Arquivo para vilão

Veja artes promocionais de STAR WARS: EPISÓDIO VII – O DESPERTAR DA FORÇA

Posted in Notícias with tags , , , , , , , , , on 16 de abril de 2015 by Lucas Nascimento

Hoje acontece o Star Wars Celebration nos EUA, que muito provavelmente culminará no lançamento do novo trailer de O Despertar da Força. Enquanto a hora não chega, algumas artes expostas no evento começaram a cair na rede, mostrando o vilão Kylo Ren e um exército de stormtroopers. Confira:

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Fiquem ligados para o lançamento do novo trailer…

Star Wars: Episódio VII – O Despertar da Força estreia em 18 de Dezembro.

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Christoph Waltz será o vilão de BOND 24

Posted in Notícias with tags , , , , , , , on 13 de novembro de 2014 by Lucas Nascimento

WALTZ

Depois de muitas especulações e nomes que foram de John Travolta a Chiwetel Ejifor, o 24º filme de 007 parece enfim ter encontrado seu vilão: Christoph Waltz, a sensacional nova figurinha de Quentin Tarantino. Não foi confirmado pelo estúdio ainda, mas uma fonte certeira afirma que Waltz será o principal antagonista da produção, que terá também Léa Seydoux (Azul é a Cor Mais Quente) como uma femme fatale e Dave Bautista (Guardiões da Galáxia) como um adversário aos moldes de Jaws.

Ótima escalação, uma boa escolha para seguir o genial Silva de Javier Bardem, em Operação Skyfall. Daniel Craig reprisa o papel de James Bond, enquanto Ralph Fiennes, Ben Whishaw e Naomie Harris retornam como as novas versões de M, Q e Moneypenny.

As filmagens do filme de Sam Mendes estão para começar na Áustria, com um lançamento previsto para Outubro de 2015.

Jared Leto pode ser o novo Coringa

Posted in Notícias with tags , , , , , , , , on 7 de novembro de 2014 by Lucas Nascimento

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É, uau. A Warner Bros segue construindo seu universo da DC nos cinemas, e a última notícia é de que o estúdio pensa em Jared Leto para assumir o papel do Coringa em Esquadrão Suicida, que será dirigido por David Ayer. O papel fora oferecido a Ryan Gosling, que recusou.

E aí, será que Leto tem os culhões para assumir o personagem após o trabalho icônico de Heath Ledger?

Fico curioso, mas minha escolha ainda seria Christoph Waltz.

Esquadrão Suicida estreia em Agosto de 2016.

Pôster de OS VINGADORES 2 – A ERA DE ULTRON

Posted in Notícias with tags , , , , , , , , , on 26 de julho de 2014 by Lucas Nascimento

Hoje a Marvel Studios apresenta seu painel na Comic Con de San Diego, e esta culmina com o lançamento dos dois últimos pôsteres de personagens de Os Vingadores 2 – A Era de Ultron. Juntos, os cartazes formam uma arte gigante que ilustra o combate do grupo contra o exército de robôs do vilão Ultron. Confira:

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Espere por muitas novidades hoje!

Os Vingadores 2 – A Era de Ultron estreia em 30 de Abril de 2015.

| Transformers: A Era da Extinção | Crítica

Posted in Ação, Aventura, Cinema, Críticas de 2014 with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 16 de julho de 2014 by Lucas Nascimento

1.5

TransformersAgeofExtinction
Calma, tem Jurassic Park ano que vem…

Juro que eu nem sei por onde começar.

Por uma série de motivos pessoais, não consumo nenhum tipo de substância intorpecente, seja álcool, ervas ou qualquer outro variante. Mas quando Optimus Prime surge cavalgando um dinossauro metálico cuspidor de fogo em Transformers: A Era da Extinção, eu desejei que pudesse magicamente ficar chapado. É a única maneira de suportar essa pérola do mestre Michael Bay.

A… Trama é novamente roteirizada por Ehren Kruger (responsável pelos dois últimos filmes da franquia), e traz a Humanidade se voltando contra todos os Transformers – Decepticons e Autobots – dadas as consequências da batalha de Chicago, que detonou toda a cidade e incontáveis vidas humanas em O Lado Oculto da Lua. Nesse cenário de caçadas, encontramos o inventor Cade Yaeger (Mark Wahlberg), que é surpreendido ao descobrir que o caminhão velho que adquiriu é na verdade o líder dos Autobots, Optimus Prime. A descoberta coloca ele, sua família e os robôns na mira da CIA, e também de um misterioso caçador de recompensas intergaláctico.

Isso é só o básico, porque la na metade de seus intermináveis 164 MINUTOS, Kruger continua enfiando mais e mais personagens, o que acaba gerando a aparição de novos antagonistas e – por consequência – batalhas e clímaxes atrás do outro, em um verdadeiro massacre que só o Sr. Bay é capaz de promover. Temos lá as corridas com explosões ao fundo, beijos em contra luz, pôr do sol o tempo todo, câmera lenta para capturar as embaraçosas caras de espanto do elenco e seu icônico plano contra plongé para retratar algum personagem saindo de um carro (e ele realmente vai fundo dessa vez, usando o movimento de câmera inúmeras vezes). Toda a escala da produção realmente impressiona, o que me faz pensar da onde o estúdio conseguiria tanto dinheiro para bancar uma porcaria dessas. Aí me deparo com inúmeros outdoors de grifes como Armani Exchange e Victoria’s Secret, inúmeras marcas chinesas para atrair o mercado asiático (sério, tem um gritante anúncio turístico para temporadas de 2015 em uma das batalhas) e até um close estuprador de um auto-falantes Beats. É um filme todo patrocinado, e nada sutil.

TransformersAgeofExtinction
Robôs gigantes transformistas? Ok. Mark Wahlberg “inventor”? Nope.

Tudo bem, não se dá pra esperar algo genial vindo daqui. Basta olhar para os filmes anteriores (eu gosto do primeiro, mas só), e perceber como nada, absolutamente nada muda. A decisão de trazer Mark Wahlberg para ser o novo protagonista até funciona, já que ele nitidamente mais herói de ação do que Shia LaBeouf, mas quando você me pede pra aturar a subtrama babaca de sua relação com a filha (Nicola Peltz) e os ciúmes em relação namorado desta (Jack Reynor), é forçar uma amizade que nem existe. E a cada filme, Bay consegue atrair mais atores renomados para serem ridicularizados: não bastasse Jon Torturro, John Malkovich e Frances McDormand, agora é a vez de Kelsey Grammer, John Goodman, Ken Watanabe e – coitado – Stanley Tucci de se juntarem ao show de horrores. Tucci, em especial, interpreta uma paródia de Steve Jobs (troque a maçã por uma pêra) e desconfio que este sim estava completamente chapado ao assinar ao contrato – não que sua performance histérica seja sóbria, muito pelo contrário.

Devo falar sobre o roteiro? OK. Eu admito que a presença de um vilão mais independente torna a trama ligeiramente mais interessante, já que evita a esgotada fórmula de Autobots vs. Decepticons, e também porque o tal Lockdown consegue se diferenciar da maioria de seus companheiros robóticos (a sempre competente equipe de efeitos visuais merece aplausos pelos minuciosos detalhes faciais nos personagens. Já o fato de este fazer uma aliança com um agente secreto é curioso, e me faz pensar como tais acordos aconteceram. Ou quem sabe a aparição dos icônicos Dinobots, que simplesmente surgem de uma nave espacial e a justificativa de Optimus para que estes se juntem à sua causa é genial, simplesmente genial: “Nós te damos liberdade! Ajudem-nos, ou vocês morrerão!”. É, grande líder mesmo. Ah, e um dos personagens usa uma bola de futebol americano em uma briga, só queria falar isso. E Kruger claramente acha que só por que você mora na China, é perito em artes marciais, como nos revela a constrangedora cena em que um sujeito PACATO E SEM RELAÇÃO ALGUMA COM A TRAMA larga suas compras e ENCHE UM DOS BANDIDOS DE PORRADA. E NUNCA MAIS APARECE NO FILME!

Sério, chega.

Transformers: A Era da Extinção representa tudo o que existe de pior em Hollywood. É barulhento, estereotipado, merchanizado e mais ligado a intenções empresariais do que Cinema de verdade. E o pior é que tudo funciona, aparentemente, tendo em vista que o filme já arrecadou meio bilhão de dólares nas bilheterias mundiais e já garantiu mais continuações.

Infelizmente, a extinção está longe de acontecer.

| Uma Aventura LEGO | Crítica

Posted in Animação, Aventura, Comédia, Críticas de 2014, DVD with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 27 de junho de 2014 by Lucas Nascimento

4.0

TheLEGOMovie
E você achando que só em 2016 veríamos um novo filme com Batman…

Quando criança, brincar com as famosas peças de LEGO era como uma experiência religiosa. Aliada à paixão de cinema, o “ritual” muitas vezes dava a origem a pequenas (e tolas, exageradas) narrativas se desenrolando sobre meus dedos, e a brincadeira já até rendeu alguns curtas em stop motion, mas enfim… Só parei agora para assistir a Uma Aventura LEGO, e me surpreendi com um dos filmes mais leves, honestos e divertidos de 2014.

A trama é ambientada em um mundo formado de peças de LEGO, onde diversas linhas do produto convivem em harmonia (linhas de corrida, faroeste, astronautas, tudo o que você via nas prateleiras), na verdade uma mera fachada para o regime ditatorial do Lord Business (voz de Will Ferrell). A situação muda quando o pacato e ordinário funcionário público Emmet (voz de Chris Pratt) encontra uma peça mítica que o transforma em uma espécie de messias e o coloca de frente com diversas figuras populares em uma missão para derrubar a tirania de Business.

LEGO é um filme muito curioso. Ao mesmo tempo é inevitável que o filme pareça uma peça publicitária para a vendedora de brinquedos: desde imagens das próprias caixas dos blocos de montar até a suposição de que as vendas do produto devem ter aumentado estratosfericamente após o lançamento do filme. Mas aí, nos deparamos com uma trama em que o antagonista é justamente um sujeito que, não por coincidência, atende pelo nome de “Negócio” e representa basicamente a ideologia megalomaníaca de poderosas empresas capitalistas. Ah, sim e eu estou falando sobre um filme onde bonequinhos de montar andam e falam…

Metalinguagem é um dos grandes pontos da produção, o que é curioso já que o filme anterior dos diretores Phil Lord e Chris Miller era justamente sobre isso – no caso, a brilhante comédia policial Anjos da Lei. Responsável também pelo roteiro, a dupla nitidamente se diverte ao bolar as piadas e referências mais inusitadas possíveis, desde a narração clichê do personagem de Morgan Freeman até as sensacionais participações especiais. Colocar Batman (dublado no original por Will Arnett em sua melhor imitação de Christian Bale) como um sidekick do protagonista é uma sábia decisão, dada a força de presença do personagem e a oportunidade de ver situações que raramente encontraríamos em um filme de franquia, por exemplo. Não vou entrar em detalhes para preservar o fator surpresa de alguns “convidados”, mas é demais a sutil piada que Lord e Miller fazem com o Lanterna Verde (dublado por Jonah Hill), em um claro puxão de orelha ao fiasco produzido pela Warner em 2011.

Nesse turbilhão de referências pop, é como se os personagens tivessem a consciência de que fazem parte de um mundo de brinquedo. A animação que remete diretamente à técnica de stop-motion quase faz parecer que estamos diante de algum ser humano brincando com suas pecinhas, e ganha ainda mais força quando o roteiro nos revela o que é esse universo. É uma das revelações mais interessantes e surpreendentemente belas da produção, que consegue encontrar uma interessante mensagem em meio ao caos e anarquia de suas cenas de ação e múltiplas locações.

Seja lá adulto ou criança, Uma Aventura LEGO é incrível.

EVERYTHING IS AWESOME!!!!!!!!!!!!!!

| Os Incríveis | Crítica de 10 Anos

Posted in Aniversário, Aventura, Críticas de 2014 with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 20 de março de 2014 by Lucas Nascimento

5.0

TheIncredibles
Flecha, Violet, Sr. Incrível, Mulher-Elástica e Zezé

Com o anúncio de que a Pixar está desenvolvendo com Brad Bird uma continuação para o sucesso Os Incríveis, resolvi revisitar o filme pela primeira vez em aproximadamente 6 anos. E, contagiado pela absurda dose de energia e emoção desta sensacional animação, minha única alternativa para contê-la – além de repetir o filme algumas vezes e não calar a boca sobre entre colegas – foi escrever esta breve crítica.

A trama é ambientada em um mundo onde os super-heróis, após inúmeras questões legais com a população, foram proibidos e escondidos pelo governo. Nesse cenário, o aposentado Robert Perr (voz original de Craig T. Nelson) sustenta uma família de três crianças com a esposa Helen (Helen Hunt), e é constantemente assombrado pela nostalgia dos tempos de glória. Quando um misterioso empregador requisita seus serviços, ele resolve voltar à ação.

Qualquer um com um mínimo conhecimento de quadrinhos pode reconhecer a influência esmagadora de Watchmen, lendária graphic novel de Alan Moore que seria adaptada para o cinema 5 anos após o filme da Pixar. E não deixa de ser irônico como Brad Bird conseguiu fazer melhor uso do material do que o próprio Zack Snyder em seu longa de 2009, já que seu foco de estudo reside em sua humanidade – ainda que seus personagens sejam seres fantásticos e enfrentem situações absurdas. Seja uma mãe que se faz como escudo em uma desesperada tentativa de salvar seus filhos de uma explosão, uma jovem abraçando os poderes que sempre recusou para proteger seu irmão caçula de uma rajada de balas ou um vilão buscando um mero reconhecimento após uma incrível rejeição na infância. Bird se sai bem melhor do que Snyder nesse quesito, que fez seu Watchmen mais centrado para a ação.

Não que Os Incríveis abra a mão do espetáculo, elemento que Bird domina magistralmente ao longo da projeção; algo que também exploraria bem no live action com o eficiente Missão: Impossível – Protocolo Fantasma. Ao som da espetacular trilha sonora de Michael Giacchino, a cena em que o caçula Flecha protagoniza uma eletrizante perseguição em alta-velocidade permanece uma das mais antológicas cenas de ação dos últimos anos, enquanto a batalha final contra o “Omnidroide” em um centro urbano é um ótimo exemplo de como se organizar uma sequência do tipo (palmas para o montador Stephen Schaffer) e distribuir diferentes funções para explorar as habilidades dos personagens.

Sem falar também que o filme é divertido pra cacete. As piadas com os clichês do gênero (monólogos do vilão, o problema das capas) são perfeitamente bem inseridas (É, Marvel Studios, você mesmo) e garantem um tom agradável para todas as idades. Ah, e Edna Moda (dublada pelo próprio Bird), como não ao menos mencionar a hilária estilista.

Os Incríveis é meu filme preferido da Pixar, e sem dúvidas um dos melhores filmes de super-heróis já feitos. Revisitando-o uma década após seu lançamento, vejo que ainda há muito o que se aprender dentro do gênero, e como este – salvas algumas belas exceções – tem se tornado cada vez mais complicado. Só espero que Brad Bird faça jus à seu trabalho genial na vindoura sequência.