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Novo trailer de O DESTINO DE JÚPITER

Posted in Trailers with tags , , , , , , , , on 26 de março de 2014 by Lucas Nascimento

JUPITER ASCENDING

A nova ficção científica de Andy e Lana Wachowski (primeiro trabalho original da dupla desde a trilogia Matrix) acaba de ganhar seu segundo trailer. O Destino de Júpiter aposta em uma trama excessivamente fantasiosa e povoada por figuras bizarras, protagonizado por Channing Tatum e Mila Kunis. Confira:

A sinopse gigante é a seguinte:

“Na trama, Jupiter Jones (Mila Kunis) nasceu sob um céu noturno, com sinais que previam grandes acontecimentos em sua vida. Já crescida, a mulher sonha com as estrelas, mas tem que despertar para a realidade fria de seu trabalho como limpadora de banheiros. É só quando Caine (Channing Tatum), um ex-militar geneticamente modificado, chega à Terra para caçá-la que Jupiter começa a ter uma ideia do destino que a esperava o tempo todo – sua assinatura genética a marca como a legítima herdeira da Rainha do Universo, o que pode alterar o equilíbrio do cosmos.”

O Destino de Júpiter estreia no Brasil em 7 de Agosto.

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Primeiro trailer de JUPITER ASCENDING

Posted in Trailers with tags , , , , , , , , , on 9 de dezembro de 2013 by Lucas Nascimento

jupiter

Depois de acertar em cheio com Matrix, os irmãos Andy e Lana Wachowski nunca mais conseguiram provocar o mesmo barulho. Se dedicaram à adaptações de materiais já existentes, mas pela primeira vez desde o fim da trilogia de Neo, os Wachowski apresentam uma ficção científica original. A sinopse oficial é a seguinte:

“Na trama, Jupiter Jones (Mila Kunis) nasceu sob um céu noturno, com sinais que previam grandes acontecimentos em sua vida. Já crescida, a mulher sonha com as estrelas, mas tem que despertar para a realidade fria de seu trabalho como limpadora de banheiros. É só quando Caine (Channing Tatum), um ex-militar geneticamente modificado, chega à Terra para caçá-la que Jupiter começa a ter uma ideia do destino que a esperava o tempo todo – sua assinatura genética a marca como a legítima herdeira da Rainha do Universo, o que pode alterar o equilíbrio do cosmos.”

Será que vai prestar? Confira o trailer:

Jupiter Ascending estreia em 25 de Julho nos EUA.

| Elysium | Não faltam boas ideias ao diretor de Distrito 9. Falta organização

Posted in Ação, Cinema, Críticas de 2013, Ficção Científica with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 19 de setembro de 2013 by Lucas Nascimento

3.0

ely
Ouvi dizer que o Homem de Ferro está em Elysium…

Em 2009, o diretor sul-africano Neil Blomkamp surpreendeu o mundo com seu Distrito 9. Bem pensada e repleta de comentários sociais, a ficção científica de orçamento modesto foi indicada ao Oscar de Melhor Filme e garantiu ao diretor a oportunidade de nos impressionar novamente com suas ideias; agora com muito mais dinheiro. O problema com Elysium certamente não é a falta de ideias, mas a abundância destas.

A trama é ambientada na Los Angeles de 2154, onde os humanos estão divididos em duas classes: os menos afortunados vivem em uma desolada e morimbunda Terra, já os ricos e poderosos habitam a estação espacial que dá nome ao filme. Nesse cenário, o pacato Max (Matt Damon, sempre carismático) é forçado a invadir o local para encontrar a salvação, após ser exposto a uma radiação mortal que lhe tirará a vida em 5 dias.

É sempre bom quando um blockbuster resolve trazer um pouco de conteúdo em meio a explosões e efeitos visuais. Da mesma forma como elaborou uma criativa alegoria com o Apartheid em seu longa anterior, Blomkamp acerta ao trazer a questão sócio-econômica para um contexto de ficção científica que lhe permite brincar com diferentes situações e visuais: o design de produção acerta ao diferenciar a tecnologia clean e “estilo Apple” dos armamentos, próteses e aparelhos quase orgânicos que encontramos nas favelas terrestres. Os efeitos visuais também são de uma qualidade ímpar e que funcionam muitíssimo bem para gerar paisagens (a vista da Terra em Elysium é linda) ou para dar vida aos ciborgues que funcionam como uma espécie de polícia do planeta.

O problema é o excesso. O primeiro ato do filme é intrigante por nos apresentar a diversos elementos narrativos e, após tantos cortes e flashbacks intrusivos, o espectador se pergunta qual será o tratamento para lidar com essas histórias tão diferentes. Temos lá o dilema de Max, as intrigas internas dentro da administração de Elysium (onde sua chefe militar ganha um retrato impecável de Jodie Foster e de seu trabalhado sotaque francês), um clichê completamente descartável que envolve uma mãe (Alice Braga, cada vez mais habituada ao idioma e o gênero) lutando para salvar a filha doente e um vilão homicida com segundas intenções no meio. Quando vai chegando o fim, tudo se colide de forma absurda e cansativa – e a montagem de Julian Clarke e Lee Smith até tenta, mas não impede que o filme tenha a sensação de ser muito mais longo do que realmente é (quase não acreditei quando olhei no relógio e percebi que haviam se passado apenas 110 minutos).

Tamanhos esses problemas que fico triste ao ver as coisas excelentes do filme e desejar que o projeto tivesse um destino melhor. Os brasileiros certamente estão curiosos quanto ao desempenho de Wagner Moura e basta dizer que o intérprete do Capitão Nascimento está completamente surtado na pele do contrabandista Spider (cujo andar manco e perna robótica quase o tornam um “pirata espacial”). Mas quem rouba o filme todo é o Kruger de Sharlto Copley, um dos antagonistas mais fascinantes dos últimos anos: robô, espada samurai, metralhadora, armadura, pode falar que ele tem… A cada piração do personagem em cena, a vontade é de abraçar Blomkamp e Copley por essa criação maleficamente inspirada. O único problema é que suas cenas de luta com Max são prejudicadas pela câmera incompreensível e os cortes excessivos.

É triste ver Elysium alcançando um resultado mediano. Com ideias excelentes, elenco de primeira e uma produção impecável, o filme de Neil Blomkamp tinha potencial para se tornar um grande filme. Vamos torcer para que o diretor mude o quadro em seu próximo projeto.

Primeiro trailer de ELYSIUM, novo filme do diretor de DISTRITO 9

Posted in Trailers with tags , , , , , , , , on 9 de abril de 2013 by Lucas Nascimento

elysium

Lembram daquela maravilha que foi Distrito 9? Pois é, o diretor Neil Blomkamp promete mais uma ficção científica original e repleta de comentários sociais, Elysium. A trama retrata um futuro em que os humanos bem-sucedidos vivem em outro planeta (Elysium) deixando os pobres em uma decadente Terra. Nesse cenário, um homem (Matt Damon) tentará invadir Elysium e… Não se sabe muito mais além disso, e o trailer divulgado agora a pouco não vai além.

O que é bom, que as surpresas fiquem para o promissor filme. Confira (e reparem na participação do grande Wagner Moura):

Elysium estreia no Brasil em 20 de Setembro.

KICK-ASS 2 ganha trailer!

Posted in Trailers with tags , , , , , , on 13 de março de 2013 by Lucas Nascimento

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Um dos filmes mais aguardados por mim, Kick-Ass 2 enfim ganhou seu primeiro trailer! A sequência mostrará o personagem-título (Aaron Johnson) se aliando a uma organização nerd que combate o crime e reencontrando a mortal Hit-Girl (Chloe Grace Moretz), ao mesmo tempo em que o antigo inimigo Red Mist (Christopher Mintz-Plasse) retorna para uma cruel vingança.

A prévia traz pancadarias, palavrões e um cachorro mordendo os genitais de um homem – logo, é para maiores de 18 anos. Confira:

Músicas no trailer: “Infinity Guitars” do Sleigh Bells, “War” do Caspa e “Order in the Chaos” de Paul Leonard-Morgan

Kick-Ass 2 estreia no Brasil em 13 de Setembro.

| Moonrise Kingdom | Wes Anderson e a ingênua perda da inocência

Posted in Cinema, Comédia, Críticas de 2012, Drama, Indicados ao Oscar with tags , , , , , , , , , , , , on 12 de outubro de 2012 by Lucas Nascimento


Um Sonho de Liberdade: Na esperta referência, Edward Norton e seus escoteiros descobrem o sumiço de Sam

Nunca havia assistido a um filme de Wes Anderson antes deste Moonrise Kingdom. E só pela experiência deste longa sem título nacional, é possível notar no estilo único que o cineasta apresenta, como uma abordagem que beira o cartunesco em alguns momentos e  chama a atenção por sua bizarrice. Choque pela estética do diretor à parte, seu belo novo filme conseguiu surpreender a este que vos escreve.

A trama é ambientada em uma ilha da Nova Inglaterra em 1965, onde um jovem casal resolve fugir de suas famílias e abandonar as vidas infelizes que suportam. Em uma jornada por bosques e ilhas, eles descobrirão o amor verdadeiro.

Moonrise Kingdom não é um filme fácil de se vender. Levando em consideração a breve sinopse no parágrafo acima, não é de esperar grande (ou nova) coisa de tal premissa – afinal, já acompanhamos esse tipo de história incontáveis vezes. O diferencial é realmente o trabalho de Wes Anderson atrás das câmeras. Dotado de uma meticulosa estética visual, o diretor estabelece uma série de características que ajudam a tornar a trama interessante: longos travellings que apresentam os personagens, planos-detalhes que servem como sutil fonte de humor (reparem naquele que traz Bill Murray sentado à uma árvore) e outras gags com função dinamista – como a divertidíssima leitura de cartas.

É também de se observar as cores fortes que a fotografia de Robert D. Yeoman traz em grande parte da projeção. Dominada por tons ensolarados e suaves, a paleta confere verossimilhança ao universo criado a partir do roteiro de Roman Coppola e do próprio Anderson – repleto de casinhas com formas e cores bem definidas- e é justamente por estabelecer uma aura semi-infantil ao projeto que uma chocante concessão surge quando nos deparamos com um cão morto à flechadas, a chegada de uma assistente social (onde o tom quente é substituído por um mais azul mais frio) ou uma sequência consideravelmente forte envolvendo o casal protagonista.

O que nos leva ao principal tema abordado pelo longa: a perda da inocência. Sam e Suzy (os ótimos Jared Gilman e Kara Hayward, respectivamente) são duas crianças problemáticas nos quesitos de família e amizades e, envoltos em uma paixão inusitada, resolvem fugir, se esconder em uma floresta e se casar. Tudo isso, e ambos têm pouco mais de uma década de vida. Não é difícil encontrar as insinuações de descobrimento sexual aqui (Sam fura a orelha de Suzy com um anzol, e esta pede que faça o mesmo com a outra), mas essas são novamente bem camufladas pela direção de Anderson. Outro belo exemplo é o retrato do adultério, simbolizado aqui na forma de um cigarro.

Trazendo um impecável elenco cheio de rostos conhecidos (dentre os quais, Edward Norton e Bruce Willis se destacam), Moonrise Kingdom oferece uma bela reflexão e uma experiência única e difícil de se rotular. Humor e drama se misturam em uma narrativa dinâmica e fora do comum, características que devem se aplicar a todos os trabalhos de Wes Anderson.

Bem, ele acaba de ganhar mais um admirador de seu trabalho.

Primeira Olhada | DJANGO LIVRE

Posted in Primeira Olhada with tags , , , , , , , , , , , on 10 de junho de 2012 by Lucas Nascimento

O novo filme de Quentin Tarantino ganhou seu primeiro trailer. Django Livre é sua entrada no gênero de faroeste, em uma trama que envolve a parceria entre um caçador de recompensas e um escravo recém-libertado, enquanto cruzam o Sul dos EUA atrás de criminosos destestáveis. Se isso não é suficiente para empolgar, o trailer faz um bom trabalho nesse quesito:


O primeiro encontro entre Schultz e Django

Ao som de “Ain’t no Grave” de John Cash e “The Payback” de James Brown, acompanhamos um grupo de escravos sendo transportado. É quando Schultz (Christoph “Landa” Woltz, barbudo) encontra e liberta Django (Jamie Foxx, que promete sair do buraco) e ambos formam uma aliança para encontrar os irmãos Brittle. O diálogo é afiadíssimo, como de costume nos filmes de Tarantino, e o visual é muito bonito (Robert Richardson retorna como diretor de fotografia).


Yes! Leonardo DiCaprio encarna o maléfico Calvin Candie

Mas o grande destaque do trailer, em minha opinião, é o Calvin Candie de Leonardo DiCaprio. Primeiro vilão na carreira do ator, o colecionador de escravos surge urrando de felicidade, com um cavanhaque bizarro e soltando belos bordões (“vocês já tinham minha curiosidade, agora têm minha atenção” já se fixou na memória), e certamente promete roubar o filme. É muito cedo para especular, mas aposto no primeiro Oscar para o ator, como coadjuvante.


Schultz e Django na pose ‘bad-ass’

Django Livre promete muito. Não tenho tanto o que comentar, gostei muito do trailer e ele consegue impressionar por si próprio. O foda vai ser esperar até 18 de Janeiro de 2013…