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Primeiro trailer de THE REVENANT

Posted in Trailers with tags , , , , , , , , on 17 de julho de 2015 by Lucas Nascimento


Depois de papar Oscars com Birdman, Alejandro Gonzalez Iñárritu promete voltar com tudo em seu faroeste The Revenant, com Leonardo DiCaprio e Tom Hardy.

A primeira prévia não explora muito a história, mas é magnífica. Traz lindas imagens fotografadas por Emmanuel Lubezki e um clima de perseguição e estranheza realmente marcante. Confira:

The Revenant estreia em Dezembro nos EUA. No Brasil, a previsão é Fevereiro.

Grade Mental | Os símbolos em MAD MAX: ESTRADA DA FÚRIA

Posted in Artigos with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 22 de maio de 2015 by Lucas Nascimento

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Se você ainda não assistiu a Mad Max: Estrada da Fúria, corra. Você certamente ouviu muitos elogios calorosos por aí, e o retorno de George Miller ao universo do Guerreiro da Estrada é realmente primoroso, concretizando-se como um dos maiores filmes de ação dos últimos tempos. Assistam, sério.

E outra: este post discutirá spoilers do filme.

É um fato que Estrada da Fúria não tem uma trama mega elaborada, com reviravoltas e elementos complexos. No entanto, isso não faz com que o filme seja pobre em conteúdo; muito pelo contrário. A narrativa simples e linear permite que George Miller e sua equipe criem algumas das mais insanas cenas de ação que você verá na vida, ao mesmo tempo em que têm a oportunidade de dedicar imenso esforço ao visual. A direção de arte é disparado o departamento mais detalhado, seja na confecção de figurinos, veículos, armamentos e qualquer outro tipo de objeto. Um deles, no entanto, chamou muito minha atenção – e não só por ser absolutamente irado: a focinheira de Max Rockatansky.

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A focinheira com um icônico tridente

Vamos dar aquela situada básica: No começo do filme, Max é capturado no deserto pelos Garotos de Guerra do tirano Immortan Joe. Ele é amordaçado, marcado como um boi e confinado a uma focinheira que eu deduzo ser muito desconfortável; a fim de controlar suas resistências violentas enquanto serve como “bolsa de sangue” no veículo do mutante Nux (Nicholas Hoult). Mas há algo muito particular nesse objeto repreensivo: sua fronteira bocal, que notavelmente traz uma grade em forma de tridente. Agora, tridente nos trás duas referências muito verossímeis no filme: o tridente de Poseidon, já que a água é um dos elementos mais cobiçados no futuro pós-apocalíptico e, aquele que é o tema deste artigo, o símbolo da Psicologia.

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O Tridente da Psicologia

Bom, não sou nenhum especialista no assunto, mas minha namorada muito mais competente me deu uma aulinha básica sobre alguns dos diferentes significados do tridente:

– As três pulsões: Sexualidade, Auto Conservação e Espiritualidade

– Pode referir-se às Forças Teóricas da Psicologia, o Humanismo, Comportamentalismo e Psicanálise.

– Teoria Freudiana: Ego, Superego e Id

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Immortan Joe: a síntese de Poseidon e Satã

Se seguirmos uma interpretação mais mística, nos deparamos, novamente, com a a presença mitológica de Poseidon e até com a figura cristã de Satanás, que também porta um tridente característico. Nessas duas figuras, a referência lógica é o vilão Immortan Joe: não só é o detentor da água da Cidadela, como também revela-se um ser sórdido, manipulador e reverenciado como um deus – possuindo escravos, mulheres obrigadas a lhe dar leite eternamente e um guitarrista literalmente encapetado. Este é um dos símbolos.

Então, voltamos à focinheira de Max. O louco Max, como o título de todos os filmes da franquia nos revelam. Rockatansky é um homem profundamente perturbado pela perda de sua família, e pelas lembranças daqueles que não conseguiu salvar em sua carreira como policial. Alucinações e vozes dentro de sua cabeça claramente nos indicam que o personagem não é mentalmente equilibrado. Durante sua captura e confinamento na focinheira, podemos interpretar uma espécie de “tratamento de choque” no personagem, dada a presença do tridente nesta e as mudanças que o próprio Max enfrenta. É um solitário e um individualista, cuidando da própria vida num futuro hostil, mas tudo muda quando ele é jogado no mundo de Imperator Furiosa (Charlize Theron), uma rebelde que fugiu da Cidadela de Immortan Joe com suas Esposas.

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Max e a coleira de Nux

Quando Max conhece Furiosa, ele está literalmente em uma coleira, ligada à sua focinheira e o pulso de Nux. O próprio George Miller declarou que vê Max como um cão selvagem que necessita de retenção, então quando Furiosa resolve ajudá-lo a se livrar do bocal, o processo continua em duas linhas: o estudo mental e a animalização. No momento em que Max concorda em ajudar Furiosa em sua missão de escapar com as esposas de Immortan Joe, ele encontra uma forma de “consertar” seus fracassos passados e atingir uma espécie de rendenção (que também é o objetivo principal da Imperatriz), ao mesmo tempo em que doma sua fera interior. Dessa forma, Furiosa também aprende a “domar” a fera que existe em Max, no momento em que lhe entrega um instrumento para abrir a focinheira, culminando na reveladora cena em que o  ex-policial desiste de atirar um rifle sniper e empresta seu ombro para que a rebelde passe a atirar – reconhecendo sua superioridade no quesito, em um dos muitos índices da forte presença feminista no filme.
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Max abraça a solidão em dois momentos distintos

Tendo visto o filme duas vezes, posso afirmar com certeza que as vozes e alucinações que assombram Max no primeiro ato não se manifestam após sua liberação da focinheira, com exceção de dois momentos reveladores: quando Max decide tomar seu próprio caminho após a frustração de Furiosa em descobrir a ruína de sua terra natal – e Miller até nos presenteia com uma rima visual que remete diretamente ao primeiro plano do filme, como se todo o ciclo fosse recomeçar caso Max permanecesse ali – e ao levar uma flechada quase letal, jogando-o em uma espécie de quase-morte, fazendo sentido a aparição fantasmagórica de sua filha (Max quase se junta a ela, afinal). Não estou dizendo que a focinheira era uma espécie de artefato mágico, mas sim uma metáfora para sua transformação que viria a seguir.

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Furiosa: libertadora de escravas, domadora de feras e reparadora de mentes

Na triunfante cena final, Max consegue com sucesso acompanhar Furiosa, as Esposas e as Mães de volta à Cidadela, onde o grupo é recebido com clamor e felicidade em decorrência da morte de Immortan Joe. Furiosa ascende, e Max discretamente se mistura à multidão e segue em seu caminho solitário (afinal, Max sempre foi o andarilho que acaba metido na história de outra pessoa), após trocar olhares de satisfação com sua parceira. Sua missão está cumprida, e não temos sinal das vozes ou alucinações de Max – ou seja, a redenção foi encontrada e, pelo menos nesta narrativa (futuras continuações podem me contrariar, claro), o distúrbio mental do protagonista teria chegado ao fim. A focinheira de tridente foi um mero símbolo, mas pelas mãos de Furiosa e de suas ações para ajudá-la, o Louco Max talvez não seja mais tão louco quanto o título sugere.

Por fim, o que essa análise nos revela? A importância de um trabalho sólido de customização e direção de arte, pois mesmo que Miller não tivesse a menor intenção de provocar a discussão, certamente tinha ciência do tipo de símbolo que colocara ali (aliás, encontramos referências diversas em Estrada da Fúria, de ecologia à mitologia nórdica) e só isso já garante ainda mais mérito à produção.

Muito para um filme que é assumidamente uma longa perseguição de carros.

Ação também é Arte.

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Clique aqui para ler em inglês

| Mad Max: Estrada da Fúria | Crítica

Posted in Ação, Cinema, Críticas de 2015 with tags , , , , , , , , , , , , , , on 14 de maio de 2015 by Lucas Nascimento

5.0

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Tom Hardy é Max Rockatansky: aí vem encrenca

Devo confessar que nunca fui um grande conhecedor de Mad Max, a trilogia de ação pós-apocalíptica do australiano George Miller. Aliás, foi só quando o sensacional primeiro trailer de Mad Max: Estrada da Fúria foi lançado que o Guerreiro da Estrada entrou no meu radar. E ainda bem que entrou. Odiaria ter perdido o espetáculo de ação que é sua nova aventura.

Sem nenhuma menção aos três longas anteriores, a trama começa num mundo devastado por guerras por água e petróleo, e uma subsequente destruição nuclear. Ali, o solitário Max Rockatansky (Tom Hardy) é capturado por guerreiros de uma sociedade dominada pelo tirano Immortan Joe (Hugh Keays-Byrne, que interpretou Toecutter no primeiro filme). Quando uma de suas generais, a Imperatriz Furiosa (Charlize Theron), se rebela e foge para o deserto com suas escravas, Joe coloca todo seu comboio atrás da rebelde, e Max acaba jogado no meio do conflito.

Primeiramente, não se surpreendem se a premissa parecer rasa ou simples demais. A franquia nunca foi conhecida por tramas mirabolantes ou grandes trabalhos de desenvolvimento de personagens, mas sim pela mitologia rica e vibrante com a qual sustentava um fiapo de história bem linear: o primeiro era uma simples história de vingança e o segundo não passava de uma grande missão de defesa, enquanto Além da Cúpula do Trovão, mesmo sendo um pouco mais elaborado, ainda era uma básica história de fuga. O próprio George Miller definiu Estrada da Fúria como “uma perseguição de carros de 2 horas”, e é exatamente isso o que vemos, em sua forma mais grandiloquente e satisfatória.

Com 70 anos de idade, Miller demonstra a energia de um adolescente (tal como Scorsese com O Lobo de Wall Street, comprovando que os velhinhos tão com tudo) no comando das melhores cenas de ação que você verá este ano, incluindo violentas batidas de automóveis customizados da forma mais abstrata e assassina possível, corridas alucinantes na barriga de uma surreal tempestade de areia e lutas insanas em caminhões em movimento, motos e até bastões acrobáticos. Tudo isso com uma direção compreensível (nada de câmera trêmula aqui) e dinâmica, favorecida pela montagem frenética de Jason Ballantine e Margaret Sixel e a trilha sonora fritada de Junkie XL. A fotografia de John Seale também ajuda a construir um visual lindíssimo, com uma paleta de cores dominada pelo laranja do deserto nas cenas diurnas, e por um azul fortíssimo nas noturnas.

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Charlize Theron é Furiosa: a heroína de ação definitiva de nossos tempos

Mas mesmo diante de um espetáculo robusto e uma trama rasa, Miller e os roteiristas Brendan McCarthy e Nick Lathouris conseguem circular temas pertinentes e criar personagens fortes dentro desse rico universo. A começar pela crise de água, que nunca pareceu tão atual (nos anos 70, era o petróleo) passando pela redenção (tema dos três personagens principais, incluindo o Nux de Nicholas Hoult) e o feminismo, que Miller acerta em cheio na forma da própria fuga das escravas (“Não somos objetos”, diz uma das pichações na parede) e da Furiosa de Charlize Theron. Está aí um exemplo de mulher forte, que apanha e solta porrada na mesma medida que o protagonista; remetendo diretamente à Tenente Ripley da Antologia Alien, senão mais forte ainda. Theron está excelente, não só pela dureza de Furiosa, mas também por seus raros momentos de fraqueza e desabafo emocional (o “grito mudo” no deserto é deslumbrante).

Por fim, mas não menos importante, Tom Hardy revela-se um sucessor digno para Mel Gibson na pele de Max. Tudo bem que o ator não tem muitos diálogos ou expressões aqui, transformando Max num guerreiro enigmático e perturbado, e também divertindo com algumas expressões rabugentas (suas reações ao ser amarrado na ponta de um carro são ótimas). E claro, temos o vilão Immortan Joe que já nasceu ícone: o design de sua máscara é realmente amendrontador, e este comprova-se como um dos antagonistas mais memoráveis que tivemos nos últimos tempos, sendo grotesco na medida certa. Aliás, todo o departamento de direção de arte e design de produção merecem aplausos pelo trabalho esplêndido com veículos, figurinos, maquiagem e objetos, todos com detalhes específicos brilhantes – eu mencionei que há uma guitarra-lança-chamas?

Mad Max: Estrada da Fúria é uma sinfonia de ação que reúne o que o gênero tem de melhor, provocando uma experiência vibrante em um universo rico e completamente surtado. O marketing não estava errado, 2015 realmente pertence aos loucos.

Leia esta crítica em inglês.

Tom Hardy duplicado no trailer de LEGEND

Posted in Trailers with tags , , , , , , on 30 de abril de 2015 by Lucas Nascimento

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Isso aí. Tom Hardy dá vida aos irmãos gêmeos Reginald e Ronald Kray, gânsteres que aterrorizaram Londres nas durante as décadas de 1950 e 1960. Brian Helgeland (Coração de Cavaleiro , 42) dirige o filme, que acaba de ganhar um vibrante teaser trailer.

Confira:

O elenco também conta com Emily Browning, Taron Egerton e Christopher Eccleston.

Legend estreia em 11 de Setembro no Reino Unido.

Mais um trailer de MAD MAX: ESTRADA DE FÚRIA

Posted in Trailers with tags , , , , , , , , on 31 de março de 2015 by Lucas Nascimento

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Com a estreia chegando, Mad Max: Estrada da Fúria ganhou mais um explosivo trailer. Não é tão vibrante e alucinante quanto os dois teasers do ano passado, mas ainda é capaz de impressionar por seu visual incrível e as acrobacias ousadas (e temos uma guitarra lança-chamas, pÔ).

Confira:

Dirigido por George Miller (responsável pela trilogia original de Mad Max), o filme traz Tom Hardy, Charlize Theron e Nicholas Hoult no elenco.

Mad Max: Estrada da Fúria estreia em 22 de Maio no Brasil.

| Locke | Crítica

Posted in Críticas de 2015, Drama, Home Video with tags , , , , , , , , on 1 de janeiro de 2015 by Lucas Nascimento

4.5

Locke
Tom Hardy é Ivan Locke

É difícil de se acreditar que um filme como Locke possa de fato existir. Aliás, que é possível ele existir, é perfeitamente possível, o que me surpreende é como a obra de Steven Knight é capaz de ser tão envolvente com tão, tão pouco.

A trama de Locke é toda ambientada no anterior de um automóvel, à medida em que um Ivan Locke (Tom Hardy) pega a estrada para Londres enquanto resolve uma série de problemas pelo telefone.

É isso aí, quase 90 minutos de Tom Hardy não fazendo nada além de dirigir e falar ao telefone. Ele não se envolve com mafiosos pelo caminho, não enfrenta um tornado, não tem um clone maligno no porta-malas ou nada de extraordinário acontece. Apenas um sujeito comum que subitamente vê sua vida virar de ponta cabeça ao enfrentar problemas de cotidiano. Sua amante vai dar a luz a seu filho bastardo, sua esposa enlouquece ao saber disso e seus contatos profissionais surtam ao saber de sua viagem de carro inesperada. O roteiro de Knight é simplíssimo e lida com as situações sem nunca nos mostrar os rostos das pessoas com quem Locke interage, e ele consegue nos interessar pelo desfecho destes. Não são situações originais ou mirabolantes, mas a humanidade do texto é capaz de prender completamente a atenção.

Sua câmera nunca sai do carro, então Knight e o diretor de fotografia Haris Zambarloukos enquadram o interior do compato BMW de todas as formas possíveis. Funciona, o que faz com que o espectador sinta-se um passageiro ao lado do protagonista, algo que é fácil de se identificar: quem nunca acompanhou alguém em uma longa viagem de carro pela noite? E numa situação problemática, ainda por cima?

E se Locke funciona, é graças a Tom Hardy. O ator tem a árdua tarefa de carregar o filme todo sozinho, e sem ter muito o que fazer a não ser manter as mãos no volante e manter a postura reta. Com um discreto sotaque galês, Hardy se sai muito bem ao manter a segurança e determinação de Locke diante da situação com cimento que tenta resolver para seu emprego, e é fascinante vê-lo lentamente se quebrando enquanto conversa com sua esposa ou seus dois filhos. Mas ao mesmo tempo, também notamos que Locke não se arrepende e não voltará atrás diante de sua escolha de não abandonar seu filho bastardo, afim de ser melhor do que seu pai ausente – a maneira como Knight retrata o fantasma do pai de Locke (quando a câmera foca o banco de trás vazio) é elegante e sutil.

Locke é um pequeno grande filme que realmente surpreende com sua capacidade de envolver, com o mínimo possível. Grande performance de Tom Hardy e uma direção eficiente, ainda que simplista, de Steven Knight. Juro que pagaria pra ver Locke 2: A Viagem de Volta.

Obs: O filme encontra-se atualmente no catálogo brasileiro do Netflix.

Elenco de ESQUADRÃO SUICIDA confirmado

Posted in Notícias with tags , , , , , , , , , , , on 2 de dezembro de 2014 by Lucas Nascimento

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A Warner enfim soltou o elenco oficial de Esquadrão Suicida, filme de supervilões da DC dirigido por David Ayer.

E ficou assim:

Jared Leto será o Coringa.
Margot Robbie será a Arlequina.
Will Smith será o Pistoleiro.
Tom Hardy será Rick Flagg.
Jai Courtney será o Capitão Bumerangue.
Cara Delevingue será a Encantadora.

Não sabemos nada sobre a trama, mas as filmagens começarão em Abril do ano que vem. O Lex Luthor de Jesse Eisenberg talvez apareça também.

Esquadrão Suicida estreia em 5 de Agosto de 2016.

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Fan art de Leto como Coringa