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Primeiro trailer de MAPS TO THE STARS

Posted in Trailers with tags , , , , , , , , , , , , on 14 de abril de 2014 by Lucas Nascimento

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Depois do irregular Cosmópolis (eu detestei, pelo menos), David Cronenberg retorna com Maps to the Stars, longa centrado em uma atriz novata buscando sucesso (Mia Wasikowska) e sua relação com uma atriz decadente (Julianne Moore), prometendo uma crítica à loucura de Hollywood. Confira:

O elenco ainda traz John Cusack, Robert Pattinson e Olivia Williams.

Maps to the Stars estreia ainda este ano nos EUA.

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| Cosmópolis | Um ensaio sobre o capitalismo, por David Cronenberg

Posted in Cinema, Críticas de 2012, Drama with tags , , , , , , , , on 9 de setembro de 2012 by Lucas Nascimento


Robert Pattinson encarna o papel mais desafiador de sua carreira: um homem que deseja um corte de cabelo

Cosmópolis é um filme de teses. Evitando uma narrativa convencional e simplificada, o novo filme de David Cronenberg utiliza-se de meios “alternativos” para contar sua bizarra história, onde discussões sobre filosofia e existencialismo invadem a cena constantemente, em uma experiência incomum e irregular.

Adaptado do livro homônimo de Don DeLillo, a trama segue o milionário Erick Packer (Robert Pattinson) enquanto este cruza a cidade de Nova York a fim de cortar o cabelo. Durante a odisséia em sua limousine, ele vai perdendo sua fortuna ao apostar na Bolsa de Valores contra a ascensão do yun.

É difícil de compreender por completo o que Cosmópolis quer dizer. O roteiro, assinado por Cronenberg, traz um retrato onírico e pessimista do novo milênio, criticando principalmente a sociedade que é formada sob consequência do avanço capitalista e tecnológico. Na acidez do comentário, o longa abre com a citação “um rato tornou-se a unidade monetária” e passa os 109 minutos seguintes analisando (?) a influência do sistema no Homem (em uma tese essencialmente Marxista), assim como a propagação da violência como consequência desta – tome como exemplo o personagem de Paul Giamatti (ótimo), um sujeito visto como “inútil” dentro de uma sociedade de computadores e números, e que vê no assassinato do protagonista uma forma de se destacar.

O que nos leva até Erick Packer. Passando quase metade da projeção em sua luxuosa limousine, o milionário está alienado ao que ocorre no mundo. Seu veículo é a prova de som (reparem em como o design de som vai se modificando ao longo em que o desfecho vai se aproximando) e também lhe serve de escritório, ocasionando na presença de variadas figuras que trazem consigo teses sobre aspectos diferentes de sua vida. O desatino de Packer é exposto de forma brilhante durante a cena em que uma manifestação popular ataca e vandaliza o carro do protagonista, apenas para evidenciar sua falta de reação – traço que o esforçado Robert Pattinson abraça com vigor. Detalhe interessante também é como o figurino de Packer vai se deteriorando: primeiro ele perde a gravata, depois o paletó e assim por diante.

Mas mesmo que traga boas ideias e uma direção habilidosa de Cronenberg – cujos planos sempre trazem uma impressão de sufoco à Packer, especialmente nos diálogos com sua esposa – Cosmópolis é uma experiência pouco agradável. Nenhum dos personagens surge como humanos, mas como fios de pensamento que expõe suas teses de forma nada sutil, preocupando-se inteiramente com estas. Não se enganem, é ótimo quando o Cinema pensa e quer transmitir uma mensagem sobre um tema do gênero, mas pessoalmente não me satisfaz quando sacrifica sua estrutura; tomem como exemplo Clube da Luta de David Fincher, que apresenta uma feroz crítica ao consumismo e ainda assim permanece como um filme “de verdade”.

Talvez tenha mais em Cosmópolis do que consegui enxergar (e uma segunda visita talvez seja necessária para captar todos os seus temas) mas como experiência é um filme que pouco entretém.

Primeiro teaser de COSMOPOLIS

Posted in Trailers with tags , , , , , , on 22 de março de 2012 by Lucas Nascimento

O aguardado novo filme de David Cronenberg, que traz Robert Pattinson em um papel que pode transformar sua carreira, ganhou seu primeiro e (tenso) teaser trailer. A trama bizarra gira em torno de um bilionário que, buscando por um corte de cabelo em Manhattan, vê sua fortuna desaparecer ao apostar na Bolsa de Valores. Muito interessante, confira:

Cosmopolis tem previsão de estreia para 17 de Agosto no Brasil.

| A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 1 | Da chatice ao bizarro

Posted in Cinema, Críticas de 2011, Romance with tags , , , , , , , , , , on 18 de novembro de 2011 by Lucas Nascimento


Bella (Kristen Stewart) e Edward (Robert Pattinson) tiram uma partida de xadrez em sua lua-de-mel

Não precisava dividir Amanhecer em duas partes. Não li o livro (eu tentei, de verdade), mas acho difícil que tenha material forte o bastante para dois longa-metragens de quase duas horas de duração; a Parte 1 acaba de apresentar um excesso de cenas desnecessárias (uma certa enrolação, vamos assim dizer) e um roteiro horroso que traduz as ideias horrosas de Stephenie Meyer às telas.

A primeira parte do final da saga Crepúsculo traz Bella e Edward com os preparamentos para seu casamento, e sua lua-de-mel em uma ilha tropical próxima ao Rio de Janeiro. A situação se complica quando a jovem descobre estar grávida de uma criatura que vai crescendo com velocidade impressionante, colocando sua vida em risco.

Falando novamente sobre o livro, muitos amigos que são familiarizados com a série literária me forneceram informações e “spoilers” sobre o capítulo final da criação de Meyer. Era pra ser bem mais gore do que o que é mostrado no longa de Bill Condon. Claro, a censura é sempre um problema para os estúdios e o público-alvo já está estabelecido desde 2008, mas comprar a ideia de que um “vampiro” possa fazer uso de suas presas (nunca vistas, nunca!) em um parto e terminar o serviço com uma única manchinha de sangue na boca é ridículo.

Condon até tenta salvar o filme (alguns de seus enquadramentos são bem pensados, como aquele que revela a transformação física de Bella), mas nem ele pode enfeitar o péssimo roteiro de Melissa Rosenberg. É um grande desafio, adaptar um livro mal escrito e com conceitos muito banais, mas há sempre o diálogo novelesco para ofuscar ainda mais as partes que já são ruins (Rosenberg escreve o mesmo tipo de texto em todos os filmes da franquia, a estrutura raramente muda). O único lado positivo é a gravidez de Bella, que é introduzida na trama com terror e bizarrice no início – acertando, devo admitir – mas que ganha uma reviravolta doentia/estúpida/WTF vinda do Jacob de Taylor Lautner.

Mais um erro da roteirista: o conceito do imprinting não só tem uma introdução mal explicada na trama – se não me engano, foi mencionado em Eclipse – como também não faz o menor sentido, mas aí já é culpa de Meyer. Sorte que a trilha sonora de Carter Burwell (que trabalhou em todos os filmes dos irmãos Coen) está aparece onipresente para pontuar alguns raros bons momentos do longa, e estes só funcionam graças às ótimas composições deste.

Falar sobre o elenco de Amanhecer é irrelevante já que ao longo da “saga” ele só se mostra mais inexpressivo e patético. Kristen Stewart continua com a cara de sempre, Robert Pattinson está cada vez mais “bobo” (e sem comentários para o seu terrível português) e Taylor Lautner falha ao tentar incorporar o estilo “durão”. Alguns coadjuvantes (como Billy Burke, sempre divertido como o pai de Bella) até se salvam, mas não há nenhum trabalho verdadeiramente espetacular.

A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 1 é o pior filme da franquia. Eu não considero-a uma catástrofe como muitos, mas este é o primeiro longa da mesma que eu considero realmente falho. E repito: não havia necessidade de duas partes, é apenas uma (frustrada) tentativa de ganhar mais dinheiro ou de tentar equiparar a “saga” com Harry Potter.

| Eclipse | Um capítulo irrelevante, mas agradável

Posted in Cinema, Críticas de 2010, Romance with tags , , , , , , , , , , , , on 2 de julho de 2010 by Lucas Nascimento


Sai debaixo: Lobisomens e vampiros saem no pau na ótima batalha florestal

Mais um ano, mais um capítulo da Saga Crepúsculo. A impressão é de que pouca coisa está acontecendo nessa “saga” de vampiros e lobisomens. A terceira parte, Eclipse, é um filme muito irrelevante e quase que desnecessário. A protagonista continua indecisa e a história parece sem rumo.

Na trama, um exército de vampiros recém-criados assola a cidade de Seattle e ameaça a segurança de Bella, que precisa fazer sua escolha entre o lobisomem Jacob e o vampiro Edward, além de ter de lidar com o ataque da inimiga Victoria.

Depois de assistir a esse novo filme, me pergunto que rumos a história vai tomar de agora em em diante. O próprio Eclipse já é meio irrelevante ao desenrolar da história; pouca coisa significativa acontece e medíocres decisões são tomadas. A confusa Bella (Kristen Stewart, exagerada e imcompreensível) parece estar apaixonada por Edward (Robert Pattinson, mediano), mas tem sentimentos por Jacob (Taylor Lautner, o melhorzinho); isso rende diálogos e situações sofríveis e clichês.

O lado positivo é ver que algumas coisas melhoraram muito. As cenas de ação são ótimas, vemos vampiros sendo decapitados e a sequência de abertura dá um toque sombrio ao filme. O exército é tratado de maneira muito interessante pelo diretor David Slade (30 Dias de Noite), que tem um pouco mais de estilo do que seus antecessores. Há também mais humor e excelentes flashbacks que ajudam a dar mais foco aos personagens secundários.

A Saga Crepúsculo: Eclipse é um capítulo meio que desnecessário para a saga de Bella e seus amantes. Pouca coisa acontece, mas o ritmo de aventura casa-se de maneira mais compreensível com o romance, que ainda precisa de um roteiro melhor. Resta esperar pelos dois últimos filmes.

Os vencedores do MTV Movie Awards

Posted in Prêmios with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 7 de junho de 2010 by Lucas Nascimento

Sem comentários, há poucos prêmios merecidos nessa lista, com destaque para os de Se beber, não case! Também merece lembrança, o show de Tom Cruise na pele daquele que é, na minha opinião, o papel definitivo de sua carreira: Les Grossman, de Trovão Tropical.
Melhor Filme

A Saga Crepúsculo: Lua Nova

Melhor Ator

Robert Pattinson – A Saga Crepúsculo: Lua Nova

Melhor Atriz

Kristen Stewart – A Saga Crepúsculo: Lua Nova

Melhor Revelação

Anna Kendrick – Amor sem Escalas

Melhor Performance Cômica

Zach Galifianakis – Se beber, não case!

Melhor Vilão

Tom Felton – Harry Potter e o Enigma do Príncipe

Melhor briga

Ali Larter, Beyonce Knowles – Obsessão

Melhor Beijo

Kristen Stewart e Robert Pattinson – A Saga Crepúsculo: Lua Nova

Melhor Momento WTF (Que Porra é essa)

Ken Jeong no porta-malas – Se beber, não case!

Superastro

Robert Pattinson

Melhor Performance assustada

Amanda Seyfried – Garota Infernal

Melhor astro badass

Rain – Ninja Assassino

Se a votação continuar nas mãos dos internautas, todos os filmes da Saga Crepúsculo vão ganhar…