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As primeiras imagens de X-MEN: APOCALIPSE

Posted in Notícias with tags , , , , , , , , , , , , on 16 de julho de 2015 by Lucas Nascimento

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A revista Entertainment Weakly trouxe em sua capa as primeiras imagens de X-Men: Apocalipse! Estas apresentam as novas caras de Ciclope (Tye Sheridan), Tempestade (Alexandra Shipp), Noturno (Kodi Smith McPhee) e Jean Grey (Sophie Turner), ao mesmo tempo em que apresentam os mutantes Psylocke (Olivia Munn), Jubileu (Lana Condor) e o monstruoso Apocalipse, vivido por um irreconhecível Oscar Isaac.

Confira:

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X-Men: Apocalipse estreia em 26 de Maio de 2016.

 

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De Volta para o Passado | Especial X-MEN: DIAS DE UM FUTURO ESQUECIDO

Posted in Especiais with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 18 de maio de 2014 by Lucas Nascimento

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Com viagem no tempo, duas linhas temporais e um elenco esmagador, o mais grandioso filme dos X-Men enfim chegou. Como já havia feito especiais para outros filmes da franquia (em especial, Primeira Classe), não me estenderei muito aqui. Bem, confira agora o especial de X-Men: Dias de um Futuro Esquecido:

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Os (muitos) personagens de Dias de um Futuro Esquecido:

Wolverine | Hugh Jackman

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Vulgo: James Howlett/Logan

Mutação: Reneração e Garras

Protagonista definitivo da franquia, o mutante Wolverine é o escolhido para voltar no tempo graças à sua imortalidade. Logan é enviado para os anos 70 a fim de reunir novamente os X-Men e evitar o futuro apocalíptico que os aguarda. Vale lembrar que o mutante será mostrado com garras de osso, já que o experimento Arma X só ocorre na década de 80.

FUTURO

Professor X | Patrick Stewart

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Vulgo: Charles Xavier

Após ter sido desintegrado pela Fênix Negra, o professor Charles Xavier encontrou uma forma de voltar à vida através de um sujeito moribundo. No futuro apocalíptico de 2030, alia-se com o antigo inimigo Erik Lehnsherr para deter as Sentinelas.

Magneto | Ian McKellen

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Vulgo: Erik Lehnsherr

Ignorando os anos em que teve Xavier como inimigo, Erik Lehnsherr aposenta o capacete de Magneto para ajudar o colega na luta contra as Sentinelas.

Tempestade | Halle Berry

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Vulgo: Ororo Munroe

Com suas habilidades de voo e controle do clima, Tempestade retorna para ajudar os X-Men na luta contra os Sentinelas.

Kitty Pride | Ellen Page

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Graças a uma evolução de sua mutação, Kitty Pride descobriu um modo de transportar mentes para seus corpos no passado. A estratégia transforma-se em um dos principais técnicas de combate contra as Sentinelas, e também na viagem a ser encarada por Wolverine.

Homem de Gelo | Shawn Ashmore

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Vulgo: Bobby Drake

Com sua mutação evoluída em O Confronto Final, Bobby Drake agora é capaz de transformar seu corpo todo em gelo. Além de ser uma das peças-chave na luta contra Sentinelas, serve como grande companheiro de Kitty Pride.

Colossus | Daniel Cudmore

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Vulgo: Peter Rasputin

Força bruta do grupo, Colossus usa de seu corpo metálico para combater os Sentinelas.

Bishop | Omar Sy

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Vulgo: Lucas “Luke” Bishop

Nova adição da franquia, o ator francês Omar Sy (de Intocáveis) assume o papel de Bishop, um mutante capaz de absorver energia. É um dos líderes do grupo de Xavier no futuro.

Macha Solar | Adan Canto

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Vulgo: Roberto Da Costa

Participação brasileira na equipe dos X-Men, Mancha Solar possui a habilidade de controlar e lançar chamas.

Blink | Fan Bingbing

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Vulgo: Clarice Fergunson

Uma das mais interessantes adições à franquia, Blink tem a habilidade de criar portais de teletransporte (meio que buracos de minhoca), algo que revela-se muito últil ao enfrentar os Sentinelas.

Apache | Booboo Stewart

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Vulgo: James Proudstar

Mais um dos novos personagens, Apache utiliza de seus sentidos aguçados para auxiliar o grupo de Xavier no combate contra os Sentinelas.

PASSADO

Charles Xavier | James McAvoy

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Sofrendo com a perda de Raven para o então amigo Erik, Xavier abriu mão de seus poderes (graças a uma fórmula criada por Hank McCoy) para voltar a andar. O advento da Guerra do Vietnã deixou-ou desamparado e sem esperanças, até o momento em que Wolverine aparece batendo em sua porta…

Magneto | Michael Fassbender

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Vulgo: Erik Lensherr

Confinado no Pentágono sob acusação de ter assassinado o presidente JFK, Magneto mantém sua postura radical de supremacia mutante. Ao ser resgatado por Wolverine e Xavier, começa a trabalhar em seus próprios planos.

Mística | Jennifer Lawrence

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Vulgo: Raven Darkholme

Um dos núcleos centrais da trama, Mística trabalha sozinha após a prisão de Magneto. Com a habilidade de transformar sua aparência, a mutante vai orquestrando uma vingança contra Bolivar Trask após este ter matado diversos aliados em experimentos científicos. Seu gene de metamorfose também é chave na criação das Sentinelas.

Fera | Nicholas Hoult

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Vulgo: Hank McCoy

Servindo como ajudante e companheiro de Charles Xavier em seu período depressivo, Hank McCoy desenvolveu um soro que ajuda a controlar sua mutação – podendo decidir quando se transforma na forma azulada e peluda de Fera.

Mercúrio | Evan Peters

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Vulgo: Pietro Maximoff (no filme, Peter)

A versão Fox do mutante Mercúrio (filho do Magneto) é certamente o ponto alto do filme. Dotado de uma velocidade assombrosamente rápida, o jovem é recrutado por Wolverine para ajudar na invasão ao Pentágono. Tem poucas cenas, mas rouba todas. Você também o verá em Os Vingadores – A Era de Ultron, mas com as feições de Aaron Taylor-Johnson e sem relação com a franquia mutante.

Destrutor | Lucas Till

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Vulgo: Alex Summers

Alex Summers está servindo no Vietnã quando é recrutado por Mística. Só tem uma cena, mas o mutante tem a chance de soltar seus raios.

Groxo | Evan Jonigkeit

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Vulgo: Mortimer Toynbee

A mesma equação de Summers se aplica a Toad, que tem uma breve participação apenas.

Bolivar Trask | Peter Dinklage

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Principal presença humana da trama, Bolivar Trask é o responsável pelo projeto dos Sentinelas. Receioso quanto às intenções do mutantes, e temendo a extinção de sua espécie, Trask elabora a construção dos robôs gigantes exterminadores.

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Aquela tradicional revisitada aos filmes da franquia X-Men:

X-Men: O Filme (2000)

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Aposta arriscada da Fox, o primeiro X-Men pode ser considerado o mais bem sucedido longa de super-heróis desde o Batman de Tim Burton. O fime de Bryan Singer é um ótimo início para a franquia, apresentando personagens interessantes dentro de uma trama congruente e cheia de ação. É também o filme que lançou o carisma de Hugh Jackman.

X-Men 2 (2003)

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Com uma sequência de abertura arrebatadora, o segundo filme da série segue a tradição e aprimora o anterior em tudo: história melhor, personagens melhor elaborados e cenas de ação mais elaboradas. As atuações continuam carismáticas e o importante pano de fundo de ajuste na sociedade continua sendo explorado de forma ainda mais eficiente.

X-Men: O Confronto Final (2006)

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Mesmo com a saída de Singer, o diretor Brett Ratner seguiu à risca a ideia da franquia, equilibrando bem o cenário político – agora com a esperta entrada de uma cura mutante – e também as cenas de ação, que estão melhores do que nunca (a cena da ponte então…). Todavia, não alcança a perfeição do segundo filme.

X-Men Origens: Wolverine (2009)

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É isso o que acontece quando um estúdio domina um filme; com um diretor oscarizado no comando, o sulafricano Gavin Hood, o filme-solo do Wolverine é uma terrível experiência com roteiro sofrível que abre mão de sua história para dar espaço à (péssimas) cenas de ação, que em nada contribuem para a trama. Só o carisma de Hugh Jackman se salva. Vale lembrar que Wolverine – Imortal não é uma continuação direta a esta bomba, e sim a X-Men: O Confronto Final.

X-Men: Primeira Classe (2011)

4.5

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Sem dúvida o melhor filme da franquia, Primeira Classe acerta em cheio ao trazer o impacto da Guerra Fria no passado dos mutantes. Mesmo que o show fique melhor com as presenças do Xavier xavequeiro de James McAvoy e o Magneto fodástico de Michael Fassbender, o filme de Matthew Vaughn faz um ótimo trabalho ao desenvolver com eficiência seus (muitos) personagens e promove excelentes cenas de ação.

Wolverine – Imortal (2013)

3.0

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Tendo em vista a catástrofe que foi a primeira aventura-solo de Wolverine, a única certeze em relação a Wolverine – Imortal era a de que não poderia ser pior. E, de fato, o filme de James Mangold acerta ao trazer uma história mais intimista e cenas de ação caprichadas. A ambientação japonesa também agrada, mas o longa ainda não faz jus ao potencial do carcaju, e escorrega ao trazer situações e personagens ridículos.

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Alguns filmes memoráveis sobre viagem no tempo:

A Máquina do Tempo (1960)

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Uma das primeiras grandes produções sobre o tema, A Máquina do Tempo adapta uma das mais famosas obras de H.G. Wells. Nela, Rod Taylor interpreta um cientista que inventa uma máquina do tempo e acaba indo para um futuro dividido em duas espécies mortais. Rendeu um remake desastroso com Guy Pearce, em 2002.

O Exterminador do Futuro (1984-)

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Melhor criação de James Cameron, a franquia que traz Arnold Schwarzenegger como um ciborgue assassino (e defensor, nas continuações) viajante do tempo hoje anda enrolada após alguns tropeços e tem um reboot pra sair em 2015. Vale lembrar que o diretor Bryan Singer foi trocar uma ideia com Cameron sobre conceitos de viagem no tempo…

Trilogia De Volta para o Futuro (1985-89)

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Certamente a obra máxima do tema (ou pelo menos a mais divertida), a trilogia comandada por Robert Zemeckis e protagonizada por Marty McFly (Michael J. Fox) e Doc Emmet Brown (Christopher Lloyd) é também uma das melhores trilogias do Cinema. Sua história contínua inclui uma viagem para os anos 50, uma ida para uma 2015 futurista e um retorno ao Velho Oeste de 1885. Cada filme tem uma temática diferente, mas o humor inteligente e as ótimas sacadas estão sempre lá.

Bill & Ted – Uma Aventura Fantástica (1989)

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Comédia protagonizada por Keanu Reeves e Alex Winter, traz dois jovens abobalhados que acabam viajando para diversos períodos históricos a fim de preparar um trabalho para a escola.

Feitiço do Tempo (1993)

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Genial comédia de Harold Ramis, traz Bill Murray como um repórter cobrindo uma matéria inacreditavelmente enfadonha (o dia da marmota) e que acaba preso em um loop temporal, onde é obrigado a reviver o mesmo dia inúmeras vezes.

Os 12 Macacos (1995)

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Um dos trabalhos mais inspirados de Terry Gilliam como cineasta, traz Bruce Willis como um condenado que é mandado de volta no tempo para descobrir a origem de um vírus mortal que desolou a humanidade em um futuro distante. A trama é cheia de reviravoltas e conceitos estimulantes, especialmente em sua abordagem esperta à ideia de simultaneidade do tempo.

Donnie Darko (2001)

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Cult que acabou se tornando ícone nas redes sociais, Donnie Darko é uma instigante história centrada em um jovem aparentemente esquizofrênico que tem visões de um coelho gigante alertando-o sobre o fim do mundo. O que tem a ver com viagem no tempo? O longa de aposta pesado em conceitos de buracos de minhoca, Teoria das Cordas, etc. Muito interessante.

Efeito Borboleta (2004)

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Sucesso que acabou por render uma franquia (mas nenhum dos outros filmes presta), Efeito Borboleta acompanha as tentativas do desequilibrado Evan de voltar no tempo a fim de consertar sua vida e conseguir a mulher que ama. Tem reviravoltas sombrias e o roteiro explora bem as realidades alternativas criadas pelo protagonista.

Star Trek (2009)

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A série Jornada nas Estrelas sempre explorou o conceito de viajar no tempo, mas o que J.J. Abrams conseguiu em seu ótimo reboot foi a solução magna sobre como reinventar uma franquia: um dos personagens da série original volta no tempo para encontrar suas versões jovens, e acaba criando uma realidade alternativa no processo. Star Trek é uma reinvenção, mas também se encaixa no cânone clássico.

Looper – Assassinos do Futuro (2012)

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Bruce Willis ataca de viajante do tempo novamente, agora no eficiente Looper, onde divide cena com Joseph Gordon Levitt. A ficção é bem simples em seu conceito central, onde assassinos do futuro enviam suas vítimas para serem eliminadas no passado. A grande sacada do filme é colocar Willis fugindo de sua versão mais jovem, e a resolução que encontra para encerrar a trama.

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O que a franquia X-Men reserva para o futuro…

X-Men: Apocalipse (2016)

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Bryan Singer já foi confirmado na direção de X-Men: Apocalypse, que trará o famoso mutante En Sabah Nur como principal antagonista. A trama se ambientará nos anos 80 e, enquanto se concentrará nos personagens de Primeira Classe, trará versões jovens de Ciclope, Jean Grey e Tempestade – além de apresentar Channing Tatum como Gambit. Vale lembrar que Dias de um Futuro Esquecido já traz uma surpresinha do filme…

Wolverine 3 (2017)

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Com o sucesso financeiro de Wolverine – Imortal, mais uma aventura solo do Carcaju está em desenvolvimento. O diretor James Mangold deve retornar e Hugh Jackman declarou que os roteiristas procuram uma trama que justifique a realização do filme, que deve ser sua última performance como Wolverine.

Deadpool (Sabe-se lá quando)

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Ai, ai. Quem me acompanha aqui sabe o QUANTO eu já falei sobre um possível filme do Deadpool. Então vamos lá reprisar qual é o drama: a dupla Rhet Reese e Paul Wernick tem um roteiro genial em mãos, mas luta para encontrar um diretor e um acordo com o estúdio – já que o longa precisa de uma censura 18 anos para fazer o personagem funcionar. Ryan Reynolds permanece como protagonista. Sério, façam logo.

X-Force

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Anunciado no ano passado, X-Force é descrito como uma equipe “black ops” do mutantes, ou seja, muito mais ação aqui. Jeff Wadlow (Kick-Ass 2) foi contratado para assinar o roteiro do filme, que ainda conta com o consultor Mark Millar. Rumores recentes colocam Stephen Lang como intérprete de Cable. Nunca li muito sobre o grupo, mas torço para que não se limite a um mero filme de ação com super-poderes (vide a equipe de Strkyer em X-Men Origens: Wolverine).

E é isso. Já assisti a X-Men: Dias de um Futuro Esquecido e publicarei a crítica ainda essa semana.

Linha do tempo de X-MEN: DIAS DE UM FUTURO ESQUECIDO

Posted in Notícias with tags , , , , , , , on 11 de abril de 2014 by Lucas Nascimento

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Todo mundo adora quando super-heróis ou figuras da ficção se metem em eventos históricos, né? Bem, o viral de X-Men: Dias de um Futuro Esquecido lançou hoje uma caprichadíssima linha do tempo interativa de seus eventos, tendo início com a Crise dos Mísseis Cubanos em 1962 (retratada em X-Men: Primeira Classe) até o futuro caótico de 2018.

Entre diversos divertidos easter eggs em momentos icônicos e eventos como a “Marcha da Mansão X”, é um ótimo complemento. Confira:

http://www.25moments.com/#!/moments/2011

X-Men: Dias de um Futuro Esquecido estreia no Brasil em 22 de Maio.

Primeiro trailer de X-MEN – DIAS DE UM FUTURO ESQUECIDO

Posted in Trailers with tags , , , , , , on 29 de outubro de 2013 by Lucas Nascimento

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O mais grandioso e ambicioso filme dos mutantes da Fox acaba de ganhar seu primeiro trailer. A prévia de X-Men: Dias de um Futuro Esquecido nos apresenta ao futuro distópico onde vivem os personagens da franquia original e depois à continuação dos eventos de X-Men: Primeira Classe, o que promete ser o ponto alto da produção. Ótimo trailer, confira:

X-Men: Dias de um Futuro Esquecido estreia em 23 de Maio de 2014.

| X-Men: Primeira Classe | Os mutantes ganham tratamento poderoso

Posted in Adaptações de Quadrinhos, Aventura, Cinema, Críticas de 2011 with tags , , , , , , , , , , , , , , on 4 de junho de 2011 by Lucas Nascimento


James McAvoy e Michael Fassbender como os jovens Professor X e Magneto

Desde o ano 2000, a franquia dos X-Men tem se estabelecido fortemente no cinema de forma divertida,  mas sempre com uma mensagem de inclusão social na bagagem. Funcionou nos dois primeiros filmes, voltou-se demais para a ação no terceiro e quase foi destruída pelo péssimo filme-solo do Wolverine. Eis que entra Matthew Vaughn e muda completamente o jogo com X-Men: Primeira Classe, alcançando resultados impressionantes e maduros dentro do gênero.

A trama ambienta-se antes da trilogia original, mostrando como Charles Xavier (James McAvoy) começou sua jornada para ajudar e orientar jovens mutantes, que eram malvistos e temidos pela sociedade. Ele conhece o jovem Erik Lehnsheirr (Michael Fassbender), que no futuro será Magneto.

Baseando-se no início dessa amizade, o roteiro tem seus melhores momentos ao retratar a relação dos dois com grande profundidade e desenvolvê-la muitíssimo bem. Não há um bom e um mau, apenas ideais diferentes, mas que possuem objetivos similares: um mundo com mutantes aceitos na sociedade (na visão de Xavier) ou com mutantes como raça dominante (como pensa Erik). A dinâmica e contraste entre os dois personagens é ótima, proporcionada pelo excepcional desempenho de seus intérpretes.


A relação de Erik e Charles ganha força graças às performances de seus intérpretes

Depois de destacar-se em um papel pequeno, todavia marcante em Bastardos Inglórios (além de outros filmes menos conhecidos aqui no Brasil), Michael Fassbender promete ser catapultado para o estrelado, já que se mostra aqui como um excelente ator. Com grande influência do James Bond de Sean Connery – afinal o filme se passa nos anos 60 -, o personagem é retratado quase como um espião, em empolgantes caçadas a nazistas onde o futuro Magneto faz um uso mais sutil de seus poderes, e molda sua visão da humanidade baseando-se em suas dolorosas experiências em um campo de concentração do Holocausto. É impossível ver Erik como um vilão quando seus motivos são tão bem explorados aqui.

Do lado mais otimista do tabuleiro, temos James McAvoy que está carismático ao extremo. Apresentando a segurança que Patrick Stewart trazia ao personagem na trilogia original, destaca-se por ser carregado de entusiasmo (como na cena em que conhece o jovem Hank McCoy) e zeloso pelo bem de sua espécie, como no emocionante momento em que ajuda Erik a controlar melhor suas habilidades. Xavier também faz um uso sedutor de sua habilidade, sendo mais uma ferramenta característica de (mais uma vez) um filme de espiões.

E quando os dois lados se colidem, o roteiro abre diversas discussões sobre inclusão social e o preconceito sofrido pelos mutantes, o desejo de se esconder e ser aceito na sociedade; como anseia desesperadamente a Mística da ótima Jennifer Lawrence. Os diálogos são muito bem construídos e desenvolvem bem a trama,  sobrando referências a diversos trabalhos do cinema (um mutante bem conhecido tem uma participação memorável), literatura (a do Médico e o Monstro sendo a mais apropriada, por caracterizar perfeitamente o Fera de Nicholas Hoult), entre outros. Outro ponto divertido é a questão dos “nomes” que ganha aqui sua melhor justificação de existência: já que trabalham com a CIA, os mutantes ganham codinomes e não identidades secretas, o que funciona bem dentro desse universo de espiões super-poderosos.


Kevin Bacon e January Jones no time dos vilões

Na direção dessa enorme variedade de elementos, temos Matthew Vaughn. Trazendo elementos dinâmicos na bagagem, o diretor controla a narrativa com segurança e estilo, utilizando-se de diversos enquadramentos criativos e recursos visuais, com destaque para o uso da tela dividida na montagem de treinamento da primeira turma de Xavier. Vaughn proporciona um amadurecimento notável à série, principalmente pela ambientação no cenário de Guerra Fria (no melhor estilo Watchmen) e a Crise dos Mísseis Cubanos, que garantem também um clima tenso em grande parte do longa. Mas como fez em Kick-Ass, o diretor equilibra o tom com piadas bem encaixadas e um divertido entrosamento entre os personagens – como no primeiro encontro entre os mutantes na sede da CIA.

Mas claro, sendo um filme blockbuster, há diversas sequências de ação, que funcionam muitíssimo bem dentro de seu propósito e contribuem para a trama de forma apropriada, nunca acontecendo sem motivo. E tal motivo aqui é Sebastian Shaw (Kevin Bacon, excelente) e seu Clube do Inferno que garantem reviravoltas surpreendentes (o Azazel de Jason Flemyng merece mais destaque e a Emma Frost de January Jones é sexy e muito interessante). Os efeitos visuais sobressaem-se em tais sequências (apesar de eu olhar torto para a forma de diamante de Frost) e funcionam bem, culminando em um clímax inesquecível em uma ilha.

X-Men: Primeira Classe é um filme maduro e empolgante, apresentando origens envolventes e bem construídas para os personagens da franquia original, sob o olhar cuidadoso do diretor Matthew Vaughn. É facilmente uma das melhores adaptações de quadrinhos para o cinema desde o Cavaleiro das Trevas de Christopher Nolan. Que venha a Segunda Classe.

That’ 60s Show | Especial X-MEN: PRIMEIRA CLASSE

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O novo filme dos X-Men chega aos cinemas do Brasil! Com muitas origens e pano político de Guerra Fria, X-Men: Primeira Classe promete ser um dos melhores filmes de super-herói do ano. Aproveite o x-especial. Piada horrível…

A Gênese Mutante de Matthew Vaughn


O diretor Matthew Vaughn finalmente trabalha com a Marvel

Demorou, mas Matthew Vaughn finalmente conseguiu dirigir um filme para a Marvel. O diretor foi contratado para X-Men: O Confronto Final mas largou o projeto devido à pressão da Fox e depois caiu fora de Thor (que chegou este ano aos cinemas), por confundir-se na mitologia do personagem. Dirigiu Kick-Ass ano passado e chamou a atenção, que finalmente o levou à Primeira Classe.

Antes dele, Bryan Singer, o diretor dos dois primeiros filmes da franquia, estava na cadeira de direção, mas teve de sair para dirigir Jack the Giant Killer; no entanto, ele permaneceu como produtor e ajudou na premissa do roteiro, que foi escrito por Ashley Miller, Zack Stentz, Jane Goldman e o próprio Matthew Vaughn. Vamos esperar que tantos roteiristas juntos não estrague o enredo e desequilibre o tom (Thor, é com você mesmo).


Depois de Primeira Classe, um filme-solo de Magneto seria irrelevante

Outra curiosidade é o impacto que este novo longa teve no idealizado X-Men Origens: Magneto, filme-solo do mutante que antagonizou a trilogia original. O projeto foi descartado porque Primeira Classe já possuia diversos elementos no que diz respeito à origem do Mestre do Magnetismo, e um outro filme soaria muito repetitivo e irrelevante. Houve até uma polêmica envolvendo o roteirista de Magneto, que ameaçou um processo para ser reconhecido com um dos co-roteiristas de Primeira Classe, o que irritou o diretor Matthew Vaughn.

Xavier. Charles Xavier


Fórmula Star Trek: A Primeira Classe dos X-Men

Vaughn declarou em diversas entrevistas suas intenções e ideias para Primeira Classe, que incluem uma moldagem ao estilo Star Trek (no que diz respeito a origem de personagens, pelo visto) e os antigos filmes de James Bond – apropriado, já que o filme ambienta-se nos anos 60. Além disso, promete mudar o gênero de super-heróis, em suas palavras: “Este filme vai ser muito diferente. O que eu estou fazendo nunca foi feito em filmes de super-herói. É um filme de X-Men misturado com James Bond e suspense político. Não é parecido com os outros filmes da série, o que eu acho importante. Eu acho que precisamos de um novo… É como o que Batman Begins fez com os filmes de Batman. X-Men precisa muito [dessa renovação]. Ponho confiança em você, sr. Vaughn.

O filme promete mostrar também um pano de fundo de Guerra Fria e a crise dos mísseis em Cuba (em um estilo meio Watchmen, talvez?), além da complicada integração dos mutantes na sociedade, regada de preconceito e luta por direitos e respeito. Se for assim, fica muito interessante…

Mas como Primeira Classe encaixa-se aos outros filmes da série? Uma mistura de prequel e reboot, de acordo com o diretor, por apresentar certas relações com o primeiro e segundo filme de Singer, mas que tem vida própria. Mais uma vez, é uma espécie de Star Trek.


Caprichado design de produção inspirado em cenários seiscentistas

As filmagens começaram em Agosto de 2010, com locações e estúdios na Inglaterra, para depois mover-se para a Georgia e finalmente para a Rússia, onde ocorreram gravações adicionais. O design de produção é inspirado em ambientes e cenários dos anos 60 e Henry Jackman assume a trilha sonora.

(Bad) Marketing

Antes da leva de ótimos trailers e clipes de personagens, X-Men: Primeira Classe sofreu de um problema grave: marketing ruim. As primeiras imagens promocionais divulgadas são de um nível de amadorismo impressionante, com diversos erros de iluminação, técnicas medíocres e objetos desproporcionados. Vaughn respondeu às críticas afirmando não saber como as imagens teriam sido divulgadas, tratando-se apenas de um estágio inicial. Realmente, do primeiro banner lançado até o mais recente, a comparação é impossível.

Vale destacar aqui uma ótima montagem em vídeo feita por um fã como abertura do filme. O vídeo entra no clima da época e impressiona com suas características minimalistas. Confira:

X-Men: First Class Title Sequence from Joe D! on Vimeo.

Missão


Magneto Rises: Michael Fassbender assume o visual clássico do personagem

E é claro, X-Men: Primeira Classe tem a missão de introduzir uma nova trilogia – chegaremos nesse ponto daqui a pouco – e satisfazer a Fox com uma boa arrecadação nas bilheterias e, como o diretor Matthew Vaughn insiste tanto, reintroduzir os conceitos de adaptações de quadrinhos, seja para os X-Men quanto para os demais super-heróis.

E, pelo que dizem as primeiras críticas do filme, parece ser um resultado positivo. Será que finalmente teremos um filme de 2011 que seja realmente satisfatório?

Os principais personagens de Primeira Classe:

Charles Xavier | James McAvoy

Mutação: Manipulação psíquica, telecinese

Vulgo: Professor X

Desde jovem, Charles Xavier tem encontros com mutantes e constrói sua vida na esperança de ajudá-los. Conhece a jovem Raven Darkholme e começa o projeto de sua Escola para Superdotados, e conhece o problemático Erik Lehnsheirr, com quem inicia uma grande amizade.

Erik Lehnsheirr | Michael Fassbender

Mutação: Manipulação de Metais

Vulgo: Magneto

Separado de sua família e preso em um campo de concentração na Polônia, Erik cresceu sob a dor e sofrimento, criando ódio mortal contra a humanidade, ao mesmo tempo em que vai descobrindo seus poderes. Torna-se grande amigo de Charles Xavier e ajuda-o na sua luta pelos direitos mutantes. Seu real objetivo é matar Sebastian Shaw, indo atrás de nazistas escondidos para encontrá-lo.

Raven Darkholme | Jennifer Lawrence

Mutação: Metamorfose

Vulgo: Mística

Quando criança, fugiu de casa ao descobrir sua mutação e foi parar na porta de um jovem Charles Xavier, que o acolheu até a fase adulta. Trabalhando com Xavier na busca por outros mutantes, ela conhece Hank McCoy e inicia um caso com ele após se familiarizar com seu desejo de ser uma pessoa normal.

Dr. Hank McCoy | Nicholas Hoult

Mutação: Agilidade, força e aspectos bestiais 

Vulgo: Fera

Talentoso pequisador de uma divisão da CIA, Hank apresenta desde criança habilidades bestiais, as quais ele jura encontrar uma cura. Envolve-se com Raven Darkholme e atinge um monstruoso estado de mutação ao tentar injetar uma vacina, que o deixa com pelos azuis e aparência de uma fera.

Alex Summers | Lucas Till

Mutações: Lançamento de raios de calor

Vulgo: Destrutor

Chamado por Xavier e Erik em uma prisão, o jovem Alex tem medo de destruir tudo ao seu redor, em decorrência de sua mortal habilidade. Na escola para Superdotados, é treinado e começa a apresentar controle sobre o seu poder. Na mitologia dos quadrinhos, é irmão de Scott Summers (Ciclope), mas no filme é seu pai.

Sean Cassidy | Caleb Landry Jones

 

Mutação: Emissão de ondas sonoras descomunais

Vulgo: Banshee

Enviado para a escola de Xavier, o escocês Sean Cassidy aprende a aprimorar sua habilidade de emitir altas ondas sonoras, alcançando o nível de poder voar com elas. Tem papel de destaque na batalha final do filme.

Angel Salvatore | Zoë Kravitz

Vulgo: Angel

Mutação: Asas de libélula

Trabalhando em um bordel, ela é chamada por Xavier e Erik, que a levam para a Escola para Superdotados. Em meio a aulas de controle e contato com outros mutantes, ela acaba indo para o lado de Sebastian Shaw e seu Clube do Inferno.

Sebastian Shaw | Kevin Bacon

Mutação: Absorção de energia

Líder de uma organização secreta conhecida como Clube do Inferno, Shaw pretende começar uma guerra atômica. Contra os humanos, ele desenvolve a tecnologia do capacete de Magneto – que protege sua mente de ameaças de mutantes psíquicos- e é o estopim entre a rivalidade de Xavier e Erik.

Emma Frost | January Jones

Mutação: Manipulação psíquica e Pele de diamante

Vulgo: Rainha Branca

Um dos membros do Clube do Inferno, Emma Frost é uma mutante perigosa e braço direito de  Shaw, ajudando-o a manipular políticos e militares.

Azazel | Jason Flemyng

Mutação: Aparência demoníaca, teletransporte

Azazel é um demônio que também é membro do Clube do Inferno. Com sua habilidade de teletransporte ele ajuda Sebastian Shaw em quebras de segurança e invasões, sendo especialistas em combates com facas e espadas. Na mitologia dos quadrinhos, ele é pai do Noturno, que aparece no segundo X-Men.

Janos Quested | Álex González

Vulgo: Maré Selvagem

Poderes: Cria pequenos ciclones e ondas

Também faz parte do Clube do Inferno, ajuda Shaw durante suas missões.

Previously on the X-Men movies…

X-Men: O Filme (2000)

Aposta arriscada da Fox, o primeiro X-Men pode ser considerado o mais bem sucedido filme de super-heróis desde o Batman de Tim Burton. O fime de Bryan Singer é um ótimo início para a franquia, apresentando personagens interessantes dentro de uma trama congruente e cheia de ação. É também o filme que lançou Hugh Jackman.

X-Men 2 (2003)

Com uma sequência de abertura arrebatadora, o segundo filme da série segue a tradição e aprimora o anterior em tudo: história melhor, personagens melhor elaborados e cenas de ação mais elaboradas. As atuações continuam carismáticas e o importante pano de fundo de ajuste na sociedade continua sendo explorado de forma ainda mais eficiente.

X-Men: O Confronto Final (2006)

Mesmo com a saída de Singer, o diretor Brett Ratner seguiu à risca a ideia da franquia, equilibrando bem o cenário político – agora com a esperta entrada de uma cura mutante – e também as cenas de ação, que estão melhores do que nunca (a cena da ponte então…). Todavia, não alcança a perfeição do segundo filme.

X-Men Origens: Wolverine (2009)

É isso o que acontece quando um estúdio domina um filme; com um diretor oscarizado no comando, o sulafricano Gavin Hood, o filme-solo do Wolverine é uma terrível experiência com roteiro sofrível que abre mão de sua história para dar espaço à (péssimas) cenas de ação, que em nada contribuem para a trama. Só o carisma de Hugh Jackman se salva.

O que a Fox e a Marvel preparam para os mutantes… (lembrando apenas que a Marvel aqui não é a mesma de Os Vingadores, já que os direitos dos X-Men pertencem à Fox e não à Marvel Studios)

Segunda Classe

Se Primeira Classe arrebentar nas bilheterias, uma continuação já está garantida. Vaughn confirma seu retorno e faz (novamente) uma comparação com o Batman de Christopher Nolan, prometendo um desenvolvimento na linha de O Cavaleiro das Trevas. O diretor já falou bastante sobre a possível “Segunda Classe” e suas ideias incluem Magneto como o assassino de John Kennedy e apenas um personagem novo, que deverá ser um mutante do lado do Professor X e que apresente algum desafio ao Mestre do Magnetismo.

A ideia é ter uma trilogia, mas ainda é muito cedo pra falar de um terceiro filme…

The Wolverine

Ambientada no Japão, Logan viaja para a Ásia para encontrar pistas de sua origem, mas acaba por encontrar novos inimigos e um novo amor. Na moral? Péssima ideia. Minha única esperança no filme estava baseada na presença de Darren Aronofsky como diretor, com sua saída, perdi o ânimo… Hugh Jackman continua na produção, que busca um diretor.

Deadpool

Demorando pra sair do papel, mas a Fox ainda promete um filme do mutante canastrão vivido por Ryan Reynolds em X-Men Origens: Wolverine. No entanto, os roteiristas Rhett Reese e Paul Wernick (de Zumbilândia) prometem uma versão completamente diferente do personagem, tendo um texto violento e de censura 18 anos entregue. O novato Tim Miller dirige e Reynolds reprisa o papel. Bem, duvido que a Fox banque uma censura 18 anos pra um personagem desconhecido, mas…

X-Men 4

Sim, sim, sim! A peça de xadrez mexe sim e Xavier está vivo, agora resta saber se a Fox vai querer continuar a história original dos X-Men iniciada por Bryan Singer. Na minha opinião, um X-Men 4 seria descartável; acho que o terceiro filme conclui o arco de maneira satisfatória.

Considerando que Michael Fassbender e James McAvoy assumem versões jovens de personagens já apresentados às telas, relembremos alguns exemplos dessa situação no cinema:

Vito Corleone – Robert De Niro |O Poderoso Chefão – Parte II

Papel que lhe rendeu o Oscar de Ator Coadjuvante, Robert DeNiro faz uma excelente versão jovem do eterno Vito Corleone, interpretado por Marlon Brando no filme original. Fala em italiano quase o filme inteiro e protagoniza uma bem elaborada ascensão mafiosa.

Sr. Spock – Zachary Quinto | Star Trek

Tudo bem que todos que fazem parte do elenco do novo Star Trek tiveram que se esforçar para apresentar versões rejuvenescidas de seus personagens, mas ninguém deve ter ralado tanto quanto Zachary Quinto. Por quê? Bem, Spock é o único personagem que os não-fãs conhecem e também o mais icônico. O ator, que substitui Leonard Nimoy, é carismático e talentoso, além de muito parecido fisicamente com Nimoy.

Obi-Wan Kenobi – Ewan McGregor | Star Wars Episódios I-III

Na nova trilogia de Star Wars, é o escocês Ewan McGregor que carrega o elenco nas costas. Evoluindo ao longo dos anos, o ator faz uma genuína versão jovem de Sir. Alec Guiness em A Vingança dos Sith, assumindo seu visual, mas não simplesmente copiando sua performance no primeiro filme da saga. Temos também o Hayden Christensen que faz o Anakin/Darth Vader, mas deixa pra lá…

Indiana Jones – River Phoenix | Indiana Jones e a Última Cruzada

Mesmo que apareça apenas na cena de abertura, River Phoenix traça um autêntico perfil jovem do arqueólogo Indiana Jones, imortalizado por Harrison Ford. Percebemos algumas características que logo tornariam-se típicas do personagens, a origem de seu chapéu, medo de cobras, habilidade com chicote, entre outros… E Phoenix o faz muitíssimo bem.

Bem, o especial vai ficando por aqui, mas voltem para a crítica de X-Men: Primeira Classe. Até lá!

Primeiro clipe de X-MEN:PRIMEIRA CLASSE

Posted in Trailers with tags , , , , , , on 11 de maio de 2011 by Lucas Nascimento

Faltando menos de um mês para sua estreia nos cinemas, X-Men: Primeira Classe ganha seu primeiro clipe, que mostra Charles Xavier tentando convencer agentes da CIA sobre a existência de mutantes. Muito bom, confira:

Veja no Youtube

X-Men: Primeira Classe estreia em 3 de Junho