Archive for the Críticas de 2009 Category

| Avatar | O espetacular retorno de James Cameron

Posted in Aventura, Cinema, Críticas de 2009, Ficção Científica, Indicados ao Oscar with tags , , , on 18 de dezembro de 2009 by Lucas Nascimento

 

  Aliens: O Avatar Jake escapa de uma hostil criatura em um ambiente hostil

James Cameron é um grande diretor. Ele é um cineasta que sabe conduzir muito bem seus filmes e esbanja talento, sendo com robôs assassinos que viajam no tempo, seja com enormes navios afundando. Desde Titanic, Cameron não lançava um filme novo. Já se passaram 12 anos e a dúvida que ficou em torno de Avatar, seria se o ambicioso projeto valeria pela década de ausência do diretor. O veredicto: James Cameron está de volta e nos presenteia com um de seus melhores trabalhos.

Na trama, o fuzileiro Jake Sully é mandado para o planeta Pandora, onde habitam extraterrestres indígenas inteligentes. Para sobreviver, ele deve ser mandado através de um corpo Avatar, que mistura DNA humano e dos nativos. Mandado para se infiltrar na tribo, ele acaba se apaixonando pela cultura dos nativos.

Bem, Avatar possui uma história bem simples. Não é muito diferente, carrega poucas surpresas, mas do mesmo jeito, agrada e diverte. O filme é esplêndido, um espetáculo de visual arrebatador. Nas mãos de diversos artistas e da mente de Cameron, Pandora é um ambiente sensacional, cada planta, cada criatura e cada inseto, recebem uma absurda atenção nos detalhes. Os designs das armas miltares, ainda me lembram muito de Star Wars e Matrix Revolutions, mas isso não estraga o maravilhoso trabalho da equipe de efeitos visuais e da direção de arte.

A trama vai se desenvolvendo até o ponto em que Jake se vê dividido entre os dois mundos, e Cameron explora essa mudança de forma divertida e emocional, principalmente nas cenas com a nativa Neytiri. Algumas cenas envolvendo os militares me lembraram muito de Aliens – O Resgate, outro projeto do diretor, não só pela presença de Sigourney Weaver, mas pelo general durão, a militar durona e o personagem “perdido” nesse ambiente. Apesar de quase 2 horas e meia de filme, ele nunca parece tão longo e se desenvolve claramente.

Agora, o ponto forte e mais chamativo de Avatar é, sem dúvida, os efeitos visuais em 3D. Realmente, os efeitos visuais são arrebatadores, um dos melhores que eu ja vi. A água, as árvores e os cenários são impecáveis. Os Na’vi são perfeitos, conseguem captar com perfeição a atuação de seus intérpretes ( Sigourney Weaver não mudou nada em seu avatar) e sua personalidade. Os efeitos 3D são diferentes dos convencionais. Os que vemos por aí, simplesmente jogam os objetos na platéia. O que Cameron nos apresenta, é uma verdadeira viagem pelo mundo dos Na’vi. Quando vemos Jake se maravilhando com o mundo tropical, a sensação de quem assiste é a mesma: vendo um mundo novo e completamente fora do normal, algo novo. As cenas da bioluminescência da floresta a noite são um colírio para os olhos. E é claro, a batalha final entre os Na’vi e os humanos é sensacional, emocionante e arrepiante. Essa sequência pede que o filme seja visto em IMAX 3D. Obrigatório.

 Os atores são bons. Sam Worthington está muito bem no papel principal e se revela um dos atores mais promissores de Hollywood. Zoë Saldana que empresta suas feições e movimentos para a nativa Neytiri está convincente, mas em alguns momentos, principalmente nos dramáticos, ela me pareceu um pouco forçada. Stephen Lang que interpreta o Coronel Quaritch foi o que mais me chamou atenção. Seu personagem é muito bem construído e perverso como todo bom vilão deve ser. E temos Sigourney Weaver em um papel coadjuvante bem interessante, ela estuda plantas e é uma das mentes pro trás do projeto Avatar. Carrancuda no início, mas vai ganhado mais simpatia ao longo da trama.

Outro grande ponto forte do filme é a excelente trilha sonora orquestrada por James Horner, que mistura temas mais divertidos até os épicos, principalmente nas cenas mais dramáticas. Quanto à canção original “I see you” de Leona Lewis, ela é quase idêntica à “My heart will go on” de Titanic. Na hora é impossível não lembrar da tenebrosa música de Celine Dion, apesar de eu ter achado “I see you” melhor.

Resumindo, Avatar é um filme excelente, é mais do que um simples filme 3D sem graça, é um espetáculo inesquecível que deve ser experienciado nas salas IMAX 3D. É uma verdadeira viagem a outro planeta. A trama é bem simples e não fica ofuscada pela inovadora tecnologia. Então, o filme valeu pelos 12 anos de ausência de James Cameron? Sim, e por favor sr. Cameron não demore mais uma década para seu próximo filme.

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| Up – Altas Aventuras | A obra-prima da Pixar

Posted in Animação, Aventura, Críticas de 2009, DVD, Indicados ao Oscar on 6 de dezembro de 2009 by Lucas Nascimento

  Voo diurno: O rabungento Carl e o escoteiro Russel

Existem animações boas, existem animações muito boas e existem as animações da Pixar. A cada ano, a Pixar parece se superar, é impressionante. Primeiro tivemos o ótimo Ratatouille, depois o genial Wall-E, agora, a Pixar nos apresenta sua obra-prima, seu melhor e mais emocionante filme, Up. Sen sombra de dúvida, o melhor filme de animação que já foi feito.

Na trama, Carl Fredricksen é um vendedor de balões que sempre sonhou com sua esposa, ter aventuras pela América do Sul. Já idoso, Carl realiza o sonho ao pendurar milhões de balões em sua casa e sair voando com sua casa. Ele só não esperava que um  escoteiro de 8 anos, embarcasse na viagem.

Bem, a Pixar conseguiu novamente. A história é comovente e emocionante, toca em temas e emoções,até então, desconhecidos nos filmes de animação. Se não possuisse cenas de avantura e ação tão empolgantes, boas piadas e personagens engraçados, poderíamos categorizar Up como um filme de drama.

  Temas e emoções até então, desconhecidos pelos filmes de animação

O filme abre com a história de Carl e sua esposa Ellie, começando da infância até a morte de Ellie. A sequência é um grande passo alcançado pelos filmes de animação. Dramático e triste, a fita começa a abrir sorrisos quando temos o primeiro encontro entre Carl e o escoteiro Russel. É divertidíssimo observar como os dois são diferentes e como precisam um do outro. Mas não temos apenas drama, temos muito humor com o cão Dug, que pode falar através de uma coleira. Rende muitas risadas.

O filme traz muitas referências ao cinema antigo, como Casablanca e King Kong, gerando momentos divertidos e nostálgicos. Achei a trilha sonora maravilhosa e digna dos bons filmes de antigamente. A dublagem original é ótima também. Possui um ritmo ágil e inesperado, os filmes da Pixar sempre são assim, mas esse é ainda mais divertido e emocionante.

Resumindo, é o melhor filme de animação já feito, possui muitas emoções, drama, aventura e humor. É recomendado para todos, e é bem merecido que ganhe o Oscar de Melhor Animação. Alguém duvida?

Nota: 10

Assiste: Em DVD

Data: 06/12/09

| Lua Nova | Maior e melhor do que seu anterior

Posted in Aventura, Cinema, Críticas de 2009, Romance on 20 de novembro de 2009 by Lucas Nascimento

  Do fundo do mar: Bella dividida entre um lobisomem e um vampiro

Eu não sou um fanático por Crepúsculo. Assisti ao primeiro filme sem nenhum conhecimento da história e gostei muito. Agora, temos uma sequência maior e melhor, sendo superior ao primeiro capítulo em quase todos os aspectos, que vão de atuações até roteiro. É mais sombria do que Crepúsculo, bem mais dramática, a trama agora insere lobisomens e o resultado é mais do que satisfatório.

Na trama, Bella sobrevive do ataque de um vampiro em um acidente na sua festa de aniversário. Cheio de culpa, o vampiro Edward vai embora, deixando Bella em uma tremenda depressão. Nessa fase sombria, sua amizade com Jacob Black começa a evoluir em algo maior.

Grandioso. Um bom adjetivo para o filme. A trama é bem mais movimentada, divertida, criativa e dramática do que a de Crepúsculo. As cenas de ação e os efeitos visuais melhoraram muito, aliás, a direção é bem superior, mais artística, em especial nas cenas passadas na Itália. Há também uma excelente e bem feita cena em que os lobisomens caçam a vampira Victoria. Com os vampiros perdendo um pouco de destaque, entram em cena os lobisomens. Diferentes dos tradicionais, são estranhos por andarem sem camisa o tempo o todo, aliás, o diretor nem se preocupa em procurar um motivo lógico para a falta de camisa.

Mas digo uma coisa: Se os lobisomens ganham mais destaque, roubam a cena sempre que aparecem, o bem construído e interpretado clã Volturi. Liderados por um inspirado Michael Sheen, eles são um tipo de família real que fazem cumprir as leis vampirescas. A luta de Edward com um dos Volturi é memorável. As atuações são muito boas, não há muito o que dizer, mas elas evoluíram muito do primeiro filme.

No entanto, não vá pensando que é um filme perfeito. No roteiro há muitas, muitas frases melosas, que se repetem tanto, que começam até a incomodar, mas as meninas adolescentes devem adorar. O relacionamento entre Bella e Jacob também é muito parecido com o que ela teve com Edward no primeiro filme. Nota-se claramente a repetição.

Resumindo, é um filme muito bom, bem melhor do que seu anterior, possui uma trama mais movimentada e com mais ação. Possui aqueles errinhos menores como as sonolentas frases amorosas, mas ainda assim é um filme altamente recomendado.

Nota: 8,5

Assisti: No Cinema

Data: 20/11/09

| 2012 | O mundo é destruído mais uma vez

Posted in Ação, Aventura, Cinema, Críticas de 2009 on 14 de novembro de 2009 by Lucas Nascimento

Bom 

2012  Mar em fúria: Visual impecável da inundação do Himalaia

Se tem alguém que sabe como destruir o mundo, esse alguém é Roland Emmerich. Em seu mais novo projeto catástrofe entitulado 2012, ele faz uma reciclagem de tudo o que já havia feito em seus filmes anteriores, deixando os efeitos visuais e as cenas de destruição ainda melhores. Mas ele não escapa de elementos que parecem assombrar todos os filmes do gênero, como a reação do governo e as múltiplas tramas paralelas.

Na trama, a humanidade se desepera quando o mundo começa a acabar e se rachar, devido a um superaquecimento no núcleo do planeta. Nesse cenário, temos o escritor de ficção científica Jackson, que lutará para salvar sua família.

Bom, vamos à análise. 2012 é um bom filme, não há dúvida disso. É divertido, possui muita adrenalina e ótimos efeitos visuais. No entanto, ele é muito comprido e não escapa de muitos tropeços já familiares no gênero, vamos ao principal deles: Por que o espectador têm que acompanhar tanto a reação do governo quanto ao fim do mundo? Além de não interessar nem um pouco, é geralmente uma desculpa para mais um elemento, o patriotrismo, a vontade de passar uma imagem boa dos EUA. Outro defeito: As tramas paralelas são realmente desnecessárias, e eu acho que arranjar uma explicação para o fim do mundo não é uma boa idéia. Convenhamos, não seria melhor se, no filme, o mundo acabasse sem um motivo especificado, no melhor estilo Os Pássaros? Assistir assim seria mais perturbador.

2012 - California destruction  A destruição da Califórnia é a melhor cena do filme

Agora vamos ao que interessa: As cenas de catástrofes. O que posso dizer, o Rio de Janeiro aparece pouco, com uma dublagem vergonhosa enquanto a Califórnia recebe uma cena de ação de tirar o fôlego, com efeitos visuais excelentes e muita adrenalina, principalmente quando Jackson e sua família fogem em um avião pela cidade sendo destruída. Os atores até que não fazem feio, John Cusack e Amanda Peet convencem, mas quem rouba a cena é o adoidado locutor de rádio Charlie, vivido por Woody Harelson.

O filme se desenrola até um clímax diferente, que eu achei um tanto exagerado. A idéia do governo construir uma espécie de “arca de Noé” ficou meio estranho, ainda mais porque a cena parece uma mistura de 20.000 léguas submarinas com Jornada nas estrelas.

Resumindo, 2012 é um bom filme, mas não escapa de típicos erros desse tipo de gênero, como a desnecessária e detalhada reação do Governo americano. Mas vale pelas cenas de ação e os impressionantes efeitos visuais.

Nota: 7,0

Assisti: No Cinema

Data: 14/11/09

| Inimigos Públicos | Mais um filmaço de Michael Mann

Posted in Ação, Críticas de 2009, Drama, DVD on 10 de novembro de 2009 by Lucas Nascimento

Otimo

Public-Enemies  Meu nome não é Johnny: Depp encarna com perfeição o notório John Dillinger

Michael Mann é aquele tipo de diretor que sempre faz filmes de ação, mas seus filmes são sempre os mais inteligentes do gênero, tentando captar o lado mais psicológico. Com seu novo filme, ele entra no gênero de gangsters ao retratar os roubos de John Dillinger. Como sempre, o filme têm cenas de ação realistas, atuações excelentes, roteiro brilhante e direção de mestre.

Na trama, o mais notório criminoso da América, John Dillinger faz diversos roubos pelo país. No caminho, é perseguido pelo agente do FBI Melvin Purvis e se apaixona pela garçonete Billie Frechette.

Absolutamente fantástico, Inimigos Públicos é uma inteligente saga de guerra ao crime organizado, e o diretor Michael Mann capta suas imagens de maneira quase documental, de ângulos criativos e traz uma grande fidelidade aos fatos. A fotografia do filme é impecável.

Johnny Depp no papel principal está, como sempre, perfeito e genial, conseguindo transmitir para o espectador tudo o que Dillinger deve ter sido: um gênio do crime, que entrava e saía de diversas prisões. Christian Bale como Melvin Purvis também impressiona, mas eu achei Marion Cottilard no papel de Billie Frechette o grande destaque coadjuvante. Alguns cenários também foram retratados muito bem, o filme parece mesmo ter sido gravado em 1933.

A trama vai se desenrolando meio devagar no início, mas da metade pro fim a caçada vai ficando mais emocionante quando Purvis vai chegando mais perto de Dillinger, e Mann retrata as cenas de tiroteio com tamanha perfeição e realismo (destaque para a excelente emboscada em Winsconsin) que é impossível entediar. Não é segredo nenhum que John Dillinger tenha sido morto a tiros pelo FBI, e o filme faz questão de mostrar o último momento de vida de Dillinger e eu faço questão de avaliá-la, porque ela é filmada de uma forma espetacular. Você chega a torcer por Dillinger, mesmo que você saiba o que vai acontecer.

Resumindo, é um ótimo filme, ação e cérebro caminham juntos em uma emocionante caçada humana, brilhantemente orquestrada por Michael Mann, que nos entrega uma cena final de ficar na memória. Gênio.

Nota: 9,0

Assisti: Em DVD

Data: 10/11/09

| Star Trek | A Melhor ficção científica desde o fim de Star Wars

Posted in Aventura, Críticas de 2009, DVD, Ficção Científica, Indicados ao Oscar on 4 de novembro de 2009 by Lucas Nascimento

Otimo

Star-Trek  Entrando numa fria: Kirk é mandado para o gelo, só que esqueceu os skis

Eu admito que nunca assisti o seriado nem qualquer outro filme antigo de Jornada nas Estrelas, assisti esse novo filme por puro interesse pelo trailer e a escalação de elenco. Devo dizer que quando o filme terminou fiquei surpreendido com a qualidade do filme. É simplesmente fenomenal, não sentia a mesma empolgação em um filme assim desde o fim da saga Star Wars. Obrigatório.

Na trama, acompanhamos o início das aventuras da tripulação da nave Enterprise, que conta, além de uma jovem equipe, com James Kirk e o vulcano Spock, que devem superar sua inimizade para deter o romulano Nero, que planeja se vingar por uma perda.

Absolutamente fenomenal, Star Trek é um excelente trabalho de direção, roteiro e elenco. A trama é tão bem construída e elaborada, que é impossível não se deixar levar e se impressionar com referências ao Exército, viagens no tempo e empolgantes cenas de ação.

O elenco, comandado por um carismático Chris Pine, é realmente muito bom. Zachary Quinto, mais conhecido como o vilão Sylar no seriado morto-vivo Heroes, é simplesmente perfeito, sério e brilhante como pede o personagem. No lado coadjuvante, temos Zoe Saldana, que parece estar se revelando para Hollywood e o sempre ótimo Simon Pegg, como o alívio cômico do filme, o engenheiro Scotty. Eric Bana também impressiona como Nero e Leonard Nimoy faz uma aparição memorável.

Completamente inesperado e empolgante, Star Trek é diversão de primeira e conta com ótimos efeitos visuais, principalmente nas cenas de batalhas espaciais. É interessante observar no filme a diversidade de alienígenas vivendo entre humanos e nós podemos relacionar a Frota Estelar com o Exército e a Faculdade. Muito bom mesmo.

Resumindo, é um ótimo filme, conta com um roteiro ágil, rápido e nada complicado para não-fãs, como eu. É fenomenal, não sentia a animação e a empolgação em um filme assim desde o fim da saga Star Wars. Diversão garantida.

Nota: 10

Assisti: Em DVD

Data: 04/11/09

| Garota Infernal | Prometia mais, porém agrada

Posted in Cinema, Comédia, Críticas de 2009, Terror on 28 de outubro de 2009 by Lucas Nascimento

 Bom

Jennifer's Body  O diabo veste nada: Megan Fox em uma memorável natação

A roteirista Diablo Cody já tem um Oscar em sua estante, logo depois de seu primeiro roteiro, o genial Juno. Seu segundo trabalho, que traz de grande atrativo e belissíma Megan Fox, é um filme diferente. É um terror com grandes toques de humor negro e que mesmo com uma premissa interessante, consegue decepcionar. Não é ruim exatamente, mas eu esperava muito mais.

Na trama, a popular Jennifer e sua melhor amiga Needy vão à um show de rock. Na mesma noite, um incêndio ocorre no mesmo lugar e Jennifer desaparece com a banda. Depois de voltar perturbada e diferente, assassinatos começam e Needy suspeita que Jennifer é a responsável, tendo um demônio em seu corpo.

Bem, o filme segue um ritmo lento e com alguns clichês no início do filme, não é criado nenhum mistério ou empolgação, apenas situações adolescentes. Há alguns toques de terror, mas a maioria deles é misturado com humor negro e algumas referências pop sem sentido (Ta, a do X-Men foi legal), mas o ato final do filme, que envolve um baile, consegue ganhar mais velocidade e adrenalina, tornando-se muito interessante e empolgante.

Megan Fox, em seu primeiro papel de protagonista me surpreendeu. Não pelas quentes cenas de beijo lésbico ou a cena do lago, mas porque sua atuação foi muito boa, me convenceu de verdade. Quem é convincente também é Amanda Seyfried, no papel de Needy, mas sua personagem ganha um desfecho tão exagerado e desnecessário que quase estraga sua boa atuação. E sua personagem parece telepata! Ela sempre sabe quando alguma coisa ruim acontece, onde e com quem acontece! Temos também uma ponta do JK Simmons.

Resumindo, nem de longe é melhor do que Juno, mas é um bom filme, que apesar de não ter um roteiro tão bom, têm boas atuações. Mas não espere um trabalho notável, nem ver a Megan Fox nua, por que você não encontrará nesse filme.

Nota: 5,0

Assisti: No Cinema

Data: 28/10/09