby. George Lazenby.

A SERVIÇO SECRETO DE SUA MAJESTADE – “We Have all the Time in the World”

Intérprete: Loius Armstrong

Avaliação da música: 4/5

Avaliação dos créditos: 4/5

Come Back, Connery. Sean Connery

OS DIAMANTES SÃO ETERNOS – “Diamonds are Forever”

Intérprete: Shirley Bassey

Avaliação da música: 2/5

Avaliação dos créditos: 3/5

Enter Moore. Roger Moore

VIVA E DEIXE MORRER – “Live and Let Die”

Intérprete: Paul McCartney

Avaliação da música: 5/5

Avaliação dos créditos: 3/5

O HOMEM COM A PISTOLA DE OURO – “The Man with the Golden Gun”

Intérprete: Lulu

Avaliação da música: 4/5

Avaliação dos créditos: 4/5

O ESPIÃO QUE ME AMAVA – “Nobody does it Better”

Intérprete: Carly Simon

Avaliação da música: 3/5

Avaliação dos créditos: 4/5

O FOGUETE DA MORTE – “Moonraker”

Intérprete: Shirley Bassey

Avaliação da música: 2/5

Avaliação dos créditos: 3.5/5

SOMENTE PARA SEUS OLHOS – “For Your Eyes Only”

Intérprete: Sheena Easton

Avaliação da música: 3/5

Avaliação dos créditos: 3/5

OCTOPUSSY – “All Time High”

Intérprete: Rita Coolidge

Avaliação da música: 4/5

Avaliação dos créditos: 3.5/5

NA MIRA DOS ASSASSINOS – “A View to a Kill”

Intérprete: Duran Duran

Avaliação da música: 5/5

Avaliação dos créditos: 4/5

Enter Dalton. Timothy Dalton

MARCADO PARA A MORTE – “The Living Daylights”

Intérprete: A-Ha

Avaliação da música: 5/5

Avaliação dos créditos: 3/5

PERMISSÃO PARA MATAR – “Licence to Kill”

Intérprete: Gladys Night

Avaliação da música: 4/5

Avaliação dos créditos: 4/5

Enter Brosnan. Pierce Brosnan

GOLDENEYE – “GoldenEye”

Intérprete: Tina Turner

Avaliação da música: 4/5

Avaliação dos créditos: 4/5

O AMANHÃ NUNCA MORRE – “Tomorrow Never Dies”

Intéprete: Sheryl Crow

Avaliação da música: 2/5

Avaliação dos créditos: 3/5

O MUNDO NÃO É O BASTANTE – “The World is not Enough”

Intérprete: Garbage

Avaliação da música: 5/5

Avaliação dos créditos: 5/5

UM NOVO DIA PARA MORRER – “Die Another Day”

Intérprete: Madonna

Avaliação da música: 3.5/5

Avaliação dos créditos: 5/5

Enter Craig. Daniel Craig

CASSINO ROYALE – “You Know My Name”

Intérprete: Chris Cornell

Avaliação da música: 5/5

Avaliação dos créditos: 5/5

QUANTUM OF SOLACE – “Another Way to Die”

Intérprete: Alicia Keys & Jack White

Avaliação da música: 4/5

Avaliação dos créditos: 4/5

OPERAÇÃO SKYFALL – “Skyfall”

Intérprete: Adele

Avaliação da música: 5/5

007 – Operação Skyfall estreia em 26 de Outubro.

| Rock of Ages – O Filme | Tudo se resume a “Pour some Sugar on Me”

Posted in Cinema, Críticas de 2012, Musical with tags , , , , , , , , , , , on 27 de agosto de 2012 by Lucas Nascimento


I Wanna Rock: Tom Cruise é Stacee Jaxx

Não me levem a mal, mas não gosto de filmes musicais modernos. Gosto de alguns clássicos (Cantando na Chuva, Grease), mas todos os longas do gênero que são lançados atualmente me dão náuseas (com excessão de Sweeney Todd, mas este ao menos dispensa números de dança) e não justificam a necessidade do formato. Rock of Ages – O Filme traz uma ambientação apropriada para tais espetáculos, mas é simplesmente irritante.

Partindo da peça musical de Chris D’Arienzo, o longa é ambientado em 1987 e traz o jovem casal Sherrie (Julianne Hough) e Drew (Diego Boneta) lidando com um romance enquanto sofrem a influência (tanto negativa quanto positiva) do mundo do rock and roll, assim como a busca pela fama em Los Angeles e a ascensão de novos estilos musicais.

Bem, a premissa já é das mais recicladas possível e mostra-se como um mero pretexto para encher o longa de canções. Novamente, não me acostumo com a ideia de um ato musical preencher espaço narrativo no Cinema e estranho todo momento em que alguns membros do elenco levantam e começam a soltar a voz, independente do espaço ou situação em que se encontram. Mas isso é discussão pra outro post, o que um homem que despreza musicais pode dizer sobre Rock of Ages é que seus números são bem produzidos – ainda que o diretor Adam Shankman constranja na escolha de suas coreografias, “Hit Me with yor Best Shot” que o diga – e trazem ótima iluminação, assim como alguns bons intérpretes.

O melhor deles – e certamente o ponto alto do filme – é o Stacee Jaxx vivido por Tom Cruise. Interpretando o modelo clássico do “rockeiro endeusado por suas fãs”, o ator surpreende ao protagonizar todas suas cenas de canto (seu cover para “Pour Some Sugar on Me” do Def Leppard é sensacional) e também pelo bom trabalho de composição do personagem – sempre com uma voz delirante, frases um tanto incompreensíveis e rodeado por mulheres. Também divertem os coadjuvantes Alec Baldwin e Russell Brand (espere só até ver este último lambendo o microfone), como os proprietários da casa de shows Bourbon Room, ao passo que os dois protagonistas são tão irritantes que parecem ter saído de High School Musical.

Previsível e esquemático do início ao fim, Rock of Ages – O Filme talvez agrade aos fãs de Glee mas certamente passa longe do que é o verdadeiro Rock and Roll, sendo muito mais pop em sua essência. Mas isso é de um cara que não gosta de musicais, então…

Especial para o Halloween III

Posted in Especiais with tags , , , , , , on 30 de outubro de 2011 by Lucas Nascimento

Ao contrário dos anos passados, onde recomendei bons filmes de terror, vou fazer algo diferente este ano. Com o Halloween rolando hoje, selecionei algumas composições musicais assustadoras. Confira:

O Exorcista

Psicose

Tubarão

O Iluminado

A Hora do Pesadelo

Bem, é só isso por este ano. Prometo coisas melhores (e mais assustadoras) para 2012… Feliz Halloween!

Fim da Linha: Especial HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE

Posted in Especiais with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 15 de novembro de 2010 by Lucas Nascimento

This is It, the grand finale. O fim da saga Harry Potter nos cinemas finalmente chegou e em duas partes. Esse especial vale pelas duas partes, aproveitem:

Uma breve olhada pelo impacto do último livro da saga Harry Potter.

O fim da saga Harry Potter na literatura chegou em Junho de 2007. A autora J.K. Rowling dedicou muito tempo no processo de desenvolvimento do livro e em como encontrar o destino apropriado do personagem principal.

Depois de pronto, o livro bateu recorde de vendas e gerou algumas polêmicas, como a venda adiantada e o vazamento de alguns trechos na internet. O fim foi, em sua grande maioria, aprovado por fãs e críticos literários.

Eu pessoalmente gosto muito do último livro e fiquei mais que satisfeito com o final da história.

A razão pela qual a adaptação do livro final da saga ser dividida em dois filmes pode ser interpretada por três maneiras: 1 – Não deixar nenhum detalhe do livro de fora, garantindo uma adaptação fidelíssima. 2 – Lucro e mais dinheiro nas bilheterias. 3 – Ambos.

Essa possibilidade de divisão já havia sido considerada com o quarto filme da série, O Cálice de Fogo, mostrando-se vantajosa ao conseguir ser mais fiel ao livro. As filmagens de As Relíquias da Morte – sob o comando de David Yates – tomaram lugar em Londres, na Floresta de Swinley e na Freshwater West. As sequências envolvendo cenários específicos foram gravadas nos estúdios Pinewood e Leavesden.

Todo o elenco e equipe de produção afirma que o novo filme é completamente diferente dos anteriores; muito mais sombrio e adulto e que as emoções dos personagens são mais reais e os conflitos também; como a tensa cena em que Rony e Harry discutem sobre os riscos que podem enfrentar.

Nas palavras de Yates; a Parte 1 tem cara de filme independente (com uso excessivo de câmera tremida) e a Parte 2 está mais voltada para um épico de fantasia, com destaque colossal para a batalha de Hogwarts. Um detalhe interessante, é que no sexto livro da série (O Enigma do Príncipe) há uma batalha similar à do livro final e o roteirista Steve Kloves resolveu, sabiamente, cortá-la da adaptação do Enigma e guardá-la apenas para Relíquias Parte 2. É uma esperta decisão, porque evitaria a repetição.

As filmagens foram realizadas como a de um filme só, começando em 19 de Fevereiro de 2009 e terminando em 12 de Junho de 2010. Os filmes iriam ser convertidos para 3D, mas a Warner voltou atrás (com razão) ao perceber que o resultado não seria decente e digno dos filmes.

Recentemente, Daniel Radcliffe confirmou que o final da Parte II será refilmado, procurando atingir um resultado mais emocionante.

Harry Potter (Daniel Radcliffe)

Depois de 6 anos de preparo, Harry Potter finalmente encara seu destino e enxerga seu papel como aquele que deverá encerrar a era de terror de Lord Voldemort, mas para isso, deverá encontrar as Horcruxes.

 

 

 

 

Hermione Granger (Emma Watson)

Forçada a apagar a memória dos próprios pais, Hermione junta-se a Harry e Rony para encontrar as Horcruxes.

 

 

 

 

 

 

Rony Weasley (Ruppert Grint)

Ainda fiel a seu melhor amigo, Rony ajuda-o na busca e na destruição das Horcruxes, mesmo que a relação entre o amigo fique tensa e os sentimentos por Hermione finalmente revelados.

 

 

 

 

 

Voldemort (Ralph Fiennes)

Ainda mais poderoso, Voldemort continua sua busca pelo jovem Harry Potter, ao mesmo tempo em que quebra a ordem no Ministerio da Magia, levando a uma total anarquia.

Achou que as Relíquias do título eram as Horcruxes do Voldemort né? Eu também.

A história desses objetos se origina com o conto dos irmãos Peverell; sobre três jovens que tem um encontro com a morte, e cada um pede um objeto. Conheça abaixo o que são os tais objetos:

A Varinha das Varinhas

O primeiro irmão pediu uma varinha invencível e indestrutível. Essa relíquia atravessou gerações e foi propriedade de Alvo Dumbledore até sua morte. A varinha só pode pertencer a outra pessoa se este desarmar, atacar ou matar seu dono anterior.

A Pedra da Insurreição

O segundo irmão pediu um meio de trazer os mortos de volta à vida. A pedra permite ao dono se comunicar com os mortos, mas apenas no momento derradeiro de sua vida. Sem saber, essa relíquia foi propriedade de Voldemort.

A Capa de Invisibilidade

O terceiro irmão pediu uma forma de se esconder da Morte. A capa de invisibilidade torna aquele que a usa invisível; a relíquia pertence a Harry Potter desde seu primeiro ano em Hogwarts.

O que Harry e seus amigos já destruíram e o que precisarão encontrar na jornada:

O Diário de Tom Riddle [x]

Visto no segundo filme, o diário continha a lembrança do jovem Tom Riddle, antes de se transformar no maléfico Voldemort. O diário quase dominou a mente de Gina Weasley, mas foi destruído por Harry usando uma presa de basilisco.

O Anel de Marvolo Gaunt [x]

Anel que fora propriedade do avô de Tom Riddle, tomou para ele após sua morte. Foi destruído por Dumbledore com a espada de Godric Griffyndor. O que ninguém sabe, é que a pedra encrostada é uma das Relíquias da Morte.

O Medalhão de Salazar Slytherin [x]

Pequeno medalhão que pertenceu a um dos quatro fundadores de Hogwarts, no caso o da casa Sonserina. O medalhão foi escondido na caverna mostrada no sexto filme, mas foi roubado por um inimigo de Voldemort. Objeto muito perigoso e sombrio, pode possuir indivíduos e torturá-los.

A Taça de Helga Huflepuff [x]

Criação da fundadora da casa de Lufa-Lufa, a taça atravessou gerações até ser roubada por Tom Riddle e logo transformada em Horcrux. Ele deixou a peça com Bellatrix Lestrange, que a escondeu em seu cofre no banco de Gringotes.

O Diadema de Rawena Ravenclaw [x]

Único objeto de valor conhecido da fundadora da Casa Corvinal. Como sua criadora prezava a sabedoria, o diadema dá a aquele que o usa, mais inteligência. O objeto foi roubado por sua filha e escondido na Albânia por décadas, até ser roubado por Tom Riddle. Em sua parte superior, está cravada a frase “O espírito sem limites é o maior tesouro do homem”.

Nagini [x]

 A mortal serpente de estimação de Voldemort é a única horcrux que ele carrega consigo a maior parte do tempo.

A Sétima Horcrux [x]

SPOILER PESADÍSSIMO!

Ao tentar matar Harry Potter quando este ainda era um bebê, Voldemort acidentalmente criou uma sétima Horcrux; o próprio jovem.

Confira abaixo alguns dos principais feitiços usados na saga:

  • Expelliarmus – Usado principalmente em ataques ou para desarmar o oponente.
  • Estupefaça – Ataques mais potentes.
  • Expecto Patronum – Escudo contra dementadores, mas há um porém: além de pronunciar o nome, o bruxo deve imaginar uma lembrança de felicidade intensa.
  • Lumos: Produz uma luz na ponta da varinha, eficiente para iluminação.
  • Protego: Prouduz um escudo contra feitiços ofensivos.
  • Wingardium Leviosa: Usado para levitar objetos.
  • Levicourpus: Usado para levitar seres vivos.
  • Sectumsempra: Desenvolvido pelo Príncipe Mestiço, é um ataque mortal que produz golpes similares ao de uma espada no corpo do oponente.
  • Reducto – Reduz o tamanho de objetos, podendo até destruí-los.
  • Obliviate – Confunde a memória do oponente.
  • As Maldições Imperdoáveis – Três feitiços letais que condenam aquele que o produz à prisão de Azkaban. Eles são Imperius: que oferece controle sob a mente do oponente. Crucio: produz a sensação de tortura. E Avada Kedrava: mata o oponente.

Oclumência

A Oclumência é um processo complicado cuja finalidade é proteger o subconsciente de ameaças. Quando Voldemort começou a projetar imagens e sensações na mente de Harry, ele teve que aprender a fechar sua mente.

Priori Incantatem

Esse fenômeno ocorre quando duas varinhas se conectam através de feitiços distintos. A ligação entre Harry e Voldemort é especial, porque suas varinhas foram fabricadas com o mesmo material.

 

  • Polissuco: Composta por distintos ingredientes, transforma a pessoa que a bebe em outra, de acordo com o fio de cabelo posto na mistura.
  • Felix Felicis: Também conhecida como “sorte líquida”, a rara poção dá exatas 24 horas de sorte a quem a bebe.
  • Armatenti: Poção que produz uma paixão incontrolável por outra pessoa.
  • Verisaterum: Solução eficiente para fazer alguém contar a verdade.

Os mocinhos e os bandidos da saga:

A Ordem da Fênix

Fundada por Alvo Dumbledore, a principal finalidade do grupo secreto era lutar contra Voldemort e seus seguidores, investigando e buscando estrategias.

Sede: Já teve sedes na residência dos Weasley e no Largo Grimmauld, residência dos Black.

Membros notáveis: Alvo Dumbledore, Harry Potter, Remo Lupin, Olho-Tonto Moody, Sirius Black, Arthur Weasley, Ninfadora Tonks, Severo Snape, entre outros.

Os Comensais da Morte

É o nome que recebem os seguidores de Voldemort quando este ganhou mais poder. Usavam máscaras e cometiam crimes terríveis, aterrorizando o mundo bruxo e o dos trouxas.

Membros Notáveis: Bellatrix Lestrange, Lúcio Malfoy, Draco Malfoy, Bartô Crouch Jr., Igor Karkaroff, Narcisa Malfoy, Severo Snape, entre outros.

A Armada Dumbledore (AD)

Quando o Ministerio da Magia interferiu nas normas e aulas de Hogwarts, Harry e seus amigos fundaram um grupo secreto onde ele ensinava a um grupo de alunos feitiços úteis para se defender.

Sede: Sala Precisa.

Membros Notáveis: Harry Potter, Rony Weasley, Hermione Granger, Neville Longbottom, Jorge Weasley, Fred Weasley, Luna Lovegood, Gina Weasley, Cho Chang, Padma Patil, Parvati Patil, entre outros.

Feijõezinhos de Todos os Sabores

De acordo com os filmes, eles realmente possuem todos os sabores, passando de chocolate até cera de ouvido. Numa recordação amigável da atração da saga em Orlando, pude provar uma dessas guloseimas (peguei um de banana).

Sapos de Chocolate

Basicamente, um feitiço que dá vida a um sapo feito de chocolate. Mas nas palavras de Rony Weasley, o que importa é a figurinha de bruxo famoso que vem de brinde.

Cerveja Amanteigada

Até os bruxos bebem… Essa bebida é, basicamente, cerveja adicionada com manteiga, tornando-a muito espumante. É geralmente tomada quente, no inverno.

Abaixo, minhas cinco cenas de voo favoritas:

5 – O Balaço Errante

Nada como uma boa perseguição. Em pleno jogo de Quadribol, alguém modificou um balaço (uma bola de jogo perigosa), que persegue o jovem Potter até ser destruído.

4 – Quadribol Dementado

É, parece que Harry não pode ter um jogo tranquilo… Dessa vez, ele é atacado por um grupo de Dementadores, que o derrubam de sua vassoura, fazendo-o cair por mais de 200 metros.

3 – Fuga do Rua dos Alfeneiros

Harry deixa de vez a casa de seus tios e é escoltado pela Ordem da Fênix para que chegue em segurança à residência dos Weasley. Não demora até que o grupo seja atacado por Comensais da Morte, resultando em uma empolgante perseguição por Londres – com Harry e Hagrid em uma moto voadora.

2 – A Primeira Tarefa

Uma das melhores sequências de ação da saga, empolgante e extremamente bem feita. A trilha de fundo acerta, os efeitos visuais são perfeitos, enfim, é uma cena impecável.

1 – Ataque sobre Londres

Se você leu minha crítica sobre O Enigma do Príncipe, sabe o quanto eu adorei esta sequência. Uma maneira empolgante e estilosa de iniciar um filme; a direção dinâmica de Yates ajuda, assim como a impecável fotografia e os efeitos visuais.

A Pedra Filosofal

A EA criou uma boa estrutura e gráficos razoáveis para a tecnologia da época, mas ainda assim é um bom game. Fiel tanto ao livro quanto ao game, jogabilidade decente e um entretenimento eficiente.

Nota: 6,0

A Câmara Secreta

Na minha opinião, o melhor game de Harry Potter já feito. Joguei a versão para Playstation 1 há alguns anos, mas foi muito divertido. O jogo é difícil, agradável, possui muitas missões bacanas (algumas presentes apenas no livro) e uma jogabilidade boa. Pena que eu nunca terminei-o inteiramente…

Nota: 10

O Prisioneiro de Azkaban

Aqui começa o “GTA Harry Potter”. Além de contar com a excelente trama do filme/livro original, os gráficos melhoraram bastante, há mais feitiços para serem destravados e interatividade nos cenários é sensacional; correr livre pelo castelo de Hogwarts…

Nota: 9,0

Quiditch World Cup

Basicamente, é um Fifa/ PES de Quadribol. A jogabilidade é agradável, mas imperfeita. Divertido no ponto certo, mas peca por não oferecer tantas opções e agilidade.

Nota: 6,5

O Cálice de Fogo

Não gosto desse game. Possui a inovação de permitir mais personagens e o modo multiplayer, mas suas missões são repetitivas e cansativas. Por outro lado, 4 fases valem a visita: o Torneio Tribuxo (com destaque para a tarefa do dragão) e o duelo com Voldemort.

Nota: 5,5

A Ordem da Fênix

O pior da série. Bons cenários, ambientes recriados com perfeição e fidelidade ao filme e ótimos gráficos. Isso não é suficiente é claro, as missões limitam-se ao tedioso e horrível recrutamento da Armada Dumbledore e rebeliões. Nem a batalha final salva, já que os feitiços passaram de botões a movimentos do analógico…

Nota: 3,5

O Enigma do Príncipe

Possui o mesmo cenário detalhado de seu antecessor, mas pelo menos acrescenta algumas novidades interessantes. Nem comento as fáceis missões da história, que podem ser completadas sem nenhuma dificuldade. Vale pelas viciantes aulas de poções…

Nota: 6,5

Lego Harry Potter – Years 1-4

Sonho com um game de Lego Harry Potter desde que Lego Star Wars foi lançado em 2005. A empresa de blocos de montar consegue se superar na versão dos quatro primeiros anos do bruxo. Muitos personagens e cenários são disponíveis, a jogabilidade é ótima, mas peca por esquecer um pouco a história (não há nenhum diálogo), no entanto é diversão garantida.

Nota: 8,5

Quão fiel é cada filme da saga aos livros e cenas que eu queria que vissem a luz do dia na adaptação:

A Pedra Filosofal: Acho que nada, está bom do jeito que está.

A Câmara Secreta: A Festa do Aniversário de Morte, seria divertidíssima.

O Prisioneiro de Azkaban: De acordo.

O Cálice de Fogo: A presença dos Dursley e o encontro deles com a família Weasley é antológico.

A Ordem da Fênix: A visita ao Hospital St. Mungus, onde encontramos algumas caras conhecidas e aprendemos mais sobre os pais de Neville Longbottom.

O Enigma do Príncipe: Uma explicação melhor sobre as horcruxes; a maioria delas é apresentada neste livro.

Chris Columbus

Chegou ao projeto através de um de seus filhos, que era fã do livro e logo despertou a atenção do cineasta. Columbus, apesar de não ser um cineasta excepcional, merece muitos créditos por escolher o elenco certo, iniciar a trama e trazer para a tela tudo o que estava no livro.
Filmes que dirigiu: A Pedra Filosofal e A Câmara Secreta.

Alfonso Cuarón

Provavelmente, a mão mais artística na saga. Em seu filme, aprimorou os efeitos visuais, apresentou novos estilos narrativos, tons de cores e desenvolveu o elenco; agora adolescentes, são bem coordenados pelo cineasta espanhol. Sem falar que a história ganha toques mais sombrios.
Filmes que dirigiu: O Prisioneiro de Azkaban

Mike Newell

Se Cuarón começou a se aprofundar no lado sombrio da saga, o inglês Mike Newel explorou mais ainda as trevas, principalmente pelo retorno de Voldemort. A grandiosidade dos cenários e os interesses românticos também são destaque.

Filmes que dirigiu: O Cálice de Fogo

David Yates

E finalmente, o diretor que finalizará a saga. Conseguindo equilibrar os níveis sombrios com humor, ação e mistério, o americano David Yates trouxe maturidade à franquia. Aprimorou praticamente todo os aspectos (positivos e negativos) dos filmes anteriores.

Filmes que dirigiu: A Ordem da Fênix, O Enigma do Príncipe, As Relíquias da Morte – Parte I e II.

Assim como cada diretor trouxe seu toque pessoal para cada filme, os compositores também teceram magníficas faixas musicais. Abaixo o maestro de cada filme e suas melhores composições:

John Williams

O mestre! Gênio por trás de algumas das melhores composições de todos os tempos e também aquele que cria as músicas-tema mais memoráveis; Star Wars, Indiana Jones, De Volta para o Futuro, entre outros. Em sua contribuição para Harry Potter, vale destacar o equilíbrio de tons; nos dois primeiros, eram – em sua maioria – temas festivos e alegres, enquanto no terceiro, Williams teceu tons sombrios e memoráveis.

Filmes: A Pedra Filosofal, A Câmara Secreta e O Prisioneiro de Azkaban.

Temas memoráveis:

Hedwig’s Theme (A Pedra Filosofal)

Buckbeak’s flight (Prisioneiro de Azkaban)

Patrick Doyle

Apenas compôs para um filme, mas fez um bom trabalho. Criando temas sombrios, instigantes e com muita referência nos anteriores, aliás, seu grande acerto foi aprimorar temas já existentes, como o tema principal da série. Boa contribuição, sem dúvida.
Filmes: O Cálice de Fogo

Temas Memoráveis:

The Story continues… (O Cálice de Fogo)

Harry at Winter

Nicholas Hooper

Em ambos os longas da série que trabalhou, Nicholas Hooper compôs temas distintos; agitados, românticos, sombrios e épicos. A maioria deles, magníficos. Depois de Williams, talvez tenha sido a melhor contribuição musical para a saga.
Filmes: A Ordem da Fênix e O Enigma do Príncipe.

Temas Memoráveis:

Flight of the Order (A Ordem da Fênix)

Slug’s Party (O Enigma do Príncipe)

Alexandre Desplat

Contratado para os dois filmes, o excelente Alexandre Desplat entregou um maravilhoso trabalho, retratando bem o tom de solidão e trevas da Parte I. No filme final, ele promete uma trilha mais épica. Mal posso esperar…

Snape to Malfoy Manor (Relíquias, Parte 1)

Ministry of Magic (Relíquias, Parte 1)

 

Grande galinha dos ovos dourados da Warner Bros, a saga Harry Potter encheu os cofres do estúdio com muito dinheiro. Acompanhe o desempenho econômico dos seis filmes da série; quanto custaram e quanto arrecadaram:

Harry Potter e a Pedra Filosofal

Orçamento: u$125,000,000

Arrecadação: U$ 976,500,000

A Câmara Secreta

Orçamento: $100,000,000

Arrecadação: U$ 878,987,880

O Prisioneiro de Azkaban

Orçamento: U$ 130,000,000

Arrecadação: U$795,538,952

O Cálice de Fogo

Orçamento: U$150,000,000

Arrecadação: U$ 896,013,096

A Ordem da Fênix

Orçamento: U$150,000,000

Arrecadação: U$938,468,864

O Enigma do Príncipe

Orçamento: U$$250,000,000

Arrecadação: U$933,959,197

Relíquias da Morte – Parte 1

Orçamento: A ser definido, já que as filmagens ocorreram junto com as da Parte 2.

Arrecadação: U$ 955,001,070

Uma coisa eu tenho certeza sobre a primeira parte de As Relíquias da Morte: o final vai ser fdp, aquele tipo de “gancho” que deixa o espectador ansioso para a continuação. Vamos relembrar aqui alguns exemplos…

Obs: Não é nenhuma coincidência que são os “número 2” que possuem esse tipo de final.

De Volta para o Futuro 2

A dupla dinâmica Marty McFly e Doc Brown viaja até 1955 para impedir que um futuro pavoroso e sombrio torne-se realidade. Terminada a missão, o cientista – a bordo de seu DeLorean – é atingido por um raio e some. Depois descobrimos que este foi parar no Velho Oeste, 1885. Marty terá que resgatá-lo e, não fossem as cenas do terceiro filme que vem de brinde ao fim da projeção, eu teria ficado louco para saber o que aconteceria…

Matrix Reloaded

Depois de um espetáculo de cenas de ação, o segundo Matrix chega ao fim com duas grandes revelações; o protagonista Neo fica preso em um local desconhecido e o vilão da trilogia, o agente Smith, invade o mundo real. Lembro-me de que a reação no cinema foi assustadora…

Piratas do Caribe – O Baú da Morte

É realmente muito corajoso pegar o protagonista de uma franquia milionária e matá-lo ao fim da projeção. Claro, Jack Sparrow não morre (o terceiro filme é sobre seu retorno dos mortos), mas a cena do pirata entrando na boca do Kraken é memorável.

Kill Bill – Vol. 1

Após um banho de sangue trash e uma luta memorável contra Lucy Liu, a Noiva (Uma Thurman) continua sua vingança contra Bill, achando que sua filha está morta. Na cena final, ouvimos o antagonista revelar que ela estava enganada. Genial.

Alguns estão se saindo bem, outros são descaradas tentativas frustradas.

Crepúsculo

Não há dúvidas; mesmo que imperfeita e cheia de falhas, a saga Crepúsculo é a que chega mais perto do sucesso de Harry Potter. No entanto, a série já vai acabar e nem de longe teve o mesmo impacto que a saga do bruxo adolescente.

As Crônicas de Nárnia

Com um eficiente primeiro filme, mas uma mediana e arrastada sequência, a franquia Nárnia até que entretem, o elenco é razoável e os efeitos visuais e cenários também capricham. O terceiro capítulo sai este ano, veremos se melhora.

A Bússola de Ouro

Daniel Craig, Eva Green, Nicole Kidman, direção de arte espetacular e efeitos visuais de primeira disperdiçados em uma trama confusa, incoerente e muito cansativa.

Percy Jackson

Uma das mais descaradas e mal feitas tentativas de franquia que ja testemunhei. A história é fraca e desinteressante, o elenco é péssimo e acharam mesmo que só porque o Chris Columbus dirigiu os primeiros Harry Potter, que ele acertaria de novo.

Do primeiro filme da saga até aqui, o elenco principal cresceu muito. Vamos recordar:

Daniel Radcliffe

Rupert Grint

Emma Watson

O veredicto do blog em relação aos capítulos anteriores da saga:

Bem… O especial acaba aqui, espero que tenham gostado. E adeus à franquia Harry Potter, sentiremos sua falta.

Sobre vampiros e lobos | Especial A SAGA CREPÚSCULO: ECLIPSE

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Muitos amam, muitos adoram e muitos detestam A Saga Crepúsculo, e a estreia da terceira parte, Eclipse já acontece nessa Quarta-Feira (30/06). Fã da série ou não, espero que aproveite esse especial. Vamos lá:

A história

A história começa com uma série de assassinatos em Seattle, todos causados por um grupo de vampiros recém-transformados, liderados por Victoria, que pretendem ir atrás de Bella e matá-la. Enquanto isso, a jovem precisa fazer sua escolha entre Edward e seu amigo Jacob.

Minha honesta opinião: Minha expectativa está relativamente baixa em relação a Eclipse. Me parece que será uma grande enrolação e a única coisa boa, será a batalha final. Claro, eu posso estar errado, é esperar para ver.

Personagens Principais

Isabella Swan (Kristen Stewart)

Dividida entre o vampiro Edward e o lobisomem Jacob, Bella precisa fazer sua escolha, sabendo que sua decisão pode desencadear uma guerra entre as criaturas. Como se não bastasse, precisa lidar com a ameaça de Victoria, que planeja vingança.

 

 

 

 

Edward Cullen (Robert Pattinson)

Após a proposta de casamento, Edward continua discutindo com Bella as consequências de sua escolha; e as dores que ela pode sofrer. Ele e sua família deverão se unir com os lobisomens.

 

 

 

 

Jacob Black (Taylor Lautner)

Na luta pelo coração de Bella, o jovem lobisomem deverá ajudar os Cullen a impedir o ataque do exército de Victoria, reunindo o clâ dos lobos. Jacob continua tendo uma relação de ódio contra Edward.

 

 

 

 

Victoria (Bryce Dallas Howard) 

Determinada a vingar a morte de seu namorado, a ruiva reúne um exército de vampiros recém-formados para ir atrás de Bella; não importando quantos lobisomens ou outros sangue-sugas tenha que destruir pra cumprir sua missão.

 

 

 

 

Os Cullen e a Tribo Quileute

Quando a situação fica muito perigosa, a família Cullen e a tribo dos lobisomens devem por suas diferenças de lado e se unir para defender Bella do ataque de vampiros recém-transformados. Rosalie e Jasper ganharão mais destaque, tendo seus passados revelados.

Os Volturi

Dessa vez, não veremos as grandiosas paisagens de Volterra, na Itália… Apenas quatro integrantes do grupo aparecem no filme, sempre observando a situação dos ataques em Seattle e botando pressão na transformação de Bella. Pena que Michael Sheen não volta, ótimo ator.

O Exército Recém-Transformado

Sem dúvida o elemento que mais me chama atenção no terceiro filme. O exército é formado por vampiros-recém transformados, o que significa que são mais selvagens e possuem pouco controle de sua sede de sangue. O grupo, formado por Victoria, é liderado pelo jovem Riley, um dos responsáveis pelos ataques em Seattle.

Fita Partida: Os novos rumos da Saga

A capa do livro de Eclipse, que mostra uma fita vermelha se partindo, simboliza o pacto entre os vampiros e lobisomens sendo destruído. É basicamente isso que vai acontecer no terceiro filme, mas que rumos tomará a história depois?

Quero deixar bem claro que nunca li Amanhecer (pra ser sincero, nenhum dos livros), então não sei como a história acaba. Vão aqui as minhas (malucas) sugestões para o fim da Saga Crepúsculo:

1- Bella vira vampira, mas é caçada por Van Helsing

Imagine uma versão juvenil do Dr. Van Helsing. Quero dizer, alguns podem detestar a ideia, mas eu acho que a série poderia ganhar muito mais adrenalina com o eterno caçador de Drácula.

2 – Os volturi exterminam os Cullen e os Lobos

Com Edward quebrando o acordo com os Volturi ao não transformar Bella em vampira, o grupo reúne seus súditos e parte para Forks, onde uma grande batalha ocorre, terminando com a vitória de Dakota Fening e seu grupo.

3- Crossover

Temendo o ataque de lobisomens, os Cullen se aliam com Bill e os vampiros de True Blood, que apresentam a famosa bebida de sangue sintético aos sanguessugas de Forks, acabando de uma vez por todas as rivalidades entre vampiros normais e a família de Edward.

Vampiros Clássicos, Lobisomens fodas

Claro, os vampiros e lobisomens da Saga Crepúsculo são versões mais “light” dos famosos monstros do terror. E tudo bem, mas vamos relembrar algumas das boas e velhas criaturas da noite…

Drácula de Bram Stoker

Inegavelmente (mais uma vez), inegavelmente o melhor vampiro já criado. Retratado de muitas maneiras, mas acredito que sua melhor versão seja a de Francis Ford Coppola, em Drácula de Bram Stoker. Interpretado por um impressionante Gary Oldman, o conde nunca teve um visual tão ameaçador e, ao mesmo tempo, charmoso.

Nosferatu

O Nosferatu é uma das únicas figuras do cinema que realmente me assustam. Não sou muito fã do primeiro filme (de 1922), mas o personagem é memorável e muito sinistro.

Entrevista com o Vampiro

Os vampiros de Tom Cruise e Brad Pitt são bem agradáveis e eficientes, mas a força do elenco vem de uma jovem Kirsten Dunst, no papel de Claudia. Uma performance memorável e sem dúvida a melhor de sua carreira até hoje.

30 dias de noite

Despindo-se de todo o charme e sedução que a maioria dos vampiros apresenta, os dentuços desse massacre no Alaska são bem sinistros; além de possuírem olhos negros e dentes de piranha, se comunicam entre si através de contorcidos ruídos. Curiosidade: o diretor de 30 Dias de Noite é quem comanda Eclipse, será que rola um banho de sangue? Duvido…

Um Lobisomem Americano em Londres

              Isso sim é um lobisomem!

Aqui está a prova de que lobisomens são bem melhores á moda antiga: sem CG, a boa e velha maquiagem de monstros. A criatura do filme de 1981 é tudo que um lobisomem deve ser: aterrador só de olhar para ele.

Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban

Ok, o lobisomem de Harry Potter não é assustador e nem tão selvagem assim, mas há uma coisa nele que me fez colocá-lo nessa lista: sua transformação. A cena é uma das melhores do gênero dos lobisomens, o CG é bem sutil e a imagem do professor Lupin uivando para a lua é memorável.

Lobisomem de Benicio Del Toro

Tudo bem que a versão desse ano do lobisomem vitoriano foi muito irregular e fraca, mas em um aspecto o filme chamou minha atenção: a violência. O lobisomem é uma máquina de matar de sanguionolenta e o diretor não tem medo de fazer belas mortes violentas e trash. Por isso, vale destacar esse lupino.

Twilighters: O impacto da saga na cultura pop

É irrevelante dizer que Crepúsculo é a sensação teen do momento, porque todo mundo já sabe disso. Esse tópico é dedicado a algumas artes caprichadas que eu achei pela internet. Fato: o pessoal de marketing poderia contratar alguns “twilighters” (nome dado aos fãs da saga) para fazer o design dos pôsteres. As criações de fãs são muito superiores aos sem graça e idênticos cartazes oficiais.

                      Sem dúvida o melhor pôster, considerando fãs e oficiais, da saga

A razão pela qual eu acho Crepúsculo uma boa história, é sua associação com alguns aspectos da adolescência. Odeio muitas das invenções de Meyer, como o brilho na luz dos vampiros e os lobisomens descamisados, mas a relação da história com o sexo na adolescência é bem interessante. Bella é uma jovem que quer que seu amado a morda, mas ele quer se casar primeiro. Concordam? Não? Tudo bem, não sou filósofo…

                      Banners mais “artísticos” chamariam mais a atenção

Além das relações e dos simbolismos, a história de Meyer faz o mesmo que Harry Potter fez há alguns anos atrás; transforma ícones do terror em personagens adolescentes, e devo dizer que algumas ideias são interessantes, como por exemplo todo o legado da família Cullen e a organização política dos Volturi (que mereciam um filme-solo).

Muse: A Banda Oficial da Saga

Eu gosto do som da banda Muse, possuem ótimos álbuns (Black Holes e Revelation) e agradam. Todos os filmes da saga tem ao menos uma música na trilha sonora, vamos relembrá-las:

Crepúsculo – Supermassive Black Hole

É tocada na cena do jogo de beisebol. A guitarra é sensacional e o vocal bacana, mas a música meio que fica na mesma. Nota: 7,5

Lua Nova – I Belong to You

A melhor contribuição do grupo na franquia, I Belong To You toca brevemente em uma mudança de cena, merecendo mais destaque. Mais empolgante e agradável, é uma ótima canção. Nota: 9,0

Eclipse – Neutron Star Collision

A mais “leve”, com um óbvio tom romântico nas letras e na execução. É uma boa música, bom solo de guitarra e possui alguns traços de músicas antigas (e melhores) da banda, como a bateria, que lembra muito a da excepcional Knights of Cydonia. Nota: 7,5

Críticas da Saga

Relembre o veredicto dos capítulos anteriores da Saga Crepúsculo:

Crepúsculo

Lua Nova

Bem, o especial vai ficando por aqui, mas a crítica vai pro ar ainda essa semana (se eu conseguir achar ingressos…). Até lá.