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STAR WARS de volta aos cinemas de São Paulo

Posted in Notícias with tags , , , , , , , , , , on 10 de outubro de 2014 by Lucas Nascimento

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Os cinéfilos nerds paulistas têm uma ótima pedida para o mês de outubro: o Cinemark do Shopping Eldorado vai exibir todos os filmes de Star Wars, saga espacial de George Lucas, começando no dia 21 de Outubro. As sessões são únicas e acontecem apenas às 20h30.

Os ingressos já podem ser adquiridos no site do Ingresso.com. Clique no filme desejado abaixo para ser redirecionado!

21/10: Episódio I: A Ameaça Fantasma

22/10: Episódio II: O Ataque dos Clones

23/10: Episódio III: A Vingança dos Sith

24/10: Episódio IV: Uma Nova Esperança

25/10: Episódio V: O Império Contra-Ataca

26/10: Episódio VI: O Retorno de Jedi

Não existe maneira melhor de preparar o terreno para o Episódio VII, não?

Imperdível!

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James McAvoy e Patrick Stewart virão ao Brasil

Posted in Notícias with tags , , , , , , , , , , on 22 de abril de 2014 by Lucas Nascimento

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Como parte do programa X-Perience – turnê da Fox que distribuirá o elenco de X-Men: Dias de um Futuro Esquecido em algumas regiões do mundo – os atores James McAvoy e Patrick Stewart, as duas versões do Professor Charles Xavier, virão para São Paulo divulgar o novo filme.

A dupla participará de uma coletiva de imprensa no dia 14 de Maio e de uma premiére do filme no dia seguinte.

Aguardemos por mais novidades!

X-Men: Dias de um Futuro Esquecido estreia no Brasil em 22 de Maio.

Pré-estreias de PHILOMENA neste final de semana

Posted in Notícias with tags , , , , , , , , on 21 de janeiro de 2014 by Lucas Nascimento

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E mais um indicado ao Oscar ganhará pré-estreias neste final de semana em cinemas selecionados… O da vez é Philomena, filme de Stephen Frears que traz Judi Dench na pele de uma mulher que procura por seu filho perdido. Confira abaixo os cinemas que já soltaram sua programação (todos da Cinemark, espere por mais sessões na quinta-feira):

BELO HORIZONTE

Pátio Savassi | 21h50 (25/01)

CURITIBA

Shopping Mueller | 21h40 (24/01 e 26/01)

PORTO ALEGRE

Barra Shopping Sul | 21h50 (24/01)

RIO DE JANEIRO

Botafogo | 20h20

SÃO PAULO

Cidade Jardim | 21h40

Pátio Higienópolis | 21h50 e (24/01 e 26/01)

Shopping Iguatemi | 20h30 (26/01)

Shopping Villa Lobos | 18h50 (25/01) e 21h30 (25/01 e 26/01)

Novamente, fique ligado nas outras redes de cinema que ainda anunciarão sessões para o filme.

Philomena estreia no grande circuito em 7 de Fevereiro.

TRAPAÇA terá pré-estreias em São Paulo e Rio de Janeiro neste fim de semana

Posted in Notícias with tags , , , , , , , , on 15 de janeiro de 2014 by Lucas Nascimento

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Vencedor de 3 Globos de Ouro no último domingo (e com potencial para faturar ainda mais indicações ao Oscar), o novo filme de David O. Russell, Trapaça, terá algumas pré-estreias em São Paulo e Rio de Janeiro neste sábado (18). Ainda não foram divulgados horários de todas as sessões, mas os locais são os seguintes:

SÃO PAULO
CINEMARK CIDADE JARDIM – 21h30
KINOPLEX ITAIM – 23h55
ESPAÇO ITAU FREI CANECA – 21h30
CINÉPOLIS JK IGUATEMI – 23h10

RIO DE JANEIRO
KINOPLEX LEBLON – Sala 4
CINEMARK BOTAFOGO – 23h10
ESPAÇO ITAU BOTAFOGO – Sala 4
CINEPOLIS LAGOON – Sala 5

Trapaça estreia em grande circuito em 7 de Fevereiro.

Pré-estreias de O LOBO DE WALL STREET neste fim de semana

Posted in Notícias with tags , , , , , , , , , on 7 de janeiro de 2014 by Lucas Nascimento

THE WOLF OF WALL STREET

A Paris Filmes anunciou que fará algumas sessões limitadas de O Lobo de Wall Street neste fim de semana (a partir de sexta-feira, dia 10)! O novo filme de Martin Scorsese estreia em circuito no dia 24, mas as cidades de Belo Horizonte, Curitiba, Goiânia, Porto Alegre, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, São Caetano do Sul e São Paulo poderão poderão conferi-lo com antecedência. Confira os horários e locais:

BELO HORIZONTE

Diamond Mall – 21h30

CURITIBA

Shopping Mueller – 21h50

GOIÂNIA

Passeio das Águas – 22h

PORTO ALEGRE

Barra Shopping Sul – 22h30

RIBEIRÃO PRETO

Novo Shopping – 21h

RIO DE JANEIRO

Botafogo – 23h

SÃO CAETANO DO SUL

Park Shopping São Caetano – 00h

SÃO PAULO

Anália Franco – 23h30

Cidade Jardim – 21h50

Cinépolis Iguatemi Alphaville – 16h30

Espaço Itaú Augusta – 18h

Espaço Itaú Frei Caneca – 18h20

Espaço Itaú Pompeia – 20h50

Jardim Sul UCI – 20h20, 23h50

Kinoplex Itaim – 20h30

Kinoplex Vila Olímpia – 20h30

Market Place – 23h30

Pátio Higienópolis 20h30

Pátio Paulista – 21h50

Playarte Bistrol – 20h

Playarte Splendor Paulista – 20h

Shopping Iguatemi – 22h10

Shopping Villa Lobos – 23h

Essa é a programação da Rede Cinemark, outras companhias do ramo provavelmente divulgarão mais informações posteriormente – e, com isso, talvez surjam sessões em mais cidades. (ATUALIZADO COM MAIS HORÁRIOS)

Para mais informações de datas e ingresso dos cinemas acima, clique aqui.

Boa sessão!

| De Olhos bem Fechados | O subestimado último filme de Stanley Kubrick

Posted in Cinema, Clássicos, Críticas de 2013, Drama, Suspense with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 31 de outubro de 2013 by Lucas Nascimento

4.5

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Nicole Kidman e Tom Cruise

A expectativa é um veneno mortal. Ainda pior quando tem os olhos voltados para o estágio final da carreira de um grande cineasta, culminando na subestimação de uma obra competente (e, por vezes, excepcional) simplesmente por esta entregar-nos ao traiçoeiro vício de esperar demais pelo resultado. De Olhos bem Fechados, último filme de Stanley Kubrick, é vítima do cenário descrito e ao redescobrir a obra na tela grande hoje, encontramos um filme impressionante que faz jus ao currículo de seu diretor.

A trama é ambientada em uma Nova York repleta de decorações natalinas e clima de festa, tendo em foco o casal composto por Bill (Tom Cruise) e Alice Harford (Nicole Kidman). Quando a esposa revela que um dia já pensara em traí-lo e abandonar o casamento, Bill sai pelas ruas na madrugada e acaba embarcando em uma odisseia que o coloca de frente com uma misteriosa sociedade secreta de culto ao sexo.

O filme de 1999 traz uma história muito simples, mas que espanta pelo desenrolar bizarro e repleto de situações inesperadas. Ajuda o fato de que o roteiro assinado por Kubrick e Frederic Raphael (com base em um livro de Arthur Schnitzler) aposte em uma narrativa que abranja um curto período de tempo, o que facilita para que o espectador esteja praticamente ao lado do personagem de Tom Cruise. Pela longa madrugada, encontramos diversos eventos que não necessariamente precisam estar lá (como as cenas que envolvem a filha do vendedor de fantasia com dois chineses), mas que contribuem para a criação de um universo sujo e pervertido, escondido no coração de uma grande cidade. Nesse quesito, não existe melhor representante do que a orgia mascarada (uma mais sinistra do que a outra) descoberta por Bill, que rende uma das mais hipnotizantes cenas da carreira de Kubrick, ao trazer figurantes envoltos em atos sexuais explícitos ao som das provocantes composições de Jocelyn Pook – além das supostas referências Iluminatti que sempre rendem controvérsias e artigos muito interessantes a respeito da imensa simbologia presente no filme.

Assim como em todo filme do diretor, há um excepcional cuidado técnico na produção. A começar pela magistral fotografia de Larry Smith, que constantemente fotografa ambientes com uma coloração quente, contrastando com os tons azuis vindos de janelas; vide a espetacular discussão do casal formado por Kidman e Cruise (ambos ótimos, diga-se de passagem), onde a sobreposição das personagens banhadas por luzes alaranjadas sobre o tom azul do banheiro é belíssima, além de exacerbar o calor da situação. E com exceção de O Iluminado (que, afinal, é uma obra feita para assustar), Kubrick nunca foi tão eficiente ao construir o suspense quanto aqui, mérito de seus longos planos e da minimalista composição “Musica Ricercata II”, de György Ligeti, que invade a projeção em seus momentos mais inquietantes.

Alguns dizem que Kubrick ficou insatisfeito com o resultado final de De Olhos bem Fechados, outros dizem que ele considerou esta sua maior contribuição para o cinema. Não acho que seja nenhum nem outro, mas o filme certamente merece muito mais louvor do que o recebido durante sua época de estreia, já que permanece uma obra madura, intrigante e digna de encerrar a carreira de um dos melhores diretores da História.

Obs: Além de uma ponta do diretor, há diversos easter eggs referentes à carreira do próprio. O mais divertido? A máscara usada por Tom Cruise é um molde do ator Ryan O’Neal, de Barry Lyndon. Nice.

Obs II: Crítica feita após uma exibição do filme durante a Mostra de cinema de São Paulo. Infelizmente, não haverão mais exibições do filme.

| Barry Lyndon | A máquina do tempo secreta de Stanley Kubrick

Posted in Cinema, Clássicos, Críticas de 2013, Drama with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 23 de outubro de 2013 by Lucas Nascimento

4.5

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Pinturas ganham vida: o visual arrebatador é um dos pontos altos da produção

Antes de assistir a Barry Lyndon pela primeira vez (cerca de quatro meses atrás), eu me perguntava – receioso – o que Stanley Kubrick seria capaz de fazer numa produção de época, como usaria seu estilo marcante numa história ambientada no século XVIII. Quem acompanha o blog, sabe da minha teimosa resistência ao gênero, mas se todas as obras que se dedicassem a eventos históricos fossem como este longa de Kubrick, eu não haveria do que reclamar.

A trama é baseada no livro de William Makepeace Thackeray, que romantiza de forma irônica a história real de um irlandês oportunista. No filme, ele assume a forma de Redmond Barry (Ryan O’Neal, sensacional com sua cara de coitado), um jovem pobre que deixa sua terra natal da Irlanda para atingir sua meta de pertencer à alta sociedade inglesa em meio à Guerra dos Sete Anos. Com um talento para convencer todo o tipo de indivíduo com suas histórias mentirosas e se livrar de situações arriscadas com muita peripécia, acompanhamos diversas das aventuras de Barry até sua inevitável e trágica queda.

Terminada a exibição do filme na edição deste ano da Mostra Internacional de Cinema (que traz uma retrospectiva imperdível sobre o cineasta, além da incrível exposição  no Museu de Imagem e Som), eu reforçava minha teoria pessoal de que Kubrick mantinha uma máquina do tempo escondida da população. Barry Lyndon é um dos longas-metragem mais lindos já vistos, tendo a equipe técnica merecedora de algo muito maior que um Oscar (a produção levou 4 merecidas estatuetas em 1976) ao retratar com perfeição o século XVIII. Seja na direção de fotografia de John Alcott – cujo equilíbrio de cores, predominância de luz natural e o uso de lentes especiais providenciadas pela NASA aproximam as imagens de uma pintura em movimento – ou no excepcional trabalho de pesquisa e confecção dos diversos tipos de figurinos (militares, burgueses, camponeses), o filme é um feito estético sem precedentes; possivelmente a maior obra de Kubrick em termos visuais, algo que nem efeitos CG (e não estou sendo saudosista) são capazes de simular.

O que nos leva a seu controverso (e genial) diretor. Antes de ser um filme histórico, um filme de época ou um filme de romance ambientado num palácio arcaico, Barry Lyndon é essencialmente um filme de Stanley Kubrick. Sua simetria visual é predominante como sempre (ganhando destaque em uma sequência de batalha que diminui o ritmo, mas impressiona justamente pelas opções de câmera do diretor), assim como a calculada posição (e os movimentos) de seus personagens – que aqui reproduzem diversas cenas vistas em diferentes obras de arte do período – e seu apurado ouvido para as mais belas músicas instrumentais. Seu narrador irônico também contribui para o sucesso do longa, especialmente por encurtar eventos mais longos e tecer sutis comentários sarcásticos (“Seria preciso um grande historiador, ou talvez um grande filósofo, para tentar explicar as causas da Guerra dos Sete Anos”) que abordem o período e as questões sociais envolvidas.

O único problema de Barry Lyndon é sua extensa duração (184 minutos), que gera uma leve quebra de ritmo durante a Parte II da grandiosa obra. Perfeito em sua ambientação e comando de história, arrisco-me a dizer que este é um dos filmes definitivos do gênero. Meu preferido, ao menos.

Obs: Esta crítica foi publicada durante a “cobertura” da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Ainda haverá mais UMA exibição do filme na tela grande, no próximo sábado (26) às 21h30 no Shopping Cidade Jardim. Vale muito a pena.

Confira a programação completa da Mostra aqui.