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Confira o trailer completo de JOGOS VORAZES: A ESPERANÇA – O FINAL

Posted in Trailers with tags , , , , , , , , , on 23 de julho de 2015 by Lucas Nascimento

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A Lionsgate acaba de lançar o trailer completo de sua grande aposta do ano, Jogos Vorazes: A Esperança – O Final, que encerra a saga da Katniss Everdeen de Jennifer Lawrence. A prévia promete muita ação e uma escala épica para o filme de Francis Lawrence.

Confira:

Jogos Vorazes: A Esperança – O Final estreia em 19 de Novembro no Brasil.y

| O Protetor | Crítica

Posted in Ação, Críticas de 2014, DVD with tags , , , , , , , , , , , on 23 de dezembro de 2014 by Lucas Nascimento

3.5

TheEqualizer
Denzel Washington é Robert McCall

Às vezes, não é preciso muito para se fazer o ocasional filme de ação do sábado à noite. Muita porcaria é capaz de aparecer por aí (porque acredite, ação ruim existe, e é muito comum), mas vira e mexe algo realmente único pode surgir. Não que Antoine Fuqua tenha ido até a Lua com seu novo O Protetor, mas ele certamente produziu entretenimento genuíno.

A trama é adaptada da série de TV homônima de 1985, mas sai Edward Woodward e entra Denzel Washington para assumir o papel de Robert McCall, um agente secreto altamente treinado que tenta levar uma vida normal em sua aposentadoria. Quando uma organização russa de tráfico sexual coloca em risco a vida da jovem Teri (Chloë Grace Moretz), McCall resolve ir atrás dos responsáveis para servir justiça.

Se parar pra pensar, O Protetor é quase como Taxi Driver. Uma versão marrenta, cartunesca-trash e centrada em ação de Taxi Driver, sim, mas compartilha com a obra-prima de Martin Scorsese um incidente incitante de trama similar, voltado para algo aparentemente aleatório. McCall e Teri são amigos ocasionais, que compartilham uma conversinha aqui e ali, nada poderoso o suficiente para que o protagonista encarasse uma cruzada violenta e arriscada como tal. E isso é muito eficiente aqui, remanescência do herói de ação dos anos 80. Digo, McCall vai pro confronto final de ônibus… Esse é o herói do povo.

Washington surge excelente aqui, enfrentando uma série de inimigos que parecem ter sido engavetados de uma nada sutil propaganda pró-EUA da Guerra Fria. Temos lá os capangas grandes, com bigodes exóticos e cabeleiras nada realistas, e o grande vilão de Marton Csokas (pra mim, o Kevin Spacey russo) que já se apresenta como o mal em pessoa quando vemos seu corpo repleto de tatuagens com demônios, cabras e outros indicadores de “parada maligna”. Os encontros entre os polos opostos, seja num diálogo tenso num restaurante ou já na pancadaria, são interessantíssimos. Antoine Fuqua é um grande diretor, cuja câmera se move bem durante a ação, e também é criativo na composição de seus enquadramentos. Temos uma luta na chuva dentro de uma loja de departamentos., quer mais badass que isso?

Se peca em algo, é ao transformar McCall em uma espécie de super-humano obcecado com os movimentos alheios, na cópia mais descarada do Sherlock Holmes “moderno” possível. O longa também se estende ao tentar garantir que todas as pontas soltas da cruzada de McCall ficassem devidamente amarradas, mesmo que isso o leve a uma viagem relâmpago para Moscou.

O Protetor é um filme de ação despretensioso e divertidíssimo, agarrando-se a estereótipos e uma performance habitualmente agradável de Denzel Washington. Às vezes, não é preciso esquentar demais.

| O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos | Crítica

Posted in Ação, Aventura, Cinema, Críticas de 2014 with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on 12 de dezembro de 2014 by Lucas Nascimento

3.0

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É o fim? Galandriel vem a socorro do mago Gandalf

Se Uma Jornada Inesperada era uma longa e maçante introdução e A Desolação de Smaug um amontoado de eventos de transição, A Batalha dos Cinco Exércitos é todo clímax. A adaptação tripla de Peter Jackson chega ao fim e fica claro de uma vez por todas como a divisão de obras em múltiplos filmes é falha, dada a perda de estrutura. O último filme funciona pela ação, mas não é o bastante.

A trama começa logo após o final do anterior, com o dragão Smaug (Benedict Cumberbatch) partindo para destruir a Cidade do Lago. Enquanto isso, os anões liderados por Thorin (Richard Armitage) retomam o controle da Montanha Solitária, mas temem pela segurança do reino quando seu rei fica obcecado por poder e ouro. Também sedentos por poder, um vasto exército de orcs parte para tomar o reino dos anões, atraindo também uma legião de elfos para defendê-los. Ah, tem o hobbit Bilbo Bolseiro (Martin Freeman) no meio também.

Isso aí, o protagonista da trilogia é reduzido a um mero protagonista neste último filme. Tudo bem que é uma decisão aceitável, já que a atenção que Thorin ganha aqui é muito interessante, especialmente graças à seu desenvolvimento como personagem, incluindo sua memorável pegada sombria. Me surpreende que o roteiro de Fran Walsh, Philippa Boyens, Peter Jackson e Guillermo Del Toro tenha gastado um tempo considerável com a mudança do personagem, conferindo um envolvente clima “guerra fria” para levar ao estopim da batalha principal do título, tensão que aliás é muito mais interessante do que a ação em si.

Com exceção do excepcional confronto inicial com Smaug (sempre uma presença marcante e assombrosa, um milagre de CG), não é uma ação realmente empolgante. Mais genérico do que o habitual, Jackson oferece os mesmos movimentos de câmera, planos fechados que não nos permitem acompanhar toda a ação e uma mão pesadíssima para momentos que almejam a epicidade – com o slow motion e os ultra closes – mas que beiram o ridículo, seja em trocas de olhares embaraçosamente longas ou as subtramas estúpidas que o time de roteiristas tenta enfiar goela abaixo. O triângulo amoroso de Tauriel (Evangeline Lilly) com Legolas (Orlando Bloom) e o anão Kili (Aidan Turner) é vergonhoso, a insistência no ganancioso personagem de Ryan Gage é irritante e inconclusiva, e o clichê do herói Bard (Luke Evans) lutando para proteger sua família simplesmente não funciona.

E mesmo que eu não seja o maior fã da trilogia O Senhor dos Anéis, reconheço que um dos pontos altos de A Batalha dos Cinco Exércitos é a série de conexões que este faz com essa história. Imagino que os fãs devam ter tido orgasmos quando a bela Galandriel (Cate Blanchett) se une a Gandalf (Ian McKellen), Saruman (Christopher Lee) e Elrond (Hugo Weaving) para uma batalha com o sinistro Saruman (voz e movimentos também de Benedict Cumberbatch), assim como os lindos créditos finais.

O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos é um bom entretenimento capaz de oferecer cenas de ação pontualmente empolgantes. Vale mais pela conclusão da história geral iniciada com Uma Jornada Inesperada, mas que fique evidente como a divisão de histórias em múltiplos filmes – ou melhor, pedaços de filmes – não funciona.

Primeiro trailer de VELOZES & FURIOSOS 7

Posted in Trailers with tags , , , , , on 1 de novembro de 2014 by Lucas Nascimento

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Caramba, já temos 7 desses. É tanto filme que, no original, Velozes & Furiosos 7 limitou-se a chamar-se “Furious 7”. Faz sentido, já que o primeiro trailer se concentra mais na ação, que parece comandada na medida certa por James Wan (diretor de Invocação do Mal). Confira:

Velozes & Furiosos 7 estreia no Brasil em 26 de Março de 2015.

| Star Wars: Episódio II – Ataque dos Clones | Crítica

Posted in Aventura, Cinema, Críticas de 2014, Ficção Científica with tags , , , , , , , , , , , , , , on 23 de outubro de 2014 by Lucas Nascimento

4.0

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Anakin e Padmé na batalha de Geonosis

Se A Ameaça Fantasma foi uma decepção para os fãs por não manter o espírito da trilogia original, Ataque dos Clones certamente satisfaz nesse quesito, tendo tido uma recepção superior ao filme de 1999 – ainda que não seja amado pelos saudosistas. Já eu, adoro.

A trama começa uma década após os eventos do anterior, com a República cada vez mais em crise graças aos ataques da Federação do Comércio e o movimento separatista. Nesse cenário, a senadora Amidala (Natalie Portman) é posta na mira de um misterioso assassino, o que leva acarreta na chegada dos Jedi Obi Wan Kenobi (Ewan McGregor) e Anakin Skywalker (Hayden Christensen) para protegê-la e encontrar o vilão.

Eu tenho um afeto especial por Ataque dos Clones. Foi o primeiro filme da saga que assisti no cinema – uma das experiências cinematográficas mais marcantes da minha infância – e também o primeiro que condenou à “maldição” da expectativa voraz. E mesmo agora, 12 anos depois, acho que George Lucas evoluiu muito de A Ameaça Fantasma, seja como roteirista (aqui, com o apoio de Jonathan Hales) ou como diretor, aqui como pioneiro na distribuição digital de longas-metragem (recomendação: o documentário Lado a Lado, de 2012).

Claro, o filme não passa enxuto de problemas. O romance central entre Anakin e Amidala pode tornar-se tedioso, ainda mais quando a montagem de Ben Burtt o intercala com a missão de Obi-Wan, que é bem mais interessante. Não ajuda também o fato de Hayden Christensen ser um dos mais inexpressivos atores de sua geração, mesmo que sua química com Natalie Portman pontualmente funcione e aqui e ali ele apresente pequenas explosões de raiva que antecipam seu destino sombrio. O que faz o romance convencer, de fato, é a belíssima composição “Across the Stars” de John Williams, um dos pontos altos de sua contribuição para a série.

Como épico espacial, Ataque dos Clones é um digno exemplar. Seja na perseguição cosmopolita envolvendo a misteriosa assassina Zam Wesell, o duelo entre Obi-Wan e Jango Fett (meu preferido da saga) ou a gigantesca batalha final que introduz as Guerras Clônicas. Os efeifos visuais impressionam como sempre, e até a trama política fica mais instigante com a crescente participação de Palpatine (Ian McDiarmid), dando até mesmo uma função decisiva para o abobalhado Jar Jar Binks.

Star Wars: Episódio II – Ataque dos Clones é um ótimo filme e que traz os ingredientes vitais para um blockbuster bem sucedido. Traz seus deméritos típicos de George Lucas, mas todos eles seriam apagados quando a trilogia dos prequel mostrasse a que veio, 3 anos depois.

Próximo: A Vingança dos Sith

A SAGA

Episódio I – A Ameaça Fantasma

Episódio II – Ataque dos Clones

Episódio III – A Vingança dos Sith

Episódio IV – Uma Nova Esperança

Episódio V – O Império Contra-Ataca

Episódio VI – O Retorno de Jedi

| Star Wars: Episódio I – A Ameaça Fantasma | Crítica

Posted in Aventura, Cinema, Críticas de 2014, Ficção Científica with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 22 de outubro de 2014 by Lucas Nascimento

3.0

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Duel of the fates: Os Jedi enfrentam a ameaça de Darth Maul

Com a repetina decisão da rede Cinemark em exibir todos os filmes da hexalogia de Star Wars, aproveito a oportunidade não apenas para ver alguns dos filmes na tela grande, mas também escrever sobre eles. Que forma melhor de aquecer pro Episódio VII?

Adotando a ordem cronológica, começo hoje com aquele que foi a grande decepção da saga, mas que ainda assim permanece uma obra competente: Star Wars: Episódio I – A Ameaca Fantasma.

A trama é ambientada quase 40 anos antes dos eventos da trilogia original, tendo início quando os cavaleiros Jedi Qui-Gon Jin (Liam Neeson) e Obi-Wan Kenobi (Ewan McGregor) são enviados para negociar termos contra a maléfica Federação do Comércio, que planeja um ataque ao planeta Naboo e à Rainha Amidala (Natalie Portman). Os eventos levam a dupla a diversos planetas enquanto tentam proteger a rainha, ao mesmo tempo em que uma ameaça invisível vai surgindo das trevas.

As pessoas adoram odiar A Ameaça Fantasma, e realmente não podemos culpá-las por isso. Maravilhado com os feitos que a computação gráfica era capaz de alcançar no final dos anos 90, George Lucas aposta em diversos cenários e criaturas digitais; estas últimas prejudicadas por aquela que é a pior invenção do diretor: o gungan Jar Jar Binks, personagem infantil completamente dispensável que serve como o mais retardado alívio cômico dos últimos tempos. Prejudica também a insistência de Lucas em temas políticos fortes, que diversas vezes fazem o longa se perder em sua proposta de aventura espacial, que ainda torna-se entendiante ao apostar na péssima atuação do estreante Jake Lloyd, o jovem Anakin Skywalker, que torna-se peça essencial da narrativa.

Aliás, a verdade é que Lucas não é dos melhores diretores de elenco pela indústria. Mesmo que tenha lá Natalie Portman, Ewan McGregor e Samuel L. Jackson em bons papéis, nenhum deles realmente se destaca, praticamente no piloto automático. O mérito fica mesmo com Liam Neeson, personificando um dos personagens mais admiráveis de toda a saga, ainda que seja um mero arquétipo de “sábio mestre”. Ah, já falei do Jake Lloyd…

Mas seria injusto odiar totalmente o filme. Não só uma produção admirável com figurinos e maquiagens requintadas, A Ameaça Fantasma consegue ser épico quando o deseja. Sequências como a corrida de pods em Tatooine e o já exemplar duelo de sabres entre Obi-Wan, Qui-Gon e o sombrio Darth Maul (Ray Park, sempre maquiado) comprovam o cuidado da equipe na manipulação de efeitos visuais, o trabalho magistral de Ben Burtt no desenho de som e a ótima direção de Lucas para cenas do tipo. E, claro, a trilha sonora operática do mestre John Williams.

Revendo depois de muito tempo, percebo que Star Wars: Episódio I – A Ameaça Fantasma certamente foi prejudicado pela expectativa de sua época de lançamento, mas o resultado ainda é longe da grandiosidade.

Felizmente, o próximo episódio se aproximaria bem mais desse status.

Amanhã: Ataque dos Clones

A SAGA

Episódio I – A Ameaça Fantasma

Episódio II – Ataque dos Clones

Episódio III – A Vingança dos Sith

Episódio IV – Uma Nova Esperança

Episódio V – O Império Contra-Ataca

Episódio VI – O Retorno de Jedi

Novo trailer de KINGSMAN: O SERVIÇO SECRETO

Posted in Trailers with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 22 de setembro de 2014 by Lucas Nascimento

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Fiquei muito decepcionado quando Kingsman: O Serviço Secreto teve sua estreia adiada para 2015, já que é um projeto promissor de um cineasta que se revela cada vez mais talentoso. E o novo trailer, que traz Colin Firth chutando bundas e Samuel L. Jackson sendo Samuel L. Jackson é mais um indício de que vem coisa boa por aí. Confira:

 

O filme é dirigido por Matthew Vaughn, de Kick-Ass: Quebrando Tudo e X-Men: Primeira Classe. O elenco traz ainda Michael Caine, Mark Hamill e Mark Strong.

Kingsman: O Serviço Secreto estreia em 13 de Fevereiro nos EUA.