Arquivo para nicolas cage

Veja Joseph Gordon-Levitt como Edward Snowden

Posted in Notícias with tags , , , , , , , , , , , , , , on 3 de março de 2015 by Lucas Nascimento

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Além de retratar o famoso ato de Phillipe Petit em A Travessia, de Robert Zemeckis, Joseph Gordon-Levitt também viverá o polêmico Edward Snowden em uma cinebiografia de Oliver Stone, batizada simplesmente de Snowden. O ator publicou hoje as primeiras imagens na pele do personagem:

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O elenco também traz Shailene Woodley, Nicolas Cage, Melissa Leo, Tom Wilkinson e Zachary Quinto.

Snowden estreia em 25 de Dezembro nos EUA.

Confira os indicados ao Framboesa de Ouro 2012

Posted in Prêmios with tags , , , , , , , , , , , , , , on 26 de fevereiro de 2012 by Lucas Nascimento

“Honrando” os piores filmes do ano passado, confira as indicações do Framboesa de Ouro 2012:

PIOR FILME

A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte I

Cada um tem a Gêmea que Merece

Dotado Para Brilhar

Noite de Ano Novo

Transformers – O Lado Oculto da Lua

PIOR DIRETOR

Bill Condon – A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte I

Dennis Dugan – Cada um tem a Gêmea que Merece e Esposa de Mentirinha

Garry Marshall – Noite de Ano Novo

Michael Bay – Transformers – O Lado Oculto da Lua

Tom Brady – Dotado Para Brilhar

PIOR ATOR

Adam Sandler – Cada um tem a Gêmea que Merece e Esposa de Mentirinha

Nick Swardson – Dotado Para Brilhar

Nicolas Cage – Caça as Bruxas, Fúria Sobre Rodas e Reféns

Russell Brand – Arthur – O Milionário Irresistível

Taylor Lautner – A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte I e Sem Saída

PIOR ATRIZ

Adam Sandler – Cada um tem a Gêmea que Merece (como Jill)

Kristen Stewart – A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte I

Martin Lawrence – Vovó… Zona 3 – Tal Pai, Tal Filho (como Momma)

Sarah Jessica Parker – Não Sei Como Ela Consegue e Noite de Ano Novo

Sarah Palin – Sarah Palin – The Undefeated

PIOR ATOR COADJUVANTE

Al Pacino – Cada um tem a Gêmea que Merece

James Franco – Sua Alteza?

Ken Jeong – O Zelador Animal, Se Beber, Não Case! – Parte II, Transformers – O Lado Oculto da Lua e Vovó… Zona 3 – Tal Pai, Tal Filho

Nick Swardson – Dotado Para Brilhar e Esposa de Mentirinha

Patrick Dempsey – Transformers – O Lado Oculto da Lua

PIOR ATRIZ COADJUVANTE

Brandon T. Jackson – Vovó… Zona 3 – Tão Pai, Tal Filho (como Charmaine)

David Spade – Cada um tem a Gêmea que Merece (como Monica)

Katie Holmes – Cada um tem a Gêmea que Merece

Nicole Kidman – Esposa de Mentirinha

Rosie Huntington-Whiteley – Transformers – O Lado Oculto da Lua

PIOR ROTEIRO

A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte I

Cada Um Tem a Gêmea Que Merece

Dotado Para Brilhar

Noite de Ano Novo

Transformers – O Lado Oculto da Lua

PIOR REMAKE, PREQUEL, RIP-OFF OU SEQUÊNCIA

A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte I

Cada um tem a Gêmea que Merece (remake/rip-off de Glen ou Glenda?)

Dotado Para Brilhar (rip-off de Boogie Nights – Prazer Sem Limites e Nasce Uma Estrela)

Se Beber, Não Case! – Parte II (sequência “e” remake)

PIOR CONJUNTO NA TELA

Todo o elenco de A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte I

Todo o elenco de Cada Um Tem a Gêmea Que Merece

Todo o elenco de Dotado Para Brilhar

Todo o elenco de Noite de Ano Novo

Todo o elenco de Transformers – O Lado Oculto da Lua

PIOR DUPLA

Adam Sandler & Jennifer Aniston ou Brooklyn Decker – Esposa de Mentirinha

Adam Sandler & Katie Holmes ou Al Pacino ou Adam Sandler – Cada um tem a Gêmea que Merece

Kristen Stewart & Taylor Lautner ou Robert Pattinson – A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte I

Nicolas Cage & Qualquer pessoa com quem ele tenha contracenado em qualquer um de seus três filmes em 2011 – Caça as Bruxas, Fúria Sobre Rodas e Reféns

Shia LeBeouf & Rosie Huntington-Whiteley – Transformers – O Lado Oculto da Lua

Os “vencedores” serão anunciados no dia 1º de Abril.

| Motoqueiro Fantasma – Espírito de Vingança | Nicolas Cage surta muito!

Posted in Ação, Adaptações de Quadrinhos, Cinema, Críticas de 2012 with tags , , , , , , , , , on 19 de fevereiro de 2012 by Lucas Nascimento

Não dava pra se esperar tanto de Motoqueiro Fantasma – Espírito da Vingança. Após um fraco primeiro filme (em 2007, alguém lembra?), o esquentado justiceiro ganha uma segunda chance no filme de Mark Neveldine e Brian Taylor, trazendo uma trama absurda e sem sentido, enquanto Nicolas Cage entrega uma performance hilariante.

A trama desse novo filme não se prende necessariamente os eventos do filme anterior, assumindo vida e rumo próprios ao encontrar o amaldiçoado Johnny Blaze (Cage) se escondendo na Europa Ocidental enquanto tenta se livrar do fardo do Motoqueiro Fantasma. O problema vem ao seu encontro quando este precisa salvar um garoto de se transformar no anticristo.

De um filme para o outro, é impossível dizer que o Motoqueiro ficou melhor. Um dos personagens mais sombrios da Marvel (como é possível simpatizar-se com um demônio?), ele é novamente vítima de um péssimo roteiro que não parece compreender o universo que este habita e nem os motivos que definem o protagonista. Visualmente é um progresso: a caveira flamejante aqui é bem mais aceitável do que a (ridícula) do primeiro – assim como a forma como anti-herói usa seus poderes – mas ainda assim, é difícil levá-lo a sério quando Nicolas Cage é seu intérprete. Exageradíssimo, o ator provoca gargalhadas genuínas com seus constantes acessos de loucuras e caretas, transformando o filme em uma comédia não assumida.

A dupla Neveldine/Taylor empresta o estilo de direção agitado e inquieto de seus trabalhos anteriores (como Adrenalina e Gamer) para o personagem, e o resultado é bem divertido. As cenas de perseguição são bem mais empolgantes do que as de um Transformers da vida, isso porque os diretores mergulham fundo na estrada e nas rodas de seus veículos, que ficam bem no razoável 3D convertido do filme (nada acrescenta e nada tira). Além disso, os dois mostram-se criativos nas belas sequências de animação – que servem como ponte para os eventos do filme anterior – em um belo exercício de estilo, que também pode ser observado no ritual que visa libertar Blaze da maldição.

Mas é mesmo o péssimo roteiro de Scott M. Gimple e Seth Hoffman que desperdiça as (poucas) qualidades de Espírito de Vingança. É incoerente, absurdo e que faz pouquíssimo sentido, trazendo também alguns dos piores diálogos e frases de efeito do ano (“Road Kill”, sério mesmo?) e personagens muito mal trabalhados. Todo aquele plot em torno do garoto Danny simplesmente não convence (mesmo Ciarán Handis se esforçando no retrato do maléfico Roarke), e o grupo de monges, que surge próximo ao desfecho, chega a ser ridículo (Vinhos e armas. Mas que monges danados!“) e completamente descartável.

Motoqueiro Fantasma – Espírito de Vingança é quase a melhor comédia do ano. A dupla de diretores faz o seu melh0r para tentar dar pulso ao filme, mas nem eles falam mais alto do que o péssimo roteiro ou o espalhafatoso Nicolas Cage, que só por sua risadinha maléfica/insana torna a experiência estranhamente divertida.

|O Aprendiz de Feiticeiro| Só faltou a varinha

Posted in Aventura, Cinema, Críticas de 2010 with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 13 de agosto de 2010 by Lucas Nascimento


Os Ilusionistas: Nicolas Cage confortável como Balthazar e Jay Baruchel péssimo como Dave 

Realmente, a Disney está desesperada por uma nova franquia. Não fosse o sucesso global de Jack Sparrow ou o pequeno barulho causado por certos caçadores de tesouro, o estúdio estaria acabado. O Aprendiz de Feiticeiro é uma fraca e pouco inspirada aventura que segue todos os clichês e moldes do gênero.

Ao começar pelo protagonista Dave Slucker, vivido pelo péssimo Jay Baruchel. O jovem ator enche o personagem de caricato e insegurança, sempre parecendo muito forçado e assustado com o que o cerca. Falha também em desenvolver o herói, que mesmo no clímax – onde já se encontra mais “corajoso” – ainda parece o nerd assustado do início da trama.

Seu roteiro óbvio e intelectualmente limitado, descaradamente é voltado aos mais infantis; por exemplo, em certo momento, um dos feiticeiros é libertado de uma boneca russa sem que Balthazar (Cage) perceba. Isso já é bem evidente quando a ameaça aparece, mas o vilão tosco de Alfred Molina ainda tem que repetir exatamente o que está em tela, dizendo que acabou de libertá-lo… E nem vale a pena comentar as “semelhanças” com Harry Potter e Dragonball.

Por outro lado, os efeitos visuais são bem aproveitados em algumas boas cenas de ação; apesar de alguns momentos simplesmente os exibirem sem afinidade justificável à trama, só pra mostrar o tamanho do orçamento… E por falar em gastos, a contratação de Nicolas Cage como protagonista até que valeu a pena; apesar de muito autoconfiante, o ator parece estar se divertindo no papel.

Mas efeitos caprichados não salvam O Aprendiz de Feiticeiro do óbvio e da mesmice, parecendo mais uma versão pirata de Harry Potter, que peca por um roteiro ridículo e elenco pouco inspirado. Mais uma bola fora para o produtor Jerry Bruckheimer, é melhor esperar o quarto Piratas do Caribe…

Esta semana nos cinemas… (13/08)

Posted in Esta Semana nos cinemas with tags , , , , , , , , , on 12 de agosto de 2010 by Lucas Nascimento

Confira abaixo as principais estreias dessa semana nos cinemas brasileiros:

Aprendiz de Feiticeiro

Seria essa mais uma tentativa desesperada da Disney de iniciar uma franquia? Aparentemente sim, já que o filme é vendido como ” do mesmo produtor de A Lenda do Tesouro Perdido“. Na trama, um feiticeiro em Nova York recruta um jovem como seu novo aprendiz. Censura: 12 anos

Os Mercenários

Para o deleite de todo bom fã de ação, chega a tropa de astros do gênero, liderada por Stallone. Na trama, um grupo de mercenários precisa derrubar um maligno ditador sulamericano do poder. Censura: 16 anos

Bem, essas suas opções; escolha bem e aproveite seu fim de semana!

| Kick-Ass: Quebrando Tudo | É um título auto explicativo

Posted in Ação, Adaptações de Quadrinhos, Cinema, Comédia, Críticas de 2010 with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 17 de junho de 2010 by Lucas Nascimento


Watchmen: Kick-Ass e Red Mist passeam pela cidade de Nova York

Para aqueles que não sabem, “kick-ass” é uma expressão, que traduzida para o portugûes significa “chuta-bundas”, em inglês que significa arrebentar, mandar ver, etc, principalmente no sentido de pancadaria. A adaptação da violenta graphic novel de Mark Millar merece e faz juz ao seu título: vulgar, politicamente incorreto, ofensivo e extremamente divertido.

Na trama, o despercebido estudante Dave Lizewski resolve se tornar um super-herói, sem poderes ou treinamento. Suas ações começam a fazer sucesso na internet e geram, além da fúria de bandidos e traficantes, o aparecimento de novos mascarados.

Fato: super-heróis não são mais coisa de criança. O Cavaleiro das Trevas em 2008, Watchmen em 2009 e agora, Kick-Ass em 2010. O filme de Matthew Vaughn estabelece um novo patamar aos filmes de super-heróis, e digo isso levando em consideração seus diálogos pop (que precisam de um breve conhecimento de super-heróis para serem entendidos), personagens e uma violência gráfica extrema. O diretor mudou muita coisa da história, tornou-a menos misteriosa e mais direta; mas com algumas surpresas embutidas. O final, que eu achei um tanto exagerado, deixa as portas abertas para uma sequência (e promete).


Chloe Moretz perfeita como Hit-Girl e Nicolas Cage divertidíssimo como Big Daddy: Vigilantes violentos

Grande força do filme vem de seu talentoso elenco, liderado pelo carismático e desconhecido Aaron Johnson; o jovem convence e diverte, fazendo de seu Kick-Ass um personagem real. Christopher Mintz-Plasse e Nicolas Cage estão muito divertidos como Red Mist (que ainda vai ganhar mais destaque) e Big Daddy (uma hilária paródia ao Batman de Adam West). Mas quem rouba o filme é a garotinha Chloe Moretz, como a mortal e polêmica Hit-Girl, que tem ótimas frases e um jeito muito meigo e natural, sem nunca parecer forçada, rendendo momentos memoráveis (a cena com trilha de Morricone entrou para a história e deve ter deixado Tarantino orgulhoso) e presença marcante.

O roteiro é esplêndido, bem amarrado e repleto de diálogos divertidíssimos, com destaque para as cenas entre o mafioso Frank (vivido por um eficiente Mark Strong) e suas conversas com capangas. Não pode faltar ação em um filme desses e ela está presente, não decepcionando. Bem coreografadas, realistas e excepcionalmente editadas, elas são de cair o queixo (destaque paras as cenas de Hit-Girl e a primeira aparição pública de Kick-Ass), assim como a colorida fotografia. A trilha sonora “pop” empolga mais do que esperava, mas a orquestrada peca em ser pouco animadora e de, raramente, combinar com a cena em que é tocada.

Kick-Ass: Quebrando Tudo é mais uma revolução para os filmes de quadrinhos; amplifica a violência, a linguagem chula e, principalmente, a transição de uma pessoa normal para o mundo heróico, elemento que o filme mostra de maneira crua, convincente e extremamente satisfatória, sendo um dos raros casos onde a adaptação supera o trabalho original. Kick-Ass chuta bundas.