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O primeiro trailer de DEADPOOL

Posted in Trailers with tags , , , , , , , , , on 5 de agosto de 2015 by Lucas Nascimento

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Depois do divertido “trailer de trailer” ontem, Deadpool agora ganha seu primeiro trailer oficial. A prévia nos apresenta ao mercenário de Ryan Reynolds e sua transformação no Falastrão que promete ser uma das grandes atrações do próximo ano. Confira:

Além de Reynolds, o filme traz Gina Carano, T.J. Miller, Morena Baccarin e Ed Skrien. A direção fica com o novato Tim Miller.

Deadpool estreia em 11 de Fevereiro de 2016.

O “trailer do trailer” de DEADPOOL

Posted in Trailers with tags , , , , , on 3 de agosto de 2015 by Lucas Nascimento

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Essa nova estratégia de fornecer prévias dos lançamentos de trailers é bem descartável, e por isso mesmo nunca divulgo esse tipo de vídeo por aqui. Porém, a Fox usou bem esse formato para apresentar a primeira prévia de Deadpool, que traz o Mercenário Falastrão de Ryan Reynolds apresentando seu filme.

Confira:

O trailer completo será lançado oficialmente amanhã.

Deadpool estreia em 11 de Fevereiro de 2016.

Confira o uniforme de Ryan Reynolds em DEADPOOL

Posted in Notícias with tags , , , , , , , on 27 de março de 2015 by Lucas Nascimento

Com as gravações prestes a começar, o ator Ryan Reynolds divulgou em seu twitter a primeira imagem oficial de Deadpool, onde aparece bem à vontade na pele do Mercenário falastrão. Impressionante a fidelidade aos quadrinhos… Confira:

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O elenco ainda conta com Morena Baccarin, Gina Carano e T.J. Miller. Com roteiro de Rhett Reese e Paul Wernick (dupla responsável por Zumbilândia), a direção fica a cargo de Tim Miller.

Deadpool estreia em 12 de Fevereiro de 2016.

Pacote DC | O Império da Warner Contra-Ataca

Posted in Especiais with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 14 de junho de 2014 by Lucas Nascimento

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Em pleno jogo do Brasil na Copa do Mundo, eis que vaza um suposto line up dos lançamentos da DC Comics no cinema, pela Warner Bros. O documento trazia alguns títulos e suas respectivas datas de estreia, então resolvi parar e dar uma analisada nos possíveis lançamentos, e o que podemos esperar destes. Vamos lá:

Batman V Superman: Dawn of Justice (Maio de 2016)

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É interessante ver como a DC opta por uma estratégia diferente da Marvel Studios. Enquanto a concorrente aposta em lançar aventuras individuais de seus personagens para depois juntá-los (o que é mais seguro, convenhamos), a DC começa a mostrar as garras logo no começo, e já aposta nas presenças de Batman, Mulher Maravilha e sabe-se lá quem mais na continuação de O Homem de Aço. Batman V Superman: Dawn of Justice vai se inspirar em trechos de O Cavaleiro das Trevas de Frank Miller, ao trazer um embate entre o Homem Morcego de Ben Affleck e o Superman de Henry Cavill, provavelmente tendo um plano de Lex Luthor (Jesse Eisenberg) por trás. E também, a estreia da Mulher Maravilha nos cinemas, com as feições israelenses de Gal Gadot, e  do Ciborgue (Ray Fisher).

Shazam (Julho de 2016)

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WTF. Certamente é a presença mais inusitada da lista, simplesmente porque ninguém esperava uma adaptação do herói tão cedo. Boatos de que o herói Capitão Marvel (é, isso) possa ser vivido pelo The Rock, mas não temos mais nenhuma informação a respeito. Por enquanto, não me interessa.

Sandman (Natal de 2016)

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Uou! Já sabíamos que a produção do filme de Sandman engatinhava com Joseph Gordon Levitt e David Goyer, mas o fato de este ter sido anunciado junto a esses outros lançamentos sugere que o Morpheus pode estar integrado a este universo DCmático. A brilhante graphic novel de Neil Gaiman sobre sonhos sempre trouxe referências a outros personagens da editora, mas sempre se desenrola de forma mais isolada (publicada pelo selo Vertigo da DC). É sem dúvida a grande aposta da lista, dada a complexidade da história e sua importância no meio das histórias em quadrinhos em geral. Que algum executivo da Warner me escute: tragam ALFONSO CUARÓN para dirigir! Trabalha na Warner, tem Oscar e é insanamente talentoso!

Liga da Justiça (Maio de 2017)

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E finalmente, a DC lança seu grande projeto. Facilita que Batman V Superman já vai trazer uma série de outros super-heróis em – suspeito – pequenas participações, que deixarão um gancho para Liga da Justiça. Já podemos contar com Superman, Batman, Mulher-Maravilha, Aquaman, Ciborgue, Flash e Lanterna Verde. Sem comentários sobre  Arqueiro Verde, e nenhuma pista sobre o possível adversário da equipe. Zack Snyder é o diretor.

Mulher-Maravilha (Julho de 2017)

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A Guerreira Amazona é a primeira a ganhar um filme solo pós-Liga, primeiro de muitos que Gal Gadot ainda deve ganhar. Confesso que nos últimos tempos fui aprendendo mais sobre a personagem e sua mitologia (ah, ela não é um alien), e nas mãos certas – e com roteiro decente – pode sair coisa boa. Já é hora de termos um filme do gênero protagonizado por uma mulher forte e icônica.

Flash & Lanterna Verde (Natal de 2017)

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Seguindo a linha de juntar Batman e Superman, acho bacana a decisão de juntar agora Lanterna Verde e Flash em uma aventura separada. Gosto muito do Flash, mas enxergo o personagem mais como parte de um organismo, e colocá-lo junto ao Lanterna não só ajuda a equilibrá-lo, como também reintroduz o herói espacial após seu fracasso com Ryan Reynolds em 2011. Li também que os dois são “broders” nos quadrinhos, então deve sair um belo buddy movie.

O Homem de Aço 2 (Maio de 2018)

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Depois de 5 anos, o Homem de Aço ganha mais uma aventura-solo. Bem, não faltam boas histórias para aproveitar o potencial do Superman, e o anúncio do filme confirma de vez que Batman V Superman não é Homem de Aço 2.

Mas e quanto a….

Aquaman

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Um rumor que anda ganhando bastante força nas internês, e é de que Jason Momoa (o Drogo de Game of Thrones) teria sido contratado para ser o Aquaman nos cinemas. O HitFix ainda afirma que o personagem faria sua estreia – também – em Batman V Superman, que é oficialmente o filme mais lotado da História. Tenho minhas ressalvas com Aquaman, mas Momoa é um cara durão e ameaçador, e seria interessante uma abordagem como aquela vista no game Injustice: Gods Among Us. Será que conseguem o James Cameron pra dirigir? (Entendedores entenderão)

Arqueiro Verde

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Absolutamente nada foi falado sobre um filme do Arqueiro Verde. Há quem diga que a bem-sucedida série de TV da CW, Arrow, seria aproveitada nos cinemas, mas nãp seria uma decisão sábia (afinal, não é todo mundo que acompanha a série).

Batman

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Se os boatos forem mesmo verídicos, aposto em uma aventura do Battfleck em Julho de 2018, afinal os últimos filmes do Morcego foram lançados todos nesse mês. Será que já é chegada a hora de arriscar um novo Coringa? Boa sorte.

De oficial mesmo, só a estreia de Batman V Superman em 2016, mas certamente teremos uma oficialização desse cronograma durante a Comic Con

A franquia X-MEN nos cinemas

Posted in Especiais with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 22 de julho de 2013 by Lucas Nascimento

Com a estreia de Wolverine: Imortal batendo às nossas portas, nada melhor do que revisitar os demais filmes da franquia X-Men. Vamos lá:

X-Men: O Filme (2000)

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Aposta arriscada da Fox, o primeiro X-Men pode ser considerado o mais bem sucedido longa de super-heróis desde o Batman de Tim Burton. O fime de Bryan Singer é um ótimo início para a franquia, apresentando personagens interessantes dentro de uma trama congruente e cheia de ação. É também o filme que lançou o carisma de Hugh Jackman.

X-Men 2 (2003)

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Com uma sequência de abertura arrebatadora, o segundo filme da série segue a tradição e aprimora o anterior em tudo: história melhor, personagens melhor elaborados e cenas de ação mais elaboradas. As atuações continuam carismáticas e o importante pano de fundo de ajuste na sociedade continua sendo explorado de forma ainda mais eficiente.

X-Men: O Confronto Final (2006)

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Mesmo com a saída de Singer, o diretor Brett Ratner seguiu à risca a ideia da franquia, equilibrando bem o cenário político – agora com a esperta entrada de uma cura mutante – e também as cenas de ação, que estão melhores do que nunca (a cena da ponte então…). Todavia, não alcança a perfeição do segundo filme.

X-Men Origens: Wolverine (2009)

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É isso o que acontece quando um estúdio domina um filme; com um diretor oscarizado no comando, o sulafricano Gavin Hood, o filme-solo do Wolverine é uma terrível experiência com roteiro sofrível que abre mão de sua história para dar espaço à (péssimas) cenas de ação, que em nada contribuem para a trama. Só o carisma de Hugh Jackman se salva. Vale lembrar que Wolverine – Imortal não é uma continuação direta a esta bomba, e sim a X-Men: O Confronto Final.

X-Men: Primeira Classe (2011)

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Sem dúvida o melhor filme da franquia, Primeira Classe acerta em cheio ao trazer o impacto da Guerra Fria no passado dos mutantes. Mesmo que o show fique melhor com as presenças do Xavier xavequeiro de James McAvoy e o Magneto fodástico de Michael Fassbender, o filme de Matthew Vaughn faz um ótimo trabalho ao desenvolver com eficiência seus (muitos) personagens e promove excelentes cenas de ação.

O que vem por aí

X-Men: Dias de um Futuro Esquecido

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Bryan Singer retorna à franquia para o que promete ser o mais ambicioso filme dos mutantes. Dias de um Futuro Esquecido vai juntar a franquia original com a turma jovem de Primeira Classe em uma trama que envolve viagens no tempo, as famosas Sentinelas e um vilão com as feições do ótimo Peter Dinklage (o Tyrion de Game of Thrones). O filme estreia no ano que vem, e causou comoção em sua apresentação grandiosa na Comic-Con deste ano. Já estou lá.

X-Force

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Anunciado recentemente, X-Force é descrito como uma equipe “black ops” do mutantes, ou seja, muito mais ação aqui. Jeff Wadlow (que recentemente dirigiu e escreveu Kick-Ass 2) foi contratado para assinar o roteiro do filme, que ainda conta com o consultor Mark Millar. Nunca li muito sobre o grupo, mas torço para que não se limite a um mero filme de ação com super-poderes (vide a equipe de Strkyer em X-Men Origens: Wolverine).

Deadpool

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Ah, Deadpool. Deadpool, Deadpool, Deadpool… Um dos mais divertidos personagens de HQs de todos os tempos tem a produção de seu longa-metragem amaldiçoada: a dupla Rhett Reese e Paul Wernick (de Zumbilândia) tem um elogiado roteiro circulando pela Fox (e, de acordo com boatos confiáveis, um espetacular teste de 3 minutos com o ator Ryan Reynolds) mas carece da coragem do estúdio em apoiar uma produção da Marvel com censura 18 anos. O novo Deadpool não tem nada a ver com a versão apresentada em X-Men Origens: Wolverine (aí pessoal, vamos simplesmente apagar essa filme da memória, certo?) e é repleto de metalinguagem. Façam logo, por favor.

Será que a crônica japonesa do Wolverine vai ser decente? Em 26 de Julho, vamos descobrir!

| Lanterna Verde | Estabelecendo mais um universo

Posted in Adaptações de Quadrinhos, Aventura, Cinema, Críticas de 2011, Ficção Científica with tags , , , , , , , , , , , , , , on 20 de agosto de 2011 by Lucas Nascimento

 


Realmente, essa máscara esconde bem o rosto de Ryan Reynolds…

Num ano repleto de filmes de super-herói, Lanterna Verde era o que certamente trazia mais trabalho em sua composição. Não só pela complexidade com efeitos visuais, mas pela tarefa de introduzir um universo completamente novo e expandido para o cinema. O filme até que cumpre bem o seu papel nesses termos, mas deixa o cuidado com o roteiro de lado.

Contando a origem do super-herói da DC, a trama gira em torno do piloto de caças Hal Jordan (Ryan Reynolds), que é escolhido por um anel mágico para se tornar parte de uma polícia intergaláctica conhecida como Tropa dos Lanternas Verde. A ameaça da vez é uma entidade monstruosa conhecida como Parallax.

Em primeiro lugar, Lanterna Verde é lindo. A fotografia (repleta de iluminação cor verde, claro), a direção de arte criativa e os bem utilizados efeitos visuais (o uniforme do Lanterna Verde é show) impressionam e conferem ao filme um verdadeiro deleite visual. Bacana, mas mesmo que a embalagem esteja bem enfeitada, o que realmente importa é o que vem dentro e os produtores não forneceram o a mesma dedicação à trama do filme.

Terrivelmente mal escrito a oito mãos, o roteiro faz um péssimo trabalho no desenvolvimento de personagens. Hal Jordan é um preguiçoso, desleixado e irresponsável e – após a chegada dos poderes do Lanterna Verde – muda completamente e assume a postura heróica. Já é o segundo filme do ano que apresenta exatamente o mesmo problema (isso mesmo, Thor), a mudança de espírito mais uma vez é preguiçosamente mal executada e mesmo que Ryan Reynolds consiga exibir certo carisma e teor cômico, não tem a seriedade de um super-herói.

Um bom fator é o vilão Hector Hammond, vivido com talento por Peter Saarsgard. Interpretando um biólogo que entra em contato com um espécime alienígena, ele possui uma trajetória muito mais interessante do que a de Jordan; até o diretor Martin Campbell parece se dedicar mais nas cenas de transformações do personagem (completadas com uma excelente maquiagem), mas o roteiro peca ao lhe oferecer um papel ridículo no terceiro ato. Quem se destaca também é Mark Strong, que finalmente troca o papel de vilão pelo do instrutor Sinestro.

Mas a melhor coisa em Lanterna Verde é mesmo a diversão. Mesmo que defeituosa, a trama está centrada no personagem e não em um grupo maior, como faz a Marvel em sua maldita Iniciativa aos Vingadores, o que faz lembrar (vagamente) ao Homem-Aranha de Sam Raimi. Possui boas cenas de ação e um clímax mediano, não extendendo-se mais do que o necessário e oferecendo um interessante gancho para uma vindoura continuação.

O que podemos tirar desse Lanterna Verde é uma boa diversão e que o universo do personagem agora está estabelecido de forma clara no cinema. A continuação pode focar-se mais no personagem e tem tudo para funcionar.