Arquivo para sobrenatural

| Annabelle | Crítica

Posted in Cinema, Críticas de 2014, Terror with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 10 de outubro de 2014 by Lucas Nascimento

3.0

Annabelle
A infame boneca Annabelle

Dirigido com uma inteligência e estilo inexistente nas produções recentes do gênero, Invocação do Mal foi uma maravilhosa (e tenebrosa) surpresa no ano passado, sobressaindo-se por sua capacidade de dar medo, e não apenas se limitar aos sustos baratos. Quando Annabelle, derivado de um dos elementos do longa de James Wan foi anunciado, fiquei com medo de não ter medo do resultado. E no fim, mesmo que traga seus méritos, é mais do mesmo.

A trama é ambientada 1 ano antes dos acontecimentos principais de Invocação do Mal, apresentando-nos ao casal Mia (Annabelle Wallis, sério) e John (Ward Horton), que aguardam ansiosamente pela chegada de seu primeiro filho. Para comemorar a ocasião, John presenteia Mia com uma rara boneca de porcelana de coleção. Certa noite, o casal é atacado por dois membros de um culto satânico, transformando a tal boneca em um hospedeiro de algo maligno.

Sai James Wan (ocupado com a direção do sétimo Velozes e Furiosos), entra seu diretor de fotografia preferido: John R. Leonetti. Nessa função, Leonetti é mais do que eficiente, tendo sido responsável pela fotografia de Sobrenatural e do próprio Invocação do Mal, mas como diretor, ele é o cara que fez Efeito Borboleta 2. O currículo não inspira confiança, mas fico feliz em ver que Leonetti aprendeu bem com Wan como movimentar a câmera a serviço do suspense: temos planos sequências e tomadas longas inspiradas que passeiam por dentro de cômodos (ora revelando elementos assustadores sutilmente), além de enquadramentos malucos que fornecem um dinamismo quase expressionista ao filme.

Os sustos funcionam, mas isso porque a equipe de efeitos sonoros abraça todos os clichês que o gênero vem trazendo (ver o recente A Marca do Medo), e o máximo que é alcançado aqui é um certo desconforto – enquanto Invocação era uma pesadíssima atmosfera de pavor. Aqui, Leonetti se diverte ao tomar diversas referências do clássico O Bebê de Rosemary, seja na própria temática da maternidade ou em aparições de figuras demoníacas perturbadoras. A imagem da própria boneca Annabelle também é aproveitada, especialmente em uma cena-chave que certamente ficará na cabeça de todo mundo após o término da sessão.

O que realmente estraga Annabelle são dois elementos cruciais: o roteiro e seu elenco. O primeiro é assinado por Gary Dauberman, e ao dar uma breve averiguada em sua página do IMDb, encontrei pérolas como Aranhas Assassinas e um filme que traz como ameaça um grupo de chimpanzés canibais. Brilhantismo não será encontrado aqui, mas Dauberman traz soluções tão absurdas, diálogos completamente anacrônicos (estamos nos anos 70, poxa) e é previsível do início ao fim. Só merece méritos por trazer referências à notória organização de Charles Manson, o que já traz certa verossimilhança à trama.

Se Patrick Wilson e Vera Farmiga já eram interessantes meramente pela química em cena em Invocação do Mal, o casal aqui jamais convence.O único motivo para que a estreante Annabelle Wallis tenha sido escalada seria a ironia dos produtores com seu primeiro nome, já que a atriz não se mostra nem boa de grito, e muito menos como uma mãe protetora. O marido de Ward Horton é inexpressivo e caricato, mas aponto o dedo para Alfre Woodard, em uma performance completamente desligada e incapaz até mesmo de chegar no nível “estereótipo”, na pele de uma vendedora que revela-se mais importante do que o esperado. É.

Pessoalmente, esperava bem menos de Annabelle. É clichê e sem graça durante boa parte de sua projeção, mas acerta na condução do suspense e certamente irá arrancar diversos sustos da audiência. Poderia ser mais, claro.

Anúncios

| A Marca do Medo | Crítica

Posted in Cinema, Críticas de 2014, Terror with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 12 de julho de 2014 by Lucas Nascimento

2.0

TheQuietOnes
Jared Harris e a novata Olivia Cooke

É curioso que logo após a estreia de O Espelho, terror psicológico eficiente e inteligente em sua proposta ligeiramente inovadora, surja uma obra que faça justamente o oposto. Novamente, sou forçado a repetir: terror, como a comédia, é um gênero pessoal, assusta um mas pode não provocar o menor efeito em outro. Uma coisa, no entanto, é universal, e é a de que existe uma diferença sutil entre causar medo e dar susto. Se O Espelho era um bom representante da primeira, A Marca do Medo é um fiel da segunda.

Alegadamente inspirada em fatos reais (hoje em dia, que terror não é?), a trama tecida por Craig Rosenberg, Oren Moverman e o diretor John Pogue – que também é baseada em um roteiro de Tom de Ville – viaja para 1974 para relatar experimentos que o professor Joseph Coupland (Jared Harris) mantinha com um grupo de alunos, visando provar que fenômenos sobrenaturais seriam nada menos do que manifestações do subconsciente, provocados por doenças mentais. A paciente em questão é a suicida Jane Harper (Olivia Cooke), que carrega consigo um mal desconhecido.

 De primeira, o filme de John Pogue instiga pela abordagem científica, elemento sempre válido no gênero. Adicionando a ambientação de época dos anos 70, que o designer de produção Matt Brant é eficaz ao recriar em seus discretos interiores, parecia uma oportunidade válida para replicar o sucesso do recente Invocação do Mal (outra obra ambientada no período), brincando também com a nova mania da narrativa found footage, já que o filme traz diversas cenas com formato e resolução de imagem menores – simulando as câmeras da época.

No entanto, Pogue opta pela saída mais fácil. Ao invés de cuidadosamente criar uma atmosfera perturbadora que lentamente vai crescendo até o ponto do terror verdadeiro, o diretor prefere sacanear a platéia com os típicos jump scares que surgem abruptamente durante toda a projeção: mesmo que seja uma simples batida na porta ou um objeto insignificante caindo no chão. E eu realmente fiquei interessado em saber que tipo de aparelhagem audiovisual de 1974 é capaz de capturar “sons de sustos” em alta definição, mesmo que as demais vozes e efeitos surjam com um ruído característico. Aparentemente os fantasmas já tinham THX.

Mas nem ligaria pra isso se pelo menos tivessemos personagens interessantes o suficiente para nos importarmos, outro elemento ausente. Jared Harris até se garante com sua forte presença de cena, sugerindo uma áurea sinistra a seu personagem (não esqueça, ele é o cara que entregou aquele Moriarty genial em Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras), mas nem Sam Claflin (de Jogos Vorazes: Em Chamas) nem nehum outro dos estúpidos arquétipos cujos nomes não me interessam, são capazes de se identificar com o espectador. Reconheço, pelo menos, a talentosa Olivia Cooke, que tem o papel mais difícil e exigente fisicamente; tarefa que a jovem cumpre bem ao trabalhar seu olhar e ao constantemente sugerir que Jane estaria possuída em momentos diferentes.

Bem, convenhamos: todo mundo leva susto. É inevitável. Podemos até prever quando um deles surgirá, mas é uma reação natural do sistema nervoso dar um pulo na cadeira ou um leve arrepio quando este surge. Se A Marca do Medo se contenta em simplesmente arrancar essas reações efêmeras do público, tudo bem: funciona. Agora, quem estiver buscando um horror genuíno, construindo com cuidado e capaz de se estender engenhosamente por toda a projeção, sugiro procurar outra opção.

Obs: Durante os créditos são exibidas algumas imagens reais da história.

| O Espelho | Crítica

Posted in Cinema, Críticas de 2014, Suspense, Terror with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 6 de julho de 2014 by Lucas Nascimento

3.5

Oculus
Espelho, espelho meu: Karen Gillan encara o passado

Inteligente não é a denominação que normalmente se espera de um filme de terror, já que seu propósito é justamente fugir do racional e perturbar a plateia com sustos um atrás do outro, mas realmente não vejo como classificar O Espelho de outra forma. Vai certamente decepcionar quem esperava um terror mais tradicional ou óbvio, mas os interessados em uma história mais complexa vão se prender.

A trama acompanha os irmãos Kaylie e Tim (Karen Gillan e Brenton Thwaites, competentes) que lidam com a tragédia da morte de seus pais, sendo o pai responsável pelo assassinato da esposa e o irmão mais novo pelo de seu pai, em uma medida desesperada para impedi-lo de matar sua irmã. Anos depois, Tim é libertado de um reformatório juvenil e sua irmã tenta convencê-lo a ajudá-la a destruir um misterioso espelho, onde ela acredita viver uma entidade sobrenatural que teria influenciado seu pai a cometer as atrocidades.

O gênero do terror é – ao lado da comédia – o mais difícil de se acertar. No ano passado, o sucesso surpreendente de Invocação do Mal, uma obra eficiente e bem sucedida ao explorar com maestria os elementos do terror, deu gás a o cada vez mais esgotado gênero. O Espelho não é um filme impactante quanto o de James Wan, mas surpreende justamente por colocar os sustos em segundo plano, dando força ao bom roteiro de Jeff Howard e do diretor Mike Flanagan (que já havia comandado um curta-metragem sobre o mesmo assunto) e servindo mais como um suspense psicológico; ainda que os elementos sobrenaturais cumpram seu papel de arrancar calafrios.

O aspecto mais forte aqui certamente é o brilhante trabalho de montagem de Flanagan, que oferece um jogo narrativo inteligente e que raramente encontraríamos em um longa do gênero. Tendo como plano de fundo duas histórias em espaços temporais distintos, a montagem brinca com as mais diversas elipses e transições, chegando até mesmo ao ponto de compartilharem o mesmo espaço: a versão adulta e jovem de Kaylie e Tim “interagem” diversas vezes, quase transformando o passado no verdadeiro antagonista – um fantasma, por assim dizer. E como o espelho é um objeto central, não deixa de fascinar como as duas tramas vão cada vez mais se assemelhando, quase como um reflexo uma da outra. A fotografia digital de Michael Fimognari contribui nesse quesito ao tornar o ambiente mais ameaçador nas cenas do passado, mas sem jamais alterar paleta de cores para algo muito irreal.

Contando também com um desfecho em aberto que provavelmente irritará grande parcela do público, O Espelho talvez seja um dos filmes de terror mais inteligentes dos últimos tempos, ainda que leve na categoria de realmente assustar. É mais uma obra que incomoda pela atmosfera pesada, que explora as expectativas e surpreende ao revelar-se algo mais complexo do que o prometido.

Bom ver que o mais gasto dos gêneros ainda é capaz de surpreender.

| Mama | Conto de fadas gótico se perde na autoexplicação

Posted in Cinema, Críticas de 2013, Terror with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 5 de abril de 2013 by Lucas Nascimento

3.0

Mama
A ruiva Jessica Chastain adota visual gótico para enfrentar o sobrenatural

O mexicano Guillermo Del Toro deve ser daqueles que todo mundo precisa ter na lista de contatos. Mesmo sem ter lançado um filme nos últimos 5 anos (depois de Hellboy II – O Exército Dourado, este ano ele volta à direção com Círculo de Fogo), já “apadrinhou” diversos projetos vindos de aspirantes a cineastas. Em 2011 foi o fraco Não Tenha Medo do Escuro, agora ele ajuda a lançar o terror Mama; mais um conto de fadas gótico que se perde nas próprias ideias.

Baseada em um curta-metragem de mesmo nome (que você pode assistir no YouTube, por aqui), a trama acompanha as jovens irmãs Victoria e Lily (Megan Charpentier e Isabelle Nélisse) que são abandonadas pelo pai quando este se descontrola durante a crise econômica de 2008. Cinco anos depois elas são encontradas pelo tio (Nicolaj Coster-Waldau, o Jaime Lannister de Game of Thrones) e sua namorada Annabel (Jessica Chastain) e trazidas para morar junto ao casal. No entanto, uma presença fantasmagórica conhecida como “Mama” passa a assombrar a família e ameaça tomar as crianças para si.

O problema de Mama consiste na necessidade de elaborar uma trama complexa para sua personagem-título. O curta-metragem de Andrés Muschietti (que assume aqui o cargo de diretor e co-roteirista, este último com sua irmã Barbara) funciona muito melhor que o longa justamente pelo mistério. Os 3 minutos de duração retratam uma cena bizarra (que no filme é refeita praticamente quadro a quadro) que fica sem explicação, impressionando também por sua competência narrativa. Aqui, os roteiristas criam toda uma história de fundo para a criatura e ainda preenchem a história com figuras mal distribuídas, salvas apenas pelas boas performances de seus intérpretes; especialmente a versátil Jessica Chastain, que constrói uma sujeita completamente diferente de suas atuações prévias – e não foi só o visual gótico que ajudou, a atriz é a única que tem a chance de desenvolver apropriadamente sua personagem.

O longa começa muito bem com o estabelecimento do cenário, e durante boa parte da projeção, é eficaz ao nos manter presos à narrativa. O mistério acerca da personagem-título é o que desperta maior interesse, mas os roteiristas veem a necessidade de explicitar termos e fenômenos (trazendo uma absurda explicação para diferenciar Mama de um fantasma, e que é literalmente jogada aos ares em sua conclusão) e não consegue nem dar conta de suas linhas narrativas. Como por exemplo, o momento em que um dos personagens chega de dia para explorar uma cabana na floresta e, por algum motivo, o vemos na cena seguinte adentrando-a durante a noite…

Estreante no ramo, Muschietti consegue mostrar tem bom olho para a direção e garante planos lindos (vide a abertura que traz imagens de uma montanha dominada pela neve) e criatividade na elaboração do horror, sobressaindo-se a cena em que acompanhamos o flashback de Mama em primeira pessoa (que assusta pela intensidade da situação e a paleta de cores escolhida pelo diretor de fotografia Antonio Riestra ) e a que o psicológo vivido por Daniel Kash procura pela criatura em uma cabana escura, usando flashes de uma máquina fotográfica como orientação. Claro que os sonoplastas e o compositor Fernando Velázquez usam e abusam de suas funções para gerar os mais clichês jump scares do gênero, sendo muito fácil prever quando um susto irá nos pegar; mas sendo inevitável de escapar dele quando chega.

Mama é eficiente em garantir um monstro cativante e bons sustos, mas carece de uma história competente. Sinceramente, o curta-metragem de 3 minutos consegue ser mais satisfatório do que um longa de quase 2 horas. O simples que satisfaz.

Observação: Se o visual da Mama te assustou, confira este ótimo vídeo com o teste do ator Javier Botet (famoso por interpretar a medonha Niña de Medeiros na franquia espanhola REC), que é ainda mais perturbador sem a inclusão do CGI:

| 11-11-11 | Havia motivo para temer o número

Posted in Cinema, Críticas de 2011, Terror with tags , , , , , , on 11 de novembro de 2011 by Lucas Nascimento


Não é um spin-off de O Número 23

11-11-11 não foi feito por ambições artísticas ou cinematográficas, e sim com uma data de lançamento em mente, nada mais.

O roteiro assinado por Darren Lynn Bousman – que também dirige o longa – é estúpido e inverossímil, apresentando ideias e conceitos que simplesmente soam artificiais demais na tela para serem levados a sério. A obsessão por um número às vezes gera bons frutos (vide o ótimo Pi, de Darren Aronofsky), mas na maioria dos casos resulta em filmes da classe de O Número 23.

E flertar com o terror e o sobrenatural, foi o maior erro de Bousman, já que este não apresenta o menor talento em assustar o público ou arrancar bons sustos (o único ponto positivo da produção inteira vai para o design de criaturas, que caprichou na aparência dos “demônios” que assombram a vida do protagonista). O “cineasta” nem mostra-se capaz de conduzir a trama com eficiência, já que esta apresenta uma execução arrastada e incoerente – onde os eventos simplesmente não encaixam-se uns com os outros. E sem comentários quanto àquela ridícula reviravolta no terceiro ato.

O elenco é da pior qualidade e nem vejo a necessidade de comentar sobre ele, mas . Timothy Gibbs faz o protagonista Joseph de forma tão inexpressiva, clichê – com aquela velhíssima pegada racional, onde  e com um rosto tão caricato e exagerado, que é impossível criar qualquer apego com seu personagem (mesmo que roteiro tente transformá-lo ao longo da trama). Michael Landes até consegue exibir certo carisma como o pastor Samuel, enquanto Wendy Glenn surge em cena sem a menor justificativa com uma personagem completamente descartável.

11-11-11 é ruim de irritar. Mal executado, mal escrito e mal atuado, as únicas vantagens do longa permanecem nas áreas técnicas (maquiagens, mixagem de som e a fotografia de Joseph White). Não pense uma, duas, nem onze vezes antes de ignorá-lo completamente.

Esta semana nos cinemas… (21/04)

Posted in Esta Semana nos cinemas with tags , , , , , , , , on 21 de abril de 2011 by Lucas Nascimento

Confira abaixo as principais estreias dessa semana nos cinemas do Brasil:

Bróder

Sinopse: Focada na amizade, a história, passada em 24 horas, traça o reencontro de três amigos que dividiram a infância no bairro Capão Redondo: Jaiminho, um jogador de futebol em ascensão no exterior, Pibe, um sacrificado corretor de imóveis e Macu, o jovem protagonista que se mantém no bairro, flertando com a criminalidade.

Censura: 14 anos

Vontade de ver: 3/5

A Garota da Capa Vermelha

Sinopse: Valerie está apaixonada pelo forasteiro Peter, mas seus pais a prometeram em casamento ao rico Henry. O casal planeja fugir, mas a irmã mais velha de Valerie é morta pelo lobisomem que vaga pela floresta que rodeia o vilarejo onde moram. Ela começa a desconfiar que o lobisomem pode ser alguém que ela ama e descobre que tem uma ligação singular com o monstro que os une inexoravelmente, tornando-a ao mesmo tempo suspeita e isca.

Censura: 12 anos

Vontade de ver: 2/5

HOP – Rebelde sem Páscoa

Sinopse: O coelho da Páscoa é atropelado por um homem preguiçoso. Impedido de pular porque quebrou sua perna, o motorista precisa aprender o trabalho do coelho e salvar a Páscoa.

Censura: Livre

Vontade de ver: 1/5

A Minha Versão do Amor

Sinopse: Um homem de 65 anos, politicamente incorreto, um alcoólatra, fumante de charutos e amante do hóquei que sempre viveu de forma plema, impulsiva, irascível e destemidamente. Uma reflexão sobre os sucessos de sua vida e suas (numerosas) gafes e fracassos.

Censura: 14 anos

Vontade de ver: 3/5

Sobrenatural

Sinopse: Uma família tenta impedir que maus espíritos aprisionados em seu filho em coma, dominem sua mente.

Censura: 14 anos

Vontade de ver: 3/5

Bem, essas são suas opções para o feriado; escolha bem e tenha uma ótima sessão!

Esta Semana nos cinemas…(12/03)

Posted in Esta Semana nos cinemas with tags , , , , , , , , , , on 11 de março de 2010 by Lucas Nascimento

Esta semana nos cinemas, temos duas principais estreias nas salas do Brasil: Martin Scorsese e Robert Pattinson. Fala sério, qual você escolheria?

Ilha do Medo

Sim, eu escolho Scorsese. Um dos melhores diretores de cinema de todos os tempos, o cineasta une-se mais uma vez com o astro Leonardo DiCaprio, para o primeiro filme sobrenatural de Scorsese. Na trama, dois detetives devem descobrir o paradeiro de uma fugitiva de um hospital-prisão em uma ilha. Hospedados lá, um deles começa a enlouquecer. Esse eu não perco de jeito nenhum. Censura: 14 Anos

Lembranças

Marcado pelo seu papel em Crepúsculo, Robert Pattison faz mais uma tentativa de mudar de papel no filme romântico Lembranças. Na trama, anos após o suícido de seu irmão, um estudante conhece a filha de um policial que teve sua mãe assassinada, e os dois se envolvem. Não chama nem um pouco a atenção. Censura: 12 Anos.

Bem, essas são as estreias da semana; escolha bem o seu filme e tenha uma ótima sessão! E não deixe de conferir mais críticas aqui.