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Novo trailer de A COLINA ESCARLATE

Posted in Trailers with tags , , , , , , , , on 13 de maio de 2015 by Lucas Nascimento

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Um dos projetos em longa gestação do cineasta Guillermo Del Toro, A Colina Escarlate ganhou seu trailer internacional, que detalha um pouco mais a trama de terror protagonizada por Mia Wasikowska, Tom Hiddleston e uma misteriosa Jessica Chastain. O visual parece lindo, e o marketing promete a obra prima de Del Toro. Veremos:

A Colina Escarlate estreia em 26 de Novembro no Brasil.

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Primeiro trailer de CRIMSON PEAK

Posted in Trailers with tags , , , , , , , , on 13 de fevereiro de 2015 by Lucas Nascimento

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O novo filme de Guillermo del Toro vai ser um terror cheio de classe. Crimson Peak traz Tom Hiddleston, Mia Wasikowska e Jessica Chastain, e o primeiro trailer promete a obra-prima do cineasta mexicano. Confira:

Crimson Peak estreia em 16 de Outubro nos EUA.

| Amantes Eternos | Crítica

Posted in Cinema, Críticas de 2014, Drama, Romance with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on 15 de agosto de 2014 by Lucas Nascimento

4.5

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Tilda Swinton e Tom Hiddleston, perfeitos como o casal protagonista

Em 2008, o sucesso de Crepúsculo fez com que o mito dos vampiros levantassem de seus caixões, em uma dominação em massa da indústria cultural. Dentre a péssima saga de Stephanie Meyer, séries de TV como True Blood e The Vampire Diaries e algumas raras exceções no cinema – posto preenchido pelas adaptações sueca e americana de Deixa Ela Entrar – o vampiro novamente tomava conta do imaginário, mas não da forma como merecia. Atrasado alguns anos, o cineasta Jim Jarmusch traz sua visão para as criaturas noturnas com Amantes Eternos. E eu agradeço a ele por ter tornado o vampiro interessante novamente.

A trama é concentrada no casal de vampiros Adam (Tom Hiddleston) e Eve (Tilda Swinton). Vivendo com continentes de distância, os dois se reaproximam quando Adam enfrenta uma depressão e a irmã de Eve, Ava (Mia Wasikowska), chega na cidade.

 Não é exatamente a mais elaborada das premissas, e talvez por isso mesmo o filme se saia tão bem. Não é um de eventos, de acontecimentos, mas sim de contemplamentos e reflexões – mas sem optar para uma experiência onírica, mantendo uma narrativa convencional. Para isso, Jarmusch preenche a obra com fascinantes diálogos e monólogos sobre a existência humana ao longo dos séculos, transformando o filme em um estudo profundo – e ao mesmo tempo acessível – e rendendo alguns momentos divertidos, como quando o personagem de John Hurt insinua que William Shakespeare roubara todos os seus trabalhos. Também vale mencionar as sensacionais sutilezas, tal como a própria revelação das presas dos personagens, os copos antigos ou o momento em que Eve fita uma ilustração do “Pecado Original”, em mais uma referência (além dos próprios nomes) de que ela e Adam poderiam ser o casal primordial da Bíblia.

É muito interessante que o filme toque tanto na questão da produtividade cultural. Hurt tem seus bons momentos para falar sobre literatura, mas é realmente a música quem rouba os holofotes da produção. Adam e Eve são grandes admiradores musicais, e o próprio é responsável por algumas produções pessoais e experimentais. Elementos estes rendem a Amantes Eternos uma das experiências sonoras mais inspiradas do ano, que vão desde a coleção de vinis de Adam até suas hipnotizantes composições, que colocam o filme em uma áurea difícil de se colocar em palavras, totalmente única. E sendo criaturas imortais, é uma decisão genial fazê-los apaixonados por aquela que é a única presença imortal do mundo: a cultura.

Cultura, como o sangue ingerido incessavelmente pelos vampiros, é quase uma droga. A cena em que o fiel companheiro vivido por Anton Yelchin passa três discos de vinil para um comprador, é capturada por Jamursch quase como um contrabando, em mais uma pista do tipo de mundo onde é situada a história: uma Detroit desolada e obscura, diversas citações a uma vindoura guerra por água, escassez de recursos… Jamursch captura o contexto e o coloca sob as lentes superiores de seus protagonistas, que claramente enxergam os humanos (“zumbi” é um termo recorrente) como seres condenados.

Envolvente do início ao fim, Amantes Eternos é uma experiência belíssima e hipnotizante, uma história inteligente povoada por figuras ricas e absolutamente memoráveis. Como seus protagonistas, merece encontrar a imortalidade.

Marvel Studios Top 10

Posted in Especiais with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 4 de agosto de 2014 by Lucas Nascimento

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A estreia de Guardiões da Galáxia na última quinta-feira marca o 10º filme lançado pela Marvel Studios. Seis anos desde que Kevin Feige e cia lançaram o estúdio, com Homem de Ferro e O Incrível Hulk – e eu estive lá, conferindo todos no cinema(aliás, o blog também teve início em 2008).

Hoje, todos querem ser Marvel. A Warner corre atrás com a DC, a Sony tenta fazer algum sentido com seu Espetacular Homem-Aranha e até os monstros da Universal visam um universo compartilhado.

Enfim, enquanto tudo isso acontece, resolvi rankear pela primeira vez os 10 filmes do estúdio, de acordo com minha opinião pessoal.

Confira:

10. Homem de Ferro 3 (2013)

2.5

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Filme que inicia a Fase 2 da Marvel Studios no cinema, também encerra a trilogia de Tony Stark e traz a função de seguir o sucesso de Os Vingadores. Não é de se espantar que Homem de Ferro 3 seja irregular, mas impressiona o quão medíocre foi o resultado atingido. Não vou nem me referir à polêmica do Mandarim de Ben Kingsley (ou Guy Pearce, ou seja lá quem ele for de verdade), basta apontar as decisões que Shane Black tomou ao apostar em um longa centrado em Stark, perdido numa trama sem graça e entediante, dependente do carisma de Robert Downey Jr. Depois desse filme, cansei de Homem de Ferro solo.

Crítica

9. Thor (2011)

3.0

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O filme responsável por introduzir os elementos de magia à série traz um resultado irregular. Por um lado, as cenas mais fantásticas do Deus do Trovão e seus companheiros em Asgard funcionam (especialmente a relação deste com o ótimo Loki de Tom Hiddleston), mas quando acompanhamos o conceito de “peixe fora da água” vivido por Thor na Terra, o longa abraça sem vergonha o humor escrachado ao inserir diversas piadas com o personagem. Tendo em vista o vasto universo do personagem – que foi sacrificado para se concentrar nos Vingadores – era de se esperar mais de Thor.

Crítica

8. Homem de Ferro 2 (2010)

3.0

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Em uma sequência que tinha tudo para ser melhor que o original, Homem de Ferro 2 começa a série de problemas que se estenderiam até o lançamento de Os Vingadores. O grande problema foi a necessidade de ligar peças com outros filmes do estúdio, deixando pistas ali e aqui (e até tornando Nick Fury um dos principais coadjuvantes) para culminar no longa da superequipe. Não fosse tal complicação, o longa é praticamente uma comédia não assumida; já que é todo movido por piadas e diálogos irônicos, sacrificando o bom elenco aqui reunido (e transformando o alcoolismo de Stark em motivo de chacota). Pelo menos Downey Jr segura o show.

Crítica

7. Thor – O Mundo Sombrio (2013)

3.0

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Com o universo e os poderes do Deus do Trovão já estabelecidos, a continuação aprimora o anterior em praticamente todos os aspectos. Desde a direção mais estilosa de Alan Taylor (responsável por alguns episódios de Game of Thrones) até o maior destaque fornecido ao Loki de Hiddleston, O Mundo Sombrio agrada pela fantasia e a ação. Decepciona no quesito vilão (o sem sal Malekith, vivido por Christopher Eccleston) e inicia o aparente esgotamento da fórmula Marvel; que sempre precisa de uma grande batalha e uma ameaça à Terra no final.

Crítica

6. Capitão América – O Primeiro Vingador (2011)

3.5

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E o “primeiro vingador” foi o último a ser apresentado nos cinemas, curiosamente. Ainda que traga consigo os mesmos erros dos filmes anteriores (que chega a ser gritante na cena final), Capitão América – O Primeiro Vingador agrada por seus elementos de filme-B e a ambientação de Segunda Guerra Mundial. Traz um vilão carismático na pele de Hugo Weaving e também mostra que, mesmo tendo sido muito criticado durante sua contratação, Chris Evans consegue segurar o filme tranquilamente na pele do protagonista.

Crítica

5. Capitão América 2: O Soldado Invernal (2014)

3.5

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Uma das grandes surpresas do estúdio, O Soldado Invernal impressiona pela abordagem crua e sombria, incomum na maioria das produções do estúdio. Os irmãos Anthony e Joe Russo claramente se inspiram em filmes como Três dias do Condor e a Trilogia Bourne para criar um thriller político de espionagem, com direito a conspirações, paranóias e cenas de ação que despontam como as melhores. Tenho meus problemas com a presença da Hydra no filme (algo que não vejo sentido nem coerência no século XXI), mas o resultado é bem eficiente.

Crítica

4. O Incrível Hulk (2008)

4.0

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Com o fracasso do Hulk de Ang Lee, entra Edward Norton para estrelar um reboot do personagem. E O Incrível Hulk é o que o novo Homem-Aranha deveria ter sido: não gasta muito tempo explicando novamente as origens do monstro verde, desenvolve uma trama completamente diferente do anterior e consegue ser melhor do que o original. As cenas de ação são muito melhores e o roteiro acerta ao apostar em uma história intimista de perseguição. Só o visual do verdão que fica devendo, sendo melhor resolvido na versão com Mark Ruffalo.

Crítica

3. Os Vingadores – The Avengers (2012)

4.0

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E foi tudo para isto! Em 2012, aquele que foi taxado como o “mais ambicioso filme de super-heróis de todos os tempos” enfim foi lançado. Dirigido por Joss Whedon, Os Vingadores – The Avengers vale a espera e rende uma experiência muito divertida (mas sem apelar ao humor idiota) e repleta de ótimas cenas de ação, bem suportadas pelo eficiente trabalho com efeitos visuais. O entrosamento entre os heróis – ainda que Robert Downey Jr seja o rouba-cenas da vez – é certamente o motivo do sucesso.

Crítica

2. Guardiões da Galáxia (2014)

4.0

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Uma das apostas mais arriscadas do estúdio, e que funciona maravilhosamente bem. Quem me acompanha aqui sabe que foram necessárias duas exibições para que eu realmente aproveitasse aquilo que Guardiões da Galáxia tinha a oferecer, que é uma divertida aventura espacial regada a trilha sonora dos anos 80, sobrando doses de nostalgia. Tem seus problemas na história, mas traz alguns dos personagens mais carismáticos que o estúdio já viu, e tem seu sucesso garantido graças às performances e interações destes. Quem é Tony Stark perto de Rocket Raccoon?

Crítica

1. Homem de Ferro (2008)

4.5

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Já se passaram 6 anos, e a Marvel ainda é incapaz de superar o feito de seu filme de estreia. Com um super-herói desconhecido pelo público geral e uma performance monstruosamente carismática que ressuscitou Robert Downey Jr, a editora inicia positivamente sua jornada para dominar o mundo, impressionando com a qualidade dessa aventura que mistura ação, humor e bons personagens em uma trama muito bem amarrada. O melhor filme do estúdio, e um dos melhores do gênero a aparecer nos ultimos tempos.

Crítica

E aí, qual o seu top 10? Comente!

| Thor: O Mundo Sombrio | Retorno do Deus do Trovão conserta erros do antecessor

Posted in Ação, Adaptações de Quadrinhos, Aventura, Cinema, Críticas de 2013 with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 1 de novembro de 2013 by Lucas Nascimento

3.0

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Jane Foster (Natalie Portman) dá uma bronca em Thor (Chris Hemsworth)

Um problema quase que unânime nos filmes do Universo Cinematográfico Marvel é a impessoalidade de seus respectivos diretores. Em seus 8 filmes lançados até agora, foi raro encontrar ali um diretor que demonstrasse criatividade no ramo de contar histórias, seja narrativa ou puramente visual; a exceção fica com Joss Whedon em Os Vingadores e Kenneth Branagh em Thor – mas esse último perde pontos por se entregar puramente à estética. Achei que seria diferente com Thor – O Mundo Sombrio, mas parece que a Marvel novamente dominou o lado criativo. O resultado, no entanto, não é nada mal.

A trama assinada a seis mãos é ambientada após os eventos de Os Vingadores, com Loki (Tom Hiddleston, roubando o show mais uma vez) sendo confinado às masmorras de Asgard por seu pai (Anthony Hopkins) e Thor (Chris Hemsworth) lutando para restaurar a paz entre os Nove Reinos. Paralelo a isso, a perigosa raça dos Elfos Negros, liderada pelo grotesco Malekith (Christopher Eccleston), acorda quando um misterioso artefato de seu povo é descoberto pela cientista Jane Foster (Natalie Portman) na Terra. Para salvar o reino e sua amada terráquea, Thor deverá formar uma frágil aliança com seu irmão Loki para impedir Malekith de… destruir o Universo, é.

De início de conversa, já é quase que evidente atestar a superioridade deste novo filme em relação ao de 2011. O diretor Alan Taylor não impressiona por sua criatividade, mas ao menos merece méritos por fornecer uma abordagem mais medieval e suja ao universo do Deus do Trovão, deixando de lado o visual clean e shakespeariano de Kenneth Branagh – algo também proporcionado pelo excelente trabalho de direção de arte, que mescla elementos vikings com artilharias dignas de Star Wars (os efeitos sonoros, aliás, remetem muito à saga de George Lucas. Com a Disney bancando as duas franquias, deve ser fácil ter acesso à biblioteca de Ben Burtt). Outra correção essencial é o tom da produção: enquanto o primeiro se perdia em seus excessos de humor (outro recorrente problema no universo Marvel), O Mundo Sombrio sabe exatamente quando e onde encaixar suas piadas, gerando um bom timing graças à pequenos detalhes cômicos; como o herói “pendurando” seu martelo na parede de um apartamento.

O grande problema fica na história mesmo. Ainda que mais empolgante e complexa do que a de seu antecessor, os roteiristas criam uma série de conceitos que se perdem dentro da própria lógica (nem o tal do Mundo Sombrio do título ganha uma explicação eficiente). Toda a questão de passagens entre diferentes dimensões faz sentido no início, mas é completamente extrapolada em seu clímax (o que rende uma boa cena de ação, mas sacrifica a compreensão “científica” do espectador). Quem sai perdendo também é a Sif de Jaimie Alexander, que ganha considerável destaque no primeiro ato da projeção – surgindo como potencial interesse amoroso – simplesmente para ser esquecida da metade pro fim, enquanto o vilão de Christopher Eccleston chama a atenção meramente por seu visual elaborado, já que encarna uma figura essencialmente maniqueísta e sem motivações devidamente exploradas.

No fim, Thor: O Mundo Sombrio é um bom filme, mesmo com seus muitos problemas. Diverte, demonstra uma evolução no “Marvel way of cinema” ao corrigir problemas de tom e, felizmente, não cai na armadilha de simplesmente servir como prelúdio ao eventual Os Vingadores 2. Mas mais do que a segunda união da superequipe, é a continuação da trama de Asgard que desperta mais interesse.

Isso nos revela como o Deus do Trovão pode se virar sozinho na tela grande.

Obs: Há DUAS cenas adicionais após o filme. Uma durante os créditos finais e outra no término destes. Não iniciados certamente ficarão no ar com a primeira cena, então aí vai uma explicação: aquela cena nos apresenta ao universo de Os Guardiões da Galáxia, arriscada aposta da Marvel no gênero da ficção científica, que ganhará as telonas em Agosto do ano que vem.

Obs II: Como de costume, Stan Lee faz uma rápida aparição especial. E ele não é o único, mas paro por aqui para não estragar uma GRANDE surpresa…

Obs III: O 3D convertido é absolutamente descartável.

Leia esta crítica em inglês.

THOR: O MUNDO SOMBRIO ganha empolgante trailer

Posted in Trailers with tags , , , , , , , on 7 de agosto de 2013 by Lucas Nascimento

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Sinceramente, não botava muita fé em Thor: O Mundo Sombrio. Mas depois do novo trailer divulgado hoje, a expectativa aumentou bastante e agora fico ansiosamente no aguardo da nova aventura do Deus do Trovão vivido por Chris Hemsworth – que o colocará lado a lado com o maligno irmão Loki (Tom Hiddleston) e trará a cientista de Natalie Portman para seu mundo. Confira:

Thor: O Mundo Sombrio estreia em 1º de Novembro.

Deus do trovão solta os raios no primeiro pôster de THOR: O MUNDO SOMBRIO

Posted in Notícias with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 19 de abril de 2013 by Lucas Nascimento

Com a estreia de Homem de Ferro 3 se aproximando a cada minuto, a Marvel Studios começa a agora a trabalhar na divulgação de seu próximo lançamento. Assim, hoje tivemos o primeiro pôster oficial de Thor: O Mundo Sombrio, que traz uma arte estilosa onde o herói de Chris Hemsworth envolto de raios. Boa arte, ainda que pouco reveladora. Confira:

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Ainda não se sabe muito sobre a trama da continuação, apenas que trará mais cenas em Aasgard do que na Terra, prometendo ser muito mais épico e viking. Pra comandar o barco, está o diretor Alan Taylor (que já cuidou de vários episódios da série Game of Thrones). Tom Hiddleston, Natalie Portman e Anthony Hopkins reprisam seus respectivos papéis.

Thor: O Mundo Sombrio estreia em 8 de Novembro.