Arquivo para paul greengrass

DIRECTORS GUILD AWARDS 2014: Os indicados

Posted in Prêmios with tags , , , , , , , , , , , , , , on 7 de janeiro de 2014 by Lucas Nascimento

dga

Importantíssimo prêmio pré-Oscar, o Directors Guild of America divulgou hoje os cinco diretores candidatos a seu prêmio. E são eles:

Alfonso Cuarón | Gravidade

Paul Greengrass | Capitão Phillips

Steve McQueen | 12 Anos de Escravidão

David O. Russell | Trapaça

Martin Scorsese | O Lobo de Wall Street

Bela (e esperada) seleção. A única dúvida ficava em torno da vaga assumida por Scorsese. O DGA anuncia o vencedor em 25 de Janeiro.

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| Capitão Phillips | A pirataria moderna em um dos mais intensos filmes do ano

Posted in Cinema, Críticas de 2013, Drama, Indicados ao Oscar, Suspense with tags , , , , , , , , , , , , , on 9 de novembro de 2013 by Lucas Nascimento

4.5

CaptainPhillips
Mais um Oscar? Seja bem vindo de volta, Tom Hanks!

Eu nunca tinha parado pra pensar sobre pirataria nos dias atuais. Ao pensar nos bandidos do mar aberto, imediatamente nos vem à mente a imagem do pirata “tradicional” do século XVIII, com grandes navios à vela, baús de tesouro e a popular figura de Jack Sparrow. Usando o conceito como ponto de partida, Paul Greengrass faz de Capitão Phillips um intenso filme de sobrevivência

A trama dramatiza os eventos de Abril de 2009, quando um capitão da Marinha (Tom Hanks) teve seu cargueiro invadido e sequestrado por um grupo de piratas da Somália. À medida que a situação vai se desenrolando, acompanhamos as tentativas de resgate do governo e a relação entre Phillips e seus raptores.

Juro que não me lembro desse incidente ocorrido há 4 anos atrás, mas não é preciso ser um expert para adivinhar como a situação acabará (o Phillips real escreveu um livro sobre, logo…). O segredo para o sucesso do longa (e qualquer dramatização de eventos reais, na verdade) reside na capacidade do diretor em manter o interesse e, no caso de Capitão Phillips, certificar-se de que a tensão nunca termine – e que tenhamos real preocupação com seus personagens, mesmo já conhecendo o desfecho da trama. Paul Greengrass é um mestre nisso. Com sua característica câmera inquieta e apuro perfeccionista com os detalhes (lembrem-se de que Greengrass fez questão de reproduzir até mesmo o cardápio do avião sequestrado em Voo 93), o diretor jamais perde o espectador em suas 2 horas de projeção – começa devagar, mas o suspense vai crescendo apropriadamente até alcançar o pânico.

É curioso também enxergar a história pelos dois lados. Claro que os piratas somali são inevitavelmente os antagonistas da história, mas o roteiro de Billy Ray (responsável pelos textos de Jogos Vorazes, Intrigas de Estado, entre outros) é inteligente ao não retratá-los como figuras maléficas e unidimensionais. Sem aprofundar-se a níveis sociológicos, Ray oferece justificativas para as ações de seus personagens, seja em uma introdução na Somália ou pequenas – mas poderosas – frases (“Deve ter algo a mais do que fazer além de pescar e sequestrar pessoas”, alerta Phillips. “Talvez nos EUA”, retruca o líder somali Muse).

E, é claro, temos o soberbo elenco encabeçado por um impressionante Tom Hanks. Em sua melhor performance dos últimos 10 anos, Hanks nos faz lembrar de que o ator excepcional que foi no passado (FiladélfiaForrest Gump e o incrível Naufrágo, por exemplo) ainda está lá, mesmo que tenha ficado ocupado com papéis serenos, trabalhos de dublagem ou de direção. Na pele do capitão Phillips, Hanks surpreende pela paciência do sujeito nas situações extremas e, principalmente, quando o desespero começa a tomar conta – a sutil reação ao ver os invasores embarcando pela primeira vez, até sua assustadora cena final é uma transformação que deve garantir-lhe sua sexta indicação ao Oscar. Vale destacar também o elenco somali que faz sua estreia aqui: escolhidos por Greengrass sem nenhuma experiência em longas-metragens, o grupo liderado pelo incrível Barkhad Abdi convence como uma ameaça real, especialmente por suas respectivas posturas (o olhar baixo inquietante e os dentes grandes de Abdi falam por si só) e agressividade. No mais, parecem bandidos de verdade.

Capitão Phillips é intenso do início ao fim, você sabendo ou não o desfecho da história. Tecnicamente impecável e com atuações verossímeis a ponto de nos esquecermos de que isto são apenas imagens fictícias projetadas em tela, Paul Greengrass fez aqui um dos trabalhos mais memoráveis de 2013. Filmaço.

Só de curiosidade, vai aí uma foto de Tom Hanks com o capitão Richard Phillips real:

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Obs: Não faz sentido a Sony Pictures traduzir o filme como “Capitão Phillips” pra depois alternar entre os termos “capitão” e “comandante” para a mesma função nas legendas. Só uma pequena observação.

Previsões para o OSCAR 2014

Posted in Prêmios with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 8 de setembro de 2013 by Lucas Nascimento

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Setembro é o mês em que eu paro e analiso as obras que têm mais chance de abocanhar indicações ao Oscar. Para a edição de 2014, certamente teremos muita coisa boa entre os indicados, se as críticas estrangeiras nos inúmeros festivais de cinema estiverem certas. Vejamos, em ordem alfabéica:

12 Years a Slave

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A Academia finalmente se deu conta da existência de Steve McQueen (o diretor)? Em seu drama que conta uma história real ambientada no período de escravidão dos EUA, McQueen reune-se com Michael Fassbender (parceria que deu certo em Hunger e Shame) e traz um elenco estelar neste que vem sido taxado como “o mais emocionante do ano”, após sua exibição nos Festivais de Telluride e Toronto. Depois de Lincoln e Django Livre fazerem barulho, 12 years a Slave promete destaque.

Possíveis Indicações: Melhor Filme, Diretor, Ator (Chiwetel Ejiofor), Ator Coadjuvante (Michael Fassbender, Paul Dano), Roteiro Adaptado, Fotografia, Figurino, Montagem, Direção de Arte e Trilha Sonora.

Antes da Meia-Noite

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A cultuada trilogia romântica de Richard Linklater chega ao fim, e seria um crime que um dos melhores filmes de 2013 passasse batido. Mantendo a mesma qualidade dos antecessores, Antes da Meia-Noite traz uma exploração inédita do casal formado por Ethan Hawke e Julie Delpy e alguns dos melhores diálogos já vistos no gênero; sem falar que sua aprovação foi quase unânime nos EUA. Já aviso: Roteiro Adaptado não pode ir pra mais ninguém.

Possíveis Indicações: Melhor Filme, Diretor, Ator (Ethan Hawke), Atriz (Julie Delpy), Roteiro Adaptado e Montagem

Blue Jasmine

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Depois do mediano Para Roma, com Amor, Woody Allen surge em boa forma com Blue Jasmine. O longa recebeu ótimas críticas nos EUA e a performance de Cate Blanchett, em especial, foi aplaudida. Acho possível que o nova-iorquino retorne à premiação, mas provavelmente com uma presença inferior à de Meia-Noite em Paris. Mas olha a cara de quem liga pra isso do Allen.

Possíveis Indicações: Melhor Filme, Atriz (Cate Blanchett) e Roteiro Original

Capitão Phillips

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Paul Greengrass promete um filme tenso e Tom Hanks, uma performance suada. A história real de Capitão Phillips traz o personagem de Hanks tendo seu navio sequestrado por um grupo de piratas da Somália, retratando sua luta pela sobrevivência em alto-mar. Mesmo que não hajam poucas, as críticas elogiam a qualidade das atuações.

Possíveis Indicações: Melhor Filme, Ator (Tom Hanks), Ator Coadjuvante (Barkhad Abdi), Montagem, Fotografia, Edição de Som e Mixagem de Som

Dallas Buyer’s Club

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Mais uma poderosa investida de Matthew McCoughney (incrivelmente magro) vem aí. Na história real ambientada em 1986, o ator interpreta um sujeito diagnosticado com HIV Positivo que luta contra os preconceitos de instituições farmacêuticas e busca tratamentos alternativos. A Academia adora esse tipo de drama, e o longa recebeu críticas favoráveis em Toronto.

Possíveis Indicações: Melhor Filme, Ator (Matthew McCoughney), Ator Coadjuvante (Jared Ledo) e Roteiro Original.

Gravidade

GRAVITY

Explodindo cabeças e maravilhando olhares desde sua estreia no Festival de Veneza, o ambicioso (e minimalista) filme de Alfonso Cuarón tem destaque em muitas listas cinéfilas de “mais esperados do ano”. A ficção científica que traz apenas George Clooney e Sandra Bullock no elenco foi extremamente bem recebida e certamente deve faturar diversas estatuetas nas categorias técnicas (fotografia de Emmanuel Lubezki em 3D, uau). Até o James Cameron veio falar que é “o melhor filme de espaço já feito”. Responsa, não?

Possíveis Indicações: Melhor Filme, Diretor, Ator (George Clooney), Atriz (Sandra Bullock), Roteiro Original, Fotografia, Montagem, Efeitos Visuais, Edição de Som e Mixagem de Som

Inside Llewyin Davis

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Irmãos Coen. Além desse argumento esmagador, o filme foi elogiadíssimo no Festival de Cannes e promete fazer muito barulho.

Possíveis Indicações: Melhor Filme, Diretor, Ator (Jason Isaacs), Atriz (Carey Mulligan), Roteiro Original, Fotografia, Figurino, Maquiagem, Trilha Sonora e Canção Original.

Labor Day

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Jason Reitman passou batido das premiações com seu Jovens Adultos, mas parece que o talentoso diretor vai roubar destaque com seu Labor Day. O filme envolve uma mãe solteira depressiva que acolhe um fugitivo da lei, aprendendo sobre sua verdadeira história enquanto este a revela. Reitman manda bem, e o elenco parece excelente.

Possíveis Indicações: Melhor Filme, Diretor, Atriz (Kate Winslet), Ator Coadjuvante (Josh Brolin), Roteiro Adaptado, Montagem.

The Monuments Men

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Este daqui grita Oscar desde o anúncio de sua produção. Vejamos, temos George Clooney na direção de um épico traz Matt Damon, Bill Murray, Jean Dujardin, John Goodman e Cate Blanchett protegendo obras de arte de nazistas em plena Segunda Guerra Mundial. Promete seguir a mesma linha “drama-humor” de Argo, e não podemos esperar pra ver o resultado.

Possíveis Indicações: Melhor Filme, Diretor, Ator (George Clooney), Ator Coadjuvante (Bill Murray, Jean Dujardin), Atriz Coadjuvante (Cate Blanchett), Roteiro Adaptado, Fotografia, Direção de Arte, Figurino, Trilha Sonora, Edição de Som, Mixagem de Som.

Rush – No Limite da Emoção

rush

Ron Howard erra bastante, mas o cara sabe como fazer uma boa cinebiografia. Sua abordagem à rivalidade entre dois pilotos de corrida é uma virada inesperada em sua carreira, e o resultado parece ter agradado os críticos no Festival de Toronto.

Possíveis Indicações: Melhor Filme, Diretor, Ator (Daniel Bruhl), Roteiro Adaptado, Direção de Arte, Fotografia, Montagem, Trilha Sonora, Edição de Som e Mixagem de Som

Walt e Mary – Os Bastidores de Mary Poppins

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A tradução grotesca para Saving Mr. Banks permanece uma incógnita: ninguém assistiu ainda. No entanto, acredito que o filme de John Lee Hancock (de Um Sonho Possível) surpreenda com suas atuações protagonistas: Tom Hanks como Walt Disney e Emma Thompson como Pamela Lyndon Travers (a autora de Mary Poppins). Não acho que deva ir além disso.

Possíveis Indicações: Melhor Ator (Tom Hanks), Atriz (Emma Thompson), Figurino, Maquiagem e Direção de Arte.

The Wolf of Wall Street

THE WOLF OF WALL STREET

VOCÊS VIRAM AQUELE TRAILER? SCORSESE SURTADO + DICAPRIO SURTADÃO + SUJEIRAS DE WALL STREET. Agora, sério, The Wolf of Wall Street promete ser um filmaço. Aposto que Scorsese vai trazer à Wall Street a mesma abordagem que forneceu à máfia em Os Bons Companheiros. E será que agora o DiCaprio será lembrado?

Possíveis Indicações: Melhor Filme, Diretor, Ator (Leonardo DiCaprio), Ator Coadjuvante (Matthew McCoughney, Jonah Hill), Roteiro Adaptado, Fotografia, Montagem, Trilha Sonora, Mixagem de Som.

Outras possíveis Indicações

Além da Escuridão – Star Trek – Efeitos Visuais, Maquiagem, Edição de Som e Mixagem de Som

Frances Ha – Melhor Atriz (Greta Gerwig) e Roteiro Original

O Grande Gatsby – Figurino, Direção de Arte e Efeitos Visuais

O Homem de Aço – Efeitos Visuais

Homem de Ferro 3 – Efeitos Visuais

Claro que ainda teremos muitas surpresas pelo caminho, mas pode apostar que muitos filmes aqui estarão na lista de indicados em Janeiro do ano que vem. Vamos aguardar.

Assista ao trailer de CAPTAIN PHILLIPS

Posted in Trailers with tags , , , , , , , , , , on 8 de maio de 2013 by Lucas Nascimento

captain

Captain Phillips é um promissor filme sobre a pirataria em alto-mar ambientado nos dias atuais. Baseado em uma história real, o longa de Paul Greengrass (SupremaciaUltimato Bourne) traz Tom Hanks como o capitão de um cargueiro invadido por criminosos da Somália, e já desponta como uma possível aposta ao Oscar do ano que vem. Meio cedo pra esse tipo de especulação, mas que o trailer – lançado hoje – é bom, não há dúvidas.
Confira:

Música no trailer: “Tower of London”, do Audiomachine

Captain Phillips estreia no Brasil em 18 de Outubro.

| O Legado Bourne | Jeremy Renner corre e briga só para chegar à farmácia

Posted in Ação, Cinema, Críticas de 2012 with tags , , , , , , , , , , , on 7 de setembro de 2012 by Lucas Nascimento


Jeremy Renner assume o legado de Jason Bourne como Aaron Cross

Iniciada por Doug Liman em 2002, e completada por Paul Greengrass em 2007 a trilogia Bourne conseguiu se estabelecer com sucesso em Hollywood e dar nova cara ao gênero de espionagem – provocando mudanças até mesmo no concorrente 007. Com a saída do protagonista Matt Damon, entra Jeremy Renner para assumir O Legado Bourne, uma “sequência independente” que acerta em manter a chama acesa, mas falha na escolha de seu herói.

A trama tem início durante os eventos finais de O Ultimato Bourne e nos apresenta ao agente Aaron Cross (Renner), outra vítima do programa governamental responsável pela criação de super-humanos, como Jason Bourne. Agora que a tal corporação rapidamente tenta exterminar todas as “cobaias”, Cross deverá lutar por sua vida e… Só.

O que move Aaron Cross? O principal problema com O Legado Bourne é a ausência de uma motivação convincente para seu protagonista. Se o Jason Bourne de Matt Damon procurava encontrar respostas sobre seu passado e, então, expor as atrocidades do programa Outcome, a única coisa que me pareceu clara quanto a Cross é sua obsessão em encontrar uns medicamentos. Isso mesmo, a missão do super-agente que escala prédios e pula de telhados é viajar meio mundo para que os comprimidos que garantem seus “poderes” estejam novamente em sua posse.

Difícil acreditar que o competente Tony Gilroy, responsável pelo roteiro dos longas anteriores – e que aqui assume também a direção, tenha criado uma história tão desinteressante para este quarto filme. Ainda que acerte ao manter a linearidade com a trilogia (o nome de Jason Bourne, assim como seu rosto, é visto diversas vezes durante a projeção), Gilroy não encontra um personagem à altura daquele que carrega o nome da franquia, e talvez até o encontraria se mergulhasse mais fundo no tal Cross. Sempre carismático, Jeremy Renner segura o filme com sua boa performance, mas como o personagem nunca ganha uma camada emocional eficiente, o trabalho é gravemente prejudicado.

No lugar de Cross, o longa dá espaço a diversas cenas envolvendo os bastidores da Outcome, que desesperadamente tenta controlar a situação. Há a vantagem de se ter o ótimo Edward Norton, mas o roteiro de Gilroy promove uma série de diálogos expositivos (“Você é o presidente da Agência Central de Inteligência, controle-se!”) e que comprovam a insegurança dos realizadores em promover um jogo inteligente (não é por coincidência que diversos personagens repitam frases como “Você está pensando demais” ou “Pare de pensar!”). Paradoxalmente, o filme se confunde tanto em suas próprias ambições e ações paralelas que até se esquece de algumas delas – e aquele avião que Cross é visto pilotando em certo momento?

Nem ao menos no quesito cenas de ação Gilroy acerta. Seu estilo de câmera inquieta mescla-se de forma horrorosa com os cortes incessantes de John Gilroy, o que torna as cenas de luta praticamente incompreensíveis. Aaron Cross também é infalível sabe sempre pra onde ir ou onde encontrar quem procura e, sem propósito narrativo algum, saca um par de óculos escuros durante uma perseguição de motos (claro que isso é um artifício nada sutil para facilitar o uso de dublês).

Tendo as cenas iniciais no Alaska como ponto alto, O Legado Bourne tenta manter o espírito dos longas anteriores, mas carece de um protagonista comovente como Jason Bourne. Quem sabe a coisa melhore com um encontro entre Jeremy Renner e Matt Damon?

Esta semana nos cinemas… (16/04)

Posted in Esta Semana nos cinemas with tags , , , , , , , , , , , on 15 de abril de 2010 by Lucas Nascimento

Esta semana nos cinemas, temos estreias pouco chamativas aqui no Brasil, enquanto os gringos podem aproveitar Kick-Ass… Bem, essas são as principais estreias:

Caçador de Recompensas

Jennifer Aniston e Gerard Butler se unem para um projeto que deve resultar em críticas negativas e fracasso de bilheteria. Na trama, um caçador de recompensas recebe uma missão bem prazerosa: capturar sua ex-esposa, foragida da polícia. Censura: 14 Anos

As Melhores Coisas do Mundo

Filme focado na fase adolescente, conta a história de Mano, que lida com desilusões amorosas, o divórcio dos pais e outras situações bem comuns dessa fase. Interessante, seria esse o Juno brasileiro? Censura: 14 Anos

Zona Verde

Paul Greengrass e Matt Damon em sua terceira parceria juntos, agora para fazer um filme de guerra. Na trama, um sargento encarregado de um pelotão que procura armas de destruição em massa na zona verde do Iraque, tenta descobrir a verdade por trás da fonte dos armamentos. É, se você curte um bom thriller, esse filme pode te agradar. Censura: 14 Anos

Bem, essas são as estreias da semana! Escolha bem o seu filme e tenha uma ótima sessão.