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| O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro | No caminho para o genuíno espetáculo

Posted in Adaptações de Quadrinhos, Aventura, Cinema, Críticas de 2014 with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on 2 de maio de 2014 by Lucas Nascimento

3.0

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O Cabeça-de-Teia encara o azulado Electro de Jamie Foxx

Depois de uma trilogia bem sucedida e um reboot irregular, chegamos a este O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro, nova investida da Sony em seu personagem mais lucrativo. E devo dizer que, sendo continuação de uma reimaginação pouco inspirada, comandada por um cineasta incapaz de lidar com espetáculos e povoadas por três grandes vilões, o resultado poderia ser muito pior. Mas merecia muito mais.

A trama se passa algum tempo depois do primeiro filme, onde encontramos Peter Parker (Andrew Garfield) confiante e se divertindo com seu alter-ego de Homem-Aranha, ainda que constantemente assombrado pela promessa que fizera ao Capitão Stacy (Denis Leary, em rápidas aparições) de ficar longe de sua filha, Gwen (Emma Stone, que mulher). Ao mesmo tempo em que vai descobrindo mais pistas sobre seu passado, o herói é surpreendido pela chegada do antigo amigo, Harry Osborn (Dane DeHaan, excelente) e do vilão Electro (o sempre carismático Jamie Foxx).

Pelo breve sumário acima, já deu pra notar quantas linhas narrativas os roteiristas Roberto Orci, Alex Kurtzman (responsáveis pelo reboot de Star Trek, mas também por Transformers) e Jeff Pinkner optaram por construir sua trama. Como a mania dos grandes estúdios agora é construir grandes universos expandidos no cinema (graças ao sucesso esmagador do Universo Cinematográfico da Marvel Studios), não espere que todas essas linhas saiam resolvidas; pelo contrário, este novo filme já prepara terreno para um inevitável terceiro filme e até futuros personagens do universo do Cabeça-de-Teia, nem que isso signifique puxar o fio da tomada em plena ação a fim de guardar seu desfecho para futuros longas.

O que prejudica elementos importantes no desenrolar da história. A relação entre Peter e Harry, por exemplo,  é contada às pressas apenas para que o amigo do protagonista transforme-se em uma versão bizarra do Duende Verde, perdendo o impacto de um conflito entre dois amigos – algo muito melhor retratado, sem querer entrar muito no âmbito comparativo, na trilogia de Sam Raimi. E ainda que os três distintos vilões sejam bem distribuídos ao longo da narrativa, o roteiro do trio fracassa em garantir-lhes verossimilhança: Electro é um bobalhão ultra caricato que só deseja atenção, o Duende quer salvar sua vida (e para isso quer matar o Homem-Aranha, certo) e o Rino de Paul Giamatti é um mero capanga com uma das mais horrorosas armaduras já vistas em uma adaptação de quadrinhos (não que o original fosse muito melhor). Isso sem falar na subtrama dos pais de Parker e a Oscorp, que é enfiada no meio da projeção e fica lá por um bom tempo; fator que interrompe o ritmo excelente que a produção vinha tomando.

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Mais ação para Gwen Stacy

Já o diretor Marc Webb, que não fazia ideia de como comandar uma sequência de ação no primeiro filme (apesar de continuar sendo um amador no uso de efeitos visuais e revelar-se tarado por câmera lenta), se sai consideravelmente melhor ao aumentar os riscos, os cenários e todo o feeling em tais momentos: a grandiosidade da cidade de Nova York é bem mais perceptível aqui. Ajuda também ter a presença épica de Hans Zimmer – junto com um grupo de artistas composto por Pharell Williams e Johnny Marr – na trilha sonora (aliás, que decisão genial conferir dubstep como o tema de um personagem cujo poder é a eletricidade) e um Homem-Aranha insanamente bem humorado.

O maior mérito da produção sem dúvida é o acertadíssimo humor do personagem, que surge sempre carismático e com piadinhas inspiradas na hora de frustrar criminosos armados em uma perseguição impressionante e ao sair pelas ruas assoviando seu próprio tema, favorecendo a ótima performance de Andrew Garfield. E, preservando aquele que foi o grande acerto do longa anterior, Webb dirige bem as cenas em que Garfield contracena com a maravilhosa Emma Stone, capturando novamente a radiante química do casal – e também levando-o para caminhos mais dramáticos.

No fim, O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro é uma experiência melhor e mais divertida do que seu antecessor, mas que ainda sofre de problemas similares em sua estrutura e direção; sendo mais um conjunto de ótimos momentos em meio a uma narrativa bagunçada.

Mas ainda tenho esperanças. O terceiro filme, livre de algumas complicações resolvidas aqui, promete ser VERDADEIRAMENTE espetacular.

Obs: O subtítulo “Ameaça de Electro” é completamente descartável, já que o vilão de Jamie Foxx não é o único (e nem o mais importante) na trama.

Obs II: Ouvi dizer que uma prévia de X-Men: Dias de um Futuro Esquecido seria exibida após os créditos, mas nada apareceu na minha sessão (no IMAX do Bourbon). No entanto, fui informado de que em outras sessões (especialmente Cinermak), a cena aparece.

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Primeiro trailer de O ESPETACULAR HOMEM-ARANHA 2: A AMEAÇA DE ELECTRO

Posted in Trailers with tags , , , , , , , , , , , , on 5 de dezembro de 2013 by Lucas Nascimento

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Programado para ser exibido antes das cópias de O Hobbit: A Desolação de Smaug nos EUA, o primeiro trailer completo de O Espetacular Homem-Aranha: A Ameaça de Electro acaba de ser lançado na internet. A prévia traz relances de todos os vilões confirmados: Rino (Paul Giamatti), Duende Verde (Dane DeHaan) e Electro (Jamie Foxx) (e fiquem atentos, eu reparei até em um easter egg do Dr. Octopus e Abutre) e retoma a trama sobre o passado de Peter Parker. Agora, só eu acho que esse filme tá sobrecarregado de personagens? E que esses efeitos visuais são excelentes? – se fosse um game, pra Playstation 2.

Confira:

O Espetacular Homem-Aranha: A Ameaça de Electro estreia em 1º de Maio.

| Cosmópolis | Um ensaio sobre o capitalismo, por David Cronenberg

Posted in Cinema, Críticas de 2012, Drama with tags , , , , , , , , on 9 de setembro de 2012 by Lucas Nascimento


Robert Pattinson encarna o papel mais desafiador de sua carreira: um homem que deseja um corte de cabelo

Cosmópolis é um filme de teses. Evitando uma narrativa convencional e simplificada, o novo filme de David Cronenberg utiliza-se de meios “alternativos” para contar sua bizarra história, onde discussões sobre filosofia e existencialismo invadem a cena constantemente, em uma experiência incomum e irregular.

Adaptado do livro homônimo de Don DeLillo, a trama segue o milionário Erick Packer (Robert Pattinson) enquanto este cruza a cidade de Nova York a fim de cortar o cabelo. Durante a odisséia em sua limousine, ele vai perdendo sua fortuna ao apostar na Bolsa de Valores contra a ascensão do yun.

É difícil de compreender por completo o que Cosmópolis quer dizer. O roteiro, assinado por Cronenberg, traz um retrato onírico e pessimista do novo milênio, criticando principalmente a sociedade que é formada sob consequência do avanço capitalista e tecnológico. Na acidez do comentário, o longa abre com a citação “um rato tornou-se a unidade monetária” e passa os 109 minutos seguintes analisando (?) a influência do sistema no Homem (em uma tese essencialmente Marxista), assim como a propagação da violência como consequência desta – tome como exemplo o personagem de Paul Giamatti (ótimo), um sujeito visto como “inútil” dentro de uma sociedade de computadores e números, e que vê no assassinato do protagonista uma forma de se destacar.

O que nos leva até Erick Packer. Passando quase metade da projeção em sua luxuosa limousine, o milionário está alienado ao que ocorre no mundo. Seu veículo é a prova de som (reparem em como o design de som vai se modificando ao longo em que o desfecho vai se aproximando) e também lhe serve de escritório, ocasionando na presença de variadas figuras que trazem consigo teses sobre aspectos diferentes de sua vida. O desatino de Packer é exposto de forma brilhante durante a cena em que uma manifestação popular ataca e vandaliza o carro do protagonista, apenas para evidenciar sua falta de reação – traço que o esforçado Robert Pattinson abraça com vigor. Detalhe interessante também é como o figurino de Packer vai se deteriorando: primeiro ele perde a gravata, depois o paletó e assim por diante.

Mas mesmo que traga boas ideias e uma direção habilidosa de Cronenberg – cujos planos sempre trazem uma impressão de sufoco à Packer, especialmente nos diálogos com sua esposa – Cosmópolis é uma experiência pouco agradável. Nenhum dos personagens surge como humanos, mas como fios de pensamento que expõe suas teses de forma nada sutil, preocupando-se inteiramente com estas. Não se enganem, é ótimo quando o Cinema pensa e quer transmitir uma mensagem sobre um tema do gênero, mas pessoalmente não me satisfaz quando sacrifica sua estrutura; tomem como exemplo Clube da Luta de David Fincher, que apresenta uma feroz crítica ao consumismo e ainda assim permanece como um filme “de verdade”.

Talvez tenha mais em Cosmópolis do que consegui enxergar (e uma segunda visita talvez seja necessária para captar todos os seus temas) mas como experiência é um filme que pouco entretém.

| Tudo pelo Poder | Thriller político de tirar o fôlego

Posted in Cinema, Críticas de 2011, Drama, Indicados ao Oscar with tags , , , , , , , , , , , on 23 de dezembro de 2011 by Lucas Nascimento

Eu não sou o maior admirador da política. Aliás, pode-se dizer que raramente (muito mesmo) acompanho eventos do assunto, a não ser por eleições presidenciais. É este o tema de Tudo pelo Poder, filme que traz George Clooney na cadeira de diretor pela quarta vez, um thriller político envolvente e magistralmente executado.

Baseando-se na peça de Beau Willimon, o longa apresenta o período de eleições presidenciais entre dois candidatos: o democrata Mike Morris (Clooney) e o republicano Pullman (Michael Mantell), colocando em foco o dedicado Stephen Meyers (Ryan Gosling), acessor da campanha de Morris que terá sua lealdade testada ao descobrir segredos obscuros sobre seu candidato.

Voltando à parte onde eu disse que não me interessava por política, eu fico surpreso que um filme cujo tema é completamente voltado à mesma, tenha conseguido funcionar tão bem para mim. Isso se deve à ótima direção de Clooney, que mantém o ritmo e tom eficiente durante toda a projeção, despertando o interesse do espectador por seus personagens – nesse sentido, o roteiro assinado por Grant Heslov, Clooney e Willimon também merece atenção, já que apresenta ótimos diálogos e contextualiza com objetividade o complexo mundo onde o longa se passa.

E é muito interessante acompanhar como os eventos vão se desenrolando nesse cenário político. Tomando o filme para si próprio, Ryan Golsing faz um excelente trabalho como Stephen, estabelecendo uma persona de “bom-moço” no primeiro ato e impressionando com sua mudança de caráter ao longo da ocorrêcia de eventos surpreendentes. Clooney aparece menos, mas consegue fazer de Mike Morris um personagem admirável em sua campanha (claramente inspirada na de Barack Obama, note por exemplo na imagem que traz o ator em um pôster eleitoral com design semelhante ao do atual presidente dos EUA), mas com “esqueletos no armário”. Aplausos também para Phillip Seymour Hoffman e Paul Giamatti, sempre ótimos coadjuvantes.

Tratando-se de um cenário aparentemente simples (sem locações exóticas, ou saltos temporais), não era de se esperar um cuidado tão atencioso e bonito com o visual. O diretor de fotografia Phedon Papamichael compõe cada ambiente do filme com imenso talento e criatividade, criando um dos planos mais bonitos do ano, onde Stephen tem uma revelação sobre Molly (estagiária de Morris, interpretada pela carismárica Evan Rachel Wood) enquanto senta no carro durante uma pesada chuva; e a câmera foca o rosto de Gosling enquanto o limpador do retrovisor vai removendo a água, ao mesmo tempo em que pequenas lágrimas vão descendo pela face do ator. Sensacional.

Tudo pelo Poder é um ótimo filme para fãs e não-fãs de política, mas principalmente aos admiradores de uma boa história, madura e inteligente. Esse é o poder do cinema: transformar um assunto que não interessa a alguns (no caso, eu) em um dos melhores filmes do ano.

Globo de Ouro 2011 – Transmissão ao Vivo

Posted in Prêmios, Transmissão ao Vivo with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 16 de janeiro de 2011 by Lucas Nascimento

Vamos nessa, acompanhe aqui a transmissão ao vivo do Globo de Ouro 2011:

23:01h – Cheguei em cima da hora. Ricky Gervais apresentando a festa de novo e cheio das piadas; o cara é demais.

23:03h – Mais uma vez: Ricky Gervais é demais; sacaneando Charlie Sheen e Sex and the City.

23:05h – E vem aí a linda Scarlett Johanssom para apresentar Melhor Ator Coadjuvante. Christian Bale deve levar essa fácil.

23:06h – Aí está: Christian Bale ganha Melhor Ator Coadjuvante, por O Vencedor.

23:08h –  Que barba não, sr. Wayne?

23:10h – Não vejo muitas séries de TV, mas vem aí Melhor Série de TV Dramática.

23:12h – E ganha Kate Sagal, por Sons of Anarchy. Desconheço a série, mas lembro da atriz pelo ótimo Married with Children.

23:13h –  Intervalo comercial, bom pra respirar. Blogar, twittar e assistir ao evento ao mesmo tempo não é fácil…

23:16h –  E voltamos, com Juliane Moore e Kevin Spacey, apresentando Melhor Minissérie ou Telefilme.

23:18h – Ganha Carlos, que tem quase 6 horas de duração e foi exibido no Festival do Rio ano passado.

23:19h – Estou pensando em ver esse Carlos, a repercussão crítica foi muito boa…

23:21h – E vem aí “o pai do Ashton Kutcher”, Bruce Willis para apresentar seu filme, RED – Aposentados e Perigosos.

23:22h – Não assisti RED, mas acho que Kick-Ass ou Scott Pilgrim deveria levar ter levado a indicação.

23:23h –  Agora, Melhor Ator Coadjuvante em Telefilme ou Minissérie.

23:24h – Chris Collfer, por Glee.

23:26h –  Intervalo comercial.

23:30h – Voltou o Globo de Ouro.

23:31h –  Digo mais uma vez: Alice não merecia essa indicação.

23:33h – Vem aí Milla Jovovich e Kevin Bacon para apresentar Melhor Ator em Série Dramática. Assisti só o piloto do Boardwalk Empire, mas acho que Steve Buscemi merece.

23:35h – Boa! Steve Buscemi leva Melhor Ator em Série Dramática, por Boardwalk Empire.

23:37h – Agora, o de Melhor Série Dramática.

23:38h –  E ganhou Boardwalk Empire. Acho que é merecido, mas queria que o The Walking Dead ganhasse.

23:40h –  E mais intervalos comerciais, perfeito pra descansar.

23:43h –  Voltamos, com Andrew Garfield apresentando A Rede Social, grande favorito da noite.

23:45h – Alec Baldwin e Jennifer Lopez (lindíssima) apresentando Canção Original. Sinceramente, não ouvi nenhuma dos indicados.

23:47h –  E leva “You Haven’t seen the last of me”, da Cher do filme Burlesque.

23:48h –  Agora, Trilha Sonora! Torço furiosamente por A Origem que é sensacional.

23:50h –  E Trent Reznor e Atticus Ross ganham por A Rede Social. A trilha é ótima, mas Hans Zimmer é superior.

23:51h – Mais intervalos comerciais.

23:53h – A Origem infelizmente não vai levar nada… Injusto.

23:55h –  E a transmissão continua!

23:56h – Hailee Steinfeld e o babaca Justin Bieber apresentam Melhor Filme de Animação. Obviamente, Toy Story 3 vai levar.

23:57h – Toy Story 3 ganha merecidamente. Ótima animação, Pixar é imbatível.

23:59h – Robert Downey Jr. arrasando no palco.

00:02h –  Agora Melhor Atriz em Filme de Comédia ou Musical. É da Annette Bening, certeza.

00:03h –  Annette Bening ganha, por Minhas Mães e Meu Pai.

 00:o5h – Preciso ver esse filme né…

00:06h – Brake!

00:09h – Voltamos!

00:10h – Ironicamente, Sylvester Stallone apresenta O Vencedor.

00:11h – Agora, Melhor  Ator em Telefilme ou Minissérie. Al Pacino, claro né?

00:12h – Al Pacino, por You Don’t Know Jack.

00:15h – Agora, Melhor Atriz em Telefilme ou Minissérie.

00:16h – Claire Danes, por Temple Gardin.

00:18h – Mais intervalos.

00:23h – De volta!

00:24h –  Zac Efron apresenta Minhas Mães e Meu Pai.

00:26h –  Steve Carrell e Tina Fey vão apresentar Melhor Roteiro. A Rede Social vai levar, com certeza. O texto do Aaron Sorkin é impecável.

00:27h – A Rede Social ganha Melhor Roteiro.

00:28h – A Rede Social de fato merece esse prêmio.

00:30h – Capitão America e Thor apresentam Melhor Atriz em Série, Minissérie e Telefilme. Jane Lynch ganhou, por Glee.

oo:31h – Mais intervalos comerciais.

00:35h – E voltamos mais uma vez! Agora teremos mais categorias de cinema, que é o foco do blog, afinal…

00:36h –  Robert Pattinson e Olivia Wilde apresentam Melhor Filme Estrangeiro.

00:37h – In a Better World ganha Melhor Filme Estrangeiro. Não conheço, realmente preciso ver mais filmes europeus…

00:39h – Helen Mirren apresenta O Discurso do Rei. Irônico (mais uma vez), já que ela interpretou a Rainha Elizabeth em A Rainha. Ganhou o Oscar, aliás.

00:40h – Agora, Melhor Atriz em Série de Comédia. Será que a Tina Fey ganha de novo?

00:42h – Laura Liney, por The Big C. A série parece boa, estou pensando em assistir… Ah, intervalos!

00:46h – De volta. Com Jane Fonda apresentando Burlesque. Passo longe desse aí…

00:47h – Agora, Melhor Ator em Série de Tv de Comédia. Alec Baldwin vai ganhar de novo? Ou o cara do Glee?

00:49h – Opa, Jim Parsons ganha MERECIDAMENTE pelo seu sensacional trabalho em The Big Bang Theory.

00:50h – Agora, Melhor Atriz Coadjuvante em Cinema. Melissa Leo, acho…

00:51h –  Melissa Leo, por O Vencedor.

00:53h – Brake mais uma vez!

00:58h – Voltamos. Com Matt Damon entregando Prêmio Especial para Robert DeNiro.

01:00h – Robert DeNiro se destaca em O Poderoso Chefão 2 e Taxi Driver. Grandes filmes…

01:04h – Essa homenagem ao DeNiro foi espetacular. O cara é foda.

01:08h – Mais um intervalo comercial.

01:13h – Estamos de volta… A linda Megan Fox vai apresentar O Turista.

01:14h – Annette Bening apresentando Melhor Diretor. Fincher ganha, mas Nolan merecia DEMAIS!

01:15h –  David Fincher ganha Melhor Diretor, por A Rede Social.

01:16h – Um diretor excepcional que nem o Christopher Nolan ainda vai ganhar o seu… Muito em breve.

01:18h –  Agora, Melhor Série de Comédia. Glee, certo?

01:19h –  Isso aí, Glee ganha Melhor Série de Comédia.

01:20h – Brake time!

01:23h – Voltamos, com Alicia Keys apresentando Cisne Negro.

01:25h – Halle Berry apresentando Melhor Ator em Comédia ou Musical. Johnny Depp ou Jonnhy Depp?

01:26h –  Ufa, nenhum dos dois: Paul Giamatti, por Barney’s Version.

01:28h – Mais um intervalo. Isso mesmo, MAIS um.

01:32h – Voltamos com Joseph Gordon Levitt apresentando o melhor filme de 2010: A Origem.

01:33h – O boa-praça Jeff Bridges apresenta Melhor Atriz em Filme de Drama. Vai Portman!

01:34h –  YES! Natalie Portman ganha Melhor Atriz em Drama, por Cisne Negro.

01:38h – Com muito sarcasmo, Ricky Gervais recebe Tom Hanks e Tim Allen, que apresentarão Melhor Filme de Comédia ou Musical.

01:40h – E O vencedor é… Minhas Mães e Meu Pai.

01:42h – Faltando apenas 2 categorias, intervalos comerciais.

01:46h – Voltamos, Sandra Bullock vai apresentar Melhor Ator em Filme de Drama. Colin Firth, óbvio.

01:47h – Aí está: Colin Firth ganha, por O Discurso do Rei.

01:50h –  Só falta UMA categoria e colocam intervalo comercial? Tudo bem que está bem na cara, mas…

01:54h – Voltamos, com Michael Douglas (que venceu o câncer) apresenta Melhor Filme de Drama. A Rede Social né…

01:56h – Melhor Filme de Drama, A Rede Social.

01:58h – Bem, chegamos ao fim. A Rede Social levou quase tudo e promete ser o grande filme do Oscar 2011, apesar de A Origem ser superior, mais ousado e original. David Fincher merece o prêmio pelo ótimo filme que dirigiu, mas também pela sua carreira impecável (exclua Alien 3) e tenho certeza de que Christopher Nolan ainda vai ganhar seus merecidos prêmios – já deu pra perceber que sou fã do sujeito…

02:00h – Ainda não vi O Discurso do Rei, Cisne Negro e o Vencedor, mas aposto na qualidade de suas performances. Resta aguardar pelos próximos prêmios.

Agradeço a todos que acompanharam a transmissão aqui no blog e, aguardem, porque no Oscar vou fazer a mesma coisa. Até mais e boa-noite…