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| Star Wars: Episódio VI – O Retorno de Jedi | Crítica

Posted in Aventura, Cinema, Clássicos, Críticas de 2014, Ficção Científica with tags , , , , , , , , , , , , , on 27 de outubro de 2014 by Lucas Nascimento

4.5

Unmask
Darth Vader enfim tem a máscara retirada

No meu último post de retrospectiva Star Wars, falarei sobre o último filme da saga – até então, já que o Episódio VII vem aí. Não é uma tarefa fácil seguir O Império Contra-Ataca, ainda que o filme abrisse um leque de possibilidades bem interessante para futuras continuações. Mesmo que empalideça diante do capítulo superior, Star Wars: Episódio VI – O Retorno de Jedi é uma conclusão que não deixa a desejar em nenhum aspecto.

A trama começa 4 anos após a vitória do Império sobre a Aliança no filme anterior, com Darth Vader (voz de James Earl Jones, corpo de David Prowse e rosto de Sebastian Shaw) e o Imperador (Ian McDiarmid) acelerando a construção de uma segunda Estrela da Morte, visando uma estação bélica ainda mais letal do que a primeira. Enquanto isso, Luke Skywalker (Mark Hamill) está cada vez mais confortável com suas habilidades Jedi, e arma um plano com os companheiros Leia (Carrie Fisher), Lando Calrissian (Billy Dee Williams), Chewbacca (Peter Mayhew) e os droides C-3PO (Anthony Daniels) e R2-D2 (Kenny Baker) para resgatar Han Solo (Harrison Ford) do asqueroso Jabba, o Hut.

Dos filmes da trilogia original, O Retorno de Jedi é certamente o mais agitado. A missão para resgatar Han Solo rende uma espetacular cena de ação no poço da planta carnívora Sarlacc, temos uma perseguição em alta velocidade com speeders pela floresta (que, de tão intensa, dispensa até mesmo a música de John Williams), batalhas florestais, duelos de sabres de luz e mais uma corrida espacial pelas trincheiras da Estrela da Morte, que novamente exige o máximo dos especialistas em miniaturas e efeitos visuais. O diretor Richard Marquand comanda bem as ditas sequências, e explora com eficiência os rumos tomados pelo roteiro de Lawrence Kasdan e George Lucas.

O grande destaque, e que sempre me chamou a atenção, desde a primeira vez que o assisti, é mesmo a relação de pai e filho entre Luke e Vader. Lembro de meu espanto e maravilhamento ao finalmente perceber quem era o Jedi que “retornava”, do título, o que rende um clímax intimista e poderoso, como se Luke lutasse para salvar a alma de seu pai do Lado Sombrio da Força, representado pelo sinistro Imperador. É aí que a trilogia dos prequels ganha mais força dentro da original, e a ordem cronológica traz seu charme (sempre achei muito melhor assistir aos episódios IV-VI antes dos I-III) ao nos oferecer um ciclo completo na jornada de Anakin Skywalker; que culmina no retorno de seu Jedi interior.

Querem saber o que não gosto no filme? Resumo em uma palavra: Ewoks. Se a trilogia dos prequels tem Jar Jar Binks, a original tem os “ursinhos carinhosos” da lua florestal de Endor.

Se dependesse de mim, não precisaríamos de um Episódio VII. Fico empolgado como qualquer fã, mas Star Wars: Episódio VI – O Retorno de Jedi da conta do recado e oferece um encerramento coeso e poético para a história de Darth Vader, impressionando pelo espetáculo, os personagens e todas as coisas únicas que só Star Wars é capaz de oferecer.

Foi maravilhoso revisitar toda a saga. Espero vê-la com grande estilo e carinho quando J.J. Abrams nos levar de volta a esta galáxia muito, muito distante.

A SAGA

Episódio I – A Ameaça Fantasma

Episódio II – Ataque dos Clones

Episódio III – A Vingança dos Sith

Episódio IV – Uma Nova Esperança

Episódio V – O Império Contra-Ataca

Episódio VI – O Retorno de Jedi

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| Star Wars: Episódio V – O Império Contra-Ataca | Crítica

Posted in Aventura, Cinema, Clássicos, Críticas de 2014, Ficção Científica with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on 26 de outubro de 2014 by Lucas Nascimento

5.0

TheEmpireStrikesBack
Darth Vader faz a revelação mais marcante de toda a saga

Quando algum diretor fala sobre fazer continuações, sempre cita aquelas que de fato atingiram o nível do original, ou até mesmo um resultado superior. A resposta pode variar, mas pode apostar que O Poderoso Chefão: Parte II e O Império Contra-Ataca estarão lá.

A trama começa alguns anos após a Batalha de Yavin 4, com Luke (Mark Hamill), Leia (Carrie Fisher) e Han (Harrison Ford) refugiados com a Aliança rebelde no planeta de gelo Hoth (ironia eterna desse nome). Cada vez mais interessado no jovem Jedi, Darth Vader o procura por toda a galáxia, enviando sondas e caçadores de recompensa para encontrar o grupo. A jornada levará Luke ao encontro do Mestre Jedi Yoda (Frank Oz), enquanto o restante do grupo é atraído para uma letal armadilha do Império.

Se a grande maioria das continuações hoje em dia (lembrem-se, este é o segundo filme da saga a ser lançado) adota a política do “maior e mais sombrio”, é graças a O Império Contra-Ataca. É bem menos otimista do que o anterior, e o roteiro de Leigh Brackett e Lawrence Kasdan (George Lucas é responsável apenas pelo argumento principal) se arrisca ao colocar os personagens em situações desafiadoras e que muitas vezes leva a melhor sobre estes. Claro que o humor jamais morre, afinal a presença de C-3PO (Anthony Daniels) e R2-D2 (Kenny Backer) sempre rende momentos divertidos, assim como a relação de amor e ódio que vai se construindo entre Han e Leia.

Mas é realmente Darth Vader quem ganha mais destaque aqui. Outrora um vilão genérico no anterior, aqui o lorde Sith ganha mais profundidade e importância, afetando até mesmo o trabalho de dublagem de James Earl Jones; capaz de criar mais nuances aqui, graças à bombástica revelação a respeito de sua relação com Luke. A entrada de Irvin Kershner na direção também é outro ponto valioso, já que revela-se um condutor mais eficiente do que Lucas, além de arrancar melhores atuações do carismático elenco. Visualmente, também é responsável por sequências empolgantes como a batalha de Hoth, a perseguição pelo campo de asteroides e o antológico duelo de sabres entre Luke e Vader – belíssimamente fotogrado por Peter Suschitzky.

Star Wars: Episódio V – O Império Contra-Ataca é certamente o melhor filme da saga, e também uma das continuações mais eficazes e surpreendentes já apresentadas em Hollywood. É o tipo de filme que quase reinventa a história, elevando-a à níveis difícieis de serem superados.

Felizmente, a conclusão da saga não nos deixaria na mão.

Próximo: O Retorno de Jedi

A SAGA

Episódio I – A Ameaça Fantasma

Episódio II – Ataque dos Clones

Episódio III – A Vingança dos Sith

Episódio IV – Uma Nova Esperança

Episódio V – O Império Contra-Ataca

Episódio VI – O Retorno de Jedi

| Star Wars: Episódio III – A Vingança dos Sith | Crítica

Posted in Aventura, Cinema, Críticas de 2014, Ficção Científica with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 24 de outubro de 2014 by Lucas Nascimento

5.0

StarWarsEpisodeIIIRevengeoftheSith
O intenso embate entre Anakin e Obi-Wan

Quando assisti a Star Wars: Episódio III – A Vingança dos Sith pela primeira vez, mal dormi, diante o impacto. Considerando que era uma criança de 10 anos que acabara de testemunhar a reviravolta mais sombria e pesada da saga – incluindo imolações e genocídios de crianças – é natural, óbvio. Quase uma década depois, o impacto do Episódio III não diminui, mas cada vez mais enxergo seu brilhantismo.

A trama começa em meio às Guerras Clônicas iniciadas no fim do episódio anterior, com Anakin Skywalker (Hayden Christensen) e Obi-Wan Kenobi (Ewan McGregor) lutando para capturar o perigoso General Grievous (voz de Matthew Wood). Em meio ao conflito, Anakin fica angustiado quando começa a ter pesadelos que preveem a morte de sua amada Padmé (Natalie Portman), o que gera uma aproximação cada vez maior ao chanceler Palpatine (Ian McDiarmid), que se aproveita da situação para enfim revelar seu plano fatal e atrair o jovem Jedi para o Lado Sombrio da Força.

Quaisquer erros que George Lucas cometera nos Episódios I e II, ele compensa aqui. O longa não é perfeição em sua pura forma, já que Hayden Christensen permanece um ator limitado (ainda que se saia consideravelmente melhor aqui do que em Ataque dos Clones) e aqui e ali Lucas insiste em piadinhas como gritos cartunescos de droides ou coisa do gênero. É uma aventura divertidíssima em seus momentos iniciais, com Lucas cada vez mais seguro na condução de batalhas espaciais, duelos de sabres de luz e os próprios efeitos digitais que tornam todas estas possíveis – o General Grievous é um feito admirável. Misteriosamente, foi o único filme da saga a não concorrer ao Oscar nesta categoria.

Mas então, A Vingança dos Sith se transforma em um filme muito, muito sombrio. À medida em que vamos conhecendo a história e ideologia de Palpatine, vamos entendendo a confusão que permeia o jovem Anakin Skywalker. “O bem e o mal são pontos de vista”, diz o lorde Sith em um dos momentos-chave da trama. Lucas é corajoso ao mostrar o massacre dos Jedi de forma trágica e brutal, acompanhado pela sempre infalível trilha sonora de John Williams (que, aqui, abraça de vez a tragédia em seus acordes) e momentos poderosos que vão de uma sessão no Senado assumidamente inspirada em um ponto crucial de O Poderoso Chefão até o megalomaníaco duelo final entre Anakin e Obi-Wan. É uma sequência de ação maciça e inspirada, mas difícil de se assistir quando sabemos que a amizade entre os dois Jedi é o grande vínculo emocional da produção; e se Christensen não tem todo o carisma que o papel exige, Ewan McGregor impressiona com sua intensa performance.

Todo o terceiro ato do longa é impecável. A montagem de Roger Barton e Ben Burtt é inteligente ao intercalar o nascimento dos gêmeos Luke e Leia com o “renascimento” de Anakin como Darth Vader. Quando começamos a ver as ligações com a Trilogia Original sendo feitas, é impossível não se soltar no mínimo um sorriso satisfatório; não importando sua opinião a respeito da trilogia como um todo. No meu caso, o sorriso vem acompanhado de lágrimas.

Star Wars: Episódio III – A Vingança dos Sith permanece para mim como um dos melhores filmes da saga, e certamente o mais sombrio. A origem de Darth Vader é revelada de forma cuidadosa e impactante, não recebendo o devido reconhecimento que merece.

E, finalmente, voltamos no tempo – e avançamos na cronologia – para analisar o clássico que fez História.

Próximo: Uma Nova Esperança.

A SAGA

Episódio I – A Ameaça Fantasma

Episódio II – Ataque dos Clones

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Episódio V – O Império Contra-Ataca

Episódio VI – O Retorno de Jedi

| Star Wars: Episódio II – Ataque dos Clones | Crítica

Posted in Aventura, Cinema, Críticas de 2014, Ficção Científica with tags , , , , , , , , , , , , , , on 23 de outubro de 2014 by Lucas Nascimento

4.0

Stae
Anakin e Padmé na batalha de Geonosis

Se A Ameaça Fantasma foi uma decepção para os fãs por não manter o espírito da trilogia original, Ataque dos Clones certamente satisfaz nesse quesito, tendo tido uma recepção superior ao filme de 1999 – ainda que não seja amado pelos saudosistas. Já eu, adoro.

A trama começa uma década após os eventos do anterior, com a República cada vez mais em crise graças aos ataques da Federação do Comércio e o movimento separatista. Nesse cenário, a senadora Amidala (Natalie Portman) é posta na mira de um misterioso assassino, o que leva acarreta na chegada dos Jedi Obi Wan Kenobi (Ewan McGregor) e Anakin Skywalker (Hayden Christensen) para protegê-la e encontrar o vilão.

Eu tenho um afeto especial por Ataque dos Clones. Foi o primeiro filme da saga que assisti no cinema – uma das experiências cinematográficas mais marcantes da minha infância – e também o primeiro que condenou à “maldição” da expectativa voraz. E mesmo agora, 12 anos depois, acho que George Lucas evoluiu muito de A Ameaça Fantasma, seja como roteirista (aqui, com o apoio de Jonathan Hales) ou como diretor, aqui como pioneiro na distribuição digital de longas-metragem (recomendação: o documentário Lado a Lado, de 2012).

Claro, o filme não passa enxuto de problemas. O romance central entre Anakin e Amidala pode tornar-se tedioso, ainda mais quando a montagem de Ben Burtt o intercala com a missão de Obi-Wan, que é bem mais interessante. Não ajuda também o fato de Hayden Christensen ser um dos mais inexpressivos atores de sua geração, mesmo que sua química com Natalie Portman pontualmente funcione e aqui e ali ele apresente pequenas explosões de raiva que antecipam seu destino sombrio. O que faz o romance convencer, de fato, é a belíssima composição “Across the Stars” de John Williams, um dos pontos altos de sua contribuição para a série.

Como épico espacial, Ataque dos Clones é um digno exemplar. Seja na perseguição cosmopolita envolvendo a misteriosa assassina Zam Wesell, o duelo entre Obi-Wan e Jango Fett (meu preferido da saga) ou a gigantesca batalha final que introduz as Guerras Clônicas. Os efeifos visuais impressionam como sempre, e até a trama política fica mais instigante com a crescente participação de Palpatine (Ian McDiarmid), dando até mesmo uma função decisiva para o abobalhado Jar Jar Binks.

Star Wars: Episódio II – Ataque dos Clones é um ótimo filme e que traz os ingredientes vitais para um blockbuster bem sucedido. Traz seus deméritos típicos de George Lucas, mas todos eles seriam apagados quando a trilogia dos prequel mostrasse a que veio, 3 anos depois.

Próximo: A Vingança dos Sith

A SAGA

Episódio I – A Ameaça Fantasma

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Episódio III – A Vingança dos Sith

Episódio IV – Uma Nova Esperança

Episódio V – O Império Contra-Ataca

Episódio VI – O Retorno de Jedi

Análise Blu-ray | STAR WARS – A SAGA COMPLETA

Posted in Análise Blu-ray with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 18 de setembro de 2011 by Lucas Nascimento

Primeiro, vamos esclarecer uma coisa: Star Wars – A Saga Completa tem extras pra caramba. Por esse motivo, não vou fornecer uma análise detalhada sobre cada um deles e sim de um modo mais geral. Enfim, vamos lá:

A Saga

Não há dúvidas. Star Wars é a maior saga de todos os tempos, uma das histórias mais bem contadas no cinema. Composta por duas trilogias, ela conta a ascenção e queda de Anakin Skywalker; escolhido para trazer equilíbrio à energia conhecida como Força, ele sucumbe à escuridão e transforma-se no temível Darth Vader. Todos os seis filmes contam com efeitos visuais espetaculares, diversão inigualável e uma inesquecível trilha sonora assinada pelo genial John Williams; abaixo, meu ranking pessoal:

  1. Episódio V – O Império Contra-Ataca – 5/5
  2. Episódio III – A Vingança dos Sith – 5/5
  3. Episódio IV – Uma Nova Esperança – 5/5
  4. Episódio VI – O Retorno de Jedi – 4/5
  5. Episódio II – O Ataque dos Clones – 4/5
  6. Episódio I – A Ameaça Fantasma – 3/5

Discos 1-6

Obviamente, nos primeiros seis discos temos os filmes da saga convertidos em um HD impressionante (a imagem é realmente espetacular, até mesmo na trilogia original) e som 6.1 épico. De extras, nós encontramos:

Comentários em Áudio

Para cada um dos filmes, há disponível duas faixas de comentários em áudio, dentre as quais incluem ótimos depoimentos de George Lucas – que comenta o processo, dificuldades, detalhes sobre os personagens, cenas específicas e praticamente tudo o que você sempre quis saber sobre a saga -, a equipe e alguns arquivos do elenco. Impecável.

Disco Bônus 1 e 2

Ambos os discos contam com a mesma organização de extras (que é ótima, por sinal), alterando apenas seu conteúdo, de acordo com os filmes e planetas da mitologia selecionados. Para os episódios I-VI temos:

Cenas e Excluídas e Estendidas

Aqui, revelo um pouco de decepção. Considerando que este é um mega-lançamento em blu-ray de todos os filmes da saga, eu esperava um tratamento mais decente na exibição de cenas que ou ficaram de fora ou apresentam versões alternativas/estendidas, além de animáticos de pré-visualização. Certamente que é difícil lidar com material antigo (e tudo que temos da trilogia original é satisfatório), mas não há desculpa para o serviço fraco nas cenas inéditas da nova trilogia.

Entrevistas

Cada um dos filmes apresenta diferentes entrevistas com determinados membros da produção (incluem George Lucas, diretores, atores e técnicos de efeitos especiais) sobre as variadas etapas da produção. Há, por exemplo, o diretor Irvin Keshner (de O Império Contra-Ataca) comentando sobre o elenco principal, George Lucas preparando-se para escrever o Episódio I, entre várias outras imperdíveis curiosidades.

A Coleção

O mais interessante dos discos, aqui temos – por exemplo – um objeto ou personagem. Você pode analisar seus mínimos detalhes em uma projeção em 360º e assistir a comentários da equipe sobre o desenvolvimento de tal objeto/personagem. Por exemplo, você pode escolher a armadura de Jango Fett (do Episódio II) e analisar suas características enquanto assiste à equipe de figurino e design falando sobre o visual do personagem, comentários de George Lucas, etc. É simplesmente do caralho!

Galeria de Artes Conceituais

Complementando a experiência dos bastidores, os discos apresentam vastas galerias de artes conceituais sobre os inúmeros planetas, armas e criaturas que populam o universo de Star Wars. Ilustrações caprichadas e com alguns detalhes em texto sobre cada um deles.

Disco Bônus 3

O Making of de Star Wars

Os dróides C-3P0 e R2-D2 apresentam um antigo making of de Uma Nova Esperança. Com quase 1 hora de duração, o documentário acompanha todo o processo de criação – com ênfase nas inspirações de George Lucas – e filmagem do longa (que mostram a construção dos grandiosos cenários e as complexas maquetes em miniatura), a inserção dos espertos efeitos especiais (principalmente o cenário de vidro em uma cena envolvendo Obi-Wan) e depoimentos do elenco sobre a história e como foi a experiência. Pra ansiar, o extra termina com os produtores divagando sobre como as continuações deveriam ser. Sensacional.

O Império Contra-Ataca: Efeitos Especiais

Similar ao anterior – antigo, certamente lançado na época de Império – esse foca-se em um tema presente em todos os filmes da saga: os efeitos especiais. Mark Hamill apresenta o documentário que explora praticamente toda a história dos efeitos especiais no cinema (passando por stop-motion e técnicas do tipo) e como ela foi aplicada no segundo filme da trilogia original; apresentando um olhar detalhado em determinadas sequências. Pode-se ver também alguns depoimentos de Ben Burtt, responsável pelos revolucionários efeitos sonoros da franquia. Ótimo ritmo, sempre interessante e nunca cansativo.

Criaturas Clássicas: O Retorno de Jedi

No mesmo esquema dos anteriores, acompanhamos o processo de criação das criaturas vistas em O Retorno de Jedi. Carrie Fisher e Billy Dee Williams apresentam o documentário. Vemos todo o desenvolvimento de cada um dos monstros e alienígenas, não só da saga mas também damos uma breve passada pelas técnicas utilizadas por toda a história do cinema. Destaque para as técnicas de marionete e mecânica usadas nos movimentos de Jabba, o Hut e o sempre brilhante stop motion nas miniaturas.

Anatomia de um Dewback

Aqui, observamos a remasterização da cena em que os soldados imperiais vasculham o deserto em Uma Nova Esperança. Visando melhorar a cena para a edição especial da trilogia em 1997, a ambição de George Lucas deu muito trabalho aos técnicos de efeitos visuais, que precisou encontrar o rolo de filme correto (em um vasto depósito de material), propocionar regravações da cena e aperfeiçoá-la com efeitos digitais. Trabalhoso, mas com resultado eficiente.

Guerreiros Estelares

Voltado à legião de fãs de Star Wars, o grande foco aqui é a organização e preparação de um desfile de personagens do filme (a maioria soldados imperiais e clones) em um evento. É interessante e tem bons momentos.

A Tecnologia de Star Wars

Adoro esse tipo de documentário. Aqui, entrevistas com físicos, mecânicos e todo o pessoal especializado nas áreas científicas discutem como funcionam as variadas tecnologias do universo Star Wars – passando por naves espaciais, sabres de luz, robôs e a roupa mecânica de Darth Vader – e o quão perto está a humanidade de alcançá-las. Claro que algumas são bem improváveis, mas outras estão bem pertas de acontecerem.

Uma Conversa com os Mestres: O Império Contra-Ataca 30 Anos Depois

Como o título já sugere, acompanhamos aqui uma conversa empolgante sobre O Império Contra-Ataca, considerado por muitos o melhor filme da hexalogia. George Lucas, o diretor Irvin Kershner, o co-roteirista Lawrence Kasdan e o mago compositor John Williams comentam sobre alguns dos pontos mais importantes do filme, como a complicada composição do Mestre Yoda, a música tema de Darth Vader que viria a tornar-se uma lenda e a antológica reviravolta sobre a paternidade de Luke Skywalker. Magistral!

Sátiras de Star Wars

O disco apresenta 1h37min de clipes de diversas paródias de Star Wars, vindo de seriados de tv, programas humorísticos e séries de animação. Algumas são bem divertidas (principalmente as de That’ 70s Show e Family Guy) e outras não têm a menor graça (como aqueles comerciais temáticos), mas vale pra mostrar o grande impacto da saga nas mídias gerais.

Nota Geral:

O blu-ray da Saga completa de Star Wars é um dos melhores já lançados. Os filmes estão em qualidade impressionante (apesar de sofrerem algumas alterações desnecessárias) e o material extra é imenso, com dezenas de horas para fortalecer seu conhecimento sobre a maior saga do cinema. Obrigatório.

Preço: R$ 299,90

That’ 60s Show | Especial X-MEN: PRIMEIRA CLASSE

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O novo filme dos X-Men chega aos cinemas do Brasil! Com muitas origens e pano político de Guerra Fria, X-Men: Primeira Classe promete ser um dos melhores filmes de super-herói do ano. Aproveite o x-especial. Piada horrível…

A Gênese Mutante de Matthew Vaughn


O diretor Matthew Vaughn finalmente trabalha com a Marvel

Demorou, mas Matthew Vaughn finalmente conseguiu dirigir um filme para a Marvel. O diretor foi contratado para X-Men: O Confronto Final mas largou o projeto devido à pressão da Fox e depois caiu fora de Thor (que chegou este ano aos cinemas), por confundir-se na mitologia do personagem. Dirigiu Kick-Ass ano passado e chamou a atenção, que finalmente o levou à Primeira Classe.

Antes dele, Bryan Singer, o diretor dos dois primeiros filmes da franquia, estava na cadeira de direção, mas teve de sair para dirigir Jack the Giant Killer; no entanto, ele permaneceu como produtor e ajudou na premissa do roteiro, que foi escrito por Ashley Miller, Zack Stentz, Jane Goldman e o próprio Matthew Vaughn. Vamos esperar que tantos roteiristas juntos não estrague o enredo e desequilibre o tom (Thor, é com você mesmo).


Depois de Primeira Classe, um filme-solo de Magneto seria irrelevante

Outra curiosidade é o impacto que este novo longa teve no idealizado X-Men Origens: Magneto, filme-solo do mutante que antagonizou a trilogia original. O projeto foi descartado porque Primeira Classe já possuia diversos elementos no que diz respeito à origem do Mestre do Magnetismo, e um outro filme soaria muito repetitivo e irrelevante. Houve até uma polêmica envolvendo o roteirista de Magneto, que ameaçou um processo para ser reconhecido com um dos co-roteiristas de Primeira Classe, o que irritou o diretor Matthew Vaughn.

Xavier. Charles Xavier


Fórmula Star Trek: A Primeira Classe dos X-Men

Vaughn declarou em diversas entrevistas suas intenções e ideias para Primeira Classe, que incluem uma moldagem ao estilo Star Trek (no que diz respeito a origem de personagens, pelo visto) e os antigos filmes de James Bond – apropriado, já que o filme ambienta-se nos anos 60. Além disso, promete mudar o gênero de super-heróis, em suas palavras: “Este filme vai ser muito diferente. O que eu estou fazendo nunca foi feito em filmes de super-herói. É um filme de X-Men misturado com James Bond e suspense político. Não é parecido com os outros filmes da série, o que eu acho importante. Eu acho que precisamos de um novo… É como o que Batman Begins fez com os filmes de Batman. X-Men precisa muito [dessa renovação]. Ponho confiança em você, sr. Vaughn.

O filme promete mostrar também um pano de fundo de Guerra Fria e a crise dos mísseis em Cuba (em um estilo meio Watchmen, talvez?), além da complicada integração dos mutantes na sociedade, regada de preconceito e luta por direitos e respeito. Se for assim, fica muito interessante…

Mas como Primeira Classe encaixa-se aos outros filmes da série? Uma mistura de prequel e reboot, de acordo com o diretor, por apresentar certas relações com o primeiro e segundo filme de Singer, mas que tem vida própria. Mais uma vez, é uma espécie de Star Trek.


Caprichado design de produção inspirado em cenários seiscentistas

As filmagens começaram em Agosto de 2010, com locações e estúdios na Inglaterra, para depois mover-se para a Georgia e finalmente para a Rússia, onde ocorreram gravações adicionais. O design de produção é inspirado em ambientes e cenários dos anos 60 e Henry Jackman assume a trilha sonora.

(Bad) Marketing

Antes da leva de ótimos trailers e clipes de personagens, X-Men: Primeira Classe sofreu de um problema grave: marketing ruim. As primeiras imagens promocionais divulgadas são de um nível de amadorismo impressionante, com diversos erros de iluminação, técnicas medíocres e objetos desproporcionados. Vaughn respondeu às críticas afirmando não saber como as imagens teriam sido divulgadas, tratando-se apenas de um estágio inicial. Realmente, do primeiro banner lançado até o mais recente, a comparação é impossível.

Vale destacar aqui uma ótima montagem em vídeo feita por um fã como abertura do filme. O vídeo entra no clima da época e impressiona com suas características minimalistas. Confira:

X-Men: First Class Title Sequence from Joe D! on Vimeo.

Missão


Magneto Rises: Michael Fassbender assume o visual clássico do personagem

E é claro, X-Men: Primeira Classe tem a missão de introduzir uma nova trilogia – chegaremos nesse ponto daqui a pouco – e satisfazer a Fox com uma boa arrecadação nas bilheterias e, como o diretor Matthew Vaughn insiste tanto, reintroduzir os conceitos de adaptações de quadrinhos, seja para os X-Men quanto para os demais super-heróis.

E, pelo que dizem as primeiras críticas do filme, parece ser um resultado positivo. Será que finalmente teremos um filme de 2011 que seja realmente satisfatório?

Os principais personagens de Primeira Classe:

Charles Xavier | James McAvoy

Mutação: Manipulação psíquica, telecinese

Vulgo: Professor X

Desde jovem, Charles Xavier tem encontros com mutantes e constrói sua vida na esperança de ajudá-los. Conhece a jovem Raven Darkholme e começa o projeto de sua Escola para Superdotados, e conhece o problemático Erik Lehnsheirr, com quem inicia uma grande amizade.

Erik Lehnsheirr | Michael Fassbender

Mutação: Manipulação de Metais

Vulgo: Magneto

Separado de sua família e preso em um campo de concentração na Polônia, Erik cresceu sob a dor e sofrimento, criando ódio mortal contra a humanidade, ao mesmo tempo em que vai descobrindo seus poderes. Torna-se grande amigo de Charles Xavier e ajuda-o na sua luta pelos direitos mutantes. Seu real objetivo é matar Sebastian Shaw, indo atrás de nazistas escondidos para encontrá-lo.

Raven Darkholme | Jennifer Lawrence

Mutação: Metamorfose

Vulgo: Mística

Quando criança, fugiu de casa ao descobrir sua mutação e foi parar na porta de um jovem Charles Xavier, que o acolheu até a fase adulta. Trabalhando com Xavier na busca por outros mutantes, ela conhece Hank McCoy e inicia um caso com ele após se familiarizar com seu desejo de ser uma pessoa normal.

Dr. Hank McCoy | Nicholas Hoult

Mutação: Agilidade, força e aspectos bestiais 

Vulgo: Fera

Talentoso pequisador de uma divisão da CIA, Hank apresenta desde criança habilidades bestiais, as quais ele jura encontrar uma cura. Envolve-se com Raven Darkholme e atinge um monstruoso estado de mutação ao tentar injetar uma vacina, que o deixa com pelos azuis e aparência de uma fera.

Alex Summers | Lucas Till

Mutações: Lançamento de raios de calor

Vulgo: Destrutor

Chamado por Xavier e Erik em uma prisão, o jovem Alex tem medo de destruir tudo ao seu redor, em decorrência de sua mortal habilidade. Na escola para Superdotados, é treinado e começa a apresentar controle sobre o seu poder. Na mitologia dos quadrinhos, é irmão de Scott Summers (Ciclope), mas no filme é seu pai.

Sean Cassidy | Caleb Landry Jones

 

Mutação: Emissão de ondas sonoras descomunais

Vulgo: Banshee

Enviado para a escola de Xavier, o escocês Sean Cassidy aprende a aprimorar sua habilidade de emitir altas ondas sonoras, alcançando o nível de poder voar com elas. Tem papel de destaque na batalha final do filme.

Angel Salvatore | Zoë Kravitz

Vulgo: Angel

Mutação: Asas de libélula

Trabalhando em um bordel, ela é chamada por Xavier e Erik, que a levam para a Escola para Superdotados. Em meio a aulas de controle e contato com outros mutantes, ela acaba indo para o lado de Sebastian Shaw e seu Clube do Inferno.

Sebastian Shaw | Kevin Bacon

Mutação: Absorção de energia

Líder de uma organização secreta conhecida como Clube do Inferno, Shaw pretende começar uma guerra atômica. Contra os humanos, ele desenvolve a tecnologia do capacete de Magneto – que protege sua mente de ameaças de mutantes psíquicos- e é o estopim entre a rivalidade de Xavier e Erik.

Emma Frost | January Jones

Mutação: Manipulação psíquica e Pele de diamante

Vulgo: Rainha Branca

Um dos membros do Clube do Inferno, Emma Frost é uma mutante perigosa e braço direito de  Shaw, ajudando-o a manipular políticos e militares.

Azazel | Jason Flemyng

Mutação: Aparência demoníaca, teletransporte

Azazel é um demônio que também é membro do Clube do Inferno. Com sua habilidade de teletransporte ele ajuda Sebastian Shaw em quebras de segurança e invasões, sendo especialistas em combates com facas e espadas. Na mitologia dos quadrinhos, ele é pai do Noturno, que aparece no segundo X-Men.

Janos Quested | Álex González

Vulgo: Maré Selvagem

Poderes: Cria pequenos ciclones e ondas

Também faz parte do Clube do Inferno, ajuda Shaw durante suas missões.

Previously on the X-Men movies…

X-Men: O Filme (2000)

Aposta arriscada da Fox, o primeiro X-Men pode ser considerado o mais bem sucedido filme de super-heróis desde o Batman de Tim Burton. O fime de Bryan Singer é um ótimo início para a franquia, apresentando personagens interessantes dentro de uma trama congruente e cheia de ação. É também o filme que lançou Hugh Jackman.

X-Men 2 (2003)

Com uma sequência de abertura arrebatadora, o segundo filme da série segue a tradição e aprimora o anterior em tudo: história melhor, personagens melhor elaborados e cenas de ação mais elaboradas. As atuações continuam carismáticas e o importante pano de fundo de ajuste na sociedade continua sendo explorado de forma ainda mais eficiente.

X-Men: O Confronto Final (2006)

Mesmo com a saída de Singer, o diretor Brett Ratner seguiu à risca a ideia da franquia, equilibrando bem o cenário político – agora com a esperta entrada de uma cura mutante – e também as cenas de ação, que estão melhores do que nunca (a cena da ponte então…). Todavia, não alcança a perfeição do segundo filme.

X-Men Origens: Wolverine (2009)

É isso o que acontece quando um estúdio domina um filme; com um diretor oscarizado no comando, o sulafricano Gavin Hood, o filme-solo do Wolverine é uma terrível experiência com roteiro sofrível que abre mão de sua história para dar espaço à (péssimas) cenas de ação, que em nada contribuem para a trama. Só o carisma de Hugh Jackman se salva.

O que a Fox e a Marvel preparam para os mutantes… (lembrando apenas que a Marvel aqui não é a mesma de Os Vingadores, já que os direitos dos X-Men pertencem à Fox e não à Marvel Studios)

Segunda Classe

Se Primeira Classe arrebentar nas bilheterias, uma continuação já está garantida. Vaughn confirma seu retorno e faz (novamente) uma comparação com o Batman de Christopher Nolan, prometendo um desenvolvimento na linha de O Cavaleiro das Trevas. O diretor já falou bastante sobre a possível “Segunda Classe” e suas ideias incluem Magneto como o assassino de John Kennedy e apenas um personagem novo, que deverá ser um mutante do lado do Professor X e que apresente algum desafio ao Mestre do Magnetismo.

A ideia é ter uma trilogia, mas ainda é muito cedo pra falar de um terceiro filme…

The Wolverine

Ambientada no Japão, Logan viaja para a Ásia para encontrar pistas de sua origem, mas acaba por encontrar novos inimigos e um novo amor. Na moral? Péssima ideia. Minha única esperança no filme estava baseada na presença de Darren Aronofsky como diretor, com sua saída, perdi o ânimo… Hugh Jackman continua na produção, que busca um diretor.

Deadpool

Demorando pra sair do papel, mas a Fox ainda promete um filme do mutante canastrão vivido por Ryan Reynolds em X-Men Origens: Wolverine. No entanto, os roteiristas Rhett Reese e Paul Wernick (de Zumbilândia) prometem uma versão completamente diferente do personagem, tendo um texto violento e de censura 18 anos entregue. O novato Tim Miller dirige e Reynolds reprisa o papel. Bem, duvido que a Fox banque uma censura 18 anos pra um personagem desconhecido, mas…

X-Men 4

Sim, sim, sim! A peça de xadrez mexe sim e Xavier está vivo, agora resta saber se a Fox vai querer continuar a história original dos X-Men iniciada por Bryan Singer. Na minha opinião, um X-Men 4 seria descartável; acho que o terceiro filme conclui o arco de maneira satisfatória.

Considerando que Michael Fassbender e James McAvoy assumem versões jovens de personagens já apresentados às telas, relembremos alguns exemplos dessa situação no cinema:

Vito Corleone – Robert De Niro |O Poderoso Chefão – Parte II

Papel que lhe rendeu o Oscar de Ator Coadjuvante, Robert DeNiro faz uma excelente versão jovem do eterno Vito Corleone, interpretado por Marlon Brando no filme original. Fala em italiano quase o filme inteiro e protagoniza uma bem elaborada ascensão mafiosa.

Sr. Spock – Zachary Quinto | Star Trek

Tudo bem que todos que fazem parte do elenco do novo Star Trek tiveram que se esforçar para apresentar versões rejuvenescidas de seus personagens, mas ninguém deve ter ralado tanto quanto Zachary Quinto. Por quê? Bem, Spock é o único personagem que os não-fãs conhecem e também o mais icônico. O ator, que substitui Leonard Nimoy, é carismático e talentoso, além de muito parecido fisicamente com Nimoy.

Obi-Wan Kenobi – Ewan McGregor | Star Wars Episódios I-III

Na nova trilogia de Star Wars, é o escocês Ewan McGregor que carrega o elenco nas costas. Evoluindo ao longo dos anos, o ator faz uma genuína versão jovem de Sir. Alec Guiness em A Vingança dos Sith, assumindo seu visual, mas não simplesmente copiando sua performance no primeiro filme da saga. Temos também o Hayden Christensen que faz o Anakin/Darth Vader, mas deixa pra lá…

Indiana Jones – River Phoenix | Indiana Jones e a Última Cruzada

Mesmo que apareça apenas na cena de abertura, River Phoenix traça um autêntico perfil jovem do arqueólogo Indiana Jones, imortalizado por Harrison Ford. Percebemos algumas características que logo tornariam-se típicas do personagens, a origem de seu chapéu, medo de cobras, habilidade com chicote, entre outros… E Phoenix o faz muitíssimo bem.

Bem, o especial vai ficando por aqui, mas voltem para a crítica de X-Men: Primeira Classe. Até lá!

Especial Star Wars

Posted in Especiais with tags , , , , , , , , , , on 5 de junho de 2010 by Lucas Nascimento

Hoje estou fazendo um especial para todos os leitores que, como eu, são fãs de uma das melhores sagas de ficção científica da história do cinema. Isso mesmo, Star Wars de George Lucas; aí vai um especial com a crítica dos 6 filmes da série.

Star Wars Episódio IV – Uma Nova Esperança

Que maneira mais espetacular de se começar uma história. Tudo bem que ela não se inicia aqui, mas esse filme foi a primeira experiência que mundo teve com Star Wars. Inesquecível, o filme possui uma trama muito simples e ainda assim, surpreendente. Personagens icônicos, frases marcantes e aí estava criada uma das melhores ficções científicas da história do cinema. Muito bom mesmo.

Star Wars Episódio V – O Império Contra-ataca

Ja falei muitas e muitas vezes, por isso, nem vou dizer e dar exemplos de como o segundo filme de uma trilogia costuma ser o melhor. Seguindo essa fórmula, a sequência do clássico é transformada em um dos melhores filmes já feitos. Efeitos melhorados, trama mais complexa, que envolve uma das mais inesperadas reviravoltas e ação, muita ação. Mais sombrio e melhor.

Star Wars Episódio VI – O Retorno de Jedi

Humm. A saga começa a desandar em seu capítulo final, mas isso deve-se a, em maior parte, uma horrível e desastrosa ideia que George Lucas ousou levar em frente: Os Ewoks. São pequenos guerreiros-ursos que só estragam a boa história que o filme têm. Fora esse grande deslize, o filme é excelente, partindo do ponto em que o anterior acabou, consegue manter um ritmo ágil e concluir a saga com grandeza.

Star Wars Episódio I – A Ameaça Fantasma

Com o sucesso absoluto da primeira trilogia, Lucas volta no tempo para contar como tudo começou. O resultado é visto por muitos, como desastroso, mas eu não achei tão ruim assim. O episódio I é, de fato, devagar e não possui o mesmo ritmo dos filmes anteriores. A trama não convence muito, mas no ato do final do filme, temos um duelo de sabres-de-luz que vale pelo filme inteiro. Sério, uma das melhores da saga.

Star Wars Episódio II – Ataque dos Clones

A trama começa a se desenrolar melhor aqui, principalmente pelo fato de começarmos a relacionar o personagem de Anakin Skywalker, com seu futuro papel de Darth Vader. Vemos muitas origens e temos ótimas cenas de ação e batalhas, que ajudam a resgatar o tom divertido da antiga trilogia. Destaque para a luta de Obi-wan contra o caçador de recompensas Jango Fett, cena que é, na minha opinião, o melhor duelo de toda a saga. Muito bom.

Star Wars Episódio III – A Vingança dos Sith

Agora sim. A ligação entre as duas trilogias é, sem dúvida, o filme mais sombrio e dramático. Contando com um frio realismo a redenção de Anakin ao Lado Negro e o massacre de partir o coração aos Jedi, o último filme da saga se supera. Por anos todos sempre quiseram ver como Darth Vader se tornou o homem dentro da roupa, e agora sabemos. O ruim, é que Hayden Christensen não traz o carisma necessário que o personagem merece e precisa. Mas a franquia pode-se considerar concluída com chave de ouro.

Bem, esse foi o especial Star Wars, espero que tenham gostado e fiquem ligados no blog.