Arquivo para universo

| Anjos da Lei 2 | Crítica

Posted in Cinema, Comédia, Críticas de 2014 with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 4 de setembro de 2014 by Lucas Nascimento

4.0

22jumpstreet
Jonah Hill e Channing Tatum estão de volta

Continuações são arriscadas. Especialmente se estivermos no âmbito das continuações de comédias, que tendem muito a decepcionar: a trilogia Se Beber, Não Case! é o perfeito exemplo de uma boa piada que funcionou uma vez e foi estuprada para render continuações “maiores e melhores”, praticamente repetindo passo a passo a fórmula do original. É justamente esse sistema que Anjos da Lei 2 ataca, e o faz isso de forma inteligente e, mais importante, engraçada.

A trama começa logo depois dos eventos do primeiro filme (com direito até a um “Previously on…”), com Schmidt (Jonah Hill) e Jenko (Channing Tatum) recebendo a missão de se infiltrar em uma faculdade local e capturar um traficante que anda espalhando uma nova droga experimental pelo campus. À medida em que os dois vão se misturando em grupos sociais distintos, a parceria dos dois vai sofrendo atritos.

Se você prestou atenção, reparou que a premissa é EXATAMENTE igual à do primeiro, trocando apenas o ensino médio pelo superior. O roteiro assinado por Michael Bacall, Ori Uziel e Rodney Rothman continua martelando na metalinguagem, o que novamente rende algumas das melhores piadas: personagens repetindo o tempo todo que Schmidt e Jenko façam “exatamente a mesma coisa da última vez”, repetições que se dão conta de que são repetições e há até uma perseguição de carros onde o personagem de Hill orienta o companheiro para não destruir nada que a Polícia não possa pagar, já que o departamento estourara o orçamento estabelecido pela polícia, quase como uma produção hollywoodiana se descontrolando. É a metalinguagem da metalinguagem.

Mas se a proposta deliberadamente levaria Anjos da Lei 2 para o caminho sombrio do qual faz piada, é aí que a trama começa a trazer reviravoltas e se diferenciar da fórmula do primeiro, especialmente na resolução do caso. A introdução de coadjuvantes carismáticos, nas figuras de Wyatt Russell, Amber Stevens (lindíssima) e Jillian Bell – além da decisão acertadíssima de expandir o personagem de Ice Cube – enriquecem o universo meta e repleto de referências pop criado pelos diretores Phil Lord e Chris Miller – que devem estar agora relaxando em uma paraíso tropical, dada a incrível sequência de sucessos que a dupla vem mantendo. Jonah Hill e Channing Tatum também continuam divertidos em sua relação quase homoafetiva, rendendo diversos trocadilhos do tipo “eu acho que é hora de nós começarmos a investigar outras pessoas” ou até uma inesperada e afetada terapia de casais.

Anjos da Lei 2 é engraçado e inteligente como o primeiro, aperfeiçoando praticamente todo setor da produção (só peca ao ter um vilão menos carismático do que Rob Riggle) ao mesmo tempo em que ri de seus próprios absurdos. E tem provavelmente a melhor sequência de créditos finais já produzida na História, literalmente deixando a melhor piada para o final.

Imperdível. Realmente espero que a dupla não custe a se mudar para o número 23 da Jump Street.

Obs: Diversas participações especiais divertidíssimas ao longo do filme. Fiquem de olho.

Obs II: Há uma cena após os créditos.

Universal vai criar um universo cinematográfico de Monstros

Posted in Notícias with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 17 de julho de 2014 by Lucas Nascimento

universal-monsters

A Marvel Studios começou em 2008 o seu próprio Universo Cinematográfico de super-heróis, começando com Homem de Ferro até chegar em Os Vingadores, e agora muitos outros. A DC Comics tentou com Lanterna Verde em 2011, mas fracassou, e depois conseguiu com O Homem de Aço uma forma de construir seu universo da Liga da Justiça. Até a Sony insiste em fazer um do Homem-Aranha, com o reboot Espetacular rendendo derivados de Venom e do Sexteto Sinistro.

Agora, é a vez da Universal. Mas se engana quem pensa que é a primeira vez, já que o estúdio fazia isso muito antes da Marvel engatinhar. Na década de 30, o estúdio prosperava com longas do Conde Drácula, Frakenstein, Lobisomem, Múmia, Homem-Invisível e até o Fantasma da Ópera, e muitas vezes ganhávamos crossovers entre eles (aliás, confira o sensacional box em blu-ray que o estúdio lançou).

Pois agora, com o sucesso da Marvel, o estúdio aposta em Chris Morgan (Velozes e Furiosos 3, 4, 5, 6 e 7) e Alex Kurtzman (Star Trek, O Espetacular Homem-Aranha 2) para dar vida nova aos icônicos monstros, começando com o reboot de A Múmia que acontecerá em 2016.

A questão é: como fazer funcionar? Qual a abordagem certa? Teríamos um tom dark e de terror ou uma reinvenção retardada como a vista em Frankenstein: Entre Anjos e Demônios? Eu torço para a primeira opção, não acho que a ação funciona com esse tipo de personagem.

Bom, se tudo der errado sempre teremos os filmes originais e mais temporadas de Penny Dreadful.

| 2001: Uma Odisseia no Espaço | Stanley Kubrick testa os limites da ficção científica

Posted in Clássicos, Críticas de 2012 with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 30 de outubro de 2012 by Lucas Nascimento

I am putting myself to the fullest possible use, which is all I think that any conscious entity can ever hope to do. – HAL 9000

The Dawn of  the Odissey

A ficção científica talvez seja o gênero mais ambicioso do cinema. Seus conceitos e rumos idealizados ultrapassam os limites da imaginação e do explicável, especialmente na busca por respostas às perguntas mais enigmáticas da História da humanidade: quem somos nós? De onde viemos? Para onde iremos? E, finalmente, estamos sozinhos no Universo?

Em uma época em que o gênero traduzia cinematograficamente a paranóia da Guerra Fria entre EUA e União Soviética (Guerra dos Mundos e O Dia em que a Terra Parou são apenas alguns exemplos de obras que batem na tecla da invasão norte-americana por uma força desconhecida e o perigo quanto ao uso da bomba atômica), o já controverso Stanley Kubrick se une com o escritor Arthur C. Clarke para adaptar às telas o romance 2001: Uma Odisseia no Espaço. 

Já tendo abordado o conflito russo-americano em 1965 com a ótima paródia Dr. Fantástico, Kubrick coloca as questões políticas do evento de lado e parte para responder as perguntas trazidas no início do texto. A trama de 2001 não é das mais fáceis de sumarizar – e muito menos de acompanhar. Seria simples classificá-la como uma história do homem explorando o espaço, mas o mais apropriado seria vê-la como uma história sobre o próprio Homem.

E tal História, cujo percurso levou incontáveis gerações e infinitas descobertas, Kubrick resume em um único corte. A famosa e mais longa transição de tempo já registrada no cinema, quando um dos primatas descobre a ferramenta – e, posteriormente, a arma – ocorre um salto temporal para o futuro, onde observamos um dispositivo nuclear no espaço (que muitos acreditavam tratar-se de uma espaçonave, mas a presença de um armamento faz mais sentido). Um dos recursos visuais que só a Sétima Arte oferece, e nas mãos de um de seus maiores mestres, torna-se uma elegante e sutil ferramenta narrativa.

Mission: Jupiter


I’m Sorry, Dave: HAL 9000 é um dos ícones da ficção científica

Como disse há alguns parágrafos acima, a trama de 2001 é complicada. Sua execução requer muita paciência do espectador por não adotar uma narrativa “tradicional”, trazendo poucos diálogos em seu roteiro, abraçando o silêncio (esse talvez seja o único longa do gênero que retrata a ausência de som no espaço, substituindo-o por lindas peças de música clássica) e uma incerteza quanto a seu protagonista. Em quase 1 hora de filme, já fomos apresentados a dois grupos distintos de personagens (os primatas e a equipe de expedição à Lua) e só a partir daí o longa encontra seu “protagonista” definitivo, o astronauta Dave Bowan.

Acompanhado de seu parceiro Frank Poole, Dave comanda a Missão Júpiter, que visa levar – pela primeira vez na História – o homem ao planeta que batiza a missão. Junto com os astronautas, há uma equipe de cientistas em estado de hibernação e uma inovadora unidade HAL 9000, um painel de computador com inteligência artifical e que administra todas as funções da nave. Isso mesmo, os controles, direções e praticamente tudo de relevante à missão é posto nas mãos de uma máquina.

E é essa a grande virada do filme: a revolta de HAL. Ainda que tenha apenas uma luz vermelha como representação física, a espetacular dicção de Doug Rain (intérprete vocal do computador) consegue propocionar ao personagem uma áurea assustadora (sua total inexpressividade ao declarar suas sentenças o tornam quase imprevisíveis) e, em contrapartida, emocional. Reformulo aqui o que havia dito no início do texto sobre a influência da Guerra Fria na produção, e enxergo que tal revolta é uma alegoria do avanço tecnológico – uma corrida armamentista, naquele período – e o perigo de responsabilizar importantes tarefas à criações artificiais. Um alerta atemporal, convenhamos.

To Infinity, and Beyond!


Uma nova aurora para o Homem?

Antes que me esqueça, temos o enigmático monolito. Sempre acompanhado da perturbadora “Requiem” de Ligeti (que bolaria uma composição igualmente brilhante para o último trabalho de Kubrick, De Olhos Bem Fechados), o objeto alienígena extraterrestre representa uma forma de inteligência superior; seria alienígena? Seria algo relacionado a Deus? A presença do obelisco assusta pela simplicidade de sua estrutura e pelo inexplicável fascínio que este causa, característica que Kubrick consegue transmitir através dos longos planos em que o monolito “encara” a câmera e os lindos closes em que a mão humana o toca.

E então chegamos àquele final. Aquela monstruosa conclusão que envolve o protagonista.

Não é claro para mim o destino de Dave em 2001. Talvez seja algum tipo de metamorfose ou a suprema forma de evolução, mas o próprio Stanley Kubrick afirmou que seu final não tem uma explicação coletiva; cada espectador tiraria suas próprias conclusões a respeito e formularia suas próprias teorias. Eu não preciso saber o que acontece ao final da projeção. Na minha visão, é algo tão belo e tão grandioso que dispensa explicações e não existem palavras que façam justiça às majestosa imagens que congelam até o mais cético dos espectadores.

É a beleza de 2001: Uma Odisseia no Espaço. Um filme homérico que dispensa explicações e impressiona com suas ideias, naquele que é, sem sombra de dúvida, o filme mais ambicioso do gênero.

| Lanterna Verde | Estabelecendo mais um universo

Posted in Adaptações de Quadrinhos, Aventura, Cinema, Críticas de 2011, Ficção Científica with tags , , , , , , , , , , , , , , on 20 de agosto de 2011 by Lucas Nascimento

 


Realmente, essa máscara esconde bem o rosto de Ryan Reynolds…

Num ano repleto de filmes de super-herói, Lanterna Verde era o que certamente trazia mais trabalho em sua composição. Não só pela complexidade com efeitos visuais, mas pela tarefa de introduzir um universo completamente novo e expandido para o cinema. O filme até que cumpre bem o seu papel nesses termos, mas deixa o cuidado com o roteiro de lado.

Contando a origem do super-herói da DC, a trama gira em torno do piloto de caças Hal Jordan (Ryan Reynolds), que é escolhido por um anel mágico para se tornar parte de uma polícia intergaláctica conhecida como Tropa dos Lanternas Verde. A ameaça da vez é uma entidade monstruosa conhecida como Parallax.

Em primeiro lugar, Lanterna Verde é lindo. A fotografia (repleta de iluminação cor verde, claro), a direção de arte criativa e os bem utilizados efeitos visuais (o uniforme do Lanterna Verde é show) impressionam e conferem ao filme um verdadeiro deleite visual. Bacana, mas mesmo que a embalagem esteja bem enfeitada, o que realmente importa é o que vem dentro e os produtores não forneceram o a mesma dedicação à trama do filme.

Terrivelmente mal escrito a oito mãos, o roteiro faz um péssimo trabalho no desenvolvimento de personagens. Hal Jordan é um preguiçoso, desleixado e irresponsável e – após a chegada dos poderes do Lanterna Verde – muda completamente e assume a postura heróica. Já é o segundo filme do ano que apresenta exatamente o mesmo problema (isso mesmo, Thor), a mudança de espírito mais uma vez é preguiçosamente mal executada e mesmo que Ryan Reynolds consiga exibir certo carisma e teor cômico, não tem a seriedade de um super-herói.

Um bom fator é o vilão Hector Hammond, vivido com talento por Peter Saarsgard. Interpretando um biólogo que entra em contato com um espécime alienígena, ele possui uma trajetória muito mais interessante do que a de Jordan; até o diretor Martin Campbell parece se dedicar mais nas cenas de transformações do personagem (completadas com uma excelente maquiagem), mas o roteiro peca ao lhe oferecer um papel ridículo no terceiro ato. Quem se destaca também é Mark Strong, que finalmente troca o papel de vilão pelo do instrutor Sinestro.

Mas a melhor coisa em Lanterna Verde é mesmo a diversão. Mesmo que defeituosa, a trama está centrada no personagem e não em um grupo maior, como faz a Marvel em sua maldita Iniciativa aos Vingadores, o que faz lembrar (vagamente) ao Homem-Aranha de Sam Raimi. Possui boas cenas de ação e um clímax mediano, não extendendo-se mais do que o necessário e oferecendo um interessante gancho para uma vindoura continuação.

O que podemos tirar desse Lanterna Verde é uma boa diversão e que o universo do personagem agora está estabelecido de forma clara no cinema. A continuação pode focar-se mais no personagem e tem tudo para funcionar.

Não caia no sono! – Especial A HORA DO PESADELO

Posted in Especiais with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 5 de maio de 2010 by Lucas Nascimento

Ansioso como eu para a estreia do remake de A Hora do Pesadelo? Então você vai adorar este novo especial. Continue lendo e… Não caia no sono!

O Clássico

                                                   Robert Englund como o Freddy original

O primeiro filme de A Hora do Pesadelo foi lançado em 1984, dirigido pelo genial Wes Craven. O filme grotesco e bem trash, é hoje visto como um clássico e o assassino Freddy Krueger tornou-se um dos mais memoráveis personagens do cinema. Gerou uma série de continuações que, apesar de divertidas, não chegaram aos pés do original. Robert Englund ficou imortalizado como o personagem, interpretando-o nos sete filmes da série, incluindo um confronto com Jason Voorhees.

Origem do Personagem

Wes Craven relatou algumas vezes, as principais inspirações para a criação do personagem: Quando estava na escola, foi perseguido por um valentão chamado Fred, levou um susto de um mendigo usando um suéter listrado e ficava fascinado com seu gato arranhado a parede. Além disso, ele buscou inspiração em uma reportagem de jornal que mostrava pessoas que tinham pesadelos tão intensos que o ritmo cardíaco aumentava até a morte delas. Agora se os pesadelos eram com um homem de luva de garras…

O Remake

Depois de dar um novo ar ao assassino Jason Vorhees de Sexta-Feira 13,a Platinum Dines resolveu fazer o mesmo com Freddy Krueger. O escolhido foi Jackie Earle Haley, que não só foi aprovado por Robert Englund, como também tem o físico e as feições mais próximas que o personagem exige.

 Dirigido por Samuel Bayer e produzido por Michael Bay (se o filme der errado já temos em quem por a culpa), o filme promete ser muito mais sombrio e sério do que a franquia original, eliminando o lado cômico de Freddy e expandindo seu universo um pouco mais, lidando com a questão se o assassino era ou não, um pedófilo.

Personagens

Freddy Krueger (Jackie Earle Haley)

Acusado de pedofilia, Freddy Krueger foi caçado e morto pelos pais das crianças acusadas. Incinerado, Krueger retornou como um espírito, atacando adolescentes em seus sonhos e, matando-as na vida real. Rosto queimado, chapéu fedora, suéter listrado e a luva de garras que não podia faltar, o assassino tem a capacidade de fazer o que quiser nos sonhos: mudar seu tamanho, manipular cenários… Tudo.

 

Nancy Holbrook (Rooney Mara)

Personagem do original de 1984, a adolescente Nancy é, de longe, a protagonista do longa e principal oponente de Freddy neste filme. Ela e seus amigos procurarão uma forma de impedir o assassino dos sonhos de parar com seus crimes. Nancy conhecia Freddy desde criança, sendo provavelmente sua primeira vítima, mas não se lembra dele. Ela trabalha como garçonete em um café-restaurante.

 

 

Quentin O’Grady (Kyle Gallner)

Quando passa a ter sonhos com Freddy, o jovem Quentin passa a pesquisar sobre o assassino e maneiras para ficar acordado. Ele acha que todos devem se unir e encontrar uma solução. Tem uma queda por Nancy.

 

 

 

 

Dean Russell (Kellan Lutz)

 Namorado de Kris Fowles, Dean é o primeiro que começa a sofrer os pesadelos de Freddy Krueger, tentando alertar seus amigos sobre o perigo de cair no sono. Infelizmente ele é morto pelo serial killer antes de dar mais explicações.

 

 

 

Jesse Braun (Thomas Dekker)

Jesse é o cara mais confiante e determinado do grupo. Dá a iniciativa para que todos parem de dormir, mas é preso quando Kris é assassinada por Freddy e ele é confundido com o maníaco, indo parar na prisão.

 

 

 

 

Kris Fowles (Katie Cassidy)

 Tenho quase certeza de que Kris é “a amiga gostosa que morre rápido”. Ela é uma das primeiras vítimas de Freddy (como o trailer deixa bem claro) e, antes de morrer, tem o papel de protagonista. Ela segue uma das garotinhas sinistras que pulam corda em um de seus sonhos, procurando encontrar pistas sobre o maníaco.

 

 

 As 5 melhores mortes de Freddy Krueger

Já que o novo filme vai ser bem sério, não teremos cenas de pesadelos malucas e divertidas como a da série original. Acompanhem comigo as 5 melhores mortes causadas por Freddy Krueger, de acordo com minha opinião pessoal. Atenção, alguns clipes podem possuir cenas fortes.

5- Duelo nos quadrinhos

É evidente que Freddy Krueger tenha perdido seu elemento de terror, transformando-se em um verdadeiro palhaço. Prova disso? Confira a cena de A Hora do Pesadelo 5 – O maior horror de Freddy, onde o assassino persegue um adolescente em uma hq(!), de skate(!!) e a vítima transforma-se em um super-herói (!!!) e Freddy em um super-vilão(!!!!).

4-  Engolido na cama

Haja galões de sangue falso… Em uma cena do primeiro filme da série, Johnny Depp tira um cochilo em sua cama, sendo puxado por Freddy para dentro dela. O resultado? Confira abaixo, em uma cena que ainda dá calafrios:

3- Moto transformista

Cena muito interessante, onde um dos protagonistas tenta fugir em uma moto, mas tem uma grande surpresa… O veículo transforma-se em Freddy, que começa a se fundir com o adolescente. Para a época, foi um efeito muito bem produzido.

2- Perseguição de Tina

Mais uma do primeiro filme, é sem dúvida uma clássica cena; quando vemos Freddy pela primeira vez, damos uma boa olhada em sua cara e vemos o que ele pode fazer. Sempre dou risada quando ele sai de trás da árvore.

1- A Marionente

Número um! Minha morte preferida vem do terceiro filme da série, e mostra Freddy fazendo de um adolescente uma marionente. É uma cena bem arrepiante, bem pensada e o stop-motion de Krueger é sensacional.

Vídeo comemorativo

Para aproveitar o lançamento do filme, confiram abaixo um vídeo que editei, com a colaboração do meu amigo Mecca Esportes, com cenas do novo filme e a sinistra música Requiem for a Dream. Aproveitem:

Bom, o especial vai ficando por aqui, espero que tenham gosta e entrem no fim de semana para conferir a crítica. Antes de ir, quero todo mundo em coral cantando a sinistra música de Freddy:

One, Two, Freddy’s comming for you

Three, four, better lock your door

Five, six, grab a crucifix

Seven and eight, gonna stay up late

Nine, ten, never sleep again