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RIP Wes Craven (1939-2015)

Posted in Notícias with tags , , , on 30 de agosto de 2015 by Lucas Nascimento

wes

O cinema de terror acaba de perder um ícone.

Wes Craven falece aos 76 anos, vítima de um câncer cerebral.

Craven ficou famoso por dirigir clássicos como A Hora do PesadeloQuadrilha de Sádicos e a franquia Pânico. Sob a visão do diretor, duas das maiores figuras do terror nasceram: Freddy Krueger e Ghostface.

Descanse em paz, mestre.

 

 

| Pânico 4 | Um eficiente e sangrento retorno

Posted in Cinema, Críticas de 2011, Suspense, Terror with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 16 de abril de 2011 by Lucas Nascimento


Courtney Cox em mais um encontro com o assassino Ghostface

Onze anos  separam Pânico 4 de seu capítulo anterior e, de lá pra cá, muita coisa mudou no gênero de terror: a violência é muito mais explícita, franquias rendem inúmeras continuações desnecessárias e remakes surgem praticamente todo ano. Nesses tempos obscuros, Ghostface retorna para sua sátira ao gênero, saindo-se melhor do que o esperado.

Ambientada 15 anos após o primeiro filme, Sidney Prescott (Neve Campbell) retorna à fictícia Woodsboro onde reencontra velhos amigos e uma nova ameaça do assassino Ghostface, que agora possui novas regras.

A grande inovação proposta – e adequadamente executada – pela franquia Pânico é sua metalinguagem, que leva em consideração que seus personagens já viram outros filmes de terror e, portanto, sabem como sobreviver usando os clichês do gênero slasher como guia. Nesse novo mistério é apropriado como o roteiro de Kevin Williamson lida com o tema remake; seguindo exatamente a mesma estrutura do primeiro filme, deixando claro o desejo do assassino em refazer o filme original, mas com elementos atuais – sangue, exposição dos crimes, entre outros.

Uma ótima ideia que gera uma narrativa ao estilo do primeiro filme, mas que infelizmente traz uma quantidade excessiva de personagens, não encontrando tempo o suficiente para desenvolvê-los de forma complexa. Mas ainda assim, conseguimos atuações eficientes: Neve Campbell apresenta uma Sidney mais forte e madura, David Arquette continua divertido como o bobalhão Dewey e Courtney Cox é agradável como sempre.


Here’s Johnny! Emma Roberts prepara-se para conhecer Ghostface

No lado novo, temos personagens interessantes, mas que rementem ligeiramente aos do primeiro filme: Emma Roberts se sai bem como a emburrada Jill, enquanto Rory Culkin e Erik Nudsen divertem como os cinéfilos Charlie e Robbie, mas quem realmente se sobressai é Hayden Panettiere (da extinta série Heroes) como Kirby; fanática por filmes de terror, brilha na cena em que recita todos os remakes de terror já feitos na atualidade.

Wes Craven continua caprichando na direção, escolhendo bons ângulos e recursos visuais interessantes (a sequência de abertura é genial), criando um clima de suspense apropriado em certos momentos. Mas agora, ele tem outros recursos pelos quais Ghostface pode atacar: celulares, redes sociais e outras ferramentas, conseguindo retratar uma visão um tanto doentia da geração adolescente, mas que possui um certo fundo de verdade, mesmo que levada ao extremo em seu clímax.

Mais estiloso, mas com alguns problemas de roteiro e personagens, Pânico 4 é um belo retorno do assassino Ghostface, que captura bem a forma do gênero atual e oferece um entretenimento genuíno aos fãs. Quanto à identidade do vilão, é a maior surpresa da franquia.

Favorite Scary Movie: Especial PÂNICO 4

Posted in Especiais with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 12 de abril de 2011 by Lucas Nascimento

Onze anos, três filmes e uma safra de novos estilos de filmes de terror depois, Pânico 4 chega aos cinemas, prometendo mais sátiras ao gênero. Aproveite:

Wes Craven no set de Pânico 4

A Weinstein Company anunciou o interesse de fazer Pânico 4 em 2008, mas Wes Craven disse que só dirigiria se o roteiro fosse tão bom quanto o do primeiro. Aqui estamos nós, Craven adorou o roteiro e começou a filmar em Junho de 2010, reunindo o trio principal da trilogia e também contratando “sangue novo” para a saga.

Curiosidade: Nenhum dos atores recebeu o roteiro completo (das 140 páginas, apenas as 75 primeiras foram entregues), protegendo a identidade do assassino Ghostface.

Problemas no set

Durante a produção do filme, Wes Craven perdeu o controle sobre o roteiro. O texto escrito por Kevin Williamson (Pânico) passou por uma revisada radical, assinada por Ehren Kruger (que escreveu, entre outros, Pânico 3). O diretor nada pôde fazer em relação ao assunto, mas defendeu Williamson afirmando que a premissa e as ideias originais eram inteiramente dele.

Craven ainda mencionou seu interesse em fazer mais dois filmes da franquia…

Retornos

Sidney Prescott | Neve Campbell

Sidney Prescott

Depois dos ataques de Ghostface, Sidney agora é autora de um livro de auto-ajuda de muito sucesso. Ela retorna para Woodsbrock, onde encontra seus velhos amigos e também uma nova ameaça do assassino cinéfilo Ghostface.

Dewey Riley | David Arquette

Dewey Riley

Voltando para seu antigo cargo de xerife em Woodsbroo, Dewey está casado com Gail e vai ter muita dor de cabeça quando os ataques de Ghostface recomeçarem. 

Gail Wheaters-Riley | Courtney Cox

Gail Wheaters-Riley

Depois de seis livros escritos e uma carreira sólida, Gale não é mais uma repórter e encontra-se casada com Dewey. Entediada do trabalho e da vida, desperta certo ânimo quando os assassinatos recomeçam.

Novas Caras

Jill Roberts | Emma Roberts

Jill Roberts

Prima de Sidney, mas não muito chegada a ela. Ingênua, mas adorável.

Kirby Reed | Hayden Pannettiere

Kirby Reed

Melhor amiga de Jill, é cinéfila e faz parte de um grupo sobre o assunto em seu colégio.

Charlie Walker | Rory Culkin

Junto com seu amigo Robbie, Charlie mantem um grupo de discussão sobre cinema, que torna-se essencial e de grande ajuda na investigação dos novos assassinatos de Ghostface. Os dois formam uma aliança com Gail.

Robbie | Erik Knudsen

Robbie

Cinéfilo e especialista no assunto, inicia um projeto em homenagem ao aniversário dos assassinatos de Woodsboro e, com seu amigo Charlie, alia-se a Gail Wheaters para investigar os assassinatos de Ghostface.

Será que algum desses é o assassino da vez?

Ghostface

Com sua roupa preta e máscara marcante, Ghostface é o ícone da franquia, o último grande serial killer a ser criado no gênero do terror. Nunca é a mesma pessoa, mas seus métodos que incluem o uso do cinema estão sempre presentes.

Criado por Wes Craven e o roteirista Kevin Williamson, é descrito no roteiro do filme apenas como “um assassino mascarado”, o que levou a produção a criar um visual amedrontador para o personagem.

A máscara foi encontrada por Craven em um parque de diversões chamado Fun World, onde era conhecida como “máscara de fantasma-amendoim”. O cineasta adorou o visual sinistro desta e contatou seu fabricante, a funcionária Brigitte Sleiertin, que começou a desenhar e aperfeiçoar uma nova máscara; mas sem fugir do design básico.

Curiosidade: o visual da máscara com seus olhos arregalados e boca gigante foram inspirados no quadro impressionista “O Grito”, de Edvard Munch.

A Voz

Roger L. Jackson

Nas ocasiões em que Ghostface fala – principalmente, ao telefone – quem dubla sua voz é o ator Roger L. Jackson, que, nas palavras de Wes Craven,  oferece uma sofistificação maligna e característica essencial ao personagem. A mudança de voz é feita através de um pequeno aparelho, como visto em Pânico 3.

ATENÇÃO: O seguinte tópico revela spoilers sobre os filmes anteriores da franquia.

O Legado

Quem usou a máscara e a capa nos filmes da franquia:

Billy Loomis e Stu Macher

Billy Loomis e Stu Macher

O primeiro, ex-namorado de Sidney e o segundo, um excêntrico amigo. Ambos começaram a onda de crimes por vingança de Billy à Sidney, que a culpa pelo abandono de sua mãe – que tinha um caso com seu pai.

Mickey Roman e Sra. Loomis

Mickey Roman e Sra. Loomis

Adoro a referência aqui; no melhor estilo Sexta-Feira 13, a mãe de Billy planeja vingar-se de Sidney pela morte de seu filho, contando com o estudante Mickey como seu comparsa.

Roman Bridger

Roman Bridger

Diretor de cinema aspirante, é revelado ser o meio-irmão de Sidney, que pretende vingar-se dela pelo mesmo motivo que Billy: as farras de sua mãe com seu pai.

Modus Operandi

Começa o primeiro filme e a jovem Drew Barrymore atende o telefone que toca. O assassino Ghostface começa a ameaçá-la e rapidamente aterroriza-a com os detalhes que este conhece; a técnica de sobrevivência oferecida pelo lunático? Respostas sobre filmes de terror, citando um exemplo memorável:

Quem era o assassino em ‘Sexta-Feira 13’?

– Jason!

– Errado!

– Não, não é o Jason! Jason Voorhes.

– É o Jason nas continuações, no primeiro filme é a mãe dele, Pamela.

Depois dessas ameaças e questionários, o assassino brutalmente aniquila suas vítimas com uma faca.

As Regras

Ao longo da franquia, foram estabelecidas regras – ou “clichês – sobre como sobreviver às ameaças do assassino, todas baseadas em elementos de populares filmes de terror. Aqui estão elas:

  •  Nunca diga “eu já volto”
  • Não use drogas ou beba
  • Nunca corra pra dentro da casa, saia dela
  • Não faça sexo
  • Na sequência, há mais vítimas e sangue
  • No terceiro filme, há revelações sobre o primeiro
  • No terceiro filme, qualquer um pode morrer

E aí, você sobreviveria?

Uma pequena retrospectiva dos filmes anteriores da saga:

Pânico

Com uso fantástico da metalinguagem cinematográfica, o primeiro filme é um suspense bem estruturado e envolvente, que apresenta bons personagens e diálogos que satirizam o gênero do terror, criando um memorável serial killer; apesar de sua identidade estar bem óbvia…

Pânico 2

Inferior mas não ruim, a sequência é tão interessante quanto o original, continuando com sua característica metalinguagem, dessa vez usando como base os “filmes número 2”, o que pela propsota em si já soa como uma transição coerente. A referência à Sexta-Feira 13 é o ponto alto; dessa vez a identidade do assassino foi inesperada…

Pânico 3

Scream 3

No terceiro capítulo, a estrutura é muito repetitiva e quase idêntica ao dos anteriores, enfraquecendo consideravelmente o filme; mesmo que ele mantenha sua sátira ao gênero terror e apresente boas ideias, como o assassinato que envolve um fax e uma explosão. O personagem Randy só esqueceu de avisar em sua mensagem, que o terceiro filme é sempre o mais fraco.

Bem, o especial vai ficando por aqui, mas aguardem que no fim de semana tem crítica do filme. Pergunto a todos vocês e agradeço de comentarem:

WHAT’S YOUR FAVORITE SCARY MOVIE?

Trailers Memoráveis #24: Voo Noturno

Posted in Sessão Trailers Memoráveis with tags , , , , on 30 de julho de 2010 by Lucas Nascimento

Podendo até parecer uma comédia romântica em seus momentos iniciais, o trailer de Voo Noturno, um thriller bem elaborado por Wes Craven, acerta por sua eficiência em criar um clima e ambiente perfeito para o suspense. Confira:

Novas contratações em Pânico 4 e X-Men First Class

Posted in Adaptações de Quadrinhos, Notícias with tags , , , , , , , , , , , , , on 30 de maio de 2010 by Lucas Nascimento

           James McAvoy será uma (bem mais) jovem versão de Charles Xavier

Semana passada foram divulgadas algumas novas contratações em filmes que estão para sair. Vou destacar aqui as de X-Men First Class e Pânico 4. A do primeiro é bem pequena, James McAvoy foi contratado para viver o Professor Xavier, o que eu acho interessante.

                Veteranos em cima, novatos abaixo e a máscara do assassino

Sobre Pânico 4, há muita coisa, principalmente porque é a primeira vez que eu menciono o projeto de Wes Craven aqui no blog. Courteney Cox, Neve Campbell e David Arquette reprisam os papeis de Gale, Sidney e Dewey, enquanto Emma Roberts, Hayden Pannettiere e Rory Culkin assumem papeis de novatos (ou seriam novas vítimas?)

X-Men: First Class estreia em 2 de Junho de 2011 e Pânico 4 em 15 de Abril do mesmo ano.

| A Hora do Pesadelo | Remake decente e fiel ao original

Posted in Cinema, Críticas de 2010, Terror with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 8 de maio de 2010 by Lucas Nascimento

3.5

  Novo Pesadelo: Jackie Earle Haley é o novo Freddy Krueger

Hollywood está ficando sem ideias, então é muito comum ver toneladas de remakes, reboots, etc… A maioria de qualidade fraca e que dependem muito do original para funcionar. O novo A Hora do Pesadelo não só é perfeitamente eficiente como um filme para os desconhecidos com a série, como também presta uma homenagem respeitável ao original de Wes Craven.

Na trama, um grupo de adolescentes da Rua Elm começa a ter pesadelos com um homem de rosto queimado e uma luva de garras metálicas, chamado Freddy Krueger. Morrendo nos sonhos, eles morrem na vida e real e devem descobrir quem é o sujeito e como fazê-lo parar.

Reiventar um grande ícone do terror parece uma tarefa impossível e arriscada, principalmente se você troca o ator que o imortalizou. Mas o diretor estreante Samuel Bayer encara o desafio e não só presta uma homenagem decente ao original, como cria novos elementos (o passado de Krueger é mostrado de maneira madura e sinistra) e mostra que tem boa mão para a direção visual e de elenco (a cena em que Nancy caminha descalça na neve é bela). A história é bem contada e desenvolvida de maneira crível (apesar de alguns furos) e misteriosa.

Jackie Earle Haley constrói o seu próprio Freddy Krueger sem precisar de influências ou elementos de Robert Englund. Seu maníaco é mais humano, crível, sério (nem tanto) e tem seu passado mais esclarecido; e o ator o encarna com perfeição, conseguindo, veja só, causar medo (seu visual remete a queimaduras mais realistas). O elenco adolescente não é ruim como a maioria dos filmes de terror (como Premonição e Sexta-Feira 13). Rooney Mara e Kylle Galner estão ótimos em seus papeis, além de terem boa química em cena. O mesmo não pode ser aplicado a Katie Cassidy e Thomas Dekker, que são forçados e inexpressivos.

O principal erro do filme é provavelmete a falta de originalidade na construção dos pesadelos. Os poderes e habilidades de Freddy poderiam ser mais explorados, como na sinistra cena onde o chão da casa de Nancy transforma-se em sangue. O longa precisava de mais cenas assim, mas o objetivo foi alcançar um assassino mais realista. No entanto, quando os personagens começam a sonhar acordados, a montagem e a edição de som são caprichadas.

A Hora do Pesadelo é um remake decente, sangrento e fiel ao original, seja em visual ou desenvolvimento de história. O Freddy Krueger de Jackie Earle Haley é sinistro e quase tão interessante quanto o de Robert Englund. Vale muito a pena conferir e prepare-se para muitos sustos.

Não caia no sono! – Especial A HORA DO PESADELO

Posted in Especiais with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 5 de maio de 2010 by Lucas Nascimento

Ansioso como eu para a estreia do remake de A Hora do Pesadelo? Então você vai adorar este novo especial. Continue lendo e… Não caia no sono!

O Clássico

                                                   Robert Englund como o Freddy original

O primeiro filme de A Hora do Pesadelo foi lançado em 1984, dirigido pelo genial Wes Craven. O filme grotesco e bem trash, é hoje visto como um clássico e o assassino Freddy Krueger tornou-se um dos mais memoráveis personagens do cinema. Gerou uma série de continuações que, apesar de divertidas, não chegaram aos pés do original. Robert Englund ficou imortalizado como o personagem, interpretando-o nos sete filmes da série, incluindo um confronto com Jason Voorhees.

Origem do Personagem

Wes Craven relatou algumas vezes, as principais inspirações para a criação do personagem: Quando estava na escola, foi perseguido por um valentão chamado Fred, levou um susto de um mendigo usando um suéter listrado e ficava fascinado com seu gato arranhado a parede. Além disso, ele buscou inspiração em uma reportagem de jornal que mostrava pessoas que tinham pesadelos tão intensos que o ritmo cardíaco aumentava até a morte delas. Agora se os pesadelos eram com um homem de luva de garras…

O Remake

Depois de dar um novo ar ao assassino Jason Vorhees de Sexta-Feira 13,a Platinum Dines resolveu fazer o mesmo com Freddy Krueger. O escolhido foi Jackie Earle Haley, que não só foi aprovado por Robert Englund, como também tem o físico e as feições mais próximas que o personagem exige.

 Dirigido por Samuel Bayer e produzido por Michael Bay (se o filme der errado já temos em quem por a culpa), o filme promete ser muito mais sombrio e sério do que a franquia original, eliminando o lado cômico de Freddy e expandindo seu universo um pouco mais, lidando com a questão se o assassino era ou não, um pedófilo.

Personagens

Freddy Krueger (Jackie Earle Haley)

Acusado de pedofilia, Freddy Krueger foi caçado e morto pelos pais das crianças acusadas. Incinerado, Krueger retornou como um espírito, atacando adolescentes em seus sonhos e, matando-as na vida real. Rosto queimado, chapéu fedora, suéter listrado e a luva de garras que não podia faltar, o assassino tem a capacidade de fazer o que quiser nos sonhos: mudar seu tamanho, manipular cenários… Tudo.

 

Nancy Holbrook (Rooney Mara)

Personagem do original de 1984, a adolescente Nancy é, de longe, a protagonista do longa e principal oponente de Freddy neste filme. Ela e seus amigos procurarão uma forma de impedir o assassino dos sonhos de parar com seus crimes. Nancy conhecia Freddy desde criança, sendo provavelmente sua primeira vítima, mas não se lembra dele. Ela trabalha como garçonete em um café-restaurante.

 

 

Quentin O’Grady (Kyle Gallner)

Quando passa a ter sonhos com Freddy, o jovem Quentin passa a pesquisar sobre o assassino e maneiras para ficar acordado. Ele acha que todos devem se unir e encontrar uma solução. Tem uma queda por Nancy.

 

 

 

 

Dean Russell (Kellan Lutz)

 Namorado de Kris Fowles, Dean é o primeiro que começa a sofrer os pesadelos de Freddy Krueger, tentando alertar seus amigos sobre o perigo de cair no sono. Infelizmente ele é morto pelo serial killer antes de dar mais explicações.

 

 

 

Jesse Braun (Thomas Dekker)

Jesse é o cara mais confiante e determinado do grupo. Dá a iniciativa para que todos parem de dormir, mas é preso quando Kris é assassinada por Freddy e ele é confundido com o maníaco, indo parar na prisão.

 

 

 

 

Kris Fowles (Katie Cassidy)

 Tenho quase certeza de que Kris é “a amiga gostosa que morre rápido”. Ela é uma das primeiras vítimas de Freddy (como o trailer deixa bem claro) e, antes de morrer, tem o papel de protagonista. Ela segue uma das garotinhas sinistras que pulam corda em um de seus sonhos, procurando encontrar pistas sobre o maníaco.

 

 

 As 5 melhores mortes de Freddy Krueger

Já que o novo filme vai ser bem sério, não teremos cenas de pesadelos malucas e divertidas como a da série original. Acompanhem comigo as 5 melhores mortes causadas por Freddy Krueger, de acordo com minha opinião pessoal. Atenção, alguns clipes podem possuir cenas fortes.

5- Duelo nos quadrinhos

É evidente que Freddy Krueger tenha perdido seu elemento de terror, transformando-se em um verdadeiro palhaço. Prova disso? Confira a cena de A Hora do Pesadelo 5 – O maior horror de Freddy, onde o assassino persegue um adolescente em uma hq(!), de skate(!!) e a vítima transforma-se em um super-herói (!!!) e Freddy em um super-vilão(!!!!).

4-  Engolido na cama

Haja galões de sangue falso… Em uma cena do primeiro filme da série, Johnny Depp tira um cochilo em sua cama, sendo puxado por Freddy para dentro dela. O resultado? Confira abaixo, em uma cena que ainda dá calafrios:

3- Moto transformista

Cena muito interessante, onde um dos protagonistas tenta fugir em uma moto, mas tem uma grande surpresa… O veículo transforma-se em Freddy, que começa a se fundir com o adolescente. Para a época, foi um efeito muito bem produzido.

2- Perseguição de Tina

Mais uma do primeiro filme, é sem dúvida uma clássica cena; quando vemos Freddy pela primeira vez, damos uma boa olhada em sua cara e vemos o que ele pode fazer. Sempre dou risada quando ele sai de trás da árvore.

1- A Marionente

Número um! Minha morte preferida vem do terceiro filme da série, e mostra Freddy fazendo de um adolescente uma marionente. É uma cena bem arrepiante, bem pensada e o stop-motion de Krueger é sensacional.

Vídeo comemorativo

Para aproveitar o lançamento do filme, confiram abaixo um vídeo que editei, com a colaboração do meu amigo Mecca Esportes, com cenas do novo filme e a sinistra música Requiem for a Dream. Aproveitem:

Bom, o especial vai ficando por aqui, espero que tenham gosta e entrem no fim de semana para conferir a crítica. Antes de ir, quero todo mundo em coral cantando a sinistra música de Freddy:

One, Two, Freddy’s comming for you

Three, four, better lock your door

Five, six, grab a crucifix

Seven and eight, gonna stay up late

Nine, ten, never sleep again